Fui Lanchinho Na Boleia do Caminhão
– Oi sou ALEX.
– Prazer FLÁVIA.
Pelo sotaque ele parecia ser carioca da cidade maravilhosa, me perguntando o que fazia ali, notou que meus olhos estavam vermelhos de choro, expliquei o que aconteceu, ficamos ali conversando um pouco, pelo papo dava pra ver que é um cara educado e de família, disse que não faria mal algum ou faria!, ALEX é alto, com seus 40 anos, um corpo definido, queimado de sol, uns pares de olhos grandes e pretos, cabelo baixinho, uma boca carnuda, seus trajes era uma camiseta branca eu um jeans apertado, delineando sua bunda e seu pau, depois de muito papo me ofereceu uma carona, mas que antes iria passar no próximo posto de gasolina para abastecer seu caminhão, já que iria ir até João Pessoa. Passava das 15:00hs. entrei na boleia, pelo porte do caminhão a boleia era grande, sentei quase deitada para relaxar um pouco e respirava aliviada, agradeci pela gentileza. Ao mesmo tempo sentia o cheiro do ALEX, era um cheiro de sabonete barato, até o posto ALEX foi muito gentil, chegamos no posto e ele abriu a porta pesada do caminhão e me ofereceu sua mão para descer, minha saia levantou ficando exposta minha calcinha branca, notei que ele olhava e logo desci me encostando no seu corpo musculoso, mas também me encostei nele de propósito. Enquanto ele abastecia o caminhão, fiquei na cantina precisava de um refrigerante gelado, o posto estava vazio. Entramos no caminhão e ele estacionou mais a frente onde não tinha ninguém, não sei o motivo por que parou mais a frente, ele mexia em uns papéis de notas fiscais das mercadorias que carregava, acendeu um cigarro e ali ficamos no bate papo, falei um pouco de mim e ele idem, o que mais marcou foi que ele é casado e tem dois filhos, me mostrou as fotos da família em sua carteira, quando fui pegar pra ver as fotos nosso olhar se encontraram, eu olhava também para o seus lábios carnudos e me excitei, nos separamos e ele jogou o cigarro fora, de repente nos olhamos outras vez e partimos para um beijo, suas mãos começaram a explorar meu corpo, agarrei aquele músculo com precisão e passei a palpá-lo, senti que minha saia se levantara e ele passou a me bolinar, senti um tesão enorme, minha mão foi até seu cacete que estava duro, massageei por cima da calça, ele arrancou minha blusa e meu sutiã e começou a chupar meus peitinhos, sentir aqueles lábios maravilhosos em meu corpo, ele afastou minha calcinha e começou a chupar minha buceta com vontade, toda lambuzada pela sua saliva sentia sua língua entrando e saindo. Retiramos juntos a sua calça apertada que veio junto com sua cueca preta, ficando apenas de camiseta, peguei seu pau e meti na boca, tinha um gostinho de mijo, mas era um gostinho bom, seu cacete é lindo, grande avantajado, sem desperdiçar comecei a chupar seu saco, depois ele me deitou sobre o banco e por cima começou a meter seu pau, metia devagar devido ao tamanho foi um cavalheiro comigo, passou a cabeça e confortavelmente começou a meter mais fundo, doeu um pouco mas não me importei e sem reclamar, ficamos naquele vai e vem frenético, seu pau me deu um baita tesão, o vidro do caminhão se encontrava embaçado do nossos suores que passou a tomar conta de nós, sua boca invadia e minha e sua mão apertava meus seios, minha mão chegava até a sua bunda podendo sentir totalmente uma bunda carnuda, comecei a gozar e assim ele enfiar mais fundo no que deu, não aguentando sem segurar seu gozo, rapidamente tirou seu pau e começou a gozar em cima de mim, seu gozo foi tão forte que me sujou toda. Estava feliz por ter transado com um carioca maravilhoso com marquinha de sunga de praia e tudo. Por final nos limpamos com uma toalha meio que molhada. Depois ele me levou até a entrada da minha cidade, só que antes trocamos telefones. Demos um longo beijo e fui feliz pra casa. Por ultimo falei.
– Você será um cara inesquécivel.
E como foi…
bjsss a todos os leitores
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