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Dei Leitinho pra Casadinha com o Corno No Banho

📅 Publicado em: 07/12/2024 03:18

👤 Autor: mateus

🏷️ Tags: #Assédio #Corno #Traições
Fala aê! Beleza!

Mateus aqui.

34 anos, atlético e cheirosinho sempre.

Faço aquela carinha e pronto! Se não vai na primeira, vai na segunda. Mesmo sob o risco de processo eu não resisto a chance. Tá difícil com esse lance de assédio depender só do ponto de vista da mulher. Mas acho que quando você tem munição de sobra, a própria presa se entrega para o abate.

Eu trabalho vendendo e entregando gás. Tenho um depósito desde setembro, que consegui comprar do meu ex chefe. Até podia pagar alguém pra fazer as entregas. Mas o movimento não tá pra isso. Já comi um monte de casadas aqui no bairro. Montão mesmo. Mas nunca como aconteceu semana passada. Aquilo foi mesmo beira de cova. Era 9 e 30 da manhã e eu tinha acabado de arrumar os volumes para o dia. Então recebi um pedido. Eu tinha entregue gás nessa casa dois meses atrás e lembrei da cliente. Na ocasião tava de calça colada e blusinha que mostrava bem o formato dos seios. Não é mulherão não. Meio gordinha, mas com tudo no lugar ainda. Só a barriga que ela podia dar um trato ali. Era de noite e quem atendeu foi o maridão. Eu me faço de evangélico, todo tímido e educado. Ela apareceu na porta da cozinha e olhei de relance pra ela, enquanto ele falava que não queria mais comprar gás com o outro, meu concorrente direto, porque não durou nem dois meses. Então eu disse que quem faz o trabalho corretamente, faz sempre. Mas para não parecer internacional a maldade, disse que é melhor ganhar um pouco menos, oferecendo um produto de qualidade, que dura mais tempo, e assim vender sempre, conquistando cada vez mais clientes e ganhando mais na quantidade, do que fazer como um monte faz, que quer lucro rápido. Ela comentou que o gás também tinha cheiro ruim. Eu havia acabado de instalar e testar. Me ofereceram café, mas eu disse que ia jantar e recusei educadamente. Então ela disse que café não tira fome. Com isso, já recebendo o copo, acabei aceitando. Enquanto o maridão se distraiu eu olhei para ela com cara de quem tirou a roupa dela com os olhos, enquanto bebia o café. Ele percebeu. Aquela passada de mão nos cabelos e virada de olho, sem graça, seguido de um sorriso bem disfarçado, deu a dica. Não era encrenca. Sabia que ia comer ela um dia. Só que acabei deixando pra lá. Não era do tipo que me faz cair pra cima e pegar logo. E quando percebi que era lá que entregaria o gás, lembrei daquela ocasião e até deu um pouquinho de sinal quando lembrei da carinha dela. Mas na minha lembrança ela parecia mais gorda. Cheguei na casa com o gás, uns vinte minutos depois. O Maridão me recebeu no portão e eu fui com o gás no ombro. Assim que entrei, ela estava na cozinha, dessa vez com roupa mais de ficar em casa. Ele estava meio agitado, como que com muita pressa. Deu uma mordida no pão que estava sobre a mesa, pediu desculpas e foi pro banheiro, olhando para a hora no celular. Então eu comecei a trocar o gás. Assim que me abaixei, olhei bem para a bunda dela, que tinha acabado de se virar para colocar um copo na pia. Mas ela me flagrou olhando, com uma olhadinha rápida pra trás. Eu não disfarcei. Fiz cara de pidão pra ela. Mas não pensava de jeito nenhum em fazer algo com o maridão em casa. Mas assim que ela foi até a porta do banheiro, como que pra calcular o tempo que o maridão poderia levar lá dentro, que me olhou com cara, que só faltou morder os lábios para ficar mais na cara, meu caralho tomou o rumo e ficou pedra. Ela tava nervosa, mas era visível que queria aprontar. Então eu me levantei e fiquei de frente pra ela ver que eu tava de caralho duro. Ela olhou pra ele e eu só trouxe o moleque pra fora. E fiquei chamando com os olhos, fazendo ele balançar. Ela veio e eu até podia ter metido logo naquela buceta dela, mas acho que a primeira carga tem que ser na boquinha. Então tentei fazer ela descer, mas ele voltou até o banheiro e ficou escutando. Mas o barulho da descarga me fez guardar o muleque e voltar para o trabalho, enquanto ela foi lá para dentro. Mas em seguida veio o som do chuveiro e eu voltei a ficar de pé e ela veio que veio, já se abaixando, enquanto eu botava de volta pra fora. E assim ela caprichou na mamada, indo até o talo com aquele boca carnuda. Mas para não correr o risco do maridão desligar o chuveiro antes que eu finalizasse, então eu agarrei os cabelos dela e comecei a tocar, fazendo minha mão bater nos lábios dela, não deixando ela retirar a boca. E como ela fechou os olhos, como quem estava esperando o prêmio, então eu nem anunciei. Só fui deixando a vontade apertar até o ponto. Então larguei meu caralho e segurei com as duas mãos a nuca dela, com os dedos entrelaçados em seus cabelos e soltei aquela gozada com apenas a metade do caralho pra fora da boca dela. Experimentei meter tudo e fui empurrando, enquanto descarregava leite. Mas ela bateu nas minhas pernas e eu parei de empurrar e fiquei socando lentamente até quase sair da boca as vezes. Assim que terminei, dei aquele espremida básica enquanto tirava da boca da safada, esfreguei a cabecinha nós lábios dela e já ia guardar. Mas ela mesma segurou e ficou esfregando no rosto, no queixo e no pescoço. O som do chuveiro se fechando, fez ela se afastar e ir lá pra dentro e eu guardei o moleque e terminei o serviço. Peguei o dinheiro na mesa e fui embora com o botijão vazio.

Gozar na boca de mulher casada é sempre bom. Mas com o marido em casa, bem do lado, o medinho que dá, faz o troço ser ainda mais gostoso. Quer saber? Gozar no cu ou na buceta é bom, com certeza. Mas a porra depois acaba indo pro lixo ou pro esgoto. Mas gozar na boca e ter sua porra engolida, esse que é o lance. Saber que a tua porra virou alimento. Pô mano! Tem como não! Isso é foda pra caralho!
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