Meu Pai e Meu Primo 5
Conto sobre quando meu pai começa a comer meu primo de 12 anos e eu percebo tudo e tenho muitos ciúmes e vontade de estar no lugar do primo.
Recomendo ler as outras partes pra entender.
Como contei na última parte, eu por mais que não queria meu pai e primo juntos eu sentia muito tesao e curiosidade de vê-los juntos e dava meu jeito de me esconder, fingir que tava dormindo pra presenciar as safadezas deles.
Acho que nesse ponto eu sentia metade ciúmes e metade tesao e curiosidade.
Eu estava contando os dias pra minha mãe voltar e eu ter paz, pois sabia que com minha mãe em casa, eles não fariam mais nada.
Nessa última semana antes de minha mãe voltar, minha tia mãe do meu primo ligou pro meu pai e disse que viria passar um tempo com a gente, pois sentia muita falta do filho e precisava ficar longe de casa e dos problemas da separação.
Eu fiquei muito feliz com a notícia pois sabia que eles iam parar com aquela safadeza toda.
Minha tia viria no outro dia pra casa e acho que meu pai queria dar mais uma antes da minha tia chegar e acabar com a festa deles.
Eu e meu primo dividíamos o meu quarto, eu dormia na cama e ele dormia na cama auxiliadora que saia de baixo da minha cama.
Eu sempre dormi pesado e lembro de ter visto meu pai de cueca o chamando pra ir com ele, mas como tava dormindo pensei que estava sonhando e não acordei.
Acordei um tempo depois e meu primo não estava fui procurá-los pela casa e percebo que eles estavam no banheiro, fico ouvindo pela porta e só escuto a putinha do meu priminho chupando meu pai e acho que cheguei quase no final, pois não se passou nem dois minutos e escuto meu pai gemendo alto e mandando meu primo abrir a boca que ele ia gozar.
Pai: isso safado, engole tudo a porra do tio.
Primo: te amo Tio.
Pai: agora vamos nos limpar e dormir, e não se esqueça, isso você não pode falar pra ninguém nunca. Senão nunca mais vamos poder fazer nada.
Primo: Prometo tio. Ninguém nunca vai saber.
Escuto eles se limpando e corro pro meu quarto.
Finjo dormir, meu primo se deita e dorme.
Passando um tempo eu me levanto bem devagar e vou ao banheiro queria achar algum restigio (não me perguntem o porque que fiz isso)
Ao chegar ao banheiro, vejo muito papel higiênico com porra, e no azulejo vejo uns jatos de porra que espirrou e meu pai não deve ter visto pra limpar.
Passo meu dedo e cheiro, foi a primeira vez que cheiro e vejo porra, não era muito, mas era grosso e cheirava como cloro, tinha cara de nojento, mas me excitou muito, quando percebi eu cheirava muito aquilo que estava grudado no meu dedo e só de imaginar que saiu do pauzão enorme do meu pai me dava mais tesao ainda e coloquei na boca e senti muito tesao, foi a melhor sensação do mundo e foi quando descobri que adoro porra e queria sentir aquilo saindo de um pau direto na minha boca. Fui dormir satisfeito.
No outro dia minha tia chegou, meu primo voltou a ser aquele menino inocente e estava feliz por estar com sua mãe de novo, meu pai disfarçava bem e ninguém diria que ele passava a rola no meu primo.
Os dias passaram e meu pai estava até me dava mais atenção, mas acho que ele não imaginava que eu tinha o instinto de putinha até mais aflorado que o meu primo, então ele nunca me via como uma presa, mas sim apenas como seu filho amado.
No final de semana minha mãe voltou de viagem e eu nem ficava mais tenso com meu pai e primo, pois eles pareciam não se arriscar com toda aquela gente em casa.
No próximo final de semana meu pai falou de uma festa dos amigos bombeiros dele e que ele iria,
Minha mãe fala: leva os meninos aí eu posso sair com minha irmã e ir no salão e essas coisas que mulheres gostam de fazer.
Meu pai concordou e iríamos os 3 e dessa vez meu pai foi dirigindo. Fui no banco da frente e tava até que feliz pois adorava ir nessas festas dos amigos do meu paí.
Quando estávamos perto da chácara, meu primo me solta tio, quando vc vai me ensinar a dirigir?
Pai: você ainda tá muito pequeno, nem vai alcançar o volante, só se você for no meu colo.
Me fervi de raiva. Eles já iam começar com a putaria de novo.
Primo: Oba, eu quero, sempre quis dirigir.
Pai encosta o carro na estrada de terra que dava ao sítio e fala que deixa ele ir no colo pra ele sentir como que dirigi e quando ele for maior ensina-o e da uma risadinha no canta da boca.
Eu ja falo: tbm vou querer então!
Pai fala, tá bom um pouco pra cada.
Meu pai ajeita o banco do carro, tira o cinto de segurança coloca meu primo no seu colo, e antes do meu primo sentar eu vejo que disfarçadamente ele colocou a rola dele pra cima.
Quando meu primo sentou a rola do meu pai ficou bem encaixado no reguinho do meu primo, se eles tivessem sem roupa uma rebolada e a rola entrava e meu pai foi dirigindo e deixando meu primo mexer no volante. Ele tava adorando ir rebolando ali e percebia que meu pai tbm ia mexendo seu quadril disfarçadamente. Eles eram muito atrevidos, será que eles pensavam que eu não percebia aquilo.
Meu primo acho que nem tava ligando pra dirigir, só tava aproveitando a linguiçona quente esfregando na bunda dele.
Chegou uma hora que meu pai mexia muito o quadril que tava na cara que se eu não tivesse ali ele ia parar o carro e meter a rola no cuzinho do meu primo.
Eu como conhecia o caminho já sabia que estávamos chegando e falei, ah já estamos quase chegando e eu não dirigi ainda.
Meu primo torce o nariz como sempre e meu pai fala: verdade vamos trocar pro Pedro dirigir um pouco.
Eu fui todo feliz pra sentar no colo do meu pai, ao sair do carro e ir pro outro lado vejo meu pai arrumando a rola dura e colocando rente a barriga e por dentro da calça, sabe quando colocamos pra cima pra ninguém perceber que tá duro.
Acho que ele não queria esfregar o rolão duro na bunda do filho amado dele.
Mas ao sentar eu me acomodei ao máximo pra sentir a rola dele e como já descrevi antes, meu pai tem um pau até que grande e grosso, mesmo ele não querendo eu senti e foi uma sensação muito boa. Acho que meu pai percebeu que eu tava me encostando nele mais do que necessário e ficou confuso.
Chegamos na chácara e ao descer do carro percebi que o pau dele ainda estava inchado, não sei se foi por mim ou ainda pelo meu primo, pois na minha vez nem dirigi por 5 minutos e já chegamos.
Como essa festa só foi no dia nada mais aconteceu.
No outro dia resolvemos ir de trem em umas lojas que meu pai ia comprar uns brinquedos pra gente pois era pro dia das crianças.
Na ida foi tranquilo, mas na volta era horário de pico, muita gente no metrô, meu pai já encoxou meu primo e me deixou ao lado dele e estava muito cheio, não passou nem dois minutos meu pai já tava encoxando meu primo, disfarçadamente eu via seu pau duro se esfregando na bunda que meu primo fazia questão de arrebitar. Eu fingia que não tava olhando pra não dar na cara, mas em um certo momento vi que meu pai tirou o pau pra fora e abaixou um pouco o shorts do meu primo, meu primo na ponta do pé e meu pai enfiando o pau nele ali dentro do metrô, meu coração tava a mil e se algum visse, mas tava tão apertado que o povo nem conseguia virar a cabeça, mas como eu era pequeno conseguia olhar e ver que meu pai tava comendo aquele safado ali dentro.
Eles não faziam muitos movimentos ou barulhos, meu pai só abriu a calça e com a rola no cuzinho dele, deixava o movimento das pessoas e do trem fazer o resto do trabalho.
Eu estava muito nervoso e com muito tesao nessa adrenalina.
Meu cuzinho piscava com vontade de estar no lugar do meu primo.
Quando estava pra chegar na nossa estação, vejo meu pai guardando a rola calça e erguendo o shorts do meu primo que estava sorrindo a toa.
Em casa como sempre fingindo que nada acontecia e eu guardava o segredo deles pois na esperança de um dia eu poder ser o felizardo.
Nós estávamos pra entrar de férias e minha tia avisou que eles iam voltar pra cidade deles, sem surpresa nenhuma, meu pai ficou bravo com ela e disse que não, pois iria atrapalhar os estudos dele e a situação dela do divórcio não estava finalizada.
Mas eu bem sabia que era pra eles continuarem trepando.
No final decidiram que ela ia levar ele nas férias e depois voltava.
Minha mãe pediu uns dias de folga pra levá-los e aproveitar pra visitar meus avós e queria que eu fosse junto.
Geralmente eu iria adorar a ir. Mas queria um tempo do meu primo e falei que queria ficar com papai.
Eles foram e eu dei graças a Deus e estava feliz com isso. No primeiro dia papai volta do trabalho e eu pedi pra dormir com ele, mas nada acontece. Sentia ele meio chateado, seria medo do meu primo não voltar?
No segundo dia depois do trabalho, jantamos e papai começa a beber assistindo uns esportes dele. E cai no sono no sofá, ele estava lindo, apenas de cueca branca, aquele pacotão de rola. Eu o chamo pra ir pra cama e ele nem se mexe.
Resolvi aproveitar da oportunidade e pelo menos tocar no pau dele por cima da cueca. Ele nem se mexia, fiquei passando a mão por cima, que coisa gostosa, aquilo que era rola, queria muito pra mim, cheguei com a boca bem perto e aquele cheiro de rola limpa que acabou de ser lavada com sabonete me seduziu e quando menos percebi eu já estava tirando pra fora e punheta do devagarzinho. Como ele não se mexia eu resolvi colocar na boca, mesmo mole.
Comecei a chupar e aquilo foi crescendo na minha boca, eu chupava que nem um picolé, tirei todo o atraso da vontade que tava, não tava nem me
Importando de ele acordar e me pegar. Fiquei chupando horrores e tava ficando duro, mas chegou uma hora que ele tava roncando e virou pro outro lado. Foi aí que percebi que ele tava dormindo mesmo e resolvi parar. Me encostei ao lado dele e dormi abraçando ele.
Acordei no outro dia e já estava na minha cama. Ele provavelmente acordou e me levou pra cama.
Eu estava muito feliz, mesmo que ele não sabia, mas pelo menos eu chupei aquela rolona.
Continua…
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