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A descoberta de um amor entre pai e filha

📅 Publicado em: 30/01/2022 07:00

👤 Autor: amor-de-pai

🏷️ Tags: #Incesto #Teen #Virgem
Oi.

Meu nome é Augusto (não direi o sobrenome por segurança) e nesse conto irei relatar como comecei a ter algo além de um amor fraternal com a minha filha. Espero que gostem.

--Baseados em fatos reais--

Era um dia normal, na época estava com meus 28 anos, era um moreno com 1,90m, 80kg, um corpo legal, mesmo ser fazer academia, por sempre trabalhar em obras, acabava tendo um corpo definido, até hoje não mudei muito; acordei e fui tomar café como sempre faço antes de ir para o trabalho, fui até a cozinha e vi minha mulher passando o café, enquanto esperava ela terminar de fazer o café comecei a falar com ela:

-Bom dia - falei.

-Bom dia, amor - ela respondeu.

-Eaí, vamos fazer algo hoje a noite?

(Pra mantermos a relação sólida, sempre saíamos 2 vezes por mês, quem diria que 1 ano depois nós separariamos do mesmo jeito).

-Então, vai ser meio complicado, porquê minha mãe não vai poder ficar com a Gi hoje, ela disse que vai ter que sair amanhã cedo pra ir pra Minas.

Gi era minha filha, na época tinha seus 6 aninhos, era uma garotinha pequena, pele não muito clara e com um cabelo castanho encaracolado lindo que puxou da mãe.

-Putz! Então não vai ter nada de especial essa noite? - perguntei em um tom sensual e sarcástico.

-Não disse isso. - ela respondeu rindo.

-Então o que planejou?

-Bem, podemos pedir uma pizza e fazer no nosso quarto mesmo.

-Mas enquanto a Gi?

-Bem, deixamos ela no quarto dela mesmo.

-Não vai ser meio arriscado?

Ela se aproxima de mim com uma cara de atrevida e diz.

-Por isso mesmo, o arriscado me excita.

Fiquei empolgado com a resposta e ainda mais do que poderia vim naquela noite.

Tomei o café, antes da Gi acordar pra ir pra escola, a estudava a tarde, então não conseguia ver ela de manhã.

O dia foi passando, nada de especial, apenas queria que o trabalho passasse logo kk.

Ao sair do trabalho, passei na escola da Gi pra poder leva-la pra casa, peguei ela e fomos ao caminho do nosso lar.

Chegando em casa, dei banho nela, nada de excitante, era minha filha, e tinha apenas 6 aninhos, ela não me atraia... digo, ela ainda não me atraia. Vesti ela, dei uma janta, não muito pesada, pois disse que íamos pedir pizza esta noite, e coloquei um filme pra ela assistir no meu quarto enquanto ficava na sala só esperando minha mulher chegar.

Quando Mari (apelido de Mariana, nome da minha ex-mulher) chegou do serviço, já foi pra banho e pediu que eu fosse pedindo a pizza. Liguei e pedi. Quando Mari saiu do banho, saiu do jeito que eu gostava, só de toalha, e me chamou pro quarto.

Ao chegar lá ela pedi pra que eu fechasse a porta, fechei, e ela tira a toalha, me deixando ainda mais louco por aquele corpo. Maria era uma branquinha (adoro branquinhas, talvez por eu ser negro kk) com um corpo perfeito, era pequena pra mim, tinha 1,60m, magrinha, mas me deixava louco. Ao fazer isso ela diz pra mim:

-Essa noite, será mais que especial.

Eu fiquei louco, já queria agarrar ela ali mesmo, e agarrei kk, mas ela em contra-golpe disse mais uma vez:

-Essa noite. - em um tom mais pervertida.

Me beijou, e pediu pra que eu saísse do quarto para que pudesse por seu pijama.

Saí, e o telefone da portaria já toca, era o motoboy que tinha acabado de chegar, deço para pegar as pizzas.

Ao chegar, já estavam no sofá Gi e Mari, coloquei a caixa na mesa de centro e fui pra cozinha pegar os talheres.

Tivemos um fim de tarde agradável, comemos, rimos, brincamos, tudo que uma família saudável faria.

Quando olho pro relógio já era umas 9 da noite, e estávamos todos no sofá ainda. Gi dormindo no colo da mãe, com os pés no meu.

Olho para Mari e ela faz uma expressão de "Vamos lá?", eu respondo com um aceno de cabeça.

Ela levanta e leva Gi pra cama, enquanto isso eu vou desligando a TV e levando a louça pra cozinha.

Ao chegar no quarto Mari ainda não estava lá, até que sinto uma mão nas costas que me vira e me joga na cama, Mari sem pestanejar já tira minhas roupas e joga tudo no chão, me mama como uma profissional, ela nunca me deixou a desejar. Após lambuzar todo meu pau, ela se levanta, e eu dou um pulo da cama, pego ela e a jogo na parede, tirando toda sua roupa, ela estava com aqueles pijamas leves, de camisola e bermudinha. Viro ela e dou um beijo longo e molhado, mordo todo seu pescoço, algo que ela devolveu com ferocidade deixando marcas igual o que fiz com ela. Nos jogamos na cama, ela por baixo, eu devo devagar até sua buceta, passando por todo seu corpo dando pequenos beijinhos, pelo seu pescoço, peitos, barriga, até chegar na sua pequena bucetinha arrombada kk. Chupo ela com vontade, sem ter nojo enfio minha língua lá no fundo, beijo, sugo, lambo, enquanto ouvia ela gemer bem baixo, algo que ela nunca fazia, ela sempre gemia parecendo que estava gritando de prazer, algo que ela foi aos poucos mudando, pois a cada sugada que dava no seu clitóris rosa, ela aumentava seu tom, até que deu um grito alto, que me assustou.

-Ei, amor. - disse com a boca molhada do seu mel, e vendo ela suada com cara de cansada - Já chegou no seu ápice? Mas nem começamos.

-Não acha que vou desistir agora, né? - disse ofegante, como se tivesse acabado de disputar uma maratona.

Eu sem responder apenas coloquei um dedo na sua boca e disse:

-Sei que não vai ser tão fácil, mas não grite por hoje, vai acordar a Gi.

Agora cara-a-cara com Mari, girei ela e deixei a cima de mim. Pedi que ela fosse descendo, devagar, pra que eu sentisse cada centímetro daquela branca no meu pau(19cm). Ficamos nessa posição, por um bom tempo, depois fomos trocando, até que voltamos pra essa.

E foi agora que tudo mudou.

Quando tinha voltado pra posição de vaqueira como dizem, Mari disse que estava chegando no ápice, eu disse o mesmo, e fomos acelerando o ritmo, até que quando senti as contrações de Mari, tampei sua boca com a minha mão, e coloquei a minha boca em um de seus seios, e foi aí que vi, por cima de seu ombro, Gi, na porta do quarto vendo com um brilho no olhar o que estávamos fazendo e coçando entre suas pernas.

Depois de gozarmos fartamente, soltei Mari e ao voltar meu olhar pra porta, Gi não estava mais lá.

Fingi surpresa e disse:

-Amor, você não fechou a porta?

-Você quer falar disso agora? - ela retrucou.

-É que eu fico preocupado, e se a Gi levantasse é visse a gente?

-Aí relaxa Gu, ela não levantaria no meio da noite.

-Com seus gemidos até um morto levantaria.

Mari riu, se levantou, colocou com roupão e saiu do nosso quarto. Ao voltar, fechou a porta e disse:

-Não tem com o que se preocupar, fiz ver a Gi e ela está desmaiada na cama.

Eu mesmo preocupado com a cena que vi, só concordei, e puxei Mari de volta pra cama. Naquela noite dormimos nus, um grudado no outro.

O final de semana foi passando, tudo tranquilo, fomos ao um parque no sábado, e no domingo ficamos em casa mesmo, porque estava chovendo.

Toda vez que olhava pra Gi via aquela cena dela na porta do quarto com a mãozinha dela passando entre as pernas, infelizmente não pude falar com ela sobre, pois minha mulher estava sempre com a gente, e não quis falar com ela (Mari) sobre o que eu tinha visto. Então espero que chegasse segunda pra que eu pudesse falar com Gi sobre o que ela tinha visto.

Quando chegou no dia, passou-se a manhã e a tarde até o horário que eu tinha que ir buscar Gi na escola.

Com ela no carro fiquei nervoso de começar a falar sobre, então pensei que seria melhor conversar em casa. Quando chegamos ela já foi tirando a roupa pra tomar banho, e ainda estava distraído comigo mesmo pensando o que ia dizer, até que ouço Gi gritar do banheiro:

-Papai, cadê você? É hora do banho.

Fui devagar, ao chegar comecei a dar banho nela, e ao ver o tamanho dela, e o corpinho dela nu, vi que ela não poderia fazer nada de malicioso, era apenas uma criança. Então deixei esse assunto quieto.

O tempo foi passando, os meses correndo, já nem lembrava mais desse assunto Gi já tinha até feito aniversário de 7 aninhos. Até que do nada, chegou uma recado na agenda dela, dizendo que ela estava com umas brincadeiras nada infantis com os colegas de classe, no caso, brincadeiras maliciosas. Vi o recado e esperei que minha mulher chegasse em casa, para discutirmos o que faríamos com a menina, decidimos que conversariamos com ela, e foi algo que fizemos. Dissemos que aquele tipo de brincadeira não é algo que se faz, que não é da idade dela, ela com uma carinha de triste apenas recebeu as palavras ditas por mim e Mari.

Após algum tempo veio outra reclamação, e mais uma e mais uma, e nós sempre conversando com a garota. Até que em um dia, fomos chamados pra ir até a escola. Minha mulher fez hora-extra no dia anterior pra que pudesse sair mais cedo e ir comigo. Ao chegar na escola conversamos com a diretora e coordenadora que a atitude da menina não era algo que tivéssemos ensinado, ou que outra pessoa tivesse, não sabemos muito o que falar, pois não tínhamos muita cabeça para aquela situação, no final da reunião fomos informados que se a garota não parasse com as atitudes delas, eles iriam chamar o conselho tutelar e entrar com uma ação sobre nós, entendemos a situação, pegamos a garota e fomos pra casa.

Ao chegar já muito bravos brigamos com a menina, a coitada levou um esporro daqueles, explicamos que por conta daquelas brincadeiras ela poderia nunca mais ver a gente e tudo mais, aquela ameaça que os pais sempre fazem quando o filho faz algo errado que acaba envolvendo o conselho tutelar.

Após nossa briga mandamos ela pro quarto dela e muito bravos e cansados nos acabamos no sofá, e o que passava pela minha cabeça era que aquilo poderia não ter acontecido se eu tivesse conversado com a Gi antes. Então, largado no sofá perguntei a minha mulher que estava deitada do meu lado:

-Acha que ela vai parar com isso?

-Não sei, ela é uma garota, mas nessa idade não era pra ter esse tipo de brincadeira.

-Eu sei. Mas acha que ela vai parar.

-Não se não explicarmos pra ela o que ela tá fazendo, ao invés de apenas negar isso a ela.

-Então tá dizendo que devemos conversar com ela sobre sexo?

-Sim.

-Tá louca?! - respondi com um tom bravo e de surpreso, mas ao mesmo tempo, por dentro estava aliviado. -Ela é muito nova pra isso.

-Eu sei que ela é uma criança ainda, mas não é normal de uma criança fazer esse tipo de "brincadeira".

-É tem razão.

Chamamos Gi para a sala de novo, quanso chegou no cômodo notamos sua cara de choro. Pedimos pra que sentasse com a gente e falamos tudo o que ela deveria saber sobre sexo, reprodução, ciclo menstrual, sêmen e até gravides, e ela sempre ouvindo tudo com um olhar de curiosidade e querendo saber ainda mais. Até que no final da conversa a Gi pergunta:

-Mãe, por que sinto vontade de tocar na minha menina quando vejo o papai?

Naquele momento entre em desespero, mas me mantive calmo. Então Mari responde:

-Porque seu pai é um homem, e homens trazem essa vontade em nós garotas, mas o que eu quero que vc saiba, é que não deve tocar na sua menina, não fora de casa.

Então Gi acena com a cabeça e faz uma promessa de dedinho que não tocaria na sua menina fora de casa. Na tínhamos ensinado pra ela que ninguém deveria tocar nela a não ser eu e sua mãe. Então mando ela ir tomar banho, ela se levanta e começa a tirar a roupa, quando chega no banheiro me chama pra que eu fosse dar banho nela, eu então disse:

-Hoje você vai tomar banho sozinha, já tá crescida e tem que aprender a fazer coisas sozinhas.

Ela então sai do banheiro e vem até mim nua, bate o pé e diz:

-Já aprendi sobre como nascem os bebês hoje, não quero saber como toma banho sozinha também.

Eu e sua mãe rimos com a fala, então mando ela de volta pro banheiro e disse que iria em seguida. Quando ela sai pergunto a Mari se ela não estaria se aproveitando de mim pra tocar na menina dela, Mari então diz:

-Bem, agora sabemos que isso é bem capaz, mas é melhor que seja você, do que outra pessoa, ou até mesmo que ela mesma tentasse e se machucasse.

-Você não deveria ensinar ela a se tocar? - perguntei.

-Por hoje não, estou exausta, e além disso, por que seria eu? Você também sabe como tocar uma mulher.

Eu ri, até que ouvi mais um grito de Gi, me levantei e fui para o banheiro.

Quando cheguei, vi mais uma vez minha princesa peladinha, e foi ali que fui reparando cada vez mais o corpo dela. A cada passo que dava olhava pra uma região diferente do seu pequeno corpinho. Primeiro, os cabelos, cheios, brilhantes, encaracolados, cachinhos castanhos que se formavam até chegar um pouco acima do seu bumbum; o bumbum, não era duro e nem mole, mas era de uma consistência perfeita que fazia ele ser redondinho e branquinho, por conta da marquinha não muito aparente de biquíni; a pele, lisa, não tinha um defeito se quer, nenhuma mancha nem nada do tipo, era em um tom que parecia que alguém um copo onde algume colocou muito leite e quase nada de café, ela não é totalmente branca, é um tom perfeito e lindo; e finalmente sua "menina", lisa, sem nenhum pelo, cheinha, fofa e com uma fenda perfeita, que parecia duas almofadinhas que escondiam um tesouro dentro.

Depois de reparar tanto nela, voltei ao mundo real e liguei o chuveiro, dei banho nela, o mais demorado que já dei, e dessa vez, não esqueci uma parte se quer, queria tocar aquela menina por inteiro. Queria sentir ali como era uma corpo de criança nas minhas mãos. E ela não reclamou de nada, nem da demora do banho, apenas foi na onda comigo.

Até que Mari grita da sala:

-Ei, eu quero tomar banho hoje também!

Desligo o chuveiro e seco Gi.

-Vocês sempre demoram assim? - Mari perguntou.

-Sim, você não sabe como é difícil ter que manter esse cabelo lindo, né filha? -tento disfarçar.

-Sei bem, tenho um igual kk - Mari responde.

Bem amigos, obrigado por lerem, esse é meu primeiro conto, então desculpa se tiver erros de digitação/caligrafia. Espero que tenha agradado a todos. Vou parar por aqui porque estou escrevendo meio tarde.

Se quiserem parte dois, só deem umas estrelas e deixem seus comentários, podem ser com críticas construtivas, alguma experiência sua ou como poderei entrar em contato, responderei todos e entrarei em contato.

Publiquei essa minha história por dois motivos, o primeiro é que porque sei como é poder ler e imaginar os acontecimentos, e sei como é prazeroso poder fazer isso; e o segundo motivo é porque gostaria de conhecer pessoas que assim como eu, praticam, ou pode ser até mesmo as que praticaram isso com essas novinhas que deixam a gente louco kk.

Não deixarei meu telegram aqui porque tem uns idiotas que lêem o conto todo e depois ficam reclamando que "isso é algo que não se faz", não quero idiotas assim me importunando, então pra quem quer que eu chame, deixe seu telegram, principalmente se você for uma pessoa que como já disse, pratica ou praticou esse ato.

Obrigado pela atenção novamente.

E até a próxima.
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