Perdi o cabaço do cuzinho com um adulto
Este é um relato real de algo que aconteceu quando eu tinha 13 anos, hoje tenho 29. Sou moreno claro, 1,77, sempre fui muito bonito, cabelos pretos lisos, sorriso perfeito, corpo normal, bunda e coxas grandes que sempre foram motivo de brincadeiras de todos, bom vamos ao relato.
Era época do MSN e do bate papo uol, entrei no tema cidades, salvador e lá me apresentei como carinhamassa, conheci um rapaz que me relatou ter 30 anos na época, era professor de física, e gostava de conversar, até então sem nenhum interesse sexual, eu ainda não tinha me descoberto 100% gay. Conversamos por uns 3 meses pelo MSN, ele sempre me mandava vídeo de garotos novinhos transando de um site chamado zmovies, eram vídeos curtinhos de 15 segundos no máximo. Ele morava em salvador e eu no interior, até que um dia eu fui passar férias em salvador, iria ficar um mês, avisei pra ele que estava indo, ele ficou muito empolgado em me conhecer, fiquei um pouco com medo mas ele me convenceu, marcamos em um local movimentado da orla (foi minha exigência) lá fomos em uma lanchonete e ele comeu um hambúrguer e perguntou se eu queria, falei que não, esperei ele comer. Ele estava com uma blusa branca, uma bermuda azul cargo e tinha peitoral e braços fortes, usava óculos que aparentavam ter um grau forte pela espessura da lente, tinha cabelos pretos cacheados e estava de tênis e meias nas canelas. Eu estava muito nervoso, mas estava empolgado e pensando o que um cara mais velho queria comigo novinho, e fiquei com meus sonhos de adolescente na cabeça, do príncipe encantando. Após comer o sanduíche ele me convidou para passear, disse que estava de carro, era um fiat pálio azul escuro, eu estava muito tímido e sem jeito, ele disse que me mostraria a cidade, me levou ao bairro de Amaralina em salvador, disse que iria me mostrar a residência do governador e o zoológico, chegando lá ele parou o carro embaixo de uma árvore, era uma rua escura e sem movimento, ele botou uma música de jack johnson no som e ficou conversando comigo e me elogiando, dizendo que eu era lindo, alisava meu rosto e meu queixo, dizendo que não estava mais aguentando ficar só me olhando e mostrou o volume no short, puxando minha mão e botando em cima do seu pau, eu fiquei com o coração disparado, nervoso e deixei a mão parada, e ele apertou minha mão pra que eu sentisse o volume, não era grande mas era grosso, 17 cm mais ou menos, ele me beijou e pediu pra eu sentar no colo dele, ele puxou o banco do carro para trás e puxou minha perna me botando de frente pra ele, me beijando e apertando minha bunda, ficamos assim um tempo até que um policial bateu na porta do carro e mandou a gente vazar dali, pois era área de segurança, ele muito assustando pediu desculpa e saiu pra outra rua igualmente deserta, parou o carro, riu do acontecido, e me puxou de novo pra cima dele, nos beijamos mais um pouco, ele me abraçou, chupou meu pescoço, e disse que queria muito ser meu primeiro homem, e que tinha planos maiores comigo, hoje sei que ele estava me iludindo pra me comer. Falei que tinha medo de doer e que nunca tinha feito, só tinha “roçado” com amigos, ele disse que faria com carinho e eu iria gostar, concordei. Ainda sentado no colo ele ele abriu um creme de cabelo seda que tinha na porta do carro, baixou meu short, e passou na porta do meu cuzinho, eu me arrepiei, pois estava gelado, ele começou a me beijar e alisar a portinha do meu cu fechadinho com o creme, eu tinha poucos pelos, ralinhos, ele começou a dedilhar a porta do meu cuzinho e fazer pressão, eu gemia, parece que isso instigava mais ele pois sentia sua respiração ficar mais forte e ele fazer movimentos com o quadril, enfiou um dedo, eu senti muita dor e tentei levantar, mas ele me abraçou forte com seus braços me mantendo na posição, continuei gemendo baixinho e me sentindo desconfortável, ele ficou com o dedo parado e me prometeu que ficaria gostoso, e realmente a dor passou, ele fazia movimentos de vai e vem com o dedo e eu sentia cada cm, não sabia que meu cu tinha tanta sensibilidade a ponto de perceber cada traço anatômico daquele dedo longo, ele movimentava o dedo e falava coisas como “minha menina gostosa, vou fazer você virar moça”, eu estava adorando ser tratado como menina e ficava cada vez mais delicado e manhoso. Ele tirou o dedo do meu cuzinho pra passar mais creme, e quando foi enfiar o dedo de novo, enfiou dois dedos dessa vez, doeu muito, mas ele me segurou novamente e olhando no meu olho e nem ofegante, falou que iria ficar gostoso igual da outra vez, eu percebia seu tesão extremo, pois ele agia como um animal no cio, respiração profunda, boca com muita saliva e cara de safado dominador. A dor do segundo dedo passou, os movimentos de vai e vem continuaram, eu gemia por charme e dengo, não sentia mais dor, ele continuava com os elogios “minha menina gostosa, eu quero ser seu primeiro homem, você vai ser minha mulher exclusiva, eu quero te engravidar”. Eu amava ser tratado assim. Ele tirou o dedo do meu cu, passou mais creme e enfiou três dedos dessa vez, e a dor começou novamente, ele me segurou e me beijou, lambia meu pescoço e meu ouvido que me deixavam entregue, me acostumei com o terceiro dedo. Ele disse que meu cuzinho já estava preparado para ser descabaçado, e perguntou se podia me fazer mulher, eu permiti e ele me beijou, falou que estava muito feliz por eu estar me entregando pra ele e que iria me dar um presente depois. Ele então me mostrou como o pau estava duro como pedra, a ponto do coração bater no pau, disse que não iria botar camisinha pois eu era a virgenzinha dele, e ele queria botar leitinho no meu “útero”, acho que tratar um novinho como mulher dava tesão nele, em mim também. Ele botou a cabeça do pau na minha porta do cu e falou que era pra eu controlar a metida com o quadril, mas ele me enganou e meteu de vez, doeu muito, eu só não chorei por vergonha, ardia, ele me abraçou forte e me manteve em posição, falou “desculpa, foi sem querer, mas agora rompi suas preguinhas, realizei meu sonho” e acho que tinha rompido mesmo, a dor demorou a passar, mas passou, ele mandou eu ir quicando naquela posição que estávamos desde o início, ele sentado no banco do motorista e eu sentado de frente pra ele, enquanto eu quicava, ele me beijava e segurava meu pescoço e meu queixo forte como se fosse me enforcar, me assustei um pouco mas estava gostoso, ficamos uns 10 minutos nessa posição, com o fundo musical de Jack Johnson, depois ele mandou eu ir para o banco de passageiro, deitou o banco, falou que não estava mais aguentando, me colocou na posição de frango assado, se posicionou na minha frente e começou a meter novamente, parece que nessa posição o pau entrou mais, começou a estimular meu intestino a evacuar, mas eu segurei, estava com tesão, ele segurava a blusa com o queixo, eu percebia seu quase tanquinho peludo e suas metidas fortes iluminadas pela luz de um poste na rua, até que depois de uns 5 minutos, ele anunciou que iria encher meu cuzinho de gala acumulada, que ele estava guardando só pra mim, que estava a 15 dias sem nem bater punheta, gozou fartamente no meu cu, quando achei que ele tinha parado, ele tremia o corpo e urrava e jatava mais porra no meu cu, foi muito leite, ele terminou o sexo me dando uma bitoca, pegando no meu queixo e falando “minha menina safada, agora é minha moça, minha putinha sigilosa.” Ele se jogou em cima de mim e ficou uns minutos desse jeito recuperando o fôlego. Tirou o pau meia bomba dentro de mim e pegou um rolo de papel higiênico e se limpou e mandou eu me limpar, passei no meu cuzinho e vi porra e sangue, me assustei um pouco e joguei o papel pela janela. Nos vestimos e abrimos as janelas do carro, estávamos suados, quando abrimos a janela o vento fresco foi maravilhoso. Ele me falou que tinha namorada, mas que tinha tara por novinhos pra fazer de mulher e falou que assim que pudesse queria repetir. Ele em nenhum momento tocou em meu pau, nem quis saber se eu gozei pelo pau, só queria saber do meu cu e o meu peitinho gordo. Ele me levou pra casa mas menti onde era pois não queria que ele soubesse onde eu morava, e ele falou que nos falávamos no msn e me deu um beijo. Fui pra casa e no dia seguinte meu cuzinho estava tão largo que quando ri, peidei sem querer na frente do meu primo que riu e falou “tá frouxo?” Rs.
Depoois desse dia, só consegui falar com ele 15 dias depois, mas não estava mais em Salvador, ele falou comigo várias vezes que queria me ver de novo, mas nunca mais aconteceu. Esse é um relato completamente verídico de como perdi meu cabaço do cuzinho, até hoje rende algumas punhetas.
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