Fiz Sexo forçado com meu irmão mais velho
Ola meus amores, meu nome é Professora Helena e moro aqui no Rio Grande do Sul, mais precisamente na cidade de São Borja.
Eu sou professora a mais de 15 anos, dou aulas para alunos do 6 ano até o 3 ano do ensino médio (antigo colegial). Aqui eu relato várias experiências que tive ao longo da vida com meus alunos e minha família, se você gosta de histórias nesta faixa etaria entao leia meus outros contos também.
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Ola meu nome é Lucas, moro com meus pais e meu irmao mais velho, estudo na escola que a professora Helena da aula e resolvi contar para ela o que aconteceu comigo nas últimas férias.
Sou um garoto alegre, branquinho de cabelos lisos e olhos verdes claros, tenho 1.60 de altura, magro e amo jogar futebol com meus colegas. Hoje vou contar o que aconteceu comigo no mes passado em casa
Devido a problemas no trabalho, minha mãe e meu pai me mandou passar alguns dias na casa do meu irmão mais velho. Ele é casado há anos e não tem nenhum filho ainda. Achei que talvez fosse legal passar uns dias com eles, quando o vi... Não sei... Quer dizer, ele era forte, de pele morena, mas alguma coisa no jeito que ele me olhava incomodava um pouco. Ele sempre fazia comentários estranhos ou ficava tentando me ver de cueca ou pelado tomando banho. Pensei comigo....essa porra virou VIADO CARALHO.
Um dia, pouco antes de eu voltar para casa novamente ele me deu um abraço que parecia que não queria me soltar. Os dias foram passando, e ele procurava toda e qualquer oportunidade para me tocar, como no dia em que tropecei na entrada da casa e arranhei o meu joelho. Ele me viu sentado na cozinha limpando o arranhão e pediu pra dar uma olhada. Passou a mão pelo meu joelho, e quando já estava apoiando a outra mão na minha coxa tocou na minha virilia e logo colocou sua mao dentro do meu short e apertou meu saco com sua mão, eu fiquei paralisado, mas deu um tesao enorme ao mesmo tempo, sei la.. ele ficou tocando em mim devagar, acariciando meu pau, não sei explicar, estava confuso mas era delicioso, deixei ele continuar.....QUE TESAO...EU CONFIAVA NO MEU IRMAO.
Entao ele percebendo que eu nao reagia ele colocou a mão dentro da minha cueca e ficou tocando em mim e me acariciando. Entao ele segurou meu pinto ainda mole ainda e comecou a bater uma punheta pra mim bem devagar, rapidamente minha rola comecou a ficar dura, foi entao ele baixou meu short devagar e aos poucos minha cueca foi aparecendo, uma sensacao de prazer tomava conta de mim, logo ele puxou lentamente minha cueca azul para baixo me deixando apenas de camiseta sem nada por baixo.
Foi entao que ele segurou meu pinto com a ponta dos dedos e ficou me masturbando ate que eu gozei na mão dele, nossa gozei demais. Entao ele lambeu seus dedos e tentou tirar minha camiseta, mas eu rapidamente disse que estava bem e fui pro banheiro correndo. Fechei a porta correndo e fiquei sentado na tampa do vaso sanitário, puxei meu short para baixo e a cueca e meu pau estava babando, caralho tinha gozado pra valer, sentia até uma dorzinha na cabeça do meu pau que ainda estava duro.
Era sábado. A esposa dele tinha marcado de sair com as amigas dela, então ficaria fora por umas seis horas. Estava sentado na minha cama mexendo no celular quando ele apareceu de repente na porta. “Quer alguma coisa?” perguntei. (é claro que ele queria!) “Você sabe o que eu quero!” ele falou, tirando o cinto da calça. “NÃO” eu gritei. Corri em direção à porta, mas ele me agarrou, arrastou até o quarto dele, me jogou na cama, e ficou em cima de mim me prendendo com as mãos e pernas.
“Eu posso até ser preso seu viadinho, mas se você gritar eu bato na sua cara Entendeu?” ele falava isso com uma mão na minha boca e a outra me mostrando um chinelo.
Meu irmao arrancou minha camiseta regata (que foi usado pra amarrar minhas mãos nas costas). Tirou o meu short a forca enquanto eu implorava para ele parar e depois arrancou minha cueca branca “Passa esses pinto pra cá” ele abriu minhas pernas pegou na minha rola e começou chupar e a lamber a cabecinha do meu pau e chupar minhas bolas bem devagar. Eu queria gritar, mas sabia que seria pior. Então eu gemia baixinho.
- Eu já chupei pintos bem menores que esse, não me decepcione Lucas, quero ver essa porcaria mucha ficar dura entendeu? Eu adoro esse seu jeito, seu corpo ta desenvolvendo agora, faz anos que queria fazer isso com você mas a mamãe o papai não saiam de cima de você moleque.
Eu estava um pouco assustado, era uma mistura de medo e prazer ao mesmo tempo. “Não! Não faz!” eu falava quase chorando, ele me deu um tapa na cara. Sorriu e meteu a boca no meu pinto, lambendo tudo “Tá com essa piroca molhada né garoto?!” e ficava apertando as minhas bolas e me masturbando sem parar. Meu pinto estava muito duro e saia uma babinha que escorria da cabeça do meu pau que ja estava ficando duro.
Comecei a gemer. Ele tirou a cueca a forca, fiquei assustado (pq ainda era virgem e ele tinha uns 15 cm de pênis, sabia que eu ia gritar), e enfiou de uma vez. Não com força, mas sentia minha bunda sendo rasgada! “Ahn! É muito grande! Ahn!” eu gemia, isso o excitava mais “Ninguém nunca te comeu assim antes hein maninho?!” isso se chama FRANGO ASSADO MOLEQUE.
Ele movia pra frente e pra trás com força, enquanto apertava meu saco com sua mão, e depois me masturbava. Parou, e aí foi esfregar o pênis na minha cara. “Abre a boca vai! Chupa meu pau!” eu dizia não, mas ele me deu outro tapa. Eu sentia aquela coisa na minha garganta, me engasgando, enquanto ele metia o dedo com força no meu cuzinho.
“Eu sei que vc tava querendo! Toma seu viadinho” ele falava e gozava. Tirou a rola da minha boca, me dando um tempo pra respirar, pegou o chinelo que tava na mesa ao lado. Puxou meu cabelo, e o apontou pra mim “Eu vou te soltar, mas se correr ou gritar, já sabe!” eu balancei a cabeça como sim, não conseguia falar nada.
Fiquei de pé. Ele me virou e cortou minha camiseta que amarrava minhas mãos. Eu estava com as pernas bambas, e quando ia cair ele me carregou. Deitou na cama e me pôs sentado em cima das suas pernas. Eu estava ofegante. Ele me olhou nos olhos, pegou meu rosto, me trousse pra perto dele, e me beijou na boca.
Foi descendo pro meu pescoço e começou a dar chupões, senti prazer quando ele fez isso. Minhas mãos estavam apoiadas no peitoral dele, e quando dei por mim já estava o abraçando. Sentia uma certa proteção. Dizia pra mim coisas como gostosa, desgraçada, e ia chupando meu pescoço e mordendo a minha orelha.
“Coloca o pau na minha bundinha” ele mandou. Cansado, botei do jeito que ele queria, e aí me puxou com força pra que eu começasse a ‘cavalgar’. Doía demais. Eu ficava gemendo enquanto ele alisava os meus quadris ou batia com força na minha bunda, enfiando o dedo no meu cu.
Eu quase que deitava no peitoral dele quando senti sua mão forte no meu pescoço. Ele ia levantando meu tronco, como que querendo dificultar as coisas pra mim. “Caralho! Isso menino! Vai!” ele gozava, e eu segurando com as duas mãos o braço que segurava meu pescoço.
Eu podia sentir o pau dele inteiro dentro de mim, já não sabia se eu queria morrer ou se no fundo estava sentindo prazer naquele sexo forçado. Mais uma vez me beijou de língua e falando no meio de cada chupada “Diz que não tá gostando! Diz safado!” Eu estava com meu pinto duro e gozei na cama dele.
- Vai garoto goza mais vai caralho!!!! Quero ver este pau e estas bolas ficarem bem melada, vc vai gozar igual uma garotinha safada.
Ter aqueles braços musculosos me abraçando, e aquele peitoral encostando nos meu peito aumentavam um desejo que nunca tinha sentido. Mas eu ficava imaginando se a partir da hora que eu tivesse gostando não seria mais estupro, e me sentia tão culpado pela situação. “Pega meu cinto!” ele falou. O cinto tava na mesa de cabeceira, então eu nem saí do lugar. Enquanto esticava um pouco minha mão pra pega-lo, meu irmao ficava acariciando minha coxa.
Entreguei o cinto e ele me mandou levantar o cabelo. Passou uma ponta do cinto em volta do meu pescoço, e pensei que ele o usaria pra me esganar. “Não! Por favor! Não!” eu implorava segurando um dos braços dele, nunca tinha me sentido tão vulnerável. “Quieto! Não vou bater em vc”. Ele abotoou o cinto no meu pescoço, deixando bem apertado. “Fica de quatro!”, eu disse que não, e ele me virou com raiva. Puxou-me pelos quadris, abriu minha bunda deixando o cu visível. Podia sentir o líquido caindo na minha costa enquanto ele gozava, e depois ele passava o pênis naquela gosma pra poder enfiar onde queria.
“Chega! Faço tudo o que vc quiser, mas isso não!” eu implorava de novo, mas eu teria que fazer ‘aquilo’ pq era o que ele queria! Ele enfiou com força, dizendo que era revanche, por eu tê-lo ‘torturado’ esse tempo todo.
Era uma dor inexplicável. Eu gritava pra parar e ele forçava cada vez mais pra fazer aquela ‘porra’ de 15 cm entrar. “Geme garoto! Geme!” e puxava o cinto, que agora era a minha ‘coleira’. Eu só queria que aquilo acabasse, mas ele ia dando tapas mais fortes na minha bunda, já montado em mim, e fazendo com mais força pra eu gemer alto.
Puxou mais uma vez pelo cinto, me sufocando. Agora minhas costas estavam coladas em seu peitoral, e agora ele me chamava de cachorro, enquanto agarrava meus braços com uma mão, e a outra mexendo no meu saco e batendo punheta pra mim sem parar. Gozei novamente na sua mão.
Ele tirou a ‘coleira’, e me abraçou caindo comigo deitado na cama. Meu irmao respirava quase que pela boca, e tava tão suado, que tinha uma poça ao seu redor na cama. Eu não imaginava o que mais ele queria. Fiquei deitado de barriga pra cima, de costas pra ele. Sentia seus dedos passeando suavemente pelas minha barriga e depois segurando meu pinto molhado ainda duro de tesao e ainda assim ficar passando o dedo na cabecinha do meu pau e me punhetando ate gozar novamente. Eu mal conseguia olhá-lo nos olhos. Ele moveu uma mecha de cabelo que cobria minha orelha direita, e falou baixinho ao pé do ouvido
– “Eu tinha que ter vc pra mim!” É estranho pra mim pensar que minha primeira vez que foi com meu irmão mais velho e que ainda por cima começou como um estupro (é, pq ainda não sei no que se tornou depois). Foi assim por três semanas. Sempre que a esposa saia, ele me subjugava disposto a fazer tudo o que quisesse. Era tão confuso que não sabia o que fazer, mas só pra constar, depois da terceira transa, eu começava a fazer com prazer.
Gostaram? Se vc ja passou por algo do tipo ou quer cortar sua experiência deixe um comentário. Vou adorar responder ❤️❤️❤️❤️
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Professora Helena
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