Meu patrão come minha esposa
Eu me chamo Erinaldo, tenho 34 anos, minha esposa Samira tem 26, casamos numa cidadezinha no interior do Piauí, ela é uma baixinha moreninha, toda gostosinha, parece uma menininha, carinha de criança mesmo, bundinha empinadinha e peitinho durinho pontudo, sapeca demais na cama, adora uma sacanagem.
Viemos morar no Rio de Janeiro em busca de trabalho, as coisas estavam difíceis lá, mesmo tendo ensino fundamental completo eu não conseguia emprego de carteira assinada lá.
Um primo meu que morava aqui a muito tempo me convidou pra vim pra cá e eu arrisquei, vendi tudo que tinha e me mudei com a cara e a coragem.
No início foi duro, difícil mesmo, fiquei morando com Samira na casa desse primo junto com a família dele.
Um dia uma amigo do patrão dele disse que precisava de um caseiro pra tomar conta de um sítio, de preferência que fosse um casal sem filhos, esse trabalho caiu do céu e lá fomos eu e a mulher morar no sítio.
Desde a primeira vez que o seu Miro nos conheceu ele não tirou os olhos da minha mulher, o safado nem disfarçava, pensei até em desistir mas a necessidade falou mais alto.
Seu Miro é um coroa na casa dos cinqüenta, mas muito bem conservado, parece galã de novela sempre bem vestido e perfumado e com aqueles óculos escuros.
Separado da esposa ele costuma vim sempre nos fins de semana pra descansar, e adora uma conversa, principalmente com minha esposa, e eu notava ela toda sorrateira e feliz com as conversas, de longe eu via os dois dando risada e aquilo me incomodava muito, principalmente porquê eu via os olhos compridos dele nas coxas da minha mulher.
Toda vez que ele chegava no fim de semana ele dava um jeito de me despachar pra cidade pra fazer compras e eu passava quase o dia todo fora, pois a cidade é longe e ele ficava sozinho com minha mulher.
Quando eu chegava eu sentia que ela ficava meio escabriada comigo como se tivesse escondendo alguma coisa, mas eu deixava pra lá e não pressionava ela, a final eu ganho bem, tenho um lugar pra morar e como e bebo do bom e do melhor, minha testa chegava coçar mas o que os olhos não vê o coração não sente.
Até que um dia eu tava magoado com aquela situação e me sentindo mal, resolvi tirar a limpo aquela estória dos dois ficarem de trelele pela minhas costas.
Era um sábado de manhã, seu Miro chegou e já foi me passando uma missão pra me tirar da casa, peguei a camionete e fui, mas quando passei da porteira eu pensei, hoje eu vou saber o que tá acontecendo.
Deixei a camionete desligada bem longe da casa e voltei a pé sem fazer barulho.
Fui pelos fundos na ponta dos pés, tirei até o sapato pra ninguém me ouvir caminhar, entrei devagar e não vi os dois nem na sala e nem na cozinha, fui caminhando até o corredor e já comecei ouvir uns ruídos, não tive dúvidas, era minha mulher, aqueles gemidos eu reconheço em qualquer lugar, fui chegando mais perto, a porta do quarto do patrão estava só encostada, da onde eu estava dava pra ver bem pelo espelho os dois em cima da cama pelados, ele deitado e ela por cima dele sentando na rola e ele pegando nos peitinhos dela.
Ela tava de costas pro espelho, então eu via bem a rola do safado entrando e saindo da xoxota da safada, ela subia e descia na rola e se rebolava toda gemendo alto.
Eu senti um mixto de ódio e raiva, minha vontade foi matar os dois, mas eu fiquei ali quietinho vendo tudo, minha rola ficou dura, não sei porque mas aquela senvergonhice da minha mulher me deu tesão.
Comecei bater uma bronha vendo os dois trepando.
Samira ficou de quatro e vi que seu Miro meteu no rabo dela deixando ela doidinha, ela adora uma rola no rabo, nessa hora vi que a rola é maior e mais grossa que a minha e minha mulher parecia tá se esbaldando nela.
Ela gritou que estava gozando e começou rebolar rápido na rola, vi quando seu Miro tirou de dentro do rabo da safada e fez ela enfiar na boca, ele começou gemer alto e gozar na boca da minha mulher, a safada engoliu tudo e se lambuzou de gala, depois ficaram se beijando e se esfregando na cama, ela com maior cara de puta e toda feliz.
Gozei batendo minha bronha e saí dali atordoado sem saber o que fazer, fiquei horas na cidade com a cabeça a mil.
Quando voltei já era quase noite, seu Miro tinha ido pescar no rio e não tinha voltado ainda.
Fiquei emburrado o resto do fim de semana.
Agora eu tive certeza que sou galhudo.
Depois disso passei a assistir as trepadas da minha mulher com meu patrão de cima de um pé de manga que fica de frente o quarto dele e é uma árvore bem fechada, não dá pra eles me verem mas eu consigo ter uma visão privilegiada pela janela.
Até hoje ela não sabe que eu sei que sou galhudo, não tive coragem de falar, ele muito menos, praticamente todo sábado é a mesma coisa a não ser que seu Miro não venha.
Ele chega, me manda pra longe, passa a rola na minha mulher que por sinal está adorando ser a quenga dele e no domingo a tarde vai embora.
Me digam o que devo fazer, largo essa mulher e vou embora ficar sem emprego e sem teto de novo ou continuo sendo um galhudo conformado e finjo que nada está acontecendo ?
Me ajudem meus caros.
Viemos morar no Rio de Janeiro em busca de trabalho, as coisas estavam difíceis lá, mesmo tendo ensino fundamental completo eu não conseguia emprego de carteira assinada lá.
Um primo meu que morava aqui a muito tempo me convidou pra vim pra cá e eu arrisquei, vendi tudo que tinha e me mudei com a cara e a coragem.
No início foi duro, difícil mesmo, fiquei morando com Samira na casa desse primo junto com a família dele.
Um dia uma amigo do patrão dele disse que precisava de um caseiro pra tomar conta de um sítio, de preferência que fosse um casal sem filhos, esse trabalho caiu do céu e lá fomos eu e a mulher morar no sítio.
Desde a primeira vez que o seu Miro nos conheceu ele não tirou os olhos da minha mulher, o safado nem disfarçava, pensei até em desistir mas a necessidade falou mais alto.
Seu Miro é um coroa na casa dos cinqüenta, mas muito bem conservado, parece galã de novela sempre bem vestido e perfumado e com aqueles óculos escuros.
Separado da esposa ele costuma vim sempre nos fins de semana pra descansar, e adora uma conversa, principalmente com minha esposa, e eu notava ela toda sorrateira e feliz com as conversas, de longe eu via os dois dando risada e aquilo me incomodava muito, principalmente porquê eu via os olhos compridos dele nas coxas da minha mulher.
Toda vez que ele chegava no fim de semana ele dava um jeito de me despachar pra cidade pra fazer compras e eu passava quase o dia todo fora, pois a cidade é longe e ele ficava sozinho com minha mulher.
Quando eu chegava eu sentia que ela ficava meio escabriada comigo como se tivesse escondendo alguma coisa, mas eu deixava pra lá e não pressionava ela, a final eu ganho bem, tenho um lugar pra morar e como e bebo do bom e do melhor, minha testa chegava coçar mas o que os olhos não vê o coração não sente.
Até que um dia eu tava magoado com aquela situação e me sentindo mal, resolvi tirar a limpo aquela estória dos dois ficarem de trelele pela minhas costas.
Era um sábado de manhã, seu Miro chegou e já foi me passando uma missão pra me tirar da casa, peguei a camionete e fui, mas quando passei da porteira eu pensei, hoje eu vou saber o que tá acontecendo.
Deixei a camionete desligada bem longe da casa e voltei a pé sem fazer barulho.
Fui pelos fundos na ponta dos pés, tirei até o sapato pra ninguém me ouvir caminhar, entrei devagar e não vi os dois nem na sala e nem na cozinha, fui caminhando até o corredor e já comecei ouvir uns ruídos, não tive dúvidas, era minha mulher, aqueles gemidos eu reconheço em qualquer lugar, fui chegando mais perto, a porta do quarto do patrão estava só encostada, da onde eu estava dava pra ver bem pelo espelho os dois em cima da cama pelados, ele deitado e ela por cima dele sentando na rola e ele pegando nos peitinhos dela.
Ela tava de costas pro espelho, então eu via bem a rola do safado entrando e saindo da xoxota da safada, ela subia e descia na rola e se rebolava toda gemendo alto.
Eu senti um mixto de ódio e raiva, minha vontade foi matar os dois, mas eu fiquei ali quietinho vendo tudo, minha rola ficou dura, não sei porque mas aquela senvergonhice da minha mulher me deu tesão.
Comecei bater uma bronha vendo os dois trepando.
Samira ficou de quatro e vi que seu Miro meteu no rabo dela deixando ela doidinha, ela adora uma rola no rabo, nessa hora vi que a rola é maior e mais grossa que a minha e minha mulher parecia tá se esbaldando nela.
Ela gritou que estava gozando e começou rebolar rápido na rola, vi quando seu Miro tirou de dentro do rabo da safada e fez ela enfiar na boca, ele começou gemer alto e gozar na boca da minha mulher, a safada engoliu tudo e se lambuzou de gala, depois ficaram se beijando e se esfregando na cama, ela com maior cara de puta e toda feliz.
Gozei batendo minha bronha e saí dali atordoado sem saber o que fazer, fiquei horas na cidade com a cabeça a mil.
Quando voltei já era quase noite, seu Miro tinha ido pescar no rio e não tinha voltado ainda.
Fiquei emburrado o resto do fim de semana.
Agora eu tive certeza que sou galhudo.
Depois disso passei a assistir as trepadas da minha mulher com meu patrão de cima de um pé de manga que fica de frente o quarto dele e é uma árvore bem fechada, não dá pra eles me verem mas eu consigo ter uma visão privilegiada pela janela.
Até hoje ela não sabe que eu sei que sou galhudo, não tive coragem de falar, ele muito menos, praticamente todo sábado é a mesma coisa a não ser que seu Miro não venha.
Ele chega, me manda pra longe, passa a rola na minha mulher que por sinal está adorando ser a quenga dele e no domingo a tarde vai embora.
Me digam o que devo fazer, largo essa mulher e vou embora ficar sem emprego e sem teto de novo ou continuo sendo um galhudo conformado e finjo que nada está acontecendo ?
Me ajudem meus caros.
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