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Onde comi um, come dois - 02 - Meu tio só come…

📅 Publicado em: 25/03/2024 15:33

👤 Autor: jao_ssa

🏷️ Tags: #Assédio #Estupro #Gay #Tween
Quando tinha 7 anos, minha mãe, que era solteira, foi morar com minha avó e meu tio Júlio que na época tinha 14 anos. E ele foi o meu abusador! Para meu tio não tinha a melhor hora para aproveitar-se de mim. Às vezes, eu não aguentava mais dele me puxando pro canto da casa pedindo pra chupar seu pau babado, ou lambuzando o dedo e enviando em meu cuzinho, ou gozando pelo meu corpo. Ele fazia isso quase todo dia, já estava fazendo até quando minha mãe estava por perto, ele uma vez me tirou do colo dela, me levou pro fundo do quintal, mandou eu baixar e abrir a bunda, sarrou e gozou dentro e me trouxe de volta pro colo dela, com minha bermuda toda gozada. Ele já não tinha medo de nada… Depois que ele gozava, ele mudava e ficava brincalhão, e me fazia socializar como se nada tivesse acontecido, e eu gostava dele, só achava que tudo isso era pirraça de “irmãos”, eu já estava acostumado com seu cheiro, seu pau com pentelhos escuros, eu achava o máximo o corpo dele, pensando se um dia o meu ficaria igual.

Teve uma vez, eu estava com febre, se não me falha a memória, e minha avó foi na cozinha preparar um chá para me dar. Nisso eu deitei no sofá e fiquei quietinho assistindo tv, já era perto do meio-dia, foi quando Júlio chegou do colégio, me viu deitado, perguntou o que eu tinha, respondi e cochilei… Acordei com um barulho, era ele gozando no meu rosto, e enfiando o dedo melado na minha boca, eu tentei falar, e ele fechou minha boca com a mão melada de gozo, e pediu silêncio. Me limpou com a camisa, guardou o pau, e chamou minha avó dizendo que eu tinha acordado. Nesse mesmo dia eu tomei o chá, mas não melhorou, ela foi na vizinha, buscar um remédio para febre, e Júlio ficou cuidando de mim. Lembro dele vindo deitar comigo, e me abraçando, e ficamos assistindo tv, até minha avó sair, ai voltei a dormir…

Acordei sem meu short, com minha perninha direita levantada e meu tio enfiando o pau profundamente em mim, e já ritmando forte, arfando no meu ouvido. Com um braço esquerdo ele me segurava pra não sair, e com o direito segurava minha perna pra cima e enfiava seu pau no meu cu. Ele gemia, gemia, eu sentia aquele ardor no cu assando, me lembro de querer sair, e empinava a bunda pra trás querendo tirar o pau dele de mim, choraminguei, pedir pra parar e ele não parava só aproveitando da inocência, e metendo e me apertava… E Gozou bem lá dentro, ai ele levantou num pulo, já me vestindo às pressas, e correu pro banheiro pelado. Quando olhei gelei, minha avó estava abrindo a porta de casa, mas ela não viu nada.

A noite, era o pior momento, ele esperava eu ir pra cama, esperava minha avó vir, me beijar, trazer a água pro quarto, conversar comigo, e desligar a luz. Ele sempre de vigia, interagindo, brincando, conversando. Quando apagava a luz, ele esperava o som da porta de minha avó fechar, e ele me puxava pra perto dele. Ficava de conchinha comigo, até seu pau endurecer, e ficar roçando sobre meu pijama. Ai, ele ficava me cheirando os cabelos, e me dando beijinhos curtos na bochechas e na nuca, até eu ficar dengoso, e vinha com suas mãos bobas, deslizando pelo meu corpo, acariciando a minha pele, e bem devagar me deixava nu, em baixo do lençol. Eu já sabia que ele queria, eu me virava de frente para ele, e abraçava seu pescoço, ele me beijava de língua todo desajeitado, e se acomodava em cima do meu corpo, sobre minhas pernas abertas. Ele direcionava seu pau no meu cuzinho, já molhado pelo cuspe babento e pré gozo, e tentava até acertar no meu cu, e enfiava devagar para eu não sentir dor, ou não me mexer, ou não gritar, ai tirava, e depois voltava a enfiar, e esperava eu ficar mais calmo… meu cuzinho ia aos pouco mastigando aquela tora, se dilatando, mas a sensação de ser preenchido pelo pau do meu tio, que para mim era grosso e cabeçudo, me dava agonia de querer acabar logo, me deixava ansioso, ao mesmo tempo de pintinho duro.

Depois, ele abria minha bunda com as duas mãos, cuspia mais, e ia enfiando todo do seu pau até encostar seus pentelhos na minha pele, seus pelos encostando no meu saquinho mucho, me dava arrepios, eu gritava abafado, mas ele não gostava e tampava minha boca, e segurava minha cabeça e metia, metia, na posição de papai e mamãe. Subia aquele cheiro de bunda, misturado com pau sujo, mijo, pré gozo, impregnava o quarto. Para mim eram horas assim embaixo dele, e eu querendo descansar as pernas, queria sair, chorava, mas o ritmo do pau entrando e saindo, me prendia com suas estocadas Ele sempre forte, agressivo, me mandava calar e me dava tapinhas na boca. Me apertava os braços fortes, e às vezes ele vinha no pescoço, e aumentava o ritmo da metida. O som do ploc, ploc, ploc aumentava, e ele ficava sério, ensandecido, com o corpo rígido e pesado sobre mim, até gozar!

Quando ele tava pra gozar, para mim era um alívio, ele me virava de costas grosseiramente, colocava um travesseiro embaixo da minha cintura, e voltava a enfiar o pau bem lá no fundo, e ficava parado me segurando, me vendo remexer e derramando seu gozo no meu cuzinho. Ali mesmo ele caia sobre mim, e me agarrava pra dormir com o pau atolado, sem tirar, e dizia que acabou, enxugava minhas lágrimas, me dava beijinhos carinhosos.

De madrugada ele acorda e me arruma pra deitar de novo. Eu acordava com dores musculares, com meu cu todo assado, e tive muito problemas de evacuação, porque doía muito. Fiquei um tempo introspectivo, sem querer brincar com os amigos, mas depois eu acho que estava gostando dele, das coisas que ele fazia, e do carinho pós sexo, comecei a ter ciúmes dele com os outros, principalmente de Carol… Lembro dele numa noite me dizer que me amava, e eu sorrir e respondi que também a amava, e nos beijamos.
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