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O cão do meu cliente meteu o focinho na minha cona

📅 Publicado em: 31/07/2025 19:43

👤 Autor: ana

🏷️ Tags: #Assédio #Coroa #Zoofilia
Sou advogada e trabalho numa empresa em Lisboa e faz parte do meu trabalho por vezes reunir com clientes da nossa empresa para resolver questões legais entre as partes. Como alguns que seguem meus contos sabem, sou casada, tenho 51 anos e vivo em Lisboa. Esta semana, na segunda feira aconteceu algo inusitado que não lembro ter acontecido,, a não ser em novinha ou já nos meus vinte a tal anos, um cão vir-me cumprimentar e enfiar o focinho na minha cona, cheirando-me, abanando a cauda. Antes de mais devo dizer que não minha forma de vestir em trabalho, alterno muito entre calças e vestidos. Tem muitos dias que opto pelos vestidos, por isso tenho umas dezenas largas deles, sempre gostei desse meu lado feminino, embora depois tenha um lado profissional e até pessoal masculino, talvez por cedo me ter habituado a lidar mais com homens do que com mulheres. Na segunda feira fui com vestido solto de verão, uns dedos acima do joelho e uns sapatos tipo sandália com pouco salto, mas o suficiente para moldar minhas pernas bronzeadas do verão. Por baixo um strings de renda cor de pele muito justinho, como gosto de os comprar, normalmente 1 ou 2 números abaixo do meu tamanho, pois gosto de me ver com eles bem justos e mínimos. Sem soutien, até porque está na moda se notar os bicos e quem sou eu para não aderir a essas modas em que me posso exibir e culpar a moda por isso 😉 uma vez chegada à casa do nosso cliente, levando uma pasta com papéis para lhe ler e ele assinar, fui recebida pela empregada que me pediu para aguardar numa sala. Pouco depois entra o cão, um cão grande, preto que não faço ideia a raça pois não sou conhecedora de raças de cães a não ser de uns poucos, como o pastor alemão, ahahahah.. este era grande, corpulento de pêlo raso, preto luzidio e bonito, entrou abanando a cauda e logo se veio pôr a jeito para o cumprimentar, algo que fez com sorriso, mas ao mesmo tempo algum receio, pois não sabia se era realmente amistoso, apesar de abanar a cauda. Por trás de umas festinhas na cabeça o safado levou o focinho á minha cona, por cima do vestido, afundando o mesmo nela e me fazendo dar um salto e um passo atrás como reflexo instintivo e meio atrapalhada sorrindo e pedindo para não fazer aquilo.. olhei em frente e nada do meu cliente, estava sozinha na sala com o cão. O safado voltou a insistir e eu fazendo festas na cabeça dele não recusei e deixei ele cheirar, minha cabeça começou a girar com minhas fantasias com cães e por segundos acho que fiquei ausente em pensamentos fazendo festas e o safado cutucando por cima do vestido minha cona, que já estava a fazer-me aquecer e sentir roborizada com a situação. Desperto para a realidade quando o cão baixa o cabeção dele e vem por baixo do meu vestido cheirar e sinto o focinho dele nas minhas pernas e o nariz húmido a tocar minha cona por cima das minhas cuecas mínimas.. aí dei um arrepio e um passo atrás, olhando em frente e vendo meu cliente parado me olhando com leve sorriso sem nada dizer mas certa do que viu.. gelei e ao mesmo tempo roborizada disse bom dia, doutor.. e meio engasgada falei que tinha um cão muito bonito para disfarçar.. ele mantendo o sorriso disse, bom dia Dra Ana, não se assuste, ele não faz mal e gosta de fazer isso às senhoras, uma forma de as reconhecer e sorriu.. pediu para o seguir e me levou para uma divisão onde tinha um escritório. Assim se falou do assunto que lá me levou, assinou os documentos e acompanhou até á porta.. uma vez mais o cão apareceu e uma vez mais veio meter o focinho entre minhas pernas por cima do vestido, tentei afastar ele olhando meu cliente e atrapalhada com o cão me despedindo dele e dizendo que iríamos avançar com o combinado, enquanto o cliente alternava olhares para mim e para o cão a insistir em me cheirar.. senti um certo gozo, prazer nele em ver-te atrapalhada a afastar o cão e virando costas fui embora e ao chegar ao carro respeitei fundo, tinha o vestido molhado do focinho do cão e relaxando antes de ligar o carro e seguir caminho, senti a minha cona a latejar, meu coração a mil e a cabeça pensando mil e uma coisas.., ao chegar escritório, fui WC fazer um pipi e quando me inclinei sobre a retrete para baixar as cuequinhas e sentei, reparei que as tinhas completamente molhadas de tesão, passei um dedo para ver se era mesmo tesão e aquele líquido transparente viscoso não negava essa tesão. Antes de começar a urinar, passei um dedo na minha cona e até me arrepiei, a tesão era grande e minha cona babava, um fio de urina começou a sair, meu dedo freneticamente esfregou meu clitóris e um potente orgasmo me fez dobrar toda sentada na retrete, naquele momento só pensava no caralho do cão todo de fora e o louco desejo que tenho de o ter nas mãos, na boca, na minha cona.. voltarei a casa do cliente?? Não sei.
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