Quem vê cara. não vê coração
Morava no terceiro andar e toda noite quando chegava do trabalho, o vigia de uma obra dos fundo, de onde meu apartamento, tinha janelas e o basculante do banheiro de frente.
E assim que acendia a luz do banheiro para me banhar, o vigia, um senhor já de idade, corria para me espinhar e tocar punheta.
Por um espelho dentro do banheiro, via o homem a matar sua tesão.
E como tinha pena, deixava ver minha bunda e tetas.
Talvez isso me deixava com tesão também.
De tanto ver o vigia pelo espelho, já o conhecia.
E como até as pedras se encontram.
Um dia pela manhã.
Estava na padaria do bairro, quando ele entrou, deveria estar largando do plantão.
Aproveitei e nem sei por que, o que me veio a cabeça coloquei para fora.
Falando que morava no terceiro andar do prédio, que fazia fundos com a obra que ele trabalhava.
E que o vento, tinha tirado da corda de roupas, algumas calcinhas minha.
E se eu poderia ir lá pegar as peças de roupa.
O homem bem falante e educado, falou que sim, mas só na parte da noite que era quando ele pegava no plantão.
Marcamos para as 20 horas.
Tudo acertado, cada qual foi para o seu lado.
E assim que cheguei em casa, peguei duas calcinhas minhas das mais velhas.
E joguei para o lado da obra.
No horário marcado, coloquei uma saia curta e sem calcinhas, qualquer jeito meu, dava brincando para ver o bundão.
Coloquei uma blusa bem decotada, com os peito aparecendo.
E fui lá na hora marcada, recuperar minhas calcinhas.
O homem atendeu me, olhando para o monumento que estava em sua frente.
Se dispo is a ir comigo procurar as peças de roupa.
Por saber onde joguei, abaixei perto de um monte de pedras, e o vigia que estava por trás, se maravilhava com a vistas para meu rabo.
E como sabia que ele estava olhando, demorei um bocado para apanhar as calcinhas.
Desconfio, que deu para o homem, ver até a minha passarinha, coitada por estar molhadinha nem cantou.
Voltamos para a portaria, agradeci ao homem e fiquei surpresa quando ele pediu me para sentar num banco, coisa que o fiz.
O homem pediu para que fechasse os olhos, pois iria me dar uma coisa.
Permaneci com os olhos fechado. até o homem mandar abrir e quando o fiz, a menos de um palmo, quase encostando na minha boca. vi uma cabeçorra de pica que pasmem era da cor roxa.
Senti o cheirinho de sebo, de quando se bate uma punheta e não se lava o pau
Mas não me fiz de rogada, com jeito abocanhei a cabeça da pica do vigia e mamei até quase o homem gozar.
Levantei do banco, mandei o vigia sentar e fechar os olhos, tirei toda roupa ficando nua e colocando a boceta pertinho do seu rosto, pedi para que abrisse os olhos.
O homem nem se abalou, pegando me pela cintura e depositando me numa cama.
Colocou a pica para fora e eu amei, pois era uma senhora pica para ninguém colocar reparo.
Gozamos muito.
E quando pensei que o vigia estava satisfeito ele me pediu para comer o meu cu.
Deixei pois não sou de ferro.
Com o rabo cheio de esporra, satisfeita por ter ajudado o homem, no seu prazer.
Peguei minhas calcinhas e antes de chegar em casa, parou uns dois carros, querendo saber quanto eu cobrava para fazer o programa.
Micheli.
E assim que acendia a luz do banheiro para me banhar, o vigia, um senhor já de idade, corria para me espinhar e tocar punheta.
Por um espelho dentro do banheiro, via o homem a matar sua tesão.
E como tinha pena, deixava ver minha bunda e tetas.
Talvez isso me deixava com tesão também.
De tanto ver o vigia pelo espelho, já o conhecia.
E como até as pedras se encontram.
Um dia pela manhã.
Estava na padaria do bairro, quando ele entrou, deveria estar largando do plantão.
Aproveitei e nem sei por que, o que me veio a cabeça coloquei para fora.
Falando que morava no terceiro andar do prédio, que fazia fundos com a obra que ele trabalhava.
E que o vento, tinha tirado da corda de roupas, algumas calcinhas minha.
E se eu poderia ir lá pegar as peças de roupa.
O homem bem falante e educado, falou que sim, mas só na parte da noite que era quando ele pegava no plantão.
Marcamos para as 20 horas.
Tudo acertado, cada qual foi para o seu lado.
E assim que cheguei em casa, peguei duas calcinhas minhas das mais velhas.
E joguei para o lado da obra.
No horário marcado, coloquei uma saia curta e sem calcinhas, qualquer jeito meu, dava brincando para ver o bundão.
Coloquei uma blusa bem decotada, com os peito aparecendo.
E fui lá na hora marcada, recuperar minhas calcinhas.
O homem atendeu me, olhando para o monumento que estava em sua frente.
Se dispo is a ir comigo procurar as peças de roupa.
Por saber onde joguei, abaixei perto de um monte de pedras, e o vigia que estava por trás, se maravilhava com a vistas para meu rabo.
E como sabia que ele estava olhando, demorei um bocado para apanhar as calcinhas.
Desconfio, que deu para o homem, ver até a minha passarinha, coitada por estar molhadinha nem cantou.
Voltamos para a portaria, agradeci ao homem e fiquei surpresa quando ele pediu me para sentar num banco, coisa que o fiz.
O homem pediu para que fechasse os olhos, pois iria me dar uma coisa.
Permaneci com os olhos fechado. até o homem mandar abrir e quando o fiz, a menos de um palmo, quase encostando na minha boca. vi uma cabeçorra de pica que pasmem era da cor roxa.
Senti o cheirinho de sebo, de quando se bate uma punheta e não se lava o pau
Mas não me fiz de rogada, com jeito abocanhei a cabeça da pica do vigia e mamei até quase o homem gozar.
Levantei do banco, mandei o vigia sentar e fechar os olhos, tirei toda roupa ficando nua e colocando a boceta pertinho do seu rosto, pedi para que abrisse os olhos.
O homem nem se abalou, pegando me pela cintura e depositando me numa cama.
Colocou a pica para fora e eu amei, pois era uma senhora pica para ninguém colocar reparo.
Gozamos muito.
E quando pensei que o vigia estava satisfeito ele me pediu para comer o meu cu.
Deixei pois não sou de ferro.
Com o rabo cheio de esporra, satisfeita por ter ajudado o homem, no seu prazer.
Peguei minhas calcinhas e antes de chegar em casa, parou uns dois carros, querendo saber quanto eu cobrava para fazer o programa.
Micheli.
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