Feliz Ano Novo – Parte 2
pediu: -“Deixa eu cheirar a cabeça, Gian”- e me puxou até encostar o nariz no meu pau melado de baba misturada com o suor dele. O cheiro devia estar forte, porque chegava até mim, e eu salivava pra lamber o sovaco. Mas ele não deixou, cheirou minha rola, lambuzou o nariz todo de baba, e botou na boca. Chupou gostoso a cabeça, ele tava aprendendo por instinto e vontade, Juninho continuava olhando sem acreditar porque ele não sabia do que vinha rolando entre Gustavo e eu, e não seguiu a evolução daquela abertura de atitude. Gustavo tirou minha rola da boca e ordenou: -“Continua me chupando, Juninho”- e o moreno caiu em si e voltou a mamar. Tudo tava muito gostoso mas eu tava prestes a gozar, e sinalizei afastando de leve a cabeça do Gustavo e tirando a rola da boca dele. Ele me olhou franzindo o cenho lindamente, os lábios molhados entreabertos, falei baixo “Assim eu gozo”, me desculpando por interromper a chupada gostosa. Não resisti ao olhar pidão, me abaixei e beijei a boca molhada entreaberta, ele recebeu o beijo e me deu muita saliva com o gosto do sovaco dele que tava na minha rola. Aquilo aumentou minha vontade de lamber direto no sovaco, me abaixei e levantei o braço musculoso, afundei nariz e língua no sovaco cabeludo molhado de suor e de baba, suguei os pelos com tesão, lavei com saliva aquele tufo negro de pelos cheirando forte a homem. Ele arfava com tesão sentindo minha língua louvando a sua masculinidade e com a mão esquerda empurrava a cabeça do Juninho pra sua virilha, fazendo ele engolir mais a rola grossa até encostar os lábios nos pentelhos fartos. Porra, o moleque não engasgava, com tanta rola na boca, o pau pulsando no short e aumentando a mancha molhada. Quando acabei de limpar aquele sovaco gostoso, passei pro mamilo ereto logo ali perto e comecei a chupar com vontade, a boca cheia d’água. Gustavo contorceu-se na poltrona, apertou minha cabeça de encontro ao mamilo e ergueu o quadril pra foder de verdade a boca do Juninho. Falou: -“Posso gozar na tua boca, Juninho?”- com a voz embargada. Mas o moreno tirou rápido a boca do rolão e quase gritou: -“Não! Quero a gala toda no meu cu.”- e olhou pra cima pedindo compreensão. Gustavo riu envaidecido: “Eu posso te leitar duas vezes, moleque, na boca e no cu” – falou convencido. Juninho insistiu: -“Quero a porra toda no cu, quero muita porra no cu”- e olhou pra mim: _”Pro Gian lamber tudo”.
Fiquei louco de tesão. Me abaixei, peguei a nuca do Juninho e puxei o rosto pra mim, beijei a boca dele com vontade, procurei a língua com a minha, e o beijo veio gostoso com o gosto da rola do Gustavo. Enquanto beijava ele, fui com a mão por dentro da abertura do short, segurei o pau duro grande e melado, o pau do Juninho era maior do que o meu mas menos grosso, tava uma pedra, peguei nele todo, passei os dedos na cabeça ensopada, melei muito os dedos na baba viscosa, e desci com a mão pro rêgo, procurei o cu e ele ajudou abrindo mais as pernas. Achei o cu suado e meio aberto, queria que o Gustavo soubesse, e perguntei alto: -“Tá meio abertinho teu cu, Juninho, foi a foda com o Hugo anteontem?”- Juninho suspirou: -“Foi” – Gustavo tirou a rola da mão do Juninho e começou a apertar. Enfiei o dedo médio todo no cu do Juninho, entrou fácil o dedo melado de baba e o cu molhado de suor. Juninho gemeu e abriu mais um pouco as pernas. Gustavo viu o gesto e apertou mais a rola. Excitado por ele estar olhando falei: -“É gostoso o dedo todo dentro do cu, Juninho?”- Ele respondeu: -“É, é muito gostoso”- Com o tesão subindo pedi: -“Posso enfiar outro?”- e já fui metendo o dedo indicador, que deslizou pra dentro junto com o médio. Juninho gemeu, se abriu mais: -“Pode”- Os dedos já tavam dentro e fui enterrando mais. Juninho ajeitou-se e sentou com vontade nos dois dedos. Gustavo botou a rola em pé segurando pela base cabeluda, e vendo o olho do Juninho brilhar, a respiração acelerada e a boca molhada quase babando por aquela rola perguntei: -“Tu gosta de uma rola assim, Juninho? Grande, grossa, cabeçuda, pentelhuda?”- Acho que eu salivava tanto quanto ele. Respondeu: -“Gosto, gosto muito” – sem tirar o olho da rola. Enterrei mais os dedos e toquei na sua próstata, que eu ainda não sabia que alcançava. Juninho gemeu mais alto e segurou minha rola também em pé e toda melada. Gustavo balançou a pica imensa, perguntando: -“Tu quer ser enrabado agora, Juninho?” – O mulato moleque gostoso, já com o rabão empinado todo sentado nos meus dedos, respondeu: -“Quero, quero agora”- com voz abafada. Gustavo se soltou: -“Tem duas rolas pra vc. Gosta de ter duas rolas só pra vc?”- Juninho, que tava segurando uma rola e olhando pra outra, disse: -“Gosto, fico doido com duas rolas”- Gustavo tava aceso: -“Quer uma pica no seu cu e outra na sua boca? Ao mesmo tempo?” – Juninho tava inquieto mexendo o rabo nos meus dedos e olhando as duas rolas à sua disposição. –“Quero”. – Gustavo assumiu o comando, eu adorava quando ele fazia isso: -“Olha só, fica de quatro na cama pro Gian te comer, enquanto vc mama minha pica. Depois a gente troca, e eu acabo de te arrombar, tá bem?”- propôs ele, ciente de que tinha uma pica uns 4 ou 5cm a mais que a minha com quase o dobro da grossura. Juninho se levantou na hora e ficou de quatro na beira da cama, a posição que ele mais gostava de levar rola. Eu fui até aquele rabo grande, moreno e musculoso de moleque machinho que adora pica, me abaixei e meti a língua no cu suado já meio aberto pelos meus dedos. Juninho começou a gemer alto e falar putaria: -“Caralho, tu sabe chupar um cu, vai, me deixa doido, mete a língua, e come esse cu, cara!”- Eu linguava com força o cu moreno suado, já com muita vontade de meter, quando senti o Gustavo chegar perto, colocar o saco pesado , cabeludo e suado no meu ombro, roçando minha pele com os pelos, pedindo: -“Lambe aqui também, cheira meu saco” – Fiz o que ele pediu, cheirei o sacão gostoso e suado, lambi as bolas que ele botou junto da minha boca, voltei a chupar o cu do Juninho, fiz isso alternando umas 3 vezes, até que ele disse: -“Vai, mete nele que eu quero ver de perto” – Levantei e segurei a rola na direção do cu, ele pediu: -“Deixa eu molhar ela” – Abaixou-se sem eu esperar e botou a boca na cabeça da minha pica, molhou bem de saliva, depois levantou-se: -“Mete, come esse cu gostoso, mas não goza não, tá? Segura o gozo pra me dar depois, tu segura?”- balancei a cabeça que sim, morrendo de tesão por ele me pedir aquilo. Meti devagar no rabão gostoso, que ainda conseguia apertar minha rola se contraindo, acostumado a levar pica muito maior e mais grossa que a minha, aquilo sim, era saber dar o cu de acordo com quem come, contanto que qualquer macho saísse satisfeito e se achando o fodão. Meti me controlando pra não gozar, mas o sacana do Gustavo me abraçou por trás, ficou beijando minha nuca e roçando o cacetão duro na minha bunda, passando a mão nos meus mamilos, me arrepiando todo com aqueles beijos, com aquela pica grossa e dura forçando meu rêgo: -“Porra, Gustavo, como tu quer que eu não goze desse jeito?” – O safado ria e continuava me sarrando: -“Não, não goze no cu dele não, aí sou eu que vou gozar pra vc lamber tudo, não ouviu ele pedindo?” – Filho da puta, sabia como me atiçar. –“Hoje vc vai gozar na minha boca, viu, seu gostoso?”- Estremeci quando ouvi isso e tirei a rola do cu do Juninho, não aguentava continuar metendo com ele falando aquelas coisas e roçando a minha bunda com aquela pica. Me afastei com as pernas tremendo de tesão, me libertei daquele abraço, ele riu, o Juninho virou a cabeça pra trás sentindo falta de rola, o Gustavo perguntou: -“Quer mais pica, Juninho? Quer uma pica maior e mais grossa nesse rabo?”- O moleque respondeu, com o rosto afogueado e vermelho: -“Quero, por favor, cara, acaba de me arrombar, me dá muita pica no cu, me dá essa rola grossa, acaba com meu cu” – Ele falava descontrolado, empinava mais o rabo, o Gustavo me pediu: -“Molha a cabeça do meu pau como eu fiz com o seu”- e virou a rola pra mim. Abaixei, botei a cabeçona toda na boca, babei bastante a glande grossa e vermelha, e fiquei em pé bem junto dele pra ver a entrada. Mesmo aberto, molhado e já fodido, o cu do Juninho teve que se alargar muito mais pra receber aquela grossura de rola. Gustavo foi metendo as poucos, eu via a pica grande e grossa ir sumindo dentro do rabo moreno, até encostar a mata de pentelhos no rêgo. Ele parou, com o pau todo dentro, e enterrou mais. O Juninho gemeu alto, o dorso todo arrepiado, fui olhar o pau dele, duro, pendurado e pingando baba no lençol, passei os dedos nos mamilos pontudos e no sovaco suado, com poucos pelos mas também exalando o cheiro de mulato jovem tesudo. Voltei pra ver o vai-e-vem da rolona fodendo aquele cu, olhei o rosto do Gustavo concentrado na foda, que tesão aquele macho metendo, vi o mamilo ereto, me aproximei e comecei a chupar o bico rosado teso, bem diferente do bico marrom do moreno enrabado. Assim que comecei a mamar o mamilo dele, Gustavo acelerou a metida respirando ofegante, e nesse mesmo instante levantou o braço direito e me ofereceu o sovaco, sem falar. Enfiei o nariz no tufo negro de pelos, comecei a lamber o sovaco todo, o cheiro tava mais forte e o suor mais ácido pelo esforço da foda, o gosto meio amargo travou na minha garganta e eu tive que segurar o gôzo mais uma vez. Não me cansava de cheirar e lamber aquele sovaco que fantasiei tanto nas minhas punhetas. Parei de chupar os pelos porque ele cansou o braço e baixou. Mas eu tava muito faminto daquele macho, fui olhar de novo a metida e não resisti, abaixei o rosto até o rego do Juninho e meti a boca na mata de pentelhos, toda vez que ele enterrava a rola toda. Eu lambia os pentelhos suados e quando ele tirava metade da rola de dentro, eu lambia a parte dela que aparecia, passava a língua no corpo da rola sentindo o cheiro do cu que tava sendo fodido. Ele gostou do que eu tava fazendo e começou a meter mais devagar, tirando cada vez mais rola de dentro pra eu lamber cada vez mais uma parte maior da rola. Até que em dado momento a rola saiu toda do cu, e ele apontou ela pra mim, me oferecendo. Botei tudo que pude na boca e mamei a pica melada, com o cheiro e o gosto forte do cu do Juninho. Gustavo respirava fundo, tirou a pica da minha boca e meteu no cu de novo ela bem molhada de minha saliva. Fiquei ali com a boca esperando, sabia que ele ia fazer outra vez. Logo depois, tirou a rola toda e botou na minha boca de novo, e eu mamei gostoso, deixei molhada pra ele meter de volta. Ele fêz a mesma coisa várias vezes, e eu adorei mamar aquela pica enquanto ele fodia aquele cu, alternando mamada e metida e sentindo a pica ficar cada vez mais dura e mais grossa e pulsante. O cu do Juninho ficava tão aberto cada vez que o Gustavo tirava a rola, que me espantei por ele estar tão limpo, e ficar tão arrombado sem cagar no cacetão, já que ele não esperava levar tanta rola naquela noite.
Eu sentia que o Gustavo tava perto de gozar mas continuei mamando ele enquanto fodia, até que de repente ele me surpreendeu mais uma vez. Num momento em que tirou a pica da minha boca e meteu no cu do Juninho pela décima vez, ele me pediu em tom urgente: – “Gian, me dá uma chupada no cu como naquele dia. Quero gozar com tua língua no meu cu”. – Ele falava arfando, como quem tá perto mas quer aproveitar mais alguma coisa. Juninho ouviu e olhou pra trás surpreso, mas com uma pica daquela no rabo não se importava com mais nada. Demorei poucos segundos pra processar o pedido e a surpresa. Passei pra trás do Gustavo e me ajoelhei diante da bunda musculosa, peluda e linda. Ele diminuiu a velocidade da metida, eu abri a bunda dele com as duas mãos e enfiei o nariz no rêgo cabeludo e suado. O cheiro era indescritível, diferente do cheiro do sovaco, da virilha, do saco e da cabeça da rola. Era um cheiro tão masculino quanto os outros, mas parecia mais íntimo, mais devasso, menos acessível. Meti a língua na trilha cabeluda e espessa, procurando o cu no meio dos pelos, o gosto também era mais forte, de coisa mais guardada, mais fechada, mais suada. Meu pau pingava baba no chão, lembrando que aquele macho tinha me oferecido o cu pra eu chupar. Quando enfim encontrei o cu com a língua e forcei ela pra dentro, ele arrebitou a bunda e o pau saiu do cu do Juninho. Ele meteu de novo, a bunda se contraiu, mas minha língua não perdeu o contato, fui junto com a cara enfiada, segurando as duas bandas da bunda com o rêgo exposto, e chupando o cu com vontade enquanto ele metia, acompanhando o movimento do quadril pra frente e pra trás. A língua entrava mais quando ele recuava na metida, e ele gemia mais forte, não demorou muitas metidas, ele começou a tremer, enterrou com força a rola até o fundo do cu do amigo, eu meti a língua até onde alcancei, o Juninho urrou de tesão enquanto sentia, imaginei, 4, 5, 6 jatos ou mais de porra farta daquele garanhão saudável.
Ficamos parados assim, os três se recuperando de esforços diferentes, por um tempo indefinido. Gustavo tirou a rola aos poucos do cu muito aberto, inchado e dilatado do Juninho. A pica também inchada parecia ainda mais grossa, continuava dura e reta, toda melada de porra e ainda pingando no chão. Eu fiz o que desejei tanto e não fiz na vez anterior. Apanhei com a língua a porra que pingava, botei a boca na cabeça esporrada, chupei e lambi toda a gala que descia pelo corpo da pica imensa, limpei o saco pesado, deixei o macho todo limpo. Juninho ainda de quatro acompanhou toda a cena. E em seguida me virei pro rabo arrombado na minha frente, cheio de porra nas bordas do cu e ainda saindo de dentro. Lambi toda a beira do cu inchado, fui lambendo e engolindo a porra que saía, Juninho gemia, se punhetava e fazia força pra expelir mais gala. Gustavo olhava de perto, segurando a rola que não descia, visivelmente excitado com a cena que o fizera sair correndo do quarto no ano anterior. Quando acabei nem podia tocar no meu pau, muito duro e babado, o Gustavo me olhou e pediu pra eu me sentar na cama. Juninho não tinha gozado ainda também. Perguntei a ele: -“Como vc quer gozar, Juninho?”- Ele olhou pro Gustavo: -“Eu quero seus dedos em mim”- pediu quase humilde. Gustavo gostou do pedido. Juninho sentou sobre as pernas dobradas e empinou o rabo. Gustavo sentou na cama ao meu lado e começou a enfiar o dedo médio, muito maior e mais grosso que o meu. Entrou com folga, e logo entrou o indicador também, o Juninho gemeu e pediu mais. Começou a se punhetar, pediu mais dedos, o quarto dedo da mão grande do Gustavo entrou, o Juninho sentou com força, gemeu alto, e gozou longe atingindo a parede, esporrando na cama e nas minhas pernas. Eu tava louco de tesão, olhei pro Gustavo, ele entendeu, caiu com a boca na minha rola, passei a mão nos cabelos negros e lisos, fiz uma pressão de leve na cabeça, e não precisou mais nada. Esporrei abundante e demorado, achei que ele ia engasgar ou deixar cair fora. Nada disso, o meu macho gostoso engoliu toda minha porra até eu acabar, não perdeu uma gota, e ainda me beijou lindamente depois, sob o olhar admirado do Juninho.
Quando saímos, o primeiro dia do ano amanhecia com um sol suave e cálido sobre as árvores do sítio da Graciela. Entramos no carro e o Gustavo deu partida, apertando com carinho minha coxa. Eu estava pleno de felicidade e alegria, e não imaginava o que me aguardava de tristeza nos próximos doze meses que tinha pela frente.
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