Escravas sexuais do sistema – parte 12 – Galpão do tormento, primeira parte
O galpão do tormento
Um lugar desconhecido, onde os piores pesadelos viram realidade.
(Nota do autor: No último episódio da primeira parte, Cecília e sua mãe Edna passaram por um afastado galpão, distante de todas as outras construções da fazenda, e que sem muitas explicações, o guarda que levava elas para conhecer o complexo apenas disse que ali eram aplicados os piores castigos existentes naquela fazenda. E então vamos contar o que acontece dentro desse galpão, quem e porque algumas prisioneiras vão parar nele. Então vai ser pesado, apócrifo e sem personagens principais. Feito porque muita gente pediu, e para quem é adora sadismo)
Muitos momentos terríveis vividos por Cecília na infernal fazenda assombram sua mente, causando duros pesadelos e uma forte tristeza ao relembrá-los. Mas um em especial ocupava boa parte dos seus medos, onde ela relembrava os terríveis gemidos e gritos ouvidos ao passar pelo velho galpão isolado. Gritos e gemidos que emanavam sofrimento e dor, e que entravam na alma da sofrida Cecília que nunca mais esqueceu aqueles grunhidos horrorosos. Ela se imaginava o que passavam as prisioneiras que naquele esquecido lugar iam parar. Um galpão que era um pedaço do inferno na Terra, e conseguia ser ainda pior que a cruel fazenda.
Em uma manhã fria e chuvosa, nossa personagem para esse capítulo, uma loira jovem, com apenas 18 anos, que fora trazida para a fazenda junto de suas amigas, e que por rebeldia e insubordinação acabou sendo condenada a ir ao galpão dos tormentos, como punição por ter mordido o pau de um guarda que tentou fazer garganta profunda nela enquanto outros dois guardas faziam dupla penetração em seu corpo. Ela foi julgada sumariamente, sem direito algum a uma defesa, e foi condenada a ser levada para o galpão dos tormentos.
Logo após o seu julgamento, feito na sede da fazenda, com a doce prisioneira ajoelhada, sentada em um vibrador ligado, que impedia dela se concentrar no mal que lhe estava por vir, ela foi levantada, e levada caminhando sob a forte chuva fria, algemada nas mãos e nas pernas, seguindo pela estreita trilha, cheia de galhos e espinhos, que riscavam seu corpo dourado de Sol, que tremia de frio e medo pelo desconhecido que estava por vir. Após vários minutos de uma difícil caminhada por causa das algemas, um som de gritos e gemidos pavorosos começou a ser ouvido pela prisioneira, penetrando por seus ouvidos e gelando sua alma.
Os guardas que levavam ela para lá, riam ao ver o desespero em seu rosto molhado, empurravam ela para continuar andando e diziam para ela que ela não precisava ficar preocupada, pois aqueles gritos não eram nada, e que os dela seriam muito pior. Que para todos os homens daquela fazenda, ela já era considerada morta, e que ela deveria agradecer muito que eles não iam ficar ali, senão ela iria sofrer mais ainda. Essas palavras e insultos a faziam arrepiar sua alma, e sentir um medo nunca sentido em toda sua vida.
O medo tomava seus sentidos, e quanto mais se aproximava do local para ela desconhecido, mais alto e mais pavorosos os gritos ficavam. Gritos que eram inaudíveis dos locais onde ela tinha sido obrigada a ficar desde que tinha sido presa e levada para a fazenda. Um medo irracional tomava sua mente, e sua urina escorria pelas pernas mostrando que ela estava em um desespero total, fazendo tremer todo o seu corpo e suas lágrimas já se misturavam com a chuva que descia dos seus cabelos. A cada passo forçado que ela dava, mais a agonia e a adrenalina tomavam conta do seu ser. Ela estava entrando em choque, e seu controle emocional já estava demonstrando uma ruptura de medo e pavor. Mas isso não afetava os guardas que riam de sua situação, e batiam em sua bunda com uma vara para que ela continuasse andando rumo ao seu martírio.
Eis então que um velho telhado em meio a árvores e mato surge a frente, ecoando de lá os gemidos mais pavorosos e terríveis que uma mulher possa ouvir. Eles estavam chegando ao destino, e ela seria entregue aos carrascos como uma mercadoria barata é entregue no fim de uma feira. Mas antes de entrega-la para os carrascos daquele lugar, eles pararam, tiraram seus paus para fora, e ordenaram que a pobre prisioneira chupasse seus paus até engolir todo o sêmen que eles iriam fornecer para ela. Enquanto um pau entrava forçando o fundo de sua garganta, outro guarda espancava seus seios causando uma dor insuportável, e ficaram se revezando nesse boquete cruel por mais de uma hora, gozando pelo menos 3 vezes cada na boca dela, que já sentia câimbras de tanto movimentar o maxilar. Infelizmente, essa seria o último bom momento com algum prazer para ela.
Quando estavam satisfeitos, eles terminaram o trajeto, e entregaram a pobre desgraçada prisioneira ao seu cruel destino, passando-a para um carrasco que a aguardava no portão externo do velho galpão. O carrasco enfiou um saco de pano velho e úmido, com cheiro fétido em sua cabeça, uma mistura de odor de urina, esperma e vômito, que enebriava sua mente, e causava enjoos terríveis. O saco imundo sufocava sua respiração, e não permitia que ela visse nenhum resquício de luz. Ela tremia de pavor, e sentia toques em seus seios e vagina, que com uma mão áspera apertava seu corpo, como que inspecionando o material que estava recebendo. Em seguida ela foi colocada a caminhar, segura pelos braços, e sabia que estava indo para aquela masmorra no velho galpão.
Continua com as duas semanas que ela vai passar nesse lugar.
Um lugar desconhecido, onde os piores pesadelos viram realidade.
(Nota do autor: No último episódio da primeira parte, Cecília e sua mãe Edna passaram por um afastado galpão, distante de todas as outras construções da fazenda, e que sem muitas explicações, o guarda que levava elas para conhecer o complexo apenas disse que ali eram aplicados os piores castigos existentes naquela fazenda. E então vamos contar o que acontece dentro desse galpão, quem e porque algumas prisioneiras vão parar nele. Então vai ser pesado, apócrifo e sem personagens principais. Feito porque muita gente pediu, e para quem é adora sadismo)
Muitos momentos terríveis vividos por Cecília na infernal fazenda assombram sua mente, causando duros pesadelos e uma forte tristeza ao relembrá-los. Mas um em especial ocupava boa parte dos seus medos, onde ela relembrava os terríveis gemidos e gritos ouvidos ao passar pelo velho galpão isolado. Gritos e gemidos que emanavam sofrimento e dor, e que entravam na alma da sofrida Cecília que nunca mais esqueceu aqueles grunhidos horrorosos. Ela se imaginava o que passavam as prisioneiras que naquele esquecido lugar iam parar. Um galpão que era um pedaço do inferno na Terra, e conseguia ser ainda pior que a cruel fazenda.
Em uma manhã fria e chuvosa, nossa personagem para esse capítulo, uma loira jovem, com apenas 18 anos, que fora trazida para a fazenda junto de suas amigas, e que por rebeldia e insubordinação acabou sendo condenada a ir ao galpão dos tormentos, como punição por ter mordido o pau de um guarda que tentou fazer garganta profunda nela enquanto outros dois guardas faziam dupla penetração em seu corpo. Ela foi julgada sumariamente, sem direito algum a uma defesa, e foi condenada a ser levada para o galpão dos tormentos.
Logo após o seu julgamento, feito na sede da fazenda, com a doce prisioneira ajoelhada, sentada em um vibrador ligado, que impedia dela se concentrar no mal que lhe estava por vir, ela foi levantada, e levada caminhando sob a forte chuva fria, algemada nas mãos e nas pernas, seguindo pela estreita trilha, cheia de galhos e espinhos, que riscavam seu corpo dourado de Sol, que tremia de frio e medo pelo desconhecido que estava por vir. Após vários minutos de uma difícil caminhada por causa das algemas, um som de gritos e gemidos pavorosos começou a ser ouvido pela prisioneira, penetrando por seus ouvidos e gelando sua alma.
Os guardas que levavam ela para lá, riam ao ver o desespero em seu rosto molhado, empurravam ela para continuar andando e diziam para ela que ela não precisava ficar preocupada, pois aqueles gritos não eram nada, e que os dela seriam muito pior. Que para todos os homens daquela fazenda, ela já era considerada morta, e que ela deveria agradecer muito que eles não iam ficar ali, senão ela iria sofrer mais ainda. Essas palavras e insultos a faziam arrepiar sua alma, e sentir um medo nunca sentido em toda sua vida.
O medo tomava seus sentidos, e quanto mais se aproximava do local para ela desconhecido, mais alto e mais pavorosos os gritos ficavam. Gritos que eram inaudíveis dos locais onde ela tinha sido obrigada a ficar desde que tinha sido presa e levada para a fazenda. Um medo irracional tomava sua mente, e sua urina escorria pelas pernas mostrando que ela estava em um desespero total, fazendo tremer todo o seu corpo e suas lágrimas já se misturavam com a chuva que descia dos seus cabelos. A cada passo forçado que ela dava, mais a agonia e a adrenalina tomavam conta do seu ser. Ela estava entrando em choque, e seu controle emocional já estava demonstrando uma ruptura de medo e pavor. Mas isso não afetava os guardas que riam de sua situação, e batiam em sua bunda com uma vara para que ela continuasse andando rumo ao seu martírio.
Eis então que um velho telhado em meio a árvores e mato surge a frente, ecoando de lá os gemidos mais pavorosos e terríveis que uma mulher possa ouvir. Eles estavam chegando ao destino, e ela seria entregue aos carrascos como uma mercadoria barata é entregue no fim de uma feira. Mas antes de entrega-la para os carrascos daquele lugar, eles pararam, tiraram seus paus para fora, e ordenaram que a pobre prisioneira chupasse seus paus até engolir todo o sêmen que eles iriam fornecer para ela. Enquanto um pau entrava forçando o fundo de sua garganta, outro guarda espancava seus seios causando uma dor insuportável, e ficaram se revezando nesse boquete cruel por mais de uma hora, gozando pelo menos 3 vezes cada na boca dela, que já sentia câimbras de tanto movimentar o maxilar. Infelizmente, essa seria o último bom momento com algum prazer para ela.
Quando estavam satisfeitos, eles terminaram o trajeto, e entregaram a pobre desgraçada prisioneira ao seu cruel destino, passando-a para um carrasco que a aguardava no portão externo do velho galpão. O carrasco enfiou um saco de pano velho e úmido, com cheiro fétido em sua cabeça, uma mistura de odor de urina, esperma e vômito, que enebriava sua mente, e causava enjoos terríveis. O saco imundo sufocava sua respiração, e não permitia que ela visse nenhum resquício de luz. Ela tremia de pavor, e sentia toques em seus seios e vagina, que com uma mão áspera apertava seu corpo, como que inspecionando o material que estava recebendo. Em seguida ela foi colocada a caminhar, segura pelos braços, e sabia que estava indo para aquela masmorra no velho galpão.
Continua com as duas semanas que ela vai passar nesse lugar.
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