Ofereci minha filha novinha para meu amigo
Quando a Bia saiu na portaria, ela veio correndo e pulou no meu pescoço com as pernas entrelaçadas na minha cintura, foi o abraço mais gostoso que eu tinha ganhado até aquele dia. Ela estava de calça jeans, uma blusinha branca com a barriguinha de fora e uma jaqueta jeans. Ela ainda usava maquiagem no rosto mas não estava de batom, pois ela adorava essas coisas. A mãe dela sempre quis que ela fosse modelo, então sempre andava bem arrumada e maquiada, sempre tirava muitas fotos de onde ia.
Coloquei ela no banco de trás do carro, me despedi da minha ex e seu novo marido, dei a partida no carro e virei a esquina. Nessa hora ela já pulou para o banco da frente e começou a passar a mão na minha perna. Quando parei no semáforo ela pulou em cima de mim e começamos a nos beijar, minha sorte que o carro tem vidros escuros. Resolvemos passar no shopping para lanchar e dar uma volta. Levei ela no McDonald's e depois fomos para os brinquedos. Ficamos lá até quase umas 22h, quando resolvemos ir embora. Dentro do shopping ainda, quando a gente ia para o estacionamento, encontrei o Robson, um grande amigo meu que trabalhava lá como segurança.
- Quem é essa princesa que tá com vc Carlos? - Perguntou Robson
- Essa é a Bia, minha princesa, ela vai passar as férias comigo. Fala oi pro tio - Respondi
- Oi tio - Falou a Bia
- Oi princesa, tudo bem com você? - Disse o Robson
- Sim sim, e com você? Papai, ele trabalha igual a você trabalhava, eu posso tira uma foto com ele assim também? - a Bia se dirigindo a nós dois
- Se o Tio Robson deixar, sim - Respondi
- Vamos sim, sem problemas. - Robson
Ela ficou ao lado dele e comecei a tirar as fotos com meu telefone, ela dizia que ele era seu segurança particular. Eu mandava ela fazer poses, tirei várias fotos e mais fotos, ambos riam e se divertiam depois das fotos. Logo nos despedimos e fomos para o estacionamento, ela sentou no banco de trás, mas logo que saímos do shopping ela pulou para o banco da frente e começamos a nos beijar novamente. Quando chegamos em casa já era tarde, falei pra ela que eu ia tomar banho e perguntei se ela viria comigo, ela disse que sim. Nos pegamos em baixo do chuveiro, eu beijava a boquinha rosinha dela, chupava seus mamilinhos rosadinhos, apertava aquela bundinha gostosa que ela tem. Depois a peguei no colo a suspendi até colocar suas pernas nos meus ombros e comecei a chupar sua bucetinha. Ela puxava meus cabelos, apertava minha cabeça contra sua bucetinha, se contorcia e gemia muito gostoso, perecendo uma melodia. Depois a coloquei novamente no chão e mandei chupar meu pau. Ela caiu de boca sem hesitar, chupava a cabeça do meu pau bem devagar com aquela boquinha pequena, molhada e quente. Cada vez mais ela ia colocando meu pau pra dentro da sua boquinha, até se engasgava as vezes, mas não conseguia engolir ele todinho, meu pau ficou todo babado de escorrer pela mãozinha dela. Ela fazendo esse movimento do boquete me fez gozar na sua boquinha e ela amostrou minha porra dentro da boca antes de engolir, depois ela ainda abriu a boquinha pra amostrar que tinha engolido tudinho. Terminamos nosso banho e fomos dormir juntinhos.
Acordei primeiro que ela e fui preparar o café da manhã. A Bia acordou depois, vestiu uma camisolinha e veio sentar no meu colo, me deu um beijo na boca e começou a tomar seu café da manhã que eu tinha preparado. Logo ela me perguntou se meu amigo Robson vinha aqui na minha casa, eu disse que as vezes sim. Então ela me perguntou se naquele dia ele viria na minha casa, eu disse que talvez não, porque não tinha convidado ele para aquele dia. Ela fez cara de desapontada, percebi que a carinha dela tinha mudado quando falei que poderia chamar ele para ir lá a hora que ela quisesse, ela sorriu abertamente e disse que poderia ser qualquer dia. Então eu falei para ela que seria neste mesmo dia, pois sabia que ele estaria de folga.
Liguei para o Robson e o chamei para vir aqui na minha casa tomar umas cervejas comigo, ele concordou. Para minha surpresa, a Bia foi se arrumar, ela colocou um shortinho de lycra preto que aparecia a polpinha de sua bundinha e um topzinho branco que só tapava a parte dos seus mamilinhos. Ela arrumou os cabelos, passou um batom vermelho, lápis nos olhos e ficou no quarto esperando ele chegar.
Quando ele chegou, mandei ele entrar e ficar a vontade, pois só estávamos eu, ele e a Bia. Ficamos conversando na sala, assistindo tv, sentados no sofá. A Bia não saiu do quarto até eu chamar ela, isso só depois de Robson tomar 3 latões de cerveja. O Robson é moreno, tem 1,85 de altura, uns 95 quilos, malhado também, cabelo preto e olhos pretos. Quando a Bia saiu do quarto ela veio em minha direção e se sentou no meu colo.
- Olha quem veio aqui te ver princesa - Falei
- Oi tio - Bia
- Nossa, você tá linda - Robson
- Obrigada - Bia
- Você acredita que essa menina já tem namorado - Eu
- Serio? Robson
- Sim. - Bia
- Cara de sorte né?! - Robson
- Muita sorte, imagina ele beijando essa boquinha linda. - Eu
Nessa hora, virei o rostinho da Bia e dei um beijo na boquinha dela.
- Que isso cara, não faz isso.- Robson
- Não tio, tá tudo bem - Bia
- Relaxa Robson, estamos em casa. Acho que o tio tá precisando ganhar um beijo seu também - Falei para a Bia.
Ela saiu do meu colo e ficou de pé na frente dele entre suas pernas, segurou no rosto dele e puxou para dar um beijo na boca dele com aquele batom vermelho, ele não hesitou. Depois deles trocarem alguns beijos, me aproximei dela por trás e tirei seu top enquanto eles se beijavam. Comecei a acariciar seus peitinhos, sua bundinha e passava o dedo na sua xotinha. Resolvi tirar seu shortinho, ela tinha colocado ele sem calcinha. Deixei ela peladinha na frente dele e ele ficou sem saber o que fazer.
Nessa hora tirei minha roupa e fiquei de pé ao lado dela com meu pau quase no rostinho dela, ela segurou e começou a chupar meu pau e passar a mão no pau dele. Ela chupava muito gostoso, como tinha visto em vários vídeos. Aquela boquinha pequena com batom vermelho abocanhando meu pau, passando a língua pela cabeça me deixou louco, ela ainda tentava engolir ele colocando na boca até o limite que aguentava, quando então se engasgava.
Ele passava a mão pelo corpinho dela, pela xotinha, quando ela mandou ele se levantar e tirar a roupa também. Ele ficou do meu lado, o pau dele era maior que o meu, ele disse que tinha 22cm quando perguntei. A Bia se revezava com os paus na boca, ora com o meu, ora com o dele. Ela tentava ir fundo com eles na boca, sempre se engasgando, a baba escorria pela sua boquinha e caia sobre seus mamilos rosadinhos e chegava até a sua bucetinha, a maquiagem já estava toda borrada, o lápis que ela tinha passado nos olhos já tinha escorrido sujando seu rostinho de anjo.
Resolvi colocar ela deitada no sofá com as perninhas abertas e a cabecinha pendurada para facilitar a entrada do meu pau em sua boquinha enquanto o Robson chupava a bucetinha dela. Ela gemia com meu pau em sua boca, tremia e se contorcia. O Robson resolveu enfiar um dedo na bucetinha dela. Foi então que ela soltou um gritinho e começou a choramingar. Ele puxou o dedo sujo de sangue, pois acabara a virgindade da minha filha. Falei que queria ver aquela bucetinha sangrando, nessa hora até a Bia riu, troquei de lugar com o Robson. Enfiei o dedo na bucetinha dela, era muito quente e apertada, não resisti e comecei a pincelar o pau na portinha daquele paraíso enquanto ela chupava o pau do Robson.
Ele segurava a cabecinha dela com as duas mão, para ela não virar o rostinho enquanto ele tentava socar o pau na gargantinha dela. Eu comecei a meter meu pau naquela bucetinha com calma para não estragar o brinquedo. Primeiro coloquei a cabeça, depois fui socando devagar, sem pressa. Comecei a tentar ir mais fundo ela tremia e se contorcia enquanto gemia. Perguntei ao Robson se ele queria experimentar também. Ele pulo pra cima do sofá enquanto eu limpava meu pau na minha cueca.
Coloquei a Bia para mamar de novo, ver aquele rostinho, todo babado, os olhinhos azuis dela já estavam vermelhos, com a maquiagem destruída me encheu mais ainda de tesão. Coloquei meu pau na boquinha dela, o Robson começou a socar devagar na bucetinha dela. com uma mão ela tentava me empurrar para não sufocar ela, e com a outra o Robson, mas era em vão. Ele ia metendo bem devagar, a cada metida ele tentava ir mais fundo, ela se contorcia toda. Eu ia fazendo o mesmo na boquinha dela, colocava tudo que conseguia e tirava para ela respirar.
Resolvemos colocar ela de 4 no sofá. Troquei mais uma vez com ele. Comecei a meter devagar naquela bucetinha, enquanto ela chupava o pau dele. Eu metia devagar e fundo naquela bucetinha perfeita enquanto brincava com o dedo na portinha do cuzinho dela, resolvi dar um tapa na bundinha branca dela que ficou com a marca da minha mão. Ela chupava o pau dele sem parar, tentava ir fundo com a boquinha. Robson disse que queria comer ela assim também, mais uma vez trocamos.
Limpei meu pau mais uma vez e coloquei ela pra chupar, ela tentava ir fundo, se engasgava e a baba escorria pelo meu saco. Robson ia metendo fundo sem pena dela. Nessa hora as pernas dela amoleceram, ela já não aguentava mais.
Colocamos ela sentada no chão encostada no sofá, mandamos ela chupar nosso pau. Ela já estava morta de cansada, ela só abriu a boquinha e nós nos revezamos metendo o pau na boquinha dela pra ela chupar. Gozei primeiro um jato de porra dentro da boquinha dela, mandei ela esperar o Robson gozar também para ela engolir nossa porra junta, ele gozou fora da boquinha dela, na altura do nariz que foi escorrendo para a boca. Ela passou os dedos no rosto para limpar, engoliu a porra todinha, depois abriu a boquinha pra gente ver que ela tinha engolido e depois lambeu os dedos.
Depois disso fomos tomar banho. A Bia caiu apagada na cama, o Robson foi embora prometendo voltar. Eu arrumei a bagunça. No outro dia a Bia acordou um pouco mal, pois nunca tinha dado antes e logo para dois desse jeito. Ela me beijou e se sentou para tomarmos o café da manhã juntinhos, ela disse que me amava e que eu era o melhor pai do mundo. Perguntei pra ela se ela queria repetir, ela disse que sim. Isso fica para o próximo conto
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