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Judiei da putinha

📅 Publicado em: 02/07/2024 13:30

👤 Autor: tio-pervertido

🏷️ Tags: #Assédio #Estupro #Sado #Tween
Tentarei ser o mais breve possível mas será impossível poupar alguns detalhes.

Estava na estação do BRT, esperando o ônibus depois de sair da favela e pegar um baseado. Essa estação costuma ser deserta, vazia. Eu estava sozinho fumando um cigarro, quando de repente entra pela lateral (dando o calote), uma mulher com mais ou menos uns 25 anos no máximo puxando pelo braço uma menina pequenininha de uns 7 anos. A menina estava chorando olhando pra mãe resmungando qualquer coisa e do nada a mulher deu um tapão na cara da garotinha, xingando ela:

- Que que é sua filha da puta do caralho?! Fica quieta porra!

Aquela violência despertou meu lado mais pervertido e comecei a observar, no meu canto, fumando meu cigarro.

A mulher tinha uma aparência bem suja, pobre, cara de mal, mas era gostosa e sexy. Vestia um short jeans bem sujo e curto, um top e sandálias. A menina vestia um vestidinho surrado da pequena sereia. Ela era morena clara, cabelos levemente cacheados até os ombros, rostinho angelical e muito gostosinha, dava pra notar as curvas da bundinha dela no vestido.

A menina reclamava mais, mas eu não conseguia escutar o que era, mas a mãe, eu escutava e via com clareza. Em mais ou menos 10 minutos esperando o ônibus a mulher deu uns 5 tapas na cara da menina, puxou o cabelo, deu beliscão, xingou de merda, filha da puta, nojenta...aquilo tava me deixando louco..e a mulher meio que percebeu eu olhando com cara de tarado pra situação, alisando o pau sobre a calça...

O ônibus chegou, eu entrei pela porta traseira e ela entrou mais a frente, o que me deixou triste, mas assim que fui sentar, ela senta ao meu lado com a menina no colo. Quase fui à loucura. Eram umas onze e pouca da noite, dia de semana, o ônibus tava vazio...quando eu tomo coragem, viro pro lado e falo:

- Tem que ser uma boa menina, não pode deixar sua mãe brava, tem que obedecer ela, princesa.

Mãe: - Isso aqui é o cão, moço. Essa porra só me dá trabalho. Garota nojenta.

Nisso, a menina com carinha de choro e eu fingindo estar com dó mas com o pau estourando na cueca ouvindo a mãe falar assim da filhinha dela.

Eu: Meu nome é Pedro. Qual seu nome? (Estendi a mão pra mulher)

Ana: É Ana, moço.

-Prazer, Ana. E sua filha, como se chama?

Ana: -Nicole. Tem 7 anos. O pai largou assim que nasceu. Eu devia ter largado também. Essa merda! (Nesse momento ela deu um soco na perna da menina, que estava no seu colo, a troco de nada)

Eu: Heheh. Mas ela é tão linda, Ana.

Ana: Isso aqui é uma desgraça, moço. Só me atrapalha essa porra dessa garota.

Nesse momento, tomado pelo tesão e pela loucura, arrisquei:

- Você tá indo pra onde com ela?

Ana: Sei lá. A gente para na próxima estação, pede dinheiro, eu compro minha pedra (crack) e fica por aí.

- Entendi. Quero te fazer uma proposta. Vamos saltar aqui que é minha estação e a gente conversa. (Nisso, peguei uma nota de 50 e dei pra ela). Sem hesitar, ela pegou a menina e saltou comigo.

-Seguinte, Ana: Vamos lá pra minha casa, eu peço um amigo meu que faz entregas na noite, ele pega 10 pedras pra vc, eu pago, e te dou mais 100 reais, e compro cerveja. Vamos?

Ana: Vamo ué.

Eu: Excelente.

Chegamos em casa, ela ficou admirada com o tamanho e tudo mais, a menina não falava nada.

Chamei o cara pra trazer as paradas pra ela, bebemos e a noite foi a dentro.

Mais uma vez, tomei coragem e falei:

- Ana, eu quero ver vc batendo na Nicole.

Ela riu diabolicamente e falou:

- Seu doente.

A menina dormia jogada no sofá. Ana levantou e começou a empurrar ela:

- Ô! Ô caralho! Acorda porra. Ana puxou a frágil menina pelo cabelo e deu um tapa na cara de estalar:

- Vem cá caralho! Tá dormindo pq? Eu mandei? Ana deu uma banda na menina, que caiu de bunda no chão e começou a chorar. Nessa hora, eu, que estava sentado de frente pra situação, botei o pau pra fora e comecei a bater punheta olhando pra Nicole no chão, que me olhava sem entender.

Ana: Seu Pedro, como que vc quer q eu bata nela? Disse isso com aos mãos no cabelo da filha, olhando pra ela com ódio, respirando ofegante.

Eu: Tapa, puxão de cabelo, chinelo...só faz ela chorar.

Ana: Melhor! (Ana vem com a sandália na minha direção e diz): Faz você.

Nicole: M..m.aaa.maaaãe! Pa...pá.. paraaaaa!

Ouvir aquela delicinha soluçando desesperada me enchia de tesão. Ana percebia isso, e como também era sádica, estava ficando cada vez mais doida com aquilo.

Peguei a sandália e comecei a bater com raiva naquela coisinha gostosa e magrinha. Enforquei ela, cuspi na cara, xinguei, balancei a cabeça olhando pra ela com cara de psicopata, fazendo barulhos bizarros, tava muito bom. Mas eu não aguentava mais. Falei pra Ana que ia comer ela e Ana só falou: "Só não mata nem manda pro hospital pra não dá merda".

Me aproximei de Nicole, que estava assustadíssima, soluçando de chorar, tremendo, um pouco mijada, olhei dentro dos olhos dela, fiz um carinho no rosto e cheguei bem próximo à orelhinha dela e falei baixinho:

"Agora o titio vai te machucar de verdade". Assim que falei, afastei o rosto da orelha e olhei pra ela fazendo caretas bizarras, assustadoras e ela entrou em pânico, tentando fugir. Ana me ajudava segurando ela e ameaçando. Comecei a dedar o cuzinho no seco, depois passei saliva. Ana colocou ela de 4 pra mim e só quem sabe é já viu, sabe que nenhuma mulher se compara à visão de uma menininha nessa posição. Meu pau tava mais duro que pedra. Enfiei sem dó no cuzinho dela, que se contorcia, chorava, se debatia, enquanto sua mãe a segurava e ria, xingando ela.

Comi bastante o cuzinho dela, que deixou meu pau bem sujinho de cocô e um pouco de sangue. Nicole estava em posição fetal, encolhida na cama, chorando, com uma mão no bumbum, como se tentasse aliviar a dor, quando Nicole pegou essa mão violentamente e tirou da bunda da menina, jogando-a pro outro lado, falando pra deixar de ser fresca. Nicole chorou mais, com pirraça dessa vez. Ana e eu enchemos ela de tapas, na perna, no bracinho, na cara, na cabeça..paramos um pouco...Nicole levantou e eu dei um tapão na nuca dela que ela caiu pra frente na cama, Ana começou a gargalhar falando "caralho kkkkk a bichinha voou hehhe garota escrota"...

Aquilo tava ótimo. Eu não queria que acabasse. Fiz uma proposta à Ana pra por em prática um plano meu de morar num sítio longe da cidade grande, e vivermos grandes aventuras com a Nicole e outras presas. Conto a parte 2?
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