DESVIADOS
🗺️ Labirinto 📖 Contos 💌 Classificados 🎬 Vídeos ✍️ Publicar conto

ℹ️ Regras do Site 📄 Termos de Serviço 🔒 Política de Privacidade 🍪 Política de Cookies
✍️ Publicar seu conto

Quem vê cara. não vê coração

📅 Publicado em: 15/04/2023 22:01

👤 Autor: coroa-tarada

🏷️ Tags: #Outros
Morava no terceiro andar e toda noite quando chegava do trabalho, o vigia de uma obra dos fundo, de onde meu apartamento, tinha janelas e o basculante do banheiro de frente.

E assim que acendia a luz do banheiro para me banhar, o vigia, um senhor já de idade, corria para me espinhar e tocar punheta.

Por um espelho dentro do banheiro, via o homem a matar sua tesão.

E como tinha pena, deixava ver minha bunda e tetas.

Talvez isso me deixava com tesão também.

De tanto ver o vigia pelo espelho, já o conhecia.

E como até as pedras se encontram.

Um dia pela manhã.

Estava na padaria do bairro, quando ele entrou, deveria estar largando do plantão.

Aproveitei e nem sei por que, o que me veio a cabeça coloquei para fora.

Falando que morava no terceiro andar do prédio, que fazia fundos com a obra que ele trabalhava.

E que o vento, tinha tirado da corda de roupas, algumas calcinhas minha.

E se eu poderia ir lá pegar as peças de roupa.

O homem bem falante e educado, falou que sim, mas só na parte da noite que era quando ele pegava no plantão.

Marcamos para as 20 horas.

Tudo acertado, cada qual foi para o seu lado.

E assim que cheguei em casa, peguei duas calcinhas minhas das mais velhas.

E joguei para o lado da obra.

No horário marcado, coloquei uma saia curta e sem calcinhas, qualquer jeito meu, dava brincando para ver o bundão.

Coloquei uma blusa bem decotada, com os peito aparecendo.

E fui lá na hora marcada, recuperar minhas calcinhas.

O homem atendeu me, olhando para o monumento que estava em sua frente.

Se dispo is a ir comigo procurar as peças de roupa.

Por saber onde joguei, abaixei perto de um monte de pedras, e o vigia que estava por trás, se maravilhava com a vistas para meu rabo.

E como sabia que ele estava olhando, demorei um bocado para apanhar as calcinhas.

Desconfio, que deu para o homem, ver até a minha passarinha, coitada por estar molhadinha nem cantou.

Voltamos para a portaria, agradeci ao homem e fiquei surpresa quando ele pediu me para sentar num banco, coisa que o fiz.

O homem pediu para que fechasse os olhos, pois iria me dar uma coisa.

Permaneci com os olhos fechado. até o homem mandar abrir e quando o fiz, a menos de um palmo, quase encostando na minha boca. vi uma cabeçorra de pica que pasmem era da cor roxa.

Senti o cheirinho de sebo, de quando se bate uma punheta e não se lava o pau

Mas não me fiz de rogada, com jeito abocanhei a cabeça da pica do vigia e mamei até quase o homem gozar.

Levantei do banco, mandei o vigia sentar e fechar os olhos, tirei toda roupa ficando nua e colocando a boceta pertinho do seu rosto, pedi para que abrisse os olhos.

O homem nem se abalou, pegando me pela cintura e depositando me numa cama.

Colocou a pica para fora e eu amei, pois era uma senhora pica para ninguém colocar reparo.

Gozamos muito.

E quando pensei que o vigia estava satisfeito ele me pediu para comer o meu cu.

Deixei pois não sou de ferro.

Com o rabo cheio de esporra, satisfeita por ter ajudado o homem, no seu prazer.

Peguei minhas calcinhas e antes de chegar em casa, parou uns dois carros, querendo saber quanto eu cobrava para fazer o programa.

Micheli.
Nenhuma reação ainda.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!