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Natal com a filhinha

📅 Publicado em: 01/01/2025 01:09

👤 Autor: inces

🏷️ Tags: #Incesto #Tween #Virgem
* SE NÃO GOSTA DE HISTÓRIAS COM SEXO COM MENORES NÃO LEIA

Essa história aconteceu no Natal de 2015. Meu nome é Paulo, tinha 35 anos na época. Separado a 2. Minha filha tinha 7 anos ( Yo, mestiça, a mãe é coreana) Linda, branquinha, magrinha,

pequeninha, olhos e cabelos castanhos ondulados batendo na cintura, lábios vermelhos. Eu e minha minha esposa cansados da cidade grande, compramos um sítio no sul de minas e

resolvemos tentar a vida lá. Foi onde Yo nasceu. Nada saiu como planejamos. A vida no campo não é para todo mundo. As pessoas idealizam muito e não conhecem a rotina pesada e

desgastante. Eu estava mais acostumado pois, até os 14 anos vivi no sítio. Já minha esposa sempre foi urbanóide. Ela depois de 2 anos, largou tudo e voltou para a cidade levando Yo junto.

Cheguei a entrar na justiça mas, a menina ficou com a mãe. Tive que concordar pois a familia dela tinha bem mais recursos. Nesses 2 anos, só consegui visita-la 2 vezes. Agora, ela já com 7

anos, maior, combinamos que passaria o final de ano aqui no sítio. Yo sempre se lembrava do sitio, do riacho, das pescarias, do cavalo. Nesse ano minha esposa concordou pois ela já estava

maior. Fui buscá-la dia 23. Ficaria até dia 7 comigo. A ex viajaria com o novo namorado (coreano como a família queria) para a Korea.

Desde o início da viagem, ela que costumeiramente era calada e tímida não parava de falar no cavalo, peixinhos, galinha, passarinhos....Era uma viagem longa, aproximadamente 5 horas de

carro. Após 3 paradas para lanchar, descansar e ir ao banheiro, chegamos. Enquanto descarregava as malas e compras, ela corria de um lado para o outro se divertindo.

Uma vizinha veio fazer uma faxina melhor ( eu sozinho não cuidava muito bem dessa parte ). De cortesia ainda deixou a janta pronta. Ela se despediu e vi sua silhueta sumindo na estrada.

Havia poucos moradores naquele lado da serra. Eram 4 famílias que se ajudavam muito. O único forasteiro era eu. Os outros moradores eram da região mesmo. Yo brincava com o gato. Eu

pedi que ela não se afastasse da casa e fui tomar um banho para afastar o cansaço. Tomei um banho rápido pois, me preocupava deixar Yo sozinha. Tinha o Sultão meu cachorro mas mesmo

assim, não ficava tranquilo. Saí só de toalha enrolada e tranquilizei ao vê-la no mesmo lugar. Chamei:

- Yo, vem tomar banho

Ela veio e estava toda suja de terra

- Tira o tênis e sua roupa aí mesmo para não sujar a casa que a dona Dalva acabou de limpar.

Ela obediente assim fez. Ela tirou tudo, relutou um pouco em tirar a calcinha e me encarou.

- Tira também, não tem ninguém, só o pai

Ela sem tirar os olhos dos meus foi baixando, até que caiu sobre seus pezinhos.

A maneira como tirou, me fitando mexeu algo dentro de mim... Procurando disfarçar, me abaixei e fui pegar suas roupas. Comecei pela calcinha que ainda estava presa em seus pés.

Ajoelhado, sua rachinha estava a centímetros do meu rosto. Podia sentir até sentir o cheirinho dela. De olhar fixo, demorei propositalmente um pouco antes de retirar o outro lado da calcinha.

- Levanta a perna, pedi

Ela se apoiou no meu ombro para ter apoio para levantar a outra perna. Aquele gesto, aproximou sua bucetinha mais ainda do meu rosto. Eu tremia. Meu pau endureceu e apontou na toalha.

Peguei rapidamente o resto de sua roupa e coloquei na frente para disfarçar a ereção.

- O banheiro é naquela porta, apontei. Vai lá que o pai já vai

Levei sua roupa suja para a área de serviço. Lá vi, meu pau continuava duro. Esperei um pouco para ver se amoleia, nada

- Pai, você não vem?

- Já vou Yo

Peguei uma cueca suja mesmo que estava lá e vesti. Pelo menos podia colocar o cacete de lado e não tinha o perigo de cair como a toalha.

Entrei, ela estava sentada no vaso sanitário. Vi que tinha feito cocô pois tinha papel sujo no cesto. Dei a descarga, liguei o chuveiro.

Meu pau continuava duro e, só via sexo quando olhava para Yo, não via mais como menina e filha.

- Eu já tomo banho sozinha pai, falou com um certo tom de autoridade

- Eu sei, mas só vou ensinar como ligar e te limpar melhor. Amanhã você já toma sozinha, ok?

- Tá bom pai

Peguei a mangueirinha e falei que ia limpar melhor. Virei ela de costas para mim. Vi que a água estava morna e joguei um pouco em suas costas. Fui descendo o chuveirinho até sua bundinha

magrinha. Lá afastei suas nádegas e pude ver seu cuzinho rosa. Ela encolheu o corpo.

- Ainda tá sujo, vou limpar. Ela fez um sim com a cabeça. Diriji o jato morno até seu botãozinho. Ela comprimiu e afastou o botãozinho mas logo voltou à posição inicial.

- Empina o bumbum um pouco pedi. Ela fez obediente. Sua rachinha ficou à mostra. Encostei o dedo. Ela deu uma tremida mas não tirei o dedo, sómente não movi. Ela parou. Pressionei um

pouco. Ela nada fez

-Vou limpar aqui ( falei )

Ela nada disse

Fazia movimentos de vai e vem muito delicados. Ela comeceu a empinar sua bundinha mais e mais. Notei que um líquido incolor molhou meu dedo ao mesmo tempo que os lábios de sua

bucetinha se afastaram um pouco. Não aguentei. Me sentei no chão molhado do banheiro fazendo meu rosto ficar na algura de sua bucetinha. Segurei suas coxas e comecei a passar a língua.

Ela deu um gemido e tentou instintivamente afastar o corpo mas, segurei firme e continuei lambendo. Ela fazia movimentos com a pélvis, ofegava e soltava pequenos gemidos. Notei seu

botãozinho, pressionei a língua. Ela conseguiu se desvencilhar e ficou com as pernas cruzadas encolhidas. Eu sentado, deixava totalmente à mostra meu pau duro através da cueca molhada. Ela

olhava, meio assustada, meio sem jeito. Me levantei, com o pau saindo pelo lado da cueca. Ela olhava sem nada falar.

Desliguei o chuveirinho, e puxei ela gentilmente para baixo do chuveiro. Ela veio. Terminei o banho sempre dando ênfase às suas partes. Ela ajudava e afastava as perninhas. A partir daquele

momento, um silencio tomou conta de nós. Eu tinha certeza que ela apesar da pouca idade sabia o que estava acontecendo. Enxuguei seu cabelo e corpinho e me enxuguei. Já não tinha

pudores, já havia passado qualquer limite. Tirei a cueca. O meu membro agora semi ereto ficou à mostra. Ela olhava curiosa mas disfarçava quando eu a encarava.

Segurei sua mãozinha e a conduzi ao meu quarto

( Continua )
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