Deixa, amor?
Esse homem não sai da minha cabeça.
Ele é daquele tipo que me prende a atenção por causa da beleza. E do corpo que parece ter sido esculpido pelos deuses africanos. Poucos homens me despertam a atenção nessa intensidade.
Eu o vejo uma vez e fico desconcertada por dias. Minha buceta chora de saudade de uma rola em que ainda não sentei.
Meu marido sabe.
Não escondo nada dele. Conhece a mulher que tem. Aliás, sempre diz que casou sabendo a puta que eu era. Acho que ainda sou.
Nunca consegui abandonar meu sonho de princesa da dupla penetração.
Desde novinha, sempre me senti meio diferente das minhas amigas. Mas eu não podia compartilhar com elas as loucuras que eu pensava, ou seria excluída dos rolês. A gente foi criada na igreja, né? Lá a gente tem que casar virgem e que se foda se escolher um parceiro incompatível. A cruz que tu vai ter que carregar.
Comigo não.
Quando eu dei o cu pela primeira vez, pro meu meu primeiro namorado, eu soube que uma rola só era pouco pra mim. Só que ele era um menino, não tava preparado pro furacão que eu já era aos 17. Perdeu.
Conheci meu marido na putaria - eu tava numa relação infeliz e sem sexo. Ele também. O tesão acumulado durante os anos de fome explodiu na nossa cara.
A gente parecia dois bichos num cio sem fim.
E quando eu digo parecia, não quero dizer que esfriou, mas que estamos em outra fase. Mais madura, mais consciente, de muita exploração e que não vai mais com tanta sede ao pote como antes. É uma delícia. Principalmente porque me descobri multiorgásmiga, que depois do estímulo certo, sou capaz de gozar com meu homem me acariciando a mão.
Uma parada meio tântrica.
Essa energia sexual que parece me deixar possuída sempre se manifestou na fantasia do sexo a três (ou quatro) e meu marido veio comigo.
Temos um desejo mútuo de vermos um ao outro trepando com outra pessoa e falamos disso sem pudor. Ele me conta quando tem vontade de comer outra buceta e eu fico com tesão. Não sou dona do desejo dele. Estou destinatária da porra gostosa que me ferve o útero e curto pra caramba a ideia de compartilhar um pouquinho com outra putinha safada que nem eu. Por quê não?
Até fiz amizade com a balaconista da padaria que ele achou gostosa. Estamos pra marcar um café e estreitar os laços... Não nego nada para o meu maridão.
Volta pro Rei da Nigéria. Aquele do início do texto.
Não sei como contar pro meu marido que minha buceta tomou conta da situação e não quer graça com nenhuma outra rola pro nosso ménage. Acho que ele sabe.
Só talvez não tenha a confiança necessária pra entender que é só uma sentada e nada mais.
Na real eu não quero transar com outra pessoa, entendem? Quero meu marido + 1.
Quero sentar no convidado enquanto meu marido me fode a garganta. Sem dó.
Quero os dois sem camisinha, explorando cada buraco do meu corpo e me deixando suja de porra. Muita porra. O contraste com minha pele preta é quase poético.
Essa intensidade chega a me causar dor, física e emocional.
Minha buceta dói quando eu tô esfregando a cara nas bolas do meu marido. Meu útero tem contrações. É meu corpo implorando por outra rola. Mas não pode ser qualquer uma. Minha xana escolheu a dedo. Haja dedo e vibrador!
Meu marido não dá conta, não tem como dar. Por mais gostoso que ele seja só tem um pau.
Sou uma incompreendida.
É foda porque tem um ciclo. Percorro esse caminho todo mês. Fico parecendo uma cadela no cio. É um desassossego que não passa. Uma energia que eu tô guardando e tá me implodindo.
Faz seis anos que a gente conversa. O marido diz que acha legal mas não me libera.
Eu sou uma esposa fiel.
Sofro calada pra não machucar ele.
Machuco a mim.
Ele é daquele tipo que me prende a atenção por causa da beleza. E do corpo que parece ter sido esculpido pelos deuses africanos. Poucos homens me despertam a atenção nessa intensidade.
Eu o vejo uma vez e fico desconcertada por dias. Minha buceta chora de saudade de uma rola em que ainda não sentei.
Meu marido sabe.
Não escondo nada dele. Conhece a mulher que tem. Aliás, sempre diz que casou sabendo a puta que eu era. Acho que ainda sou.
Nunca consegui abandonar meu sonho de princesa da dupla penetração.
Desde novinha, sempre me senti meio diferente das minhas amigas. Mas eu não podia compartilhar com elas as loucuras que eu pensava, ou seria excluída dos rolês. A gente foi criada na igreja, né? Lá a gente tem que casar virgem e que se foda se escolher um parceiro incompatível. A cruz que tu vai ter que carregar.
Comigo não.
Quando eu dei o cu pela primeira vez, pro meu meu primeiro namorado, eu soube que uma rola só era pouco pra mim. Só que ele era um menino, não tava preparado pro furacão que eu já era aos 17. Perdeu.
Conheci meu marido na putaria - eu tava numa relação infeliz e sem sexo. Ele também. O tesão acumulado durante os anos de fome explodiu na nossa cara.
A gente parecia dois bichos num cio sem fim.
E quando eu digo parecia, não quero dizer que esfriou, mas que estamos em outra fase. Mais madura, mais consciente, de muita exploração e que não vai mais com tanta sede ao pote como antes. É uma delícia. Principalmente porque me descobri multiorgásmiga, que depois do estímulo certo, sou capaz de gozar com meu homem me acariciando a mão.
Uma parada meio tântrica.
Essa energia sexual que parece me deixar possuída sempre se manifestou na fantasia do sexo a três (ou quatro) e meu marido veio comigo.
Temos um desejo mútuo de vermos um ao outro trepando com outra pessoa e falamos disso sem pudor. Ele me conta quando tem vontade de comer outra buceta e eu fico com tesão. Não sou dona do desejo dele. Estou destinatária da porra gostosa que me ferve o útero e curto pra caramba a ideia de compartilhar um pouquinho com outra putinha safada que nem eu. Por quê não?
Até fiz amizade com a balaconista da padaria que ele achou gostosa. Estamos pra marcar um café e estreitar os laços... Não nego nada para o meu maridão.
Volta pro Rei da Nigéria. Aquele do início do texto.
Não sei como contar pro meu marido que minha buceta tomou conta da situação e não quer graça com nenhuma outra rola pro nosso ménage. Acho que ele sabe.
Só talvez não tenha a confiança necessária pra entender que é só uma sentada e nada mais.
Na real eu não quero transar com outra pessoa, entendem? Quero meu marido + 1.
Quero sentar no convidado enquanto meu marido me fode a garganta. Sem dó.
Quero os dois sem camisinha, explorando cada buraco do meu corpo e me deixando suja de porra. Muita porra. O contraste com minha pele preta é quase poético.
Essa intensidade chega a me causar dor, física e emocional.
Minha buceta dói quando eu tô esfregando a cara nas bolas do meu marido. Meu útero tem contrações. É meu corpo implorando por outra rola. Mas não pode ser qualquer uma. Minha xana escolheu a dedo. Haja dedo e vibrador!
Meu marido não dá conta, não tem como dar. Por mais gostoso que ele seja só tem um pau.
Sou uma incompreendida.
É foda porque tem um ciclo. Percorro esse caminho todo mês. Fico parecendo uma cadela no cio. É um desassossego que não passa. Uma energia que eu tô guardando e tá me implodindo.
Faz seis anos que a gente conversa. O marido diz que acha legal mas não me libera.
Eu sou uma esposa fiel.
Sofro calada pra não machucar ele.
Machuco a mim.
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