Anal arriscado demais, mas só presta assim.
Meus amigos, aqui é Eduardo, e hoje realizei uma loucura aqui na zona rural de Igarassu, litoral norte de Pernambuco, onde eu vendo alguns terrenos. Tive a felicidade de receber Selma, de Recife, e seu marido, corno, Márcio, aqui nesse local que hoje está pouco movimentado por ser sexta-feira.
Então eu trouxe ela aqui para esse local, tipo uma piscina com água natural, que fica perto de uma estrada de barro que leva para vários terrenos à venda aqui em Igarassu. No final de semana é muito movimentado, mas eu queria trazer Selma aqui para fazer algumas fotos e vídeos no mato.
Eu entrei em contato com ela, pois faço parte de seu site oficial www.selmaclub.com e também do seu Telegram VIP, que eu adoro por ter sempre vídeos, fotos e contos dela e de suas amigas de todo o Brasil: www.bit.ly/telemanu.
Eu pensei que seria algo impossível falar com essa deusa tão conhecida e desejada por todo o Brasil desde 2007 até hoje, mas fui recebido com muito carinho, teclando com Manu e com Selma, e marcamos aqui. Só que ela me avisou que eu iria ser o escravo de bunda dela aqui no meio. Eu falei dos riscos, pois a trilha é muito aberta e, se viesse um carro ou pessoas, iam ver o que iríamos fazer. Ela falou que só gosta da coisa assim, bem arriscada, pois a adrenalina move ela, e que eu ia sentir o cheiro e o sabor de sua bunda bem suada, que tem aquele cheiro forte, natural, tão falado e comentado no site dela, e que todos adoram e acabam se viciando. E hoje eu entendi por quê.
Assim que chegamos, viemos aqui pelo local. O corno dela pegou a câmera para filmar — ele só faz isso mesmo. Eu fiquei do lado de dentro, pois, se viesse alguém pela trilha, seria mais fácil me esconder na parte de trás e entrar no mato. Selma queria ficar de frente para a trilha, torcendo para que alguém viesse mesmo e que visse ela se oferecendo para mim, mesmo que depois corresse. O tesão dela era o perigo.
Eu entrei na água e, como vocês podem ver nas fotos e vídeos, ela foi entrando com o corpo para trás e, antes de molhar, disse que eu teria que cheirar para a água não tirar o cheiro e o sabor. Puta que pariu… ela estava há horas sem tomar banho desde cedo, e o sol e o calor estavam muito fortes. Aquele cheiro natural era intenso — algo que eu nunca pensei que fosse gostar, mas é realmente viciante. Se alguém soubesse fazer um produto com essa fragrância, ficaria milionário, pode ter certeza.
Quando coloquei o rosto perto, o cheiro veio forte, como um impacto, me deixando numa mistura de nojo e excitação. Além disso, comecei a sentir o gosto, que era intenso. Nunca pensei que fosse gostar disso, mas acabei gostando.
Depois disso, falei que queria continuar, e ela pediu para irmos adiante. Ela entrou também na água, e eu senti o corpo dela, a temperatura, a intensidade do momento — foi algo fora do normal. Era tudo muito intenso, enquanto ela reagia ao momento e o marido apenas filmava tudo para registrar.
Ela parecia gostar ainda mais da situação, especialmente do risco e da exposição. Tudo isso aumentava ainda mais a intensidade para ela. Em determinado momento, ouvimos um carro se aproximando e saímos rapidamente da água, ainda tentando nos esconder, indo para o meio do mato. O carro passou devagar, como se suspeitasse de algo, enquanto a gente tentava sair da situação.
Acabamos indo mais para dentro do mato, e ele continuava filmando tudo. Provavelmente, quem passou percebeu que algo estava acontecendo, mas não tinha certeza do quê. No fim, tudo terminou ali, com a adrenalina ainda alta.
E essa mulher vem amanhã por aqui, pois eu vou colocar ela e o marido numa pousada — faço questão de oferecer, só para ter ela aqui junto comigo.
Então eu trouxe ela aqui para esse local, tipo uma piscina com água natural, que fica perto de uma estrada de barro que leva para vários terrenos à venda aqui em Igarassu. No final de semana é muito movimentado, mas eu queria trazer Selma aqui para fazer algumas fotos e vídeos no mato.
Eu entrei em contato com ela, pois faço parte de seu site oficial www.selmaclub.com e também do seu Telegram VIP, que eu adoro por ter sempre vídeos, fotos e contos dela e de suas amigas de todo o Brasil: www.bit.ly/telemanu.
Eu pensei que seria algo impossível falar com essa deusa tão conhecida e desejada por todo o Brasil desde 2007 até hoje, mas fui recebido com muito carinho, teclando com Manu e com Selma, e marcamos aqui. Só que ela me avisou que eu iria ser o escravo de bunda dela aqui no meio. Eu falei dos riscos, pois a trilha é muito aberta e, se viesse um carro ou pessoas, iam ver o que iríamos fazer. Ela falou que só gosta da coisa assim, bem arriscada, pois a adrenalina move ela, e que eu ia sentir o cheiro e o sabor de sua bunda bem suada, que tem aquele cheiro forte, natural, tão falado e comentado no site dela, e que todos adoram e acabam se viciando. E hoje eu entendi por quê.
Assim que chegamos, viemos aqui pelo local. O corno dela pegou a câmera para filmar — ele só faz isso mesmo. Eu fiquei do lado de dentro, pois, se viesse alguém pela trilha, seria mais fácil me esconder na parte de trás e entrar no mato. Selma queria ficar de frente para a trilha, torcendo para que alguém viesse mesmo e que visse ela se oferecendo para mim, mesmo que depois corresse. O tesão dela era o perigo.
Eu entrei na água e, como vocês podem ver nas fotos e vídeos, ela foi entrando com o corpo para trás e, antes de molhar, disse que eu teria que cheirar para a água não tirar o cheiro e o sabor. Puta que pariu… ela estava há horas sem tomar banho desde cedo, e o sol e o calor estavam muito fortes. Aquele cheiro natural era intenso — algo que eu nunca pensei que fosse gostar, mas é realmente viciante. Se alguém soubesse fazer um produto com essa fragrância, ficaria milionário, pode ter certeza.
Quando coloquei o rosto perto, o cheiro veio forte, como um impacto, me deixando numa mistura de nojo e excitação. Além disso, comecei a sentir o gosto, que era intenso. Nunca pensei que fosse gostar disso, mas acabei gostando.
Depois disso, falei que queria continuar, e ela pediu para irmos adiante. Ela entrou também na água, e eu senti o corpo dela, a temperatura, a intensidade do momento — foi algo fora do normal. Era tudo muito intenso, enquanto ela reagia ao momento e o marido apenas filmava tudo para registrar.
Ela parecia gostar ainda mais da situação, especialmente do risco e da exposição. Tudo isso aumentava ainda mais a intensidade para ela. Em determinado momento, ouvimos um carro se aproximando e saímos rapidamente da água, ainda tentando nos esconder, indo para o meio do mato. O carro passou devagar, como se suspeitasse de algo, enquanto a gente tentava sair da situação.
Acabamos indo mais para dentro do mato, e ele continuava filmando tudo. Provavelmente, quem passou percebeu que algo estava acontecendo, mas não tinha certeza do quê. No fim, tudo terminou ali, com a adrenalina ainda alta.
E essa mulher vem amanhã por aqui, pois eu vou colocar ela e o marido numa pousada — faço questão de oferecer, só para ter ela aqui junto comigo.
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