Isolamento com meu filho gay
Olá vou escrever aqui o que tem passado comigo.
Sou Dirceu, tenho 36 anos. Sou divorciado e tenho meu unico filho com minha ex-mulher. Vamos chama-lo de Nicolas.
Ele fez 11 anos, é um garoto muito inteligente, mora com a mãe na cidade vizinha, mas sempre esteve comigo desde nossa separação há cinco anos. Primeiro quero deixar claro que eu o amo muito mas tenho enfrentado certas situações. Não quero pedir conselhos de especialistas. Mas vi que tem muitos contos sobre pai e filho.
Bom, eu sempre soube que ele não seria hetero, devido aos seus trejeitos, também não sei dizer se é algum tipo de transgenero. Ele se veste como menino, porém muito vaidoso e efeminado, gosta de roupas estranhas da moda. Já o vi experimentando a calcinha da mãe dele uma vez que ele trouxe na mala dele, não briguei, ainda pedi desculpas por entrar no quarto dele sem bater. Mas também já achei cueca minha nas coisas dele, eu nunca soube o que dizer, apenas peguei de volta.
Ele gosta muito de mim, acho que até demais. Anos atrás ele quis me beijar na boca, eu não deixei, só dei selinho. Quando fui dormir acordei com ele beijando a minha boca. Eu expliquei que não podia fazer aquilo. Nossos banhos juntos pararam já nos seus cinco anos, eu já não fiquei mais pelado pra dar banho nele.
Ele sempre conversa tudo comigo, menos sobre esse tipo de coisa, tem poucos amigos e acho ele pouco solitário.
Eu costumava ficar de cueca em casa, mas ele ficava me olhando demais me comparou com um cara de uma revista uma vez, nem sabia que era, depois passei a evitar, e ele ficou meio estranho, como se eu estivesse com medo dele por haver algo errado nele.
Agora com esse isolamento, ele tem ficado direto aqui comigo, ele pede pra mãe e eu vou buscar, já que estou trabalhando de casa mesmo. Mesmo antes, eu tive uma namorada e ela dizia que ele tinha atração por mim, eu achava isso ridículo. Mas isso passou a ficar muito mais claro.
Esse confinamento acho que está mexendo muito com a cabeça das pessoas. Inclusive com a minha.
Nicolas tem seu quarto no meu apartamento, com banheiro conjugado com o meu quarto. Muitas vezes deitamos la pra ver tv. Ele veste shots muito curtos e camiseta apertada. Eu ponho um short de academia. Por varias vezes ele me abraça, diz que me ama, e durante os filmes ele pega nas minhas coxas vai subindo até sentir minhas bolas.
Eu pedi pra ele várias vezes pra parar, ele disse pra eu deixar de ser chato. Assim fui relaxando, até que um dia me esqueci e deitei só de cueca mesmo pra dar uma respirada, e ele já veio em cima. me abraçando. Até ai tudo bem, mas eu cochilei e acordei com meu pau duraço na cueca, ele com o rosto no meu peito. Eu tentei agir normal, ele disse que eu havia perdido a parte boa do filme e senti sua mão passar por cima da minha ereção. Eu não queria fazer ele se sentir mal, mas eu estava sem graça. Meu pau pulava na cueca, Ele me perguntou como eu fazia pra ele mexer assim.
Dai e me dei conta de que ele não devia saber nada direito dessas coisas mais íntimas. Pude perceber que ele também estava duro, eu me senti excitado em ver meu filho perguntando sobre minha ereção. Eu expliquei de forma didática, ele disse que não sabia que o meu era desse tamanho, o dele não era assim. Nessa hora eu vi que ele precisava de mais conversas e mais abertura comigo. Eu passei a levar no bom humor, sem ficar me assustando ou pensando demais. Ele pois a mão por cima e sentiu melhor meu membro, como se estivesse pegando numa banana.
Eu conversei com ele, dizendo que era normal ele estar curioso e que podia se abrir e perguntar as coisas pra mim. Ele pediu pra ver como era. Eu quis agir naturalmente, como se não fosse nada demais. e baixei minha cueca. Eu disse que nunca tivemos essa proximidade e que foi falha minha. Ele quis pegar e eu deixei. No começo não quis admitir que foi gostoso. A gente tem ficado muito tempo junto isolados e isso está mudando as coisas Depois eu falei pra ele quando ele se sentir a vontade, a gente fala mais sobre essas coisas. Eu fiquei pouco envergonhado. Assim foi aquela semana. E Nicolas e eu passamos a ter um tipo de relação que eu não estava acostumado e que tem me causado muitos conflitos. Essa história de isolamento, depois conto mais coisas.
Até logo.
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