Estuprei uma garota bêbada - História Real
Tudo aconteceu em um rolê entre amigos numa casa alugada no estado de MT, eu e alguns amigos e amigas nos reunimos pra beber e curtir na casa com piscina. Sempre tive o costume de ler contos deste site e também já relatei algumas coisas que já fiz, e isso tem mudado meu pensamento e me tornado um macho escroto.
Nesse dia todos bebemos muito e como fui eu quem fez a frente ao alugar a casa, eu devia ser o último a fechar e entregar ao proprietário, já era por volta das 3 da Manhã, a maioria tinha ido embora e ficou apenas Amanda (nome fictício) e Nicole (Fictício), Nicole era minha amiga mas Amanda era amiga de Nicole, foi convidada para a festa. No entanto, Amanda estava muito bêbada que mal conseguia falar, ela era do tipo fraca pra bebida já que não tinha o costume de se embriagar, tava deitada no sofá da casa com o braço sobre os olhos enquanto eu conversava com Nicole, disse a ela pra ir que eu iria levar a Amanda pra casa assim que limpasse a bagunça. Nicole disse que ajudaria mas tinha hora pra chegar em casa, o que era verdade, eu mesmo falei com os pais dela, então eu falei que estava tudo bem, que era pra ela avisar quando chegasse em casa. Logo que Nicole saiu veio aquela adrenalina e meu tesão por estupro, eu fui até a sala e Amanda tava lá acabada perguntando se Nicole já tinha ido, que ela queria ir pra casa. Eu falei que ia acabar de limpar tudo e levar ela.
Mas ela não estava me vendo, pois seu braço estava sobre os olhos enquanto ela estava deitada, e eu olhava pra aquelas pernas e aquele vestidinho que ela cobriu com um cobertor, fiquei com tanto tesão. Amanda tinha apenas 16, mas seu corpo era bem desenvolvido. Meu pau ficou duro naquela bermuda de ceda então tirei o pau pra fora batendo punheta, algo que ela ainda não tinha percebido. Fiquei imaginando tudo, oq faria se ela gritasse, como iria segurar, oq fazer pra ela não contar pra ninguém. Fora que eu tbm tinha bebido então me tornei mais corajoso, então realmente aconteceu, eu estuprei aquela garota ali.
Subi no sofá agarrando ela pelos braços ainda com o pau pra fora e ela reagiu tentando se soltar mas bem fraca por causa do álcool, perguntando se eu tava doido. Falei que tava doido por ela, e que era pra ela ficar quieta, bati na cara dela e xinguei bastante. Quanto mais ela resistia mais ela apanhava, e meu pau latejava querendo aquilo, eu joguei aquele cobertor no chão e pude ver a calcinha dela por baixo do vestidinho, isso me deixou mais doido.
- Eu sei que você quer isso cachorra, olha esse vestidinho, fácil pra levantar e te dar pica!
Nesse momento ela chorava dizendo que não queria mas eu não ligava, naquele ponto não dava pra voltar atrás, então eu levantei o vestido dela e abaixei a calcinha vendo aquela bucetinha carnuda, ela tentou debater as pernas mas eu dei um soco na costela dela dizendo que eu não estava brincando, chamando ela de puta bêbada e falando que ela merecia aquilo por sair com estranhos e beber tanto. Depois disso parecia que ela se culpava e aceitava mais, eu fodi ela enquanto ela chorava pondo o travesseiro em cima do próprio rosto por vergonha de si mesma, ouvir aqueles resmungos e choro me deixava com muito tesão, a buceta dela se contraia tanto na minha pica. Eu apertava os peitinhos dela enquanto metia e claro, eu ofendia ela conforme o tempo passava. Falando coisas como "Você é uma vagabunda mesmo, merece ser estuprada todos os dias" até mesmo falei que ela era burra e por isso estava ali, que ela é um pedaço de carne e obriguei ela a tirar o travesseiro da cara pra eu ver o rosto dela, e com dificuldade ela o fez. Não perdi tempo pra cuspir naquela cara de puta e bater nela, rindo enquanto estuprava ela freneticamente. No entanto eu me empolguei demais e acabei gozando dentro da buceta dela, depois disso eu obriguei ela a ir pra piscina e quando ela entrou na água eu meti o dedo na buceta dela fazendo um vai e vem pra tirar os meus resíduos dali, tenho muito medo de ir preso. Sem provas será só a palavra dela contra a minha, depois disso eu levei ela pra casa dela e durante todo o trajeto ela não disse uma palavra, ela se afastou de todos. Passei a primeira semana toda com medo de um dia ser preso por isso, mas acho que ela não contou pra ninguém.
O fato é que agora eu sou um escroto viciado por estupro, quero ter outra vítima de qualquer idade pra estuprar e virar um trauma, cada dia tenho tido mais coragem pra fazer as coisas. Até mesmo assedio mulheres em ônibus passando a mão e me divirto da forma que elas não fazem nada, nem gritam, isso me da a certeza de que mulheres são nossos brinquedos.
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