Meu menino
Há muito tempo leio os contos e resolvi relatar minha experiência. Sou separado da minha esposa e temos dois filhos, um deles foi criado comigo. Morávamos no interior de SP em um sítio que herdei de meu pai. Pedro (nome fictício) decidiu ficar comigo pois preferia a vida no campo. Acabamos construindo uma relação muito próxima e podia notar o quanto ele era carente e frágil. Sentia medo e pedia para dormir comigo chegando no quarto pela madrugada. Percebia que ele me olhava quando saia do banho e sempre dava um jeito de ficar encostando em mim quando deitávamos para ver TV. Isso me incomodava um pouco no começo. Com meus 34 anos e ele com dez foi quando notei seu desejo sexual. Eu já estava algum tempo sem transar e com muito tesão, por isso sempre tocava uma antes de dormir. Neste dia acabei adormecendo pelado e com a barriga toda gozada. Pela madrugada senti Pedrinho chegando e abraçando meu peito peludo. Eu acordei assustado e ele disse que teve pesadelo de novo. Desceu sua mãozinha e quando sentiu o gozo ele me olhou e perguntou o que era aquilo. Sem graça eu disse que era coisa de adulto e que aconteceria com ele também daqui uns anos. O cheiro que vinha da minha pica era bem forte (não havia limpado) e nitidamente o Pedrinho entendeu o que estava acontecendo. Ele se virou de lado pedindo que eu o abraçasse. Quando fui me levantar pra ir no banheiro limpar, ele pediu que ficasse ali. Como em instinto, eu ignorei o fato que estava gozado e o abracei melando suas costas. Ele chegou para trás encostou em mim. Estranhamente meu pau endureceu encaixando na bundinha dele que estava só com um short fino destes de futebol (era nossos pijamas). Eu não conseguia dormir e um sentimento estranho me envolveu. Eu sentia tesão, mas tinha medo do que aconteceria. Então me afastei, levantei e fui me limpar. No outro dia estava um clima estranho. Pensava no que aconteceu e ficava excitado. Lembro que Pedrinho chegou da escola, almoçamos, ele me ajudou com o restante do serviço com os animais. Final da tarde eu fui tomar banho e ele entrou no banheiro comigo. Eu não tinha argumentos para que ele não fizesse aquilo e não consegui recusar o pedido de tomar banho juntos. Minha rola tinha aquele cheiro forte de pau gozado ainda do dia anterior, quando arregacei a cabeça pra mijar ele disse: “seu peru ta cheirando forte papai” e deu uma risada. Isso foi um gatilho para uma nova ereção que não consegui conter. Eu dei uma risada sem graça e disse que era porque estava passando da hora do banho. Ele já se ensaboava e quando olhei seu peruzinho estava duro. Aquilo me incomodou, mas deixei levar. Comecei a reparar ele se lavar. Passou a bucha rapidinho no meio da bunda e seguiu para as pernas. Eu tinha muitos pelos e ele todo lisinho me deixava ainda mais excitado. Não controlava mais o desejo. Resolvi intervir: “não é assim que lava a bunda menino”. Peguei o sabonete e fiz bastante espuma, me abaixei na sua frente, passei a mão por trás e cheguei até a bundinha dele “você tem que fazer assim”, eu disse abrindo sua bunda com uma mão e com a outra procurei a entrada do cuzinho. Espalhava o sabão e sempre dava uma pressionada na entradinha. Sentia aquele buraquinho bem quente e apertado. Ele sorria como quem estava gostando. Me arrisquei a enfiar um pouco o dedo e percebi que ele cedeu. Resolvi perguntar: “você gosta de meninos Pedrinho? Pode falar com o papai, não vou brigar com você”. Com o dedo na entradinha do seu cú e a outra mão apertando levemente sua bunda não havia porque ele esconder e disse: “eu e o Alex brinca de ficar pegando no bumbum e peru do outro, é gostoso”. Este foi o início de algo que nunca imaginei que aconteceria comigo. Assustei com sua segurança na resposta e minha reação foi de raiva e ciúme por saber que meu filho estava fazendo estas coisas. Me levantei sem falar nada e quando fui virar para pegar o shampoo, ele segurou meu pau e olhou pra cima. Estava latejando de tesão. Pedrinho inexperiente ficava mexendo nele sem saber nem tocar uma. Deixei-o brincar e fiquei calado. Sem me controlar gozei jatos que espirraram no seu rosto e no seu peito. Limpei o que estava em sua bochecha com o dedo e empurrei pra dentro de sua boquinha. Pedrinho sorriu e chupou meu dedo com o caldinho calado. O que eu ainda não sabia era o quanto Pedrinho já estava preparado para levar rola...
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