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Menino foge de casa e vira puta na mão de dois machos de verdade

📅 Publicado em: 30/04/2025 15:15

👤 Autor: contos55

🏷️ Tags: #Gay #Teen #Virgem
Sou um menino de 13 anos, e moro com meus pais. Os meus pais são aquelas pessoas totalmente bêbados e que vivem mais tempo bebendo que cuidando de mim. Eu cresci de forma totalmente precária, eu tive que aprender a cozinhar e fazer tudo sozinho por falta de ajuda deles.

Meu nome é Gabriel, morando sozinho desde bem pequeno e sempre soube que era viado, e como meus pais viviam fora de casa, eu ficava em casa sozinho vestindo as roupas da minha mãe, as calcinhas, eu adorava, mas infelizmente ela percebeu que faltava uma calcinha e ela soube que eu era viado e até chegou a me dar um tapa. Foi nesse dia que eu decidi que não iria mais viver assim, eu decidi que iria fugir.

No dia seguinte, meus pais ficaram fora o dia todo, então comecei a pegar só algumas roupas e saí caminhando, indo embora. Como eu não sabia para onde ir e nem tinha onde dormir, eu fugi e larguei tudo na mão do destino. Depois de horas caminhando, eu tava em uma estrada escura só andando, foi quando um caminhão se aproximou. Eu tava tão aéreo que nem percebi o caminhão até ele ficar bem do meu lado.

O motorista era um homem branco grande bem parrudo e bem peludo. Ele me deu carona e eu só aceitei e entrei sem pensar. Ele ate tentou conversar, mas naquela altura ainda não tínhamos o que falar. Rodamos cerca de mais uma hora e ele chegou em um posto de gasolina, onde os caminhoneiros param para comer. No local, aquele homem me comprou uma refeição completa para mim. Eu já estava faminto e comi tudo.

Depois que eu comi e fiquei melhor, ele começou a fazer as perguntas.

Ele: oq um menino tava fazendo na rua de noite

Eu: fugi de casa

Ele: bom o meu nome é Alberto e o seu

Eu: Gabriel

Ele: humm, e vc vai pra onde

Eu: n sei, pra qualificar lugar

Quando eu falei algo mudou, eu pude sentir o olhar ficar diferente no Alberto.

Ele: ah sim, bom eu te ajudei a comer, quero saber se vc tbm vai me ajudar

Eu: claro, vc foi tão generoso comigo

Nisso ele deu uma apertada na calça e falou:

Ele: que tal me dar uma chupada? eu to duas semanas na mão

Fiquei surpreso pela pergunta assim na lata. Eu sabia que era viado, mas eu nunca tinha feito nada com outro homem e era totalmente inexperiente. Eu só aceitei com a cabeça, sem falar nada.

Ele: vamos agora então, pq eu to louco precisando urgente

Quando entramos no caminhão novamente

Ele: cai de boca putinha, mama que o pai aqui está com tesao acumulado

Eu nem tive tempo para reagir, a mão do homem só puxou a minha cabeça de encontro ao seu pau que já tinha colocado para fora. O pau dele era bonito e um mar de pentelhos.

Ele: vamos lá putinha, mamão pra ganhar bastante leite

Eu comecei a chupar aquele pau só lembrando como era nos vídeos pornos que eu via. Eu mamava ele com perfeição como nos vídeos, que ele nem percebeu que eu era inexperiente na área.

Ele - isso putinha mama até o talo. Isso se engasga.. porra eu tava precisando muito disso

Continuei mamando até que ele falou que ia gozar, e nisso ele segurou minha cabeça com o pau todo dentro da minha boca e gozou tudo dento da minha garganta. Eu engoli com dificuldade, porque ele gozou muito leite e encheu minha boca.

Ele: puta que pariu, eu tava precisando, mas não acabou ainda não

Eu continuei na mesma posição, e depois de um minuto o pau dele já tava começando a ficar duro novamente. Ele enfiou o pau na minha boca, mas não pra eu chupar, ele começou a fuder com a minha boca. Ele metia na minha boca com bastante voracidade, que eu sentia seu pentelhos no meu nariz e nos meus olhos, e depois de uns quinze minutos ele gozou novamente na minha boca.

Ele: ahhh, engole todo meu leite e aproveita e limpa meu pau

Eu voltei a mamá-lo como seu pedido, e fiquei realizado por ter mamado um macho de verdade igual nos vídeos pornos que eu via.

Ele: queria tanto te fuder, mas não quero te quebrar

Eu: faço oq vc quiser

Eu tava com muito tesão só de imaginar aquele homem enorme me comendo, mas também eu ainda era virgem então iria doer.

Ele: bom, já está tarde vai dormir

Nisso eu dormi, e foi a primeira vez em tempos que eu me senti protegido dormindo, já que meus pais quando chegavam em casa faziam muito barulho e sempre me acordavam. Eu acabei acordando as 06:00 da manhã, quando o despertador do cara tocou e já ouco:

Ele - vem me mamar puta, tô com tesão e já prepara essa bunda

Imaginei que isso viria, mas não tão cedo assim.

Ele: faça bem melhor que ontem e baba bastante pq do jeito de tiver ele vai entrar no seu cuzinho

Assim que ele falou eu já cai de boca e mamei como se minha vida dependesse disso e fiz de tudo para agradá-lo, mesmo eu nunca tendo visto ele na vida, mas mesmo assim sentia como se conhecesse a vida toda.

Ele: isso mesmo puta, mama o seu macho

Era impressionante o quanto eu tava mamando e babando naquele pau.

Ele: mama pra depois me responder uma pergunta

Eu: qual pergunta?

Ele: depois vc pensa nisso, só continua mamando

Assim eu fiz, continuei mamando até que ele me fez ficar de quatro e começou a enfiar o pau no meu cuzinho. Meu cuzinho tava ardendo e com muita luta o cabeça entrou, e quando ele começou a enfiar mais o pau eu dei um grito de dor.

Ele: não seja fraca, pra ser puta tem que aguentar

Quando eu olhava pra trás, eu podia ver e contemplar a beleza rústica dele, e com isso eu me entreguei por completo.

Ele: isso puta, estou gostando de ver tá aguentando tudo

Quando o pau dele entrou por completo em mim, ele começou a fuder lentamente e começar a ficar rápido, eu ainda podia sentir dor mas já tava diminuindo. Depois de uns dois minutos ele já tava metendo com bastante vigor, o caminhão tá tremendo inteiro. Depois que os braços dele se cansaram, ele se deitou sobre mim, e com isso eu sumi de baixo dele, mas ele continuou metendo intensamente em mim.

Ele: isso cadela, pisca esse cu no meu pau, mostra q vc quer mais

Meu corpo de baixo daquele homem que pesava mais de 100kg tava dolorido, mas eu adorava a sensação. Depois de umas metidas fortes e rápidas ele gozou bem fundo dentro de mim, eu podia sentia leite dele percorrendo minhas entranhas.

Ele: puta que pariu, como eu tava precisando disso. Só um dia comigo vc já virou mulher na minha mão

Enquanto ele faz cara de satisfação, eu levo meus dedos ate meu cuzinho ardendo, eu posso sentir o leite escorrendo.

Eu: ia pergunta que vc ia fazer?

Ele: ah nossa tinha até esquecido

Ele: eh que antas da pergunta eu queria saber se vc aguentava

Eu: oq seria?

Ele: bom como vc não tem lugar pra ficar, que tal vc vir morar comigo. Eu moro sozinho com meu pai em uma casa aqui na estrada, ninguém saberia que vc tá lá.

Eu: quer q eu more com vc?

Ele: sim, lá vc poderia ser minha mulher

A conversa acontecia enquanto nos vestíamos e o cheiro de sexo me deixou enebriado.

Ele: quando eu tive fora, vc poderá cuidar do meu pai

Alberto foi pegar um café no posto, nisso eu fiquei pensando na proposta dele. Eu fiquei animado, mas também receoso, já que eu mal o conhecia, mas ele fodia minha bunda como um macho de verdade, como nos pornos. E enquanto pensava, ele abre a porta do caminhão e se senta.

Ele: eai gostosa, oq decidiu?

Não tive tempo pra pensar mais, mas ele falou isso apertando o pau e sinto que isso foi um sinal. Bom eu não tinha nada a perder naquela situação.

Eu: ta bom, eu quero

Ele: então bora, pq até lá tem muito chão. E já sabe né vc vai levar muito no cu até lá

Depois de partimos, lá estava eu com o pau dele no fundo da minha garganta novamente empenhado em agradá-lo pela quarta vez em menos de doze horas. Durante toda a viagem eu pude saborear aquela pica maravilhosa. Em todas as vezes que eu o mamo, ele sempre goza e sempre me surpreendo com a quantidade. O que me faz pensar que aquelas bolas estão trabalhando a todo vapor na produção de leite. Isso me deixa feliz, porque o leite dele era maravilhoso eu bebia tudo e não deixava um gota sair.

Ele: curte né mamar seu macho

Eu: sempre

Ele: até chegar em casa, vc vai estar com a barriga cheia de leite

Fico pensando que até alguns dias atrás, eu nem tinha vida sexual e agora, tenho um macho de pica gostosa. Tudo nele mexia comigo, ele me olhava igual um macho olhando pra sua fêmea, e isso era o que né deixava com tesão. Depois de mais algumas horas de viagem eu tive chupá-lo novamente. Aquele homem vivia com tesão.

Ele: senta e quica aqui vc

Agora eu comecei a sentar nele, e para minha surpresa, agora o pau dele entrou fácil e era muito prazeroso pra mim, porque a nossa primeira vez foi bastante dor, mas a segunda já era bem melhor.

Ele: porra que delícia de sentada. Tá vendo, sua boca e sua raba já estão acostumadas com meu pau. Agora quica e rebola, me faz gozar, pq essa é a sua função.

Começo a sentar e rebolar, pq agora já quer gostoso ter aquele pau dentro de mim. Todo o veículo era uma sinfonia de gemidos nossos, eu já tava completamente entregue a ele. Nisso ele me faz sair do seu colo e com o seu pau bem no meu rosto, ele gozou na minha cara. Eu não esperava por isso, o meu rosto ficou cheio de leite.

Ele: ah sim desse jeito, que a minha mulher tem que estar com a cara cheia de porra minha

Eu tive que me limpar com os dedos, porque não tinha nada pra me limpar. Com os dedos eu passava na cara e depois na boca. Meu rosto ficou todo melado, e ele me olhava como se isso fosse há conquista.

Seguimos na estrada, por mais algumas horas, e eu ainda podia sentir meu rosto melado. Passamos por mais um lugar pra se alimentar e depois ele me comeu de novo.

Ele: nada melhor que ter uma buceta onde meter meu pau

Aquele fala mexeu comigo e me deixou feliz, porque era a primeira vez que ele falava que meu cu era uma buceta. Durante toda a viagem ele deve ter gozado litros de leite acumulado por anos, eu não sabia de onde saia tanto leite dele.

Depois de uma longa viagem que durou praticamente dois dias, nós chegamos a casa dele. Estava escuro quando paramos o caminhão no quintal da casa. Ele não tinha vizinhos, ele morava bem na estrada mesmo e tudo ao redor era só matagal e que era um total breu.

Quando entrei na casa, o pai do Alberto assim que me viu falou:

Pai: quem é esse?

Alberto: ah pai, esse é Gabriel

Olhei para ele, e o pai do Alberto parecia mais o irmão dele, ele nem parecia ser tão velho.

Alberto: ele vai ficar com nós aqui

Ficou aquele clima no ar de desconforto, já que não nós conhecíamos, mas o Alberto me falou pra ir no banheiro tomar banho e assim eu fiz. Tomei banho e quando saio do banheiro eu vejo os dois conversando, e o pai do Alberto me olhou diferente, nisso eu pensei que ele tinha contado de nós dois.

Nas horas seguintes, o pai do Alberto que se chamava Adalberto ficou no sofá vendo televisão. Depois do jantar o Adalberto foi dormir no seu quarto. E eu e o Alberto continuei na sala e assim que o pai dele saiu ele falou:

Alberto: vem dar uma chupada gata, quero dar ao menos duas gozadas antes de dormir

Eu mesmo terei o pau dele do short e cai de boca, e fiquei chupando o pau dele ali mesmo na sala.

Ele: isso mesmo puta, que delícia tava aqui explodindo de tesao já

Continuei chupando enquanto ele assistia a televisão, eu podia ouvir tudo então mamava e depois de uns dez minutos mamando ele gozou e eu bebi tudo.

Alberto: continua mamando, quero ele durão de novo, pq vou meter antes de dormir

Alberto: enquanto eu tiver em casa, vc vai dormir toda noite com leite nessa buceta

Faço o que me pede, mas agora por ele estar menos afoito, posso saborear cada pedaço daquela carne suculenta e da cabeça. Aproveito para dar um trato em suas bolas enquanto o masturbo, elas que por sinal continuam enormes mesmo depois de despejar uma grande quantidade de leite em minha boca. Seu pau não demora muito para crescer novamente.

Eu me ajoelhei e ele começou a enfiar o pau novamente em mim.

Alberto: que delícia, parece que não meto há dias

Sinto um tapa na minha bunda e ele começou a meter. Ele tava mais contido e quieto do que é. A mão direita dele abertava meu pescoço, enquanto a outra puxava meu cabelo, levando minha cabeça para trás. Foi quando sinto sua boca em minha orelha e ele fala:

Alberto: que buceta é essa, nunca irei cansar de meter nela

Eu: mete gostoso vai

Alberto: enquanto morar aqui, vc vai ser mulher e vai dormir com a bucetinha cheia de leite

Ele bomba mais rápido e goza dentro de mim. De todas as nossas fodas essa foi a mais calma e contida, e isso me deixou com uma pulginha atrás da orelha e pensei: "será que ele contou mesmo para o pai dele sobre nós".

Alberto: vc vai dormi aqui no sofá

Eu: mas ele é pequeno

Alberto: mas vc é pequeno cabe direitinho nele, além do mais isso é provisório

Após isso me deito e dormo ali mesmo já que não tinha outro lugar, porém às 05:45 da madrugada o Alberto me acorda e fala:

Alberto: eu não aguento mais, vem pro meu quarto cumprir seu papel de mulher

Ainda sonolento eu fui, comecei a mamá-lo novamente sem reclamar. Foi quando percebi que eu coloquei as necessidades do meu macho primeiro e antes das minhas.

Alberto: isso mesmo gata mama

Ele voltou a me comer, meu cuzinho tava ardido ainda da foda de ontem, mas era muito gostoso receber pau. Ele deitou sob mim, e isso me dava muito tesão, sentir aquele peso do corpo dele sobre mim.

Alberto: essa sua buceta é viciante, era disso que eu precisava todos esses anos

Depois dele gozar dentro, ficamos grudados ainda na cama, com ele só passando os dedos nos meus cabelos e depois disso ele me beijou. Ele sentia a língua dele na minha boca e eu só aceitei e retribuiu o beijo. Foi o nosso primeiro beijo, nesses dias de viagem que eu tomei litros de leite dele, ele nunca me beijou. Foi um beijo babado, mas muito gostoso.

Alberto: gostosa, agora vai pra cozinha preparar o café da manhã meu pai acorda cedinho

Eu fui e comecei a fazer o café da manhã com o que tinha lá, e depois de uns quinze minutos o senti uma presente chegar e ficando atrás de mim. Era o Adalberto já acordado.

Adalberto: nossa que cheiro bom

Quando eu olho pra trás, eu vejo que ele está de pau duro, e eu só desvei o olhar e falei para ele tava fazendo o café da manhã. Depois dos dois se alimentarem, eles saíram e foram para um bar próximo comprar mais comida para casa e eu fiquei sozinho, então eu aproveito e fui limpar o banheiro que mais parecia de uma rodoviária de tão suja. Fiquei um tempo limpando até que umas três da tarde, ouço alguém chegar. Era o Adão chegando sozinho e falou que queria falar comigo. Depois de limpar eu fui para sala onde ele estava, e ao chegar lá, me deparo com ele com a calça aberta e o seu pau para fora. Ele tava claramente com sinais de embriaguez.

Adalberto: ontem eu ouvi uns gemidos e hoje pela manhã também. eu sabia que meu filho assim que chegou tava mais feliz

Fiquei apreensivo e engoli seco, mas não pude deixar de reparar no seu pau.

Adalberto: nunca goste viado, mas posso dizer que foi a melhor mamada que recebemos na vida

Adalberto: não vou condenar meu filho de quarer se divertir, mas ouvir os gemidos me deixou de pau duro

Tentei protestar e falar alguma coisa mas ele me interrompeu.

Adalberto: não terminei ainda.

Adalberto: eu tô a anos sem uma mulher, e nesse fim de mundo onde vivemos a cidade mais próxima é pequena e além do mais tem mais pau do que buceta

A conversa tava me deixando excitado.

Adalberto: já que meu filho te trouxe pra fazer serviço de mulher, vc tem que fazer o serviço completo, vem logo aqui

Eu me aproximo ainda com cautela e me ajoelho em sua frente, mas sem cerimônia passo a língua no pau e caio de boca.

Adalberto: caralho viado, que sede de pau que vc tem, assim que te vi sabia q vc era viado

Eu: sim senhor

Adalberto: isso mesmo, vc já sabe o seu lugar aqui em casa

Ao olhar pra ele, vejo seu rosto de prazer que lhe estou dando e com as mãos ele força a minha cabeça no seu pau sem sair, e ele acabou gozando no fundo da minha garganta.

Adalberto: caralho viado, toma todo esse leite, quero ver vc engolir tudo vai beba

Nisso eu bebi a porra toda dele. O leite dele é mais salgado, enquanto o do Alberto é mais doce, mas eu não recuso e bebo tudo.

Adalberto: isso mesmo viado, bebe tudo. Viado assim só serve pra aliviar macho

Depois de mamá-lo, ele tava bem mais relaxado e acabou dormindo de bêbado na poltrona onde tava. Eu fiquei olhando pra ele, e ele igual ao Alberto tinha uma beleza rústica e bem máscula. Passados quinze minutos, ouço o Alberto chegar e trazer as compras, e após ver seu pai dormindo na sala, ele falou,:

Alberto: vamos pra trás da casa, tô afim de dar uma aliviada

Ao sair, eu só abaixei o short e empinei a bunda e ele começou a meter sem cerimônia. O pau dele desliza fácil para dentro de mim, e ele sem pudor nenhum, começa a meter forte.

Alberto: toma pica sua gostosa, que vontade de te comer sem medo de ser ouvido

Ele metia mais forte que nunca, o barulho das metidas na minha bunda podia ser ouvido pela mata, mas como não tinha nenhum ele não se controlou e metia sem dó. Diferentemente das horas vezes, agora como estamos em pé, eu tive que ficar nas pontas das pés para ele me comer. O bate escata começou a ficar mais intenso.

Alberto: caralho, buceta gostosa toma meu leite

Novamente ele gozou dentro de mim, aquela meteção bate estaca foi prazeroso, mas também voltei a sentir dor e isso ficou evidente no meu rosto.

Alberto: se está aqui pra ser minha mulher e me servir, se eu tenho prazer vc tem tbm entendeu?

Eu: sim

Adalberto: bonito, bonito o casalzinho trepando

Alberto: pai n é isso q vc tá pensando

Os dois estavam se encarando, foi quando o Adalberto falou:

Adalberto: obg filho por trazer esse viado pra cá, eu gozei como não gozava a anos

O Alberto me olhou como se perguntasse: "pq vc não me falou isso". Mas eu não sabia o que fazer, mas os dois se entenderam rápido e quando entramos na casa de volta eu tive que fazer a janta pra eles.

Adalberto: filho já que tu trouxe uma mulher pra casa, que tal dar pra ela umas calcinhas, vestidos essas coisas

Alberto: nossa pai, tu pensou o mesmo que eu. De tarde eu comprei umas calcinhas e vestidos, mas imaginei fazer ela usar isso só pra mim, mas agora ela pode usar pela casa fácil

Enquanto eles jantavam eles conversaram como se eu nem estivesse la, na maior normalidade. Depois de comer, o Alberto abriu uma das sacolas e me mostrou o que tinha comprado para mim. Ele comprou umas calcinhas bem pequenas para mim, e como meu pinto é pequenininho ele é facilmente escondivel. Como eu já tinha usado as roupas da minha mãe, eu aceitei facilmente isso. Eles me falaram que a partir de agora, eu só usaria calcinha e vestidos.

Os vestidos eram bem curtinhos, e de fácil acesso para eles me comerem em qualquer lugar da casa. Conversando, eles passaram a me chamar somente no feminino e até começaram a me chamar de Gabriela dentro de casa. Como eu mal saia de casa, nunca mais usei as roupas de menino novamente.

Com o passar dos meses, eu já amava o Alberto e seu pai demais e eu dava pra eles praticamente todos os dias. Eu era a mulher deles e isso não era nem discussão. Cerca de cinco meses depois de começar a morar com eles, o Alberto teve a brilhante ideia de me fazer uma mulher completa, isso como viu na Internet. Ele passou a comprar hormônios para mim, e depois de um ano meus peitos já estavam em desenvolvimento e isso deixou eles doidos. Eles me comiam com mais paixão e me via mais como mulher deles. Eu nunca imaginei ser mulher antes de tudo isso, mas agora é delicioso.
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