LAMBUZADO DE PRAZER
Há algum tempo, uma senhora minha amiga decidiu abrir seu próprio negócio; Hermenegilda, ou simplesmente Gilda, após a morte do marido e ao setenta anos, empreendeu em uma pequena loja de bolos artesanais; como a única mão de obra consiste na própria Gilda e em sua neta Luísa, a produção é pequena e apenas para ser vendida no mesmo dia, já que ela não tem espaço para armazenamento em grande escala. Suas receitas são poucas, mas todas com enorme sabor e excelente apresentação. Eu me habituei a consumir seus produtos e assim nos tornamos amigos.
Em uma certa ocasião, encontrei Gilda desesperada, pois recebera um pedido para ser entregue na lanchonete situada dentro de um hospital instalado na região; sua principal preocupação estava relacionada justamente com a entrega, já que não possuía habilitação e muito menos veículo; sensibilizado com a situação, me ofereci para fazer a entrega e Gilda ficou muito agradecida.
Dali em diante, sempre que ela tinha uma entrega contava com a minha ajuda e eu sempre procurava ajudá-la, aproveitando meu tempo disponível; durante nossos encontros as conversas giravam sobre assuntos variados e eu sentia que Gilda deixava transparecer uma discreta insinuação sobre algo mais libidinoso; decidi pagar para ver e entrei no seu delicioso joguinho de palavras. “Uau, menino! Você está muito gostoso hoje, hein?”, dizia ela com tom brincalhão, embora houvesse algo mais na frase. “Gostosa é você! Olha que um dia desses te levo pra cama, viu?”, eu respondia com o mesmo tom.
A partir dessa nova etapa em nosso relacionamento, eu passei a prestar mais atenção em Gilda: baixinha, um pouco acima do peso, peitões oferecidos cintura mediana e uma bunda interessante; seu rosto era suave com lábios finos e olhos castanhos sempre vivos; tudo isso além do sorriso fácil, o bom humor e o jeito sapeca de ser faziam dela uma mulher com seus atrativos. Essa visão e nossas brincadeiras foram ganhando um ar mais íntimo, mesmo que eu ainda sentisse nela uma certa resistência a liberar geral.
O primeiro acontecimento que serviu de estopim para o que viria a seguir aconteceu em um dia quente de verão; Gilda havia me enviado uma mensagem pedindo ajuda e eu não apenas respondi como corri para sua lojinha. Ao entrar na cozinha, tomei um susto! Tudo estava muito quente em seu interior e ela suava as bicas. “O que aconteceu, Gilda? Porque está tão quente aqui?”, perguntei em tom preocupado.
-Meu ar-condicionado portátil quebrou e esse ventilador só serve para espalhar bafo quente! – resmungou ela ainda lidando com o forno – E a porta dos fundos não abre de jeito nenhum!
Procurei resolver o que considerei mais urgente; fui até a tal porta e consegui abri-la; em seguida, peguei o carro e voltei para casa e de lá lhe trouxe o meu circulador de ar; enchi o reservatório com água gelada e liguei; em alguns minutos o clima dentro da cozinha amenizou.
-Puxa! Você é meu salvador! – comemorou ela em tom exultante – Olha só como estou molhada? Não sei o que faço! Ela exibia as roupas com manchas de suor com uma expressão bem safadinha.
-Tira a roupa, ué! – exclamei ante o olhar estupefato de Gilda – Só estamos nós dois aqui e sua neta não vem hoje …, então …, qual o problema?
Por um momento Gilda hesitou e eu cheguei a pensar que ela não gostara muito da minha sugestão; entretanto, no momento seguinte, Gilda tirou o avental e livrou-se das roupas suadas, permanecendo apenas com calcinha e sutiã. Olhei para a calcinha e pirei ao notar que era tão minúscula que quase desaparecia entre as deliciosas dobrinhas da viúva. Sem cerimonialidade, Gilda recolocou o avental e meu deu as costas voltando para seus afazeres e me deixando doido exibindo seu traseiro suculento cujas nádegas engoliam a lingerie.
Resisti o quanto pude, mas dei-me por vencido, me aproximando dela apalpando e apertando suas nádegas. “Que é isso, menino abusado? Onde já se viu meter a mão na minha bunda!”, reclamou ela sem muita convicção. Não recuei e prossegui bolinando a bundona de Gilda que parecia gostar da provocação. Enlacei-a com os braços e meti a mão por baixo do avental bolinando seus peitões cujos mamilos estavam durinhos.
-Ahhh! Não faz isso! Não pode! Você é casado! – disse ela com voz embargada e segurando um gemidinho.
-Sou casado sim, mas não sou capado, sua safadinha! – respondi sussurrando em seu ouvido enquanto beijava sua nuca.
Sem esperar por mais nada, abaixei minha bermuda e comecei a esfregar a rola dura nas nádegas de Gilda que em retribuição inclinou-se mais sobre o balcão, abrindo um pouco as suas pernas. Imediatamente, eu me ajoelhei, abri as nádegas com as mãos e passei a linguar cu e buceta ao mesmo tempo; Gilda tremelicou e gozou …, uma …, duas …, três vezes …, e mais!
A mulher tremia e gozava gemendo e suspirando me estimulando a continuar a saborear o cu e buceta dela; estava tudo muito bom e eu não tinha nenhuma intenção de parar com o banho de língua na velha safada. Somente após muito tempo, eu levantei e me preparei para meter rola em Gilda. “Abre mais, putona! Puxa as nádegas que vou meter pica nessa bucetona!”, murmurei enquanto esfregava meu pau entre as nádegas rechonchudas. Ela estava hesitante e parecia ter medo de seguir em frente na nossa sacanagem.
Finalmente, passados alguns minutos, Gilda atendeu ao meu pedido e eu parti para o ataque, metendo rola em sua buceta; precisei de algumas estocadas firmes para meter tudo e fiquei surpreso ao sentir como ela era apertadinha o que me deixou ainda mais excitado. Aguardei alguns minutos até ela se acostumar com o intruso e em seguida comecei a golpear com movimentos lentos e profundos. Não demorou para que eu estivesse metendo rola com força em movimentos rápidos que logo redundaram em caudalosas gozadas que sacudiam o corpo de Gilda que gemia como uma cadela em pleno cio.
-Ahhh! Uhhh! Que bom é isso! Mete! Mete seu puto! – ela grunhia entre respirações arfantes, gemidos e gritinhos – Ahhh! Mais! Mete! Mete! Mata o tesão da velha, mata!
Do jeito que eu estava excitado poderia passar o resto do dia fodendo aquela buceta sem dó apenas apreciando a viúva vadia gozar com meu pau dentro dela socando muito!
Gilda começou a rebolar e gingar de lá para cá pedindo que eu segurasse seus peitos, o que fiz de bom grado, socando com mais profundidade possível e arrancando mais gozadas que melavam meu pau e nos deixava com mais vontade de foder …, entretanto, senti uma forte contração muscular seguida de um espasmo e antes que eu pudesse fazer ou dizer alguma coisa, meu gozo sobreveio …, explodi dentro da buceta de Gilda despejando uma carga quente e muito viscosa que a fez gemer alto enquanto rebolava como louca.
De repente, ouvimos o toque da campainha anunciando a presença de alguém na porta da loja que estava arriada; tomados por um desespero alarmado, nos desengatamos às pressas; Gilda correu para a outra parte da casa me deixando lá na cozinha de bermuda abaixada e o pau ainda pingando sêmen; me recompus da melhor maneira e logo vi Gilda retornando usando um vestido largo e ainda de pés descalços. “Agora, você precisa ir! Vamos!”, sussurrou ela dirigindo-se para a loja; fui em seu encalço e quando levantamos a porta vimos que era um entregador de mercadorias que ela encomendara para aquele dia.
Ajudei-a com o recebimento e depois que o sujeito entrou em sua van e partiu, voltei para dentro pensando que poderíamos continuar de onde paramos. “Acho melhor você ir agora! Não é bom que nos vejam juntos aqui, e ainda por cima depois do que aconteceu!”, disse ela em tom afirmativo e olhar firme. Não retruquei, apenas beijei sua face e saí da loja. Retornei para casa um tanto chateado com a postura de Gilda. Tive a impressão de que ela gostara muito de nossa trepada, mas ainda temia alguma coisa.
Deixei que alguns dias passarem e voltei a vê-la; foi um encontro morno e sem empolgação; mesmo sozinha na loja, Gilda parecia me ignorar ou me evitar como se estivesse com medo ou algo parecido. “Porra, Gilda! Porque esse tratamento comigo?”, gritei a certa altura em tom impaciente.
-Porque? Você ainda pergunta! – ela respondeu em tom enérgico largando o que estava fazendo – Eu sou uma mulher viúva …, carente …, e você se aproveitou disso!
-Eu me aproveitei, sim! – respondi enfático – E sei que você gostou! E gostou muito! E quer mais!
-Quero! Quero muito! – desabafou ela em tom de quem fora vencida por si mesma – Mas, você é casado! Se alguém descobrir, o que vão pensar de mim?
-Para com isso! – respondi em tom de repreensão – Vem aqui e vamos foder gostoso! Deixa o resto pra lá!
Gilda recuou e eu avancei; estava determinado a foder aquela safada de um jeito ou de outro. Ataquei-a com vigor, quase rasgando o avental e puxando a blusa até pôr seus peitos pra fora e cair de boca neles; Gilda ensaiava uma resistência pífia e sem empolgação, deixando claro que estava com tesão; segurei os peitões dela com firmeza enquanto sugava os bicos fazendo-a gemer e suspirar. “Não” Espera! A Loja tá aberta! Alguém na rua pode ver!”, balbuciou ela. Sem atinar para mais nada, corri até a porta e cerrei-a voltando para Gilda que já me agarrou em busca de um beijo; matamos nossa fome com beijos quentes e prolongados deixando que nossas línguas se digladiassem deliciosamente.
-Espera! Quero mamar essa rola! – disse ela enquanto se punha de joelhos e puxava minha bermuda para baixo, não perdendo tempo em abocanhar a rola dura.
Se tinha uma coisa que Gilda fazia melhor que cozinhar era mamar rola; tinha uma boca gulosa e uma língua despudorada que me enlouquecia de tesão sentindo meu cacete saciando sua sede; a vadia mamou muito e me fez ver estrelas não arrefecendo nem recuando; procurava engolir fundo minha rola até quase engasgar, voltando a libertá-la já lambuzada com sua saliva.
Subimos sobre a enorme prancha de madeira onde Gilda dispunha suas iguarias e fiquei por cima, enterrando a pica em sua buceta com um golpe rápido e fundo que a fez gemer; e os gemidos se sucederam ao mesmo tempo em que eu socava rola na sua boceta, sentindo seu gozo verter copiosamente sem parar; fodi muito aquela buceta quente e gostosa e me realizei ao sabor das gozadas intensas que chacoalhavam o corpo de Gilda dominada pelo meu pau.
A certa altura, a viúva que suava e ofegava me pediu para foder seu rabo. “O falecido não era muito chegado em foder meu cu …, mas, eu gosto muito!”, confidenciou ela com tom sapeca; trocamos de posição e Gilda apoiou a cabeça sobre os braços cruzados empinando seu traseiro roliço; peguei um pouco de manteiga que estava a mão e lambuzei o buraquinho que piscava como se soubesse que estava para ser sacrificado.
Na primeira investida a glande arregaçou o orifício e Gilda soltou um gritinho histérico; prossegui metendo aos poucos deixando que o buraco se acostumasse com o intruso, até sentir toda a pica enfiada no cu da viúva; respirei e esperei um pouco antes de dar início a uma sequência de golpes vigorosos, profundos e cadenciados, apreciando o primeiro gozo anal da minha parceira …, e depois dele outros vieram. Quando avisei-a do meu gozo, Gilda desesperou-se pedindo que eu não gozasse ainda porque ela queria sentir meu pau em sua boca.
Assim que saquei a rola, ela saltou da prancha e correu até a geladeira, retornando de lá com uma vasilha nas mãos que continha chantili; pediu que eu me deitasse de pernas abertas e tratou de cobrir a rola com o creme; Gilda então deliciou-se linguando meu pau e também as bolas até que o chantili desaparecesse permitindo que ela engolisse a pica mamando sem parar. Passado algum tempo eu atingi meu clímax, gozando aos berros e enchendo a boca da viúva com meu creme quente.
Tomamos um banho com direito a linguadas mutuas e mais gozadas; me despedi dela dizendo que queria tê-la mais vezes; e foi o que aconteceu: todas as manhãs e finais de tarde de que dispunha eu dava plantão na loja, fodendo gostoso com Gilda que perdera todo o receio entregando-se ao prazer de corpo e alma. Fizemos várias loucuras, entre elas uma ehola entre os peitos dela lambuzados com creme de baunilha. De outra feita ela tornou a lambuzar meu pau com creme de chocolate mamando até receber leitinho quente na boca.
Infelizmente Gilda acabou encontrando alguém com mais liberdade para foder com ela e nosso relacionamento foi esfriando até limitar-se a cumprimentos, sorrisos e beijos na face; eu não lamentei o fato, pois tinha enorme consideração por ela e sabia que precisava de alguém com quem pudesse compartilhar tudo que eu não podia.
Em uma certa ocasião, encontrei Gilda desesperada, pois recebera um pedido para ser entregue na lanchonete situada dentro de um hospital instalado na região; sua principal preocupação estava relacionada justamente com a entrega, já que não possuía habilitação e muito menos veículo; sensibilizado com a situação, me ofereci para fazer a entrega e Gilda ficou muito agradecida.
Dali em diante, sempre que ela tinha uma entrega contava com a minha ajuda e eu sempre procurava ajudá-la, aproveitando meu tempo disponível; durante nossos encontros as conversas giravam sobre assuntos variados e eu sentia que Gilda deixava transparecer uma discreta insinuação sobre algo mais libidinoso; decidi pagar para ver e entrei no seu delicioso joguinho de palavras. “Uau, menino! Você está muito gostoso hoje, hein?”, dizia ela com tom brincalhão, embora houvesse algo mais na frase. “Gostosa é você! Olha que um dia desses te levo pra cama, viu?”, eu respondia com o mesmo tom.
A partir dessa nova etapa em nosso relacionamento, eu passei a prestar mais atenção em Gilda: baixinha, um pouco acima do peso, peitões oferecidos cintura mediana e uma bunda interessante; seu rosto era suave com lábios finos e olhos castanhos sempre vivos; tudo isso além do sorriso fácil, o bom humor e o jeito sapeca de ser faziam dela uma mulher com seus atrativos. Essa visão e nossas brincadeiras foram ganhando um ar mais íntimo, mesmo que eu ainda sentisse nela uma certa resistência a liberar geral.
O primeiro acontecimento que serviu de estopim para o que viria a seguir aconteceu em um dia quente de verão; Gilda havia me enviado uma mensagem pedindo ajuda e eu não apenas respondi como corri para sua lojinha. Ao entrar na cozinha, tomei um susto! Tudo estava muito quente em seu interior e ela suava as bicas. “O que aconteceu, Gilda? Porque está tão quente aqui?”, perguntei em tom preocupado.
-Meu ar-condicionado portátil quebrou e esse ventilador só serve para espalhar bafo quente! – resmungou ela ainda lidando com o forno – E a porta dos fundos não abre de jeito nenhum!
Procurei resolver o que considerei mais urgente; fui até a tal porta e consegui abri-la; em seguida, peguei o carro e voltei para casa e de lá lhe trouxe o meu circulador de ar; enchi o reservatório com água gelada e liguei; em alguns minutos o clima dentro da cozinha amenizou.
-Puxa! Você é meu salvador! – comemorou ela em tom exultante – Olha só como estou molhada? Não sei o que faço! Ela exibia as roupas com manchas de suor com uma expressão bem safadinha.
-Tira a roupa, ué! – exclamei ante o olhar estupefato de Gilda – Só estamos nós dois aqui e sua neta não vem hoje …, então …, qual o problema?
Por um momento Gilda hesitou e eu cheguei a pensar que ela não gostara muito da minha sugestão; entretanto, no momento seguinte, Gilda tirou o avental e livrou-se das roupas suadas, permanecendo apenas com calcinha e sutiã. Olhei para a calcinha e pirei ao notar que era tão minúscula que quase desaparecia entre as deliciosas dobrinhas da viúva. Sem cerimonialidade, Gilda recolocou o avental e meu deu as costas voltando para seus afazeres e me deixando doido exibindo seu traseiro suculento cujas nádegas engoliam a lingerie.
Resisti o quanto pude, mas dei-me por vencido, me aproximando dela apalpando e apertando suas nádegas. “Que é isso, menino abusado? Onde já se viu meter a mão na minha bunda!”, reclamou ela sem muita convicção. Não recuei e prossegui bolinando a bundona de Gilda que parecia gostar da provocação. Enlacei-a com os braços e meti a mão por baixo do avental bolinando seus peitões cujos mamilos estavam durinhos.
-Ahhh! Não faz isso! Não pode! Você é casado! – disse ela com voz embargada e segurando um gemidinho.
-Sou casado sim, mas não sou capado, sua safadinha! – respondi sussurrando em seu ouvido enquanto beijava sua nuca.
Sem esperar por mais nada, abaixei minha bermuda e comecei a esfregar a rola dura nas nádegas de Gilda que em retribuição inclinou-se mais sobre o balcão, abrindo um pouco as suas pernas. Imediatamente, eu me ajoelhei, abri as nádegas com as mãos e passei a linguar cu e buceta ao mesmo tempo; Gilda tremelicou e gozou …, uma …, duas …, três vezes …, e mais!
A mulher tremia e gozava gemendo e suspirando me estimulando a continuar a saborear o cu e buceta dela; estava tudo muito bom e eu não tinha nenhuma intenção de parar com o banho de língua na velha safada. Somente após muito tempo, eu levantei e me preparei para meter rola em Gilda. “Abre mais, putona! Puxa as nádegas que vou meter pica nessa bucetona!”, murmurei enquanto esfregava meu pau entre as nádegas rechonchudas. Ela estava hesitante e parecia ter medo de seguir em frente na nossa sacanagem.
Finalmente, passados alguns minutos, Gilda atendeu ao meu pedido e eu parti para o ataque, metendo rola em sua buceta; precisei de algumas estocadas firmes para meter tudo e fiquei surpreso ao sentir como ela era apertadinha o que me deixou ainda mais excitado. Aguardei alguns minutos até ela se acostumar com o intruso e em seguida comecei a golpear com movimentos lentos e profundos. Não demorou para que eu estivesse metendo rola com força em movimentos rápidos que logo redundaram em caudalosas gozadas que sacudiam o corpo de Gilda que gemia como uma cadela em pleno cio.
-Ahhh! Uhhh! Que bom é isso! Mete! Mete seu puto! – ela grunhia entre respirações arfantes, gemidos e gritinhos – Ahhh! Mais! Mete! Mete! Mata o tesão da velha, mata!
Do jeito que eu estava excitado poderia passar o resto do dia fodendo aquela buceta sem dó apenas apreciando a viúva vadia gozar com meu pau dentro dela socando muito!
Gilda começou a rebolar e gingar de lá para cá pedindo que eu segurasse seus peitos, o que fiz de bom grado, socando com mais profundidade possível e arrancando mais gozadas que melavam meu pau e nos deixava com mais vontade de foder …, entretanto, senti uma forte contração muscular seguida de um espasmo e antes que eu pudesse fazer ou dizer alguma coisa, meu gozo sobreveio …, explodi dentro da buceta de Gilda despejando uma carga quente e muito viscosa que a fez gemer alto enquanto rebolava como louca.
De repente, ouvimos o toque da campainha anunciando a presença de alguém na porta da loja que estava arriada; tomados por um desespero alarmado, nos desengatamos às pressas; Gilda correu para a outra parte da casa me deixando lá na cozinha de bermuda abaixada e o pau ainda pingando sêmen; me recompus da melhor maneira e logo vi Gilda retornando usando um vestido largo e ainda de pés descalços. “Agora, você precisa ir! Vamos!”, sussurrou ela dirigindo-se para a loja; fui em seu encalço e quando levantamos a porta vimos que era um entregador de mercadorias que ela encomendara para aquele dia.
Ajudei-a com o recebimento e depois que o sujeito entrou em sua van e partiu, voltei para dentro pensando que poderíamos continuar de onde paramos. “Acho melhor você ir agora! Não é bom que nos vejam juntos aqui, e ainda por cima depois do que aconteceu!”, disse ela em tom afirmativo e olhar firme. Não retruquei, apenas beijei sua face e saí da loja. Retornei para casa um tanto chateado com a postura de Gilda. Tive a impressão de que ela gostara muito de nossa trepada, mas ainda temia alguma coisa.
Deixei que alguns dias passarem e voltei a vê-la; foi um encontro morno e sem empolgação; mesmo sozinha na loja, Gilda parecia me ignorar ou me evitar como se estivesse com medo ou algo parecido. “Porra, Gilda! Porque esse tratamento comigo?”, gritei a certa altura em tom impaciente.
-Porque? Você ainda pergunta! – ela respondeu em tom enérgico largando o que estava fazendo – Eu sou uma mulher viúva …, carente …, e você se aproveitou disso!
-Eu me aproveitei, sim! – respondi enfático – E sei que você gostou! E gostou muito! E quer mais!
-Quero! Quero muito! – desabafou ela em tom de quem fora vencida por si mesma – Mas, você é casado! Se alguém descobrir, o que vão pensar de mim?
-Para com isso! – respondi em tom de repreensão – Vem aqui e vamos foder gostoso! Deixa o resto pra lá!
Gilda recuou e eu avancei; estava determinado a foder aquela safada de um jeito ou de outro. Ataquei-a com vigor, quase rasgando o avental e puxando a blusa até pôr seus peitos pra fora e cair de boca neles; Gilda ensaiava uma resistência pífia e sem empolgação, deixando claro que estava com tesão; segurei os peitões dela com firmeza enquanto sugava os bicos fazendo-a gemer e suspirar. “Não” Espera! A Loja tá aberta! Alguém na rua pode ver!”, balbuciou ela. Sem atinar para mais nada, corri até a porta e cerrei-a voltando para Gilda que já me agarrou em busca de um beijo; matamos nossa fome com beijos quentes e prolongados deixando que nossas línguas se digladiassem deliciosamente.
-Espera! Quero mamar essa rola! – disse ela enquanto se punha de joelhos e puxava minha bermuda para baixo, não perdendo tempo em abocanhar a rola dura.
Se tinha uma coisa que Gilda fazia melhor que cozinhar era mamar rola; tinha uma boca gulosa e uma língua despudorada que me enlouquecia de tesão sentindo meu cacete saciando sua sede; a vadia mamou muito e me fez ver estrelas não arrefecendo nem recuando; procurava engolir fundo minha rola até quase engasgar, voltando a libertá-la já lambuzada com sua saliva.
Subimos sobre a enorme prancha de madeira onde Gilda dispunha suas iguarias e fiquei por cima, enterrando a pica em sua buceta com um golpe rápido e fundo que a fez gemer; e os gemidos se sucederam ao mesmo tempo em que eu socava rola na sua boceta, sentindo seu gozo verter copiosamente sem parar; fodi muito aquela buceta quente e gostosa e me realizei ao sabor das gozadas intensas que chacoalhavam o corpo de Gilda dominada pelo meu pau.
A certa altura, a viúva que suava e ofegava me pediu para foder seu rabo. “O falecido não era muito chegado em foder meu cu …, mas, eu gosto muito!”, confidenciou ela com tom sapeca; trocamos de posição e Gilda apoiou a cabeça sobre os braços cruzados empinando seu traseiro roliço; peguei um pouco de manteiga que estava a mão e lambuzei o buraquinho que piscava como se soubesse que estava para ser sacrificado.
Na primeira investida a glande arregaçou o orifício e Gilda soltou um gritinho histérico; prossegui metendo aos poucos deixando que o buraco se acostumasse com o intruso, até sentir toda a pica enfiada no cu da viúva; respirei e esperei um pouco antes de dar início a uma sequência de golpes vigorosos, profundos e cadenciados, apreciando o primeiro gozo anal da minha parceira …, e depois dele outros vieram. Quando avisei-a do meu gozo, Gilda desesperou-se pedindo que eu não gozasse ainda porque ela queria sentir meu pau em sua boca.
Assim que saquei a rola, ela saltou da prancha e correu até a geladeira, retornando de lá com uma vasilha nas mãos que continha chantili; pediu que eu me deitasse de pernas abertas e tratou de cobrir a rola com o creme; Gilda então deliciou-se linguando meu pau e também as bolas até que o chantili desaparecesse permitindo que ela engolisse a pica mamando sem parar. Passado algum tempo eu atingi meu clímax, gozando aos berros e enchendo a boca da viúva com meu creme quente.
Tomamos um banho com direito a linguadas mutuas e mais gozadas; me despedi dela dizendo que queria tê-la mais vezes; e foi o que aconteceu: todas as manhãs e finais de tarde de que dispunha eu dava plantão na loja, fodendo gostoso com Gilda que perdera todo o receio entregando-se ao prazer de corpo e alma. Fizemos várias loucuras, entre elas uma ehola entre os peitos dela lambuzados com creme de baunilha. De outra feita ela tornou a lambuzar meu pau com creme de chocolate mamando até receber leitinho quente na boca.
Infelizmente Gilda acabou encontrando alguém com mais liberdade para foder com ela e nosso relacionamento foi esfriando até limitar-se a cumprimentos, sorrisos e beijos na face; eu não lamentei o fato, pois tinha enorme consideração por ela e sabia que precisava de alguém com quem pudesse compartilhar tudo que eu não podia.
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