Bruninho trans ao 10 anos
Para mim trans é veado ou gay seja o que for.
Me chamo José tenho 24 anos sou de MG, e procurei melhorar minha vida, vim para SP, minha irmã se prontificou a ajudar nesses primeiros tempos.
Meu relato é verídico, não é um conto fantasioso de sexo, espero que curtam.
O início foi complicado, ouvir Bruninho meu sobrinho, aos 10 anos se assumir como trans, sair de casa como menino e brincar em casa vestido de menina, calcinha, top, shortinhos minúsculos socados na bundinha, bonecas e joguinhos de menina me deixaram sem jeito, assistir a minha irmã lhe dar banho, o pentear, maquiar e usando perfume feminino, me deixou surpreendido.
Maria minha irmã tem mais 8 anos do que eu é divorciada, enfermeira, tem bons conhecimentos sobre essa cena de trans e notou que eu não conseguia perceber o que ela estava fazendo com o filho.
Sozinhos em casa, me falou que queria ver seu filho feliz, se era assim que ele se sentia não ia fazer nada para impedir e precisava de minha ajuda, fiquei gelado, não me estava vendo metido nessa cena, mesmo lhe dizendo que ainda era um menino ela não acreditava que idade fosse impedimento, não sou burro e deu para entender que minhas opções eram simples, ou aceitava ou o melhor seria dar o fora de casa dela o que era bem complicado para mim por questões financeiras.
Mana não sei como posso ajudar.
Ela me olhou sorrindo, percebeu bem o que eu estava querendo dizer.
Deixe Bruninho se abrir consigo, o trate como ele gosta e vai ajudar.
Bom, não preciso alongar mais, a coisa estava ficando complicada e entre aceitar um sobrinho veado e te de procura vida, optei pela primeira.
Num fim de semana, o garoto cismou em dormir comigo, fiquei sem jeito e mais quando minha irmã me falou que ele precisava de conhecer o contato masculino, depois a sós os me confidenciou que receava que ele na sua inocência pudesse agir de coração e ser molestado por algum safado.
Jo deixe ele mostrar se quer estar consigo, converse com ele e deixe ele se descobrir, confio em si.
Vou fazer o melhor que puder, respondi eu não vendo outro jeito de sair daquela enrascada.
Ver meu sobrinho vestindo um babydoll sem nada por baixo isso me deixou ansioso e senti um arrepio em meu corpo, dei espaço para ele, se deitou sem procurar contato e respirei fundo, talvez eu estivesse exagerando.
Começamos conversando primeiro sobre a escola, depois sobre minha infância em MG, até que o inevitável aconteceu.
Titio sabe que sou trans né ?
Sei Bruninho mas o tio percebe pouco dessas coisas.
Aí ele começou falando que se sentia menina, a única coisa que não tinha era pepekinha.
Eu tenho peitinhos quer ver ?
Deixe estar, depois mostra, falei eu me sentindo nervoso com o papo.
Eu mostro. Levantou o babydoll e abri a boca de espanto, ele tinha uns peitinhos pequenos, não era gordo e aquilo era mesmo peitinhos.
Gosta titio.
É… tem mesmo peitinhos.
Ele riu e falou que a mãe o vai ajudar para ficarem maiores, quando for mais velho sabe.
Pois se quer assim.
Quero ter peitos como as meninas.
Se deitou de novo e senti ele se chegar para mim e fiquei tenso.
Titio pode me abraçar? Pediu ele com voz dengosa.
Precisa é ?
Gosto mamãe me abraça antes de eu adormecer.
Tá bom falei eu sentindo meu coração batendo forte, colocou sua cabeça sobre meu braço, se virou para mim e passou um braço e uma perna sobre meu corpo, ficou colado a mim, sua respiração quente batia em meu pescoço.
È gostoso estar assim consigo titio, disse ele em voz baixinha e dengosa.
Tá bom Bruninho, agora durma.
Titio ?
Sim, diga.
Tem namorada ?
Terminei quando vim para aqui viver.
Ele se apertou contra mim se aconchegando e me deixando cada vez mais descontrolado.
Titio ?
Sim Bruninho depois vamos dormir.
É bom namorar?
É.
Ele suspirou e se apertou ainda mais contra mim.
Eu vou namorar, disse ele.
Pois…
Ficámos em silêncio, ele continuava coladinho a mim, se mexendo de quando em quando, percebi que não estava dormindo e me deixei ficar quieto respirando devagar, se mexeu de novo quase subindo para cima de mim, o babydoll tinha subido senti o contato de seu corpinho quente e meu pau deu sinal, o que me deixou ansioso, Bruninho se ajeitava quase sobre mim, sua mãozinha desceu e tocou meu boxer, estremeci ele ia notar meu pau a crescer, começou passando a mão sobre o volume e aí não parou de subir.
Seu pilu está subindo titio. Falou ele com vozinha melosa.
Não respondi, pensando no que iria acontecer.
Foi como que um sinal para ele continuar acariciando até minha vara ficar dura de tesão, ele soltou um gemidinho quando a apertou por cima do boxer.
Está duro seu pilu, falou ele sem que eu respondesse, só minha respiração mais forte me traía.
Meteu a mão dentro de meu boxer e segurou minha vara.
Não faz isso Bruninho, falei eu me sentindo descontrolado.
Não é bom titio ?
Não é isso Bruninho tu é muito novinho.
Me deixa ver titio ?
Não vou acender a luz. Falei eu.
Puxou o lençol para trás, segurou o elástico de meu boxer e pediu para eu ajudar a tirar, levantei meu quadril e ele puxou, meu pinto soltou duro, a penumbra do quarto foi o suficiente para ele saber onde segurar.
Titio seu pinto está duro, repetiu ele.
Você o fez ficar duro, mas preciso dormir.
Ele riu, e começou manipulando meu pau, subindo e descendo, se deitou com a cabeça em minha barriga e continuou me punhetando.
Sem conseguir me conter soltei um gemido quando fez mais rápido.
Gosta assim titio ?
Porque está fazendo isso ? Perguntei eu sentindo que não ia conseguir me controlar e a coisa ia rolar sem eu evitar.
Gostoso sentir seu pilu subindo na minha mão.
Continuou me punhetando, minha vara começou babando sua mãozinha, me arrepiei todo e soltei um gemido fundo quando senti sua boca na cabeça da vara.
Ai Bruninho não faz isso, mas não fui capaz de o repelir, estava sendo delicioso demais e começou a beijar, lamber, sua boquinha abocanhou a cabeça da vara enquanto me punhetava, dava pequenas chupadinhas que me faziam arrepiar todo e gemer alto, continuou mamando, por vezes metia mais um pouco da vara e voltava à cabeça sugando.
Não esperava que fosse assim, mamava como uma mulher e esqueci que era um garotinho, só queria gozar e deixei ele mamar até esporrar, só tive tempo de puxar sua cabeça e esporrei em golfadas melecando sua mãozinha que não largava, minha rola e ofegava e gemia alto, ele não parava de me punhetar mesmo depois de esporrar e isso me fazia contorcer como se tivesse levando choques elétricos.
Ai…Bruninho..pára um pouco…gozei…pára.
Ai ele parou se deitou por cima de mim, procurou minha boca e me beijou, estremeci
quando senti sua linguinha entrando na minha boca, não queria acreditar um garotinho de 10 aninhos, sabendo meter a língua.
Não beijei muito tempo, me sentia extenuado depois de gozar e fiquei me recompondo com ele sobre meu corpo, me beijando repetidamente dizendo que me estava amando estar comigo.
Passados uns dias acabei por comer meu sobrinho pela primeira vez, os detalhes ficam para a próxima.
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