NA SOLIDÃO DE UM HOTEL, UMA SURPRESA INESQUECÍVEL.
Estava em mais uma dessas viagens chatas de negócio, numa noite um pouco fria de São Paulo, sozinho no hotel já no quarto dia solidão. Estava louco pra voltar pra casa, pois o que mais detestava era ter que ficar sozinho em um quarto de hotel, fosse qual fosse a cidade de destino de meus negócios. Ainda mais São Paulo, que nunca me atrevia a sair para procurar alguma mulher, pois tinha medo da violência e o que pudesse encontrar pela frente. Bem, nessa noite, estava com tanto tesão, mas sabia que a punheta aliviaria momentaneamente. Mas não teve outro jeito. Bati uma no banheiro, tomei meu banho e por volta das nove e meia desci para jantar. Terminado o jantar, resolvi dar uma volta pela piscina e no bar, pra ver se encontrava alguma gatinha pra me aliviar do tesão que ainda existia dentro de mim, ou quem sabe talvez até um garotão que tivesse um corpinho bonito e uma bunda que me fizesse delirar, coisa que sempregostei. Porém, o meu passeio foi em vão. Como era pleno mês de março, o hotel não tinha tanta gente assim. Resolvi ir para o quarto assistir um pouco de tv e dormir. Quando peguei o elevador, que vinha do subsolo, tive a mais grata surpresa da minha viagem. Nele estava um rapaz muito bonito, aparentando uns vinte e dois anos, mais ou menos, que trajava uma calça jeans e camisa polo bege, combinando com o sapato, e um delicioso perfume que tomou conta de todo o elevador. Nas mãos, umas pastas com documentos. Imaginei que talvez estivesse vindo do trabalho, provavelmente em uma dessas viagens chatas como a minha. Entrei e cumprimentei-o com boa noite. Ele sorriu simpático e respondeu. Pra minha surpresa maior, o andar em que eu estav, 16º já estava acionado. Subimos conversando bobagens rápidas e perguntei-lhe se estava à serviço, o que ele disse que sim e eu lhe disse o mesmo. Para surpresa final, ao sairmos do elevador, constatamos que seu quarto era bem ao lado do meu. A cena estava armada. Imaginei como poderia fazer para dar o ataque final. Foi quando ele me perguntou se eu já havia jantado, e eu respondi que sim, mas que se quisesse poderia acompanhá-lo, e tomaria apenas algum drink. Ele respondeu que se não em importasse, teria o imenso prazer da minha companhia, já que era péssimo, como concordamos, ficar muito tempo sozinho nesses hotéis. Convidou-me então para entrar em seu quarto, enquanto ele tomaria um banho e se trocaria para descer. Aceitei e entramos. Eu achava aquilo tudo muito louco, pois o cara estava confiando demais em deixar um estranho assim em seu quarto. Está certo que eu estava bem vestido, sou um cara elegante e muito simpático. Mas será que dava pra confiar tanto assim? Foi quando eu me peguei com um certo receio e comecei a me perguntar o contrário. Mas como o tesão era maior, acabei deixando de pensar nessas coisas. Ele era lindo, o Thiago, um rapaz um pouco mais baixo que eu, branquinho, louro, olhos escuros e os cabelos bem lisos, como se acabasssem de ser penteados. Ele foi então para o banheiro, deixou a porta aberta e eu sentei-me na cama, com a tv que ele havia ligado. Ficamos assim conversando, enquanto ele pessou a tomar seu banho. O tesão e a vontade de invadir aquele banheiro e tomá-lo em meus braços eram tão grandes que mal podia me controlar. Ele acabou seu banho, perfumou-se novamente e veio já penteado para o quarto somente de toalha enrolada. Fixei meus olhos naquele corpo enquanto conversávamos. Ele então se virou, deixando a toalha cair e mostrando aquela bundinha linda, peludinha, para vestir a sua cueca. Ao se virar para mim, procurei desviar o olhar, mas foi quando notei que se volume na cueca não podia ser normal. Ele estava não totalmente, mas ligeiramente excitado. Sorriu-me e virou-se novamente, abaixando-se para pegar o sapato que estava em baixo da cama. Ao ver sua bundinha para cima, só de cueca apertadinha, criei coragem, e, já de pau duro, criei coragem. Aproximei-me dele e ele se levantou, permanecendo de costa para mim. Encostei meu corpo ao seu e o abracei de leve. O que podia aontecer? levar uma porrada ali mesmo, no mínimo. Mas já tinha visto que ele também demonstrava excitação e isso me deu coragem suficiente para fazer aquilo. Como previsto, ele não reagiu. Eu o abracei forte e ele virou o rosto para me beijar. Virando-se de frente para mim, pude perceber o quanto ele também estava excitado. Joguei-o em cima da cama e nos beijamos ardentemente. Fui tirando a minha roupa, enquanto ele tirava sua cueca. Já totalmente nus, ele começou a chupar meu pau e colocou todos os meus 17 cm em sua boca. Eu delirava de prazer. Coloquei-o de quatro e passei a lamber seu cuzinho, que piscava com as enfiadas de lingua que eu fazia. Ele se levantou e foi ao banheiro, quando percebi que estava fazendo uma ducha no seu cuzinho. Aquilo me excitou mais ainda. Fui até lá e fiquei de pé em sua frente. Enquanto metia a água em seu cuzinho, chupava meu pau com uma mestria de louco. Enxugou-se e fomos para a cama. Pegou o gel e uma camisinha e pediu para que o comesse. Fui penetrando levemente aquela bundinha gostosa, de frente e ele com as pernas totalmente abertas, enquanto massageava seu pau para dar-lhe mais prazer ainda. Bombei auele cuzinho com toda a força que eu tinha. Paramos, e ele me pediu para que o comece de pé, em frente ao grande espelho que tinha na parede do quarto. Era demais ver meu pau entrar todinho naquele cuzinho delicioso, enquanto ele se masturbava. Saimos dessa posição e eu deitei-me na cama e ele veio sentando no meu pau de uma vez só. Cavalgava e me falava coisas gostosas, como "sua pica é uma delícia, meu gatão"...e "come o cú desse teu carinha gostoso, come"..."meu cú é gostoso mesmo?"...Finalmente gozamos nessa posição e a minha barriga acabou ficando toda melada pela grande quantidade de esperma que ele derramou. Deitamos, então lado a lado e as únicas palavras que saíram da minha boca foram: "que loucura, que surpresa gostosa, essa viagem eu não esqueço nunca mais". Ele se virou novamente de costa e abriu as pernas como se oferecendo novamente. Meu pau levantou de novo e fui admirar aquele cuzinho, quando vi um pouco do meu esperma saindo de dentro dele. Não me contive e o penetrei novamente. Nessa posição mesmo, transamos e gozei de novo dentro dele. Quando se virou, percebi que tinha gozado sem se masturbar com meu pau dentro dele. Tomamos, finalmente um banho. Descemos, ele jantou e eu comi um sanduiche. Conversamos e nos descobrimos mais. Subimos, ficamos namorando e transamos de novo. Assim aconteceu nos três dias restantes de minha viagem. Depois disso, trocamos os telefones, e sempre que podiamos, nos encontrávamos em nossas viagens. Marcávamos sempre o mesmo hotel. Só que ele saiu da empresa em que trabalhava e suas viagens acabaram. Que surpresa, que delícia. Por favor, votem nesta estória, pois tenho muitas outras verdadeiras que pretendo contar aqui. Um abraço por trás em todos!
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