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Não resisti e voltei para me encontrar com o velho e fiz uma exibição a luz do dia

📅 Publicado em: 15/04/2023 22:02

👤 Autor: marina-exibida

🏷️ Tags: #Coroa #Teen #Virgem #Voyeur
Sou a Marina. Hoje estou com meus 25 aninhos, 1,60 alt, 55 kg, branca, cabelos castanhos, seios e bumbum médios.

Esse conto é a continuação do: Fiquei me exibindo nua para um desconhecido e precisei da ajuda dele.

O senhor Jorge de São Roque que me exibi, ficou com a minha bicicleta para arrumar.

Eu tinha me exibido nua para ele, e em vez de abusar de mim, ele me ajudou a voltar para fazendinha do amigo das minhas primas.

Minhas primas não ficavam em cima de mim. Por isso se eu sumia elas não ficavam preocupas, sabiam que voltaria.

A tarde liguei para o senhor Jorge. Escutei o alô daquele senhor negro de 60 anos que me chamava de nega.

- Sou eu a Marina.

- Oi Marina, estou na cidade comprando umas peças para a sua bicicleta. Hoje ela fica pronta.

- Sera...

- Sim.

- Será que na volta o senhor me pega e deixa eu passar um tempo com o senhor.

- Humm. Que fazer o mesmo show para velho.

- Sim...

Tudo bem. Devo estar passando na frente da fazenda daqui 20 minutos.

Então fui para a estrada e esperei ele chegar.

Era loucura voltar a ver aquele homem que tinha visto no outro dia.

Quando ele chegou olhou para mim e falou.

- Você é muito mais bonita sem aquela máscara.

- Obrigada.

No caminho ele passou na oficina dele. Deixou as peças com um rapaz e voltou ao carro.

- Não vamos ficar aqui.

- Quer ficar nua aqui?

- Não.

- Então vamos minha neta.

Chegando novamente no lugar o senhor falou:

- Pode deixar suas roupas aqui nessa mesinha do jardim. Não tem perigo.

Era a primeira vez que tirava minha roupa para me exibir de dia.

Tirei toda minha roupa, olhando para ver se ninguém aparecia.

Quando entrei ele me olhou.

- Você tem um corpo muito bonito mesmo.

- Obrigada.

- Não esperava que fosse voltar.

- Nem eu. Quero dizer... desculpe.

- kkkk. Fica tranquila. Parece que de dia sente vergonha menina.

- Menina vem comigo. Ele segurou minha mão e me levou para a sala.

- Pode sentar no sofá e abre bem as pernas para o velho te ver.

Sentei no sofá e puxei minhas pernas para cima, deixando minha bucetinha bem á mostra.

- Nossa. Apesar de ter meus sessenta, nunca tinha visto uma bucetinha virgem. Que coisa preciosa Marina.

- Tem mais gente que já te viu nua menina?

Contei das situações que vivi.

- Nossa, você se arrisca muito. Estou impressionado que ainda não te pegaram, já era para terem te comido.

- Eu sei.hummm. Não resisti e comecei a me tocar.

- Você gosta de se exibir mesmo. As minhas netas brincam de casinha e você já se tocando.

- É tão bom. Me desculpa.

- Não se desculpa. Kkkk. Afinal eu estou adorando assistir.

- Você tem um corpo muito bonito menina.

- Por isso quero que vejam. Hummm.

- Marina, vira a bundinha, quero ver você se tocando e o movimento do seu cuzinho.

Fiz como mandou.

Era tão bom. Ficar me exibindo a menos de um metro dele.

Era a primeira vez que alguém sabia meu nome verdadeiro, quem eu era.

Sei que não deveria confiar em quem havia conhecido na noite anterior, mas era uma oportunidade incrível.

- Marina, hoje irei no pesqueiro de um amigo meu. Ele é um pouco mais velho que eu. Gostaria de ir junto?

- Mas estou gostando tanto de ficar aqui peladinha na sua frente.

- Pode ficar peladinha na frente de nós dois.

Fiquei gelada.

- Não se preocupe. Não tem perigo.

- Ou melhor, pode até ter se aceitar brincar.

- Como assim.

- Bom, você pode deixar a roupa aqui e vai na parte de trás do carro, te cubro com uma lona.

- Não sei... eu, eu...

- Quer ficar pelada na frente de outro desconhecido? Esse meu amigo é de confiança.

Ele sentou do meu lado e colocou a mão nos meus ombros.

Eu tive um frio na espinha.

- Vamos, vou só pegar a lona.

Eu não reclamei. Subi nua na parte de trás enquanto ele me cobria com a lona.

Eu estava realmente perdida, pois me toquei durante a viagem, ouvindo o barulho de outros carros e pessoas.

Acho que fiquei pelo menos uns 30/40 minutos. Quando o carro parou.

- Jorge, e ai meu velho.

- Tudo bem Gustavo?

- O que te trás?

- Bom, tenho algo ou melhor, alguém para te mostrar.

Foi ai que a lona foi removida.

Do lado do seu Jorge tinha um homem de barba branca, um pouco mais velho que ele. Era branco, mas com a pele queimada de sol.

- Jorge que loucura é essa.

- Essa é a Marina. Minha amiguinha aqui gosta de se mostrar peladinha.

- Vamos entrar, antes que alguém apareça.

- Por favor seu Jorge, não fala meu nome.

- Kkkk. Não se preocupa, nós velhos logo esquecemos.

- Você vai ter que me explicar sobre essa agradável surpresa.

Jorge explicou tudo, sobre a forma que me conheceu, minha bicicleta atropelada e minha tara de andar nua.

- Kkkk. Como você tem sorte Jorge. Não me aparece puta como essa.

- Não chame de puta por favor.

- Ta bom, ta bom. Kkkk hora essa. Vou chamar de turista. Kkk.

- Então guria, você gosta de provocar os homens ficando assim pelada. Ainda virgem. Kkkk. Essa realmente é difícil de acreditar.

Ele me rodeava e olhava.

- Vamos Marina. Sobe na mesa e faz o mesmo show que fez para mim.

Subi na mesa e comecei a me tocar para os dois.

Estava quase gozando quando alguém bateu na porta.

- Fica ai guria. Não tenha medo, é apenas um dos meus funcionários.

- Entra.

Congelei quando o cara entrou. Ele me encarava.

- Não liga para a guria, me passa como estão as coisas do pesqueiro.

- Guria, continua.

Fiquei me tocando enquanto o Jorge o funcionário me encaravam.

- Escuta aqui Carlos, não quero a entrada de estranho hoje aqui. E dá um aviso para o pessoal não agir estranho enquanto estiver minha convidada aqui.

O rapaz saiu.

- Muito bem guria, vem conhecer o lugar.

- Espera, vou sair assim nua.

- Só tem meus funcionários e eles estão sobre minhas ordens. Então não liga, não vai ter nada, a não ser que queira.

Eu tremia enquanto ia na direção da porta.

O sol estava alto quando pisei fora.

Ainda não era nem 10 horas da manhã. Quando comecei a andar pelo lugar.

Ele foi apresentando os lugares. Eu tremia quando via alguém longe.

Fiquei fria quando ele começou a me apresentar os funcionários.

Eles me olhavam, davam as mãos para cumprimentar, mas não falavam da minha nudez.

- O que acha guria, desse pessoal tudo te olhando peladinha. Eles estão loucos para te comer, mas eu que não deixo.

- Me agradece.

Demorei um ponto mas disse:

- Obrigada.

- Pela sua demora na resposta vejo que a ideia de ser prato deles te agrada. Kkkk

- Nãooo.

- Kkkk

Andei pelo lugar.

Quando deu 11:00 o pessoal já estava parando para almoçar.

- Vamos para a cantina, todo mundo está lá.

Quando entre, vi que tinha pelo menos uns 12 homens lá comendo.

Eles me encaravam. Conseguiam comer sem olhar para o prato.

- Sua chance Marina. Disse Jorge.

- Como?

- Sobe naquela mesa do centro e se toca para eles.

Eu não sei explicar, juro que estava morrendo de vergonha. Medo enorme, mas algo mais forte mandava.

Subi naquela mesa e comecei a me tocar para aquele grupo.

A mesa ficava do lado da de café.

Então na hora que alguém terminava, vinha bem perto me encarar.

Cheguei a ficar de bunda virada para a cafeteira me tocando.

Não nego que gozei muito.

Depois do almoço sai e volte para a sala do senhor Gustavo junto do Jorge.

- O que achou, ficou nua na frente desse matutos. Bem putinha.

- Kkkk. Não fala assim com ela Gustavo.

- Kkkk.

- Já precisamos ir Gustavo.

- Puxa, ainda nem curti a menina.

- Nem vai. Kkk.

- Marina, fica do lado do passageiro, mas abaixada, o caminho que vou fazer tem mais buraco, mas também menos gente.

No caminho, em uma parte mais isolada, seu Jorge falou.

- Vamos ficar aqui fora.

- Aqui não tem perigo, ainda estamos no meio do dia.

- Não se preocupa, vamos sair d estrada e ir para aquela parte.

Fomos indo para dentro daquela região.

- Muito bem. Se toca minha filha aqui.

Comecei a me tocar novamente.

- Então, curtiu ser vista. Foram pelo menos 16 novos olhares sobre você.

- Humm, sim.

- Sabe que eles não irão esquecer seu rosto. Quando voltar para cá irão te reconhecer.

- Humm.

- Sente vergonha?

- Sim.

- Medo?

- Sim.

- Se arrepende.

- Não.

- Por quê?

Eu comecei a lacrimejar enquanto falava.

- Acho que sou uma puta como o dono do pesqueiro falou. Buaaa.

- Você acha isso ruim minha filhinha.

- Acho, fico imaginando se minha família descobre.

- Mas mesmo assim não para de se tocar na minha frente. E aposto que irá se exibir novamente.

- Sim.snif snif. Sim.

- Vamos ver se realmente você é uma puta minha menina.

Seu Jorge soltou o sinto e deixou a calça cair.

Foi a primeira vez que vi um pênis na minha frente. Assustei-me.

- O senhor falou que não iria fazer nada.

- Não vou, se quiser, se se achar puta, pode fazer o que quiser com ele.

Fiquei parada no começo olhando para o chão. Depois comecei a voltar a olhar para ele.

Me aproximei queria ver como era um de perto.

- O que acha?

- Diferente.

- Quer tocar?

- O senhor prometeu.

- Falou você me tocar, não eu te tocar. Se não quiser não toca.

Fiquei vidrada em olhar aquilo.

- Vou apenas senti-lo ok?

- Ok.

Foi a primeira vez que tocava em um pênis.

Ele esquentava enquanto eu prestava atenção.

Então começou a crescer.

- O que está achando do primeiro pau que segura.

- Ele é grande e quente.

- Quer chupar.?

- Chupar?

- Sim.

- Nunca fiz isso.

- Então treina comigo.

Eu de joelhos comecei meu primeiro oral.

Não imaginava que podia ter algo tão duro e quente.

Também não imaginava que meu primeiro contato com um pau seria com um senhor aposentado com 4 vezes minha idade.

- Humm, até que chupa bem virgem. Está indo bem para uma primeira vez.

Fiquei uns 10 minutos curtindo aquele pau até ele explodir na minha boca.

- Nossa, com tão pouca idade, já sabe tratar um pau com a boca.

Aquela porra pingava da minha boca.

- Agora você pode ter certeza que é puta Marina. Desde novinha.

- Sou puta sim. Sorri. Obrigada Sr. Jorge.

Voltamos para o carro. Chegando na casa me vesti e pegamos minha bicicleta no caminho.

Ele me deixou na frente da fazendinha.

- Obrigado Marina. Uma hora que voltar me procura, te levo para conhecer outros amigos.

- Obrigada, vou querer sim.

Aquele momento me fez subir um nível da minha exibição que me mudou muito.
Nenhuma reação ainda.

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