Bezerrinho em Ascensão - 3º Ato
Mas teve um dia em que tive que fazer algumas horas extras no trabalho. Além de estar super cansado, ainda cheguei mais tarde, reduzindo a quantidade de horas que eu poderia dormir antes de ir pegar o moleque ao meio dia na escola.
Chegando à tarde liguei a TV e fui para o meu momento de descanso e entretenimento. Este dia estava particularmente mais fresquinho, então levei uma mantinha pro sofá e me cobri. O meu sobrinho veio e se cobriu junto, sentado do meu lado. Para minha tranquilidade ele estava bem quieto nesse dia, ficou lá do meu ladinho vendo TV e toda aquela paz e tranquilidade começou a me dar sono. E como eu tinha dormido pouco, fechei os olhos e comecei a cochilar ali sentado mesmo, até que um soninho gostoso veio e se apoderou de mim.
Eu me lembro que enquanto eu dormia, nem sei se posso chamar aquilo de sonho, mas tinha uma voz muito familiar que chamava o meu nome e eu até tentava responder dentro do sonho claro, mas não dava pq parecia muito distante. Depois disso eu me lembro de ficar sentindo um tesãozinho gostoso enquanto sentia o meu pau extremamente duro, como se tivesse alguma estimulando ele, mas não dava pra ver o que era. Aí eu ouvia aquela voz de novo bem distante e baixinha falando alguma coisa sobre a grossura do meu pau ou algo assim.
Não sei por quanto tempo eu dormi, mas depois de um tempo eu me acordei num tesão fudido, sentindo uma pressãozinha gostosa na rola. Fiquei ali de olhos fechados prestando atenção e senti que tinha uma mãozinha malandra grudada no meu short, apalpando o volume do meu pau duro por cima do tecido. Então já totalmente desperto abri os olhos e vi a situação do moleque debaixo da mantinha ao meu lado no sofá como se fosse uma espécie de tenda, só com a minha cabeça de fora.
Eu fiquei atônito em ter acordado naquela situação sentindo o pau pulsando na mão do garoto. Como eu não tinha mais deixado o moleque brincar, ele deve ter me visto ali dormindo de perna aberta com aquele short fininho de futebol e não resistiu à oportunidade de pegar na rolona do tio mais uma vez, agora mais dura e grossa do que nunca. E naquela situação ele tinha bem mais liberdade do que da vez anterior, ele devia estar adorando aquele meu “soninho” e eu confesso que com a seca que eu tava, ter despertado naquele tesão todo sentindo a mãozinha dele no meu pau foi muito bom. Os meus 19cm deviam estar bem marcados naquele tecidinho maleável e eu sentia as apertadinhas dele percorrendo toda a extensão, pressionando cm por cm, parecia até que tava medindo o tamanho. O que devia ser o caso mesmo, pq mesmo que baixinho, uma hora eu ouvi ele falando “da de sentir que o tio tem o piru muito grande”... “maior que do Zelinho”... e Zelinho era o cara que a minha cunhada tava antes de voltar pra cá, agora as coisas faziam mais sentido. Ele devia induzir o moleque a fazer um carinho nele ou algo do gênero. E eu acho que ele nem deve ter tido muito trabalho, pq era visível que o garoto gostava de uma rola.
Como eu ainda tava sentado de pernas abertas ali no sofá, às vezes eu sentia a mãozinha dele descendo pro meu saco e ficava lá apertando. Nessa hora eu ficava tenso que ele pudesse apertar demais e eu não conseguisse mais disfarçar, mas pra minha sorte foi de boa, depois ele voltava pro pau, tava demais aquilo. Mas eu pirei mesmo foi quando eu senti ele puxando a alça da cintura do meu short e expondo a minha cueca, depois descendo a cabecinha e encostando os lábios no volume. Que safadinho, pensei, o que aquele cara fazia com esse moleque... O meu pau quando fica durão dentro da roupa, fica atravessado pro lado, que no caso era o lado que ele tava. Aí ele ficava lá sorvendo o cogumelo da minha rola na lateral sobre o tecido da cueca, ele não chegava a engolir, até pq eu sei que nem caberia, só ficava com a boquinha aberta e os lábios grudados mamando a superfície como se fosse uma bola de sorvete. E eu sentia que ele só ficava mamando naquela região que já tava com o tecido meio úmido da baba, parecia até que gostando do saborzinho da lubrificação.
Aquilo tava me matando e eu tava quase gozando com aquela situação. Aí ele parava, devolvia a cintura do meu short pro lugar e voltava a apalpar. Depois puxava a alça da cintura de novo e descia a cabeça pra dar mais uma sugadinha na cueca igual um bezerrinho em ascensão querendo descobrir algo. Que agonia que aquilo tava me dando, minha vontade era tirar pra fora e usar as mãos pra afundar a cabeça do moleque na minha rola e usar a boquinha dele como uma xoxotinha quentinha, daquelas que a gente fica laceando na grossura do pau. Mas eu tive que me controlar e continuar com o teatro pra não causar nenhum escândalo.
Aquela brincadeirinha durou um bom tempo até que se ouviu o barulho da minha esposa chegando de carro. Nessa hora o moleque tirou a boca devolvendo a cintura do meu short pro lugar e ficou ali sentadinho do meu lado bem quietinho como se não tivesse feito nada. Quando ela entrou eu só ergui os braços bocejando como se estivesse me acordando naquele momento com o barulho dela. Mas incrível mesmo era a cara do moleque, até agora com a boquinha grudada na minha cueca sugando o volume dela, mas olhando pra ele ninguém dizia. Quando eu fui pro banheiro tomar banho pra ir trabalhar e tirei o short, eu vi o molhadinho da saliva dele lá no ladinho da cueca onde ele tava sugando a cabeçona do meu pau. Claro que depois disso tudo, eu sabia que quando o moleque crescesse, iria ser viadinho e ainda daqueles bem ousados, que mama os caras nos banheiros e no escurinho do cinema.
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