Laura, a filhinha da empregada
Eu e minha ex-mulher nos casamos muito jovens, porque nossos pais eram amigos e tentaram fazer um casamento à moda antiga. Fomos “arranjados” um para o outro, e sem percebermos, incorporamos a hipocrisia social de fingirmos ser um casal feliz e que se amava, só para satisfazer nossos pais e manter o lucro dos negócios das nossas famílias. Eu e ela somos muito brancos. Portanto, ela tem uma buceta bem rosada, mas confesso que já estava enjoado daquele potinho de danone que adorava lamber no começo. Ela só me chupava com má vontade, só me dava a buceta com má vontade, e o cuzinho eu só ganhava uma vez ao ano, e só quando ela queria trocar o carro do ano passado por um carro novo. Não era casado com uma esposa, mas com uma prostituta muito cara e nada satisfatória. Mas, depois de sete anos de casados, e um filho de seis anos, Miguelzinho, acabamos com a farsa, neste ano de 2023.
Em setembro, saí de casa e fui morar só em um apartamento de luxo. No dia da mudança, uma sexta-feira, um daqueles porteiros bem falantes e tagarelas, me indicou uma faxineira que trabalhava para alguns apartamentos do prédio, e às vezes cuidava de uns idosos, portanto que tinha ótimas referências dos moradores. Enfatizou que ela precisava muito, porque era mãe solteira e tinha cinco filhos pequenos. Confesso que assim que ele falou, minha vontade foi dizer “não, obrigado”, mas ele foi mais rápido e já foi me entregando um cartãozinho dela, muito organizado por sinal, que segundo ele, foi a síndica que mandou fazer, pois gostava muito do trabalho dela. O nome da mulher era Luciene.
Sem dar muita importância, chamei Luciene no WhatsApp, para perguntar qual a diária dela para arrumar uma mudança. Apareceu a foto de uma mulher negra, mas de pele mais clara, de uns 40 e poucos anos, de um rosto até bonito para uma faxineira. Perdoem-me essa reprodução de preconceito racial, mas fui criado em um ambiente muito racista, onde não se admitia que uma pessoa preta pudesse ser bonita ou atraente. Talvez tenha sido por isso que nunca me peguei atraído por uma mulher negra, seja de pele preta ou pele mais clara.
A mulher me respondeu pouco depois, na hora do almoço. Disse que estava em um apartamento no mesmo andar em que o meu, e perguntou se poderia falar comigo pessoalmente. Gostei que ela foi resolutiva e direta. Veio ao meu encontro, e vi que realmente era uma mulher de rosto bonito, que possuía um corpo ainda bonito para seus mais de 40 anos, mas que realmente denunciava que tinha tido muitos filhos. Era um corpo comum dessas mulheres mães de favela. Luciene quis saber quando eu queria o apartamento pronto. Eu sou desses caras que não gosto de perder tempo, então falei “Amanhã”. Ela disse que por ela tudo bem, então fechamos um valor, que considerei super barato. Então, no dia seguinte, Luciene chegou em meu apartamento pontualmente às 08 h da manhã, e só saiu às 20 h, já à noite, mas com o apartamento praticamente já todo organizado. Aquela mulher havia caprichado na organização, me deixando totalmente satisfeito. Notei que Luciene gosta de cativar as pessoas por meio do seu trabalho. Comigo não foi diferente. Então logo que ela terminou, perguntei quanto ela queria para vir uma vez por semana para manter o apartamento limpo e organizado. Ela falou com a voz cheia de medo o valor dela, e mais uma vez achei muito barato. Percebi que ela era muito pobre e ingênua, que não sabia cobrar pelo próprio trabalho. Eu gastava o triplo com cada uma das empregadas na minha casa antiga com minha ex-mulher.
De setembro a novembro, Luciene fez de tudo para me agradar. Meu apartamento estava sempre bastante limpo e organizado, e ela ainda deixava algumas comidas preparadas para mim. Ela ganhou minha confiança, e deixei até uma cópia da chave com ela. Até que no primeiro sábado de dezembro, tudo mudou.
Acordei naquele sábado um pouco mais tarde do que de costume. Levantei da cama, com meu pau de 21 cm estourando numa ereção muito forte, quase rasgando a cueca apertada. Fui ao banheiro da minha suíte, dei aquela mijada forte, e mesmo assim o pau não baixou. Continuava duro feito pedra. Para não encontrar com Luciene daquele jeito, vesti um short de jogar futebol e uma camiseta larga para esconder minha barraca armada na cueca. Ao chegar na cozinha, tomei um susto.
Havia uma menina mulatinha, de pele morena clara, tipo café com leite, usando um vestidinho branco coladinho, marcando sua calcinha apertadinha no vestido. Ela estava em pé em um banco, ao lado de Luciene, ambas na pia e de costas para mim. Vendo as duas de costas, e vendo que a menina era uma miniatura de Luciene, deduzi que aquela menina deveria ser filha dela. Então Luciene se virou e deu de cara comigo.
Luciene – Seu Miguel, bom dia! O senhor me desculpe! Eu mandei mensagem pro senhor, mas como o senhor não me respondeu, eu acabei trazendo minha filha pro serviço! Mas se o senhor não quiser, eu arrumo o apartamento de alguma das minhas patroas para ela me esperar até eu acabar aqui no seu apartamento.
Eu – Calma, Luciene! Pode ficar tranquila! Ah… Bom dia! Não precisa deixar ela com ninguém não! Ela pode ficar aqui. Mas não era pra ela estar na escola?
Luciene – Seu Miguel, as aulas dela já acabaram! E hoje é sábado! Hoje a bichinha acordou foi cedo, com pesadelo, e ficou chorando para eu trazer ela pro trabalho. Fiquei morrendo de pena, porque eu mal vejo ela na semana…
Eu – Qual o nome dela?
Luciene – É Laura! Tem só 8 anos!
Eu – Mas já tem corpo de mocinha. Jurava que tinha mais idade!
Luciene – É que ela puxou a mim! Com 9 anos eu também já era desse jeito!
Eu – Bom dia, Laura! Tá gostando do trabalho da sua mãe? [Laura ficou tímida. Talvez seu instinto de fêmea indefesa avisou que um predador estava surgindo bem na sua frente.]
Laura – Tô.
Eu – Você já tomou café da manhã? Quer tomar café com o Tio Miguel?
Laura – Minha mãe disse que não é pra eu comer nada, nem mexer em nada.
Luciene – Isso mesmo, filha! Pode deixar, Seu Miguel, que ela já comeu lá em casa.
Eu – Mas deixa ela comer mais um pouco aqui, Luciene! Bom que ela me faz um pouco de companhia, né, Laura?
Luciene – Se o senhor permite, então tá! Vai, filha, senta ali no outro lado!
Minha cabeça não estava normal. Eu nunca me senti atraído por novinhas, muito menos crianças daquela idade, e menos ainda daquela pele café com leite. Talvez foi meu instinto de macho, já alguns meses sem buceta, e doido para meter em uma, que me fez sentir um tesão inexplicável por aquela garotinha mulatinha e bem inocente. Logo, pensei em tirar proveito da situação.
Eu – Me deu saudade do meu filho Miguelzinho! Quando a gente morava junto, ele vinha tomar café no meu colo… Você deixa ela sentar aqui no meu colo, Luciene?
Luciene – O senhor não acha que ela vai atrapalhar o senhor, não? A Laura deve ser bem maior que o filho do senhor!
Eu – Não, atrapalha nada! Bom que eu mato saudade do Miguelzinho! Senta aqui no colo do tio, Laura!
Laura olhou insegura para a mãe, que fez sinal para ela ir pro meu colo, sem saber que meu pau estava latejando por baixo da camiseta e do short de futebol. Antes, latejava para mijar, mas agora estava latejando de tesão pela pequena Laura.
Abri minhas pernas para Laura ficar entre elas. Laura colocou uma mão em cada coxa minha e pegou impulso para sentar no meu colo. Sem saber, aquela menina estava satisfazendo um desejo do meu tesão: dar uma sentada bem gostosa no meu pau. Seu corpo se ergueu do impulso, e quando ela sentou, sua bundinha sentou duma vez e com força no meu pau, que quase gozei só nessa sentada. Não segurei o gemido:
Eu – Aaaahhhh!!!
Luciene – Filha, senta direito! Você quase machucou o Seu Miguel, menina! Se ajeita, que você é pesada!
Aquela ordem da mãe para a filha, foi a melhor coisa. Por ter mandado a filha se ajeitar em meu colo, Laura foi esfregando sua bundinha no meu pau pra lá e pra cá, e meu pau com certeza ficou mais duro e mais perto de gozar. Senti minhas bolas em movimento querendo expulsar o leite espesso que estava guardado a semana inteira dentro delas. Mas como fazer isso naquela situação?
Luciene – O senhor quer um café preto?
Eu – Café com leite! [Disse, tocando nas coxas macias de Laura, por baixo da mesa, sem os olhos de Luciene avistarem os toques.]
Luciene me serviu uma xícara farta de café com leite, e minha vontade era dar uma gozada farta do meu leite na filhinha dela, cobri-la toda com a minha porra, se fosse possível. Luciene pôs tudo na mesa, e avisou:
Luciene – Vou dar uma areada nessas panelas. Tá com muita marca de gordura!
Luciene ficou concentrada esfregando forte a esponja de aço nas panelas. E eu estava esfregando forte meu pau na bundinha e na bucetinha de sua filhinha, pra ver se a menina dizia algo. Ela chegou a procurar o que seria aquilo que se movia debaixo dela, mas talvez teve medo ou não sabia como perguntar o que era. Como nada aconteceu, decidi me aproveitar de Laura. Aquela oportunidade era única! Acho que nunca mais a filhinha mulatinha da empregada viria ao meu apartamento e sentaria no meu colo de pau duro. Era agora ou nunca!
Peguei Laura e a sentei em uma das minhas coxas. A menina comia uma fatia de pão com margarina e molhava em seu copo de achocolatado, distraída. Coloquei meu pauzão pra fora, que estava com a cabeça bastante inchada e vermelha. Mais uma vez peguei Laura e a coloquei sentada como antes em meu colo, dessa vez com meu pau entre suas perninhas mulatinhas. Olhei para meu pau entre as coxas dela e pensei: “Como demorei toda a minha vida para ver como o branco e o rosa do meu pau combinam com o café com leite da pele dessa mini mulher? Se eu soubesse que ia gostar tanto, desde moleque já teria comido várias meninas de favela, e dando a elas dinheiro, que pra mim não falta, mas faltava buceta!”
Naquele momento, Laura olhou pro meu pau. Aproximei meu rosto do dela e fiz sinal de silêncio, com meu dedo na boca. Na sua inocência, Laura continuou a tomar seu café da manhã especial, enquanto eu tomava meu duplo café com leite: o da xícara, e o da pele de Laura.
Eu mesmo fechei as pernas de Laura, prendendo meu pau entre elas, e agarrei o corpinho dela com as minhas mãos, colando-a em meu corpo, de forma a usá-la como uma boneca erótica para a minha masturbação. Fixei meus olhos na Luciene, para o caso dela se virar, fingir naturalidade e que eu não estava me punhetando usando o corpo da filhinha dela.
Quem nunca se masturbou usando uma menininha, não sabe o paraíso que é! Aquele corpo infantil, mas que é de mulher, portanto que merece pica… Acho que não demorei um minuto me punhetando na Laura, que saiu tanta porra que nunca vi… Os jatos começaram a pular em cima dela, e ela olhou assustada para aquele banho de porra que estava tomando. Para minha sorte, ela não disse nada, só ficou olhando. Mas eu precisava me livrar daquilo rápido…
Guardei meu pau todo gozado na cueca, e olhei para um pote de salada de frutas com leite condensado em cima da mesa. Peguei o pote e fingi que escorregou, derramando em cima da Laura.
Eu – Puta merda! Derrubei o pote de salada! Sujei a Laurinha…
Luciene – Oh, Seu Miguel, deixa pra lá… Acontece! Filha, levanta daí e vem cá, deixa eu limpar isso!
Eu – Melhor ela tirar logo esse vestido, não, Luciene! Você trouxe outra roupa pra ela vestir?
Luciene – Eita, Seu Miguel, trouxe não… Mas deixa ela vestida assim mesmo! Tem problema não! Passo só um pano molhado por cima…
Eu – De jeito nenhum! Tira o vestido, eu mesmo vou botar pra lavar, e vou comprar uma vestido novo pra Laura!
Luciene – Seu Miguel, vou dizer uma coisa pro senhor… Tô sem palavras… Esse vestido a Laura veste desde que ela tinha seis, e hoje ela já tá com oito, e eu não tive dinheiro esse ano pra dar um vestido novo pra ela…
Eu – Pois esse problema está resolvido, Luciene! Me dá esse vestido sujo da Laura, que eu vou jogar fora, e hoje a Laura vai voltar pra casa com um vestido novo!
Luciene, ingenuamente, tirou o vestido da filha, deixando-a só de calcinha. Uma calcinha bem apertada, diga-se de passagem. A bucetinha da Laura estava até estufada e bem desenhada no minúsculo tecido.
Luciene – Até calcinha tá apertada nela, Seu Miguel… Roupa pra criança ficou muito cara nesses últimos anos…
Eu – Compro um kit de calcinhas pra ela também! Tira a calcinha que também deve estar suja…
Luciene pediu para Laura tirar a calcinha e correr pro banheiro dos fundos, que era o banheiro de empregada. Pensei em sugerir ela tomar banho no meu banheiro, mas ia chamar a atenção de Luciene, e acabar denunciando minhas reais intenções. Como já havia gozado, a razão falou mais alto que o tesão.
Levei o vestido gozado e a calcinha da Laura pro meu quarto, e guardei em uma gaveta com chave, onde guardo alguns itens de valor. Agora, os meus itens de valor mais caros eram uma calcinha com cheiro de bucetinha infantil e um vestido infantil todo gozado, que lembrava a melhor gozada que tive na minha vida, sem precisar meter em uma buceta de mulher…
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