Meu Tio, meu cafetão
Muito macho por aí, dos professores da minha escola aos cobradores do ônibus, já devem ter olhado pra mim só pensando no prazer de me comer. Eu lembro de uma vez que eu fui acompanhar minha mae no médico e, na sala de espera , um sujeito de uns 45 anos ficava olhando pra nós duas, e deu pra ver pelo jeans dele o pau ficando duro. O que será que ele pensou vendo eu e minha mãe? Em nós duas chupando dele? Na gente se pegando enquanto ele come uma das duas?
Naquela idade, é obvio que eu já não era mais tão ingênua. A história que eu vou contar envolve meu tio e um amigo dele. É o dia em que, numa aposta, ele vendeu minha virgindade anal. Foi minha primeira vez no cu, e foi o começo da minha prostituição, com meu tio me cafetinando. Essa situação durou uns 3 anos, até eu me mudar de cidade e começar a me vender por conta própria.
Esse tio é irmão do meu pai. Ele sempre teve uma queda pela minha mãe e acho que ele descontou tudo em mim. Ele e muitos amigos dele me comeram, e apesar de ser a puta deles, eu nunca ganhei um centavo. Ele ficou com todo dinheiro.
Foi nas férias de verão que fui passar as ferias na casa daquele tio. Ele tinha a casa na minha cidade natal, no interior do estado. Eu ainda tinha muitos amigos de escola por lá na capital, apesar de ter já estar morando na capital por um ano. As férias pra mim, ainda no ensino médio, eram a oportunidade de encontrar meus amigos de alguns anos atrás. Mas pra isso, eu precisava dormir no quarto de hóspede do meu tio, casado, hétero, de uns 53 anos. Um sujeito baixinho, careca, barrigudo, com os dentes tortos, bem feio pra falar a verdade.
Eu levei minhas roupas normais. Muitos croppeds colados, shorts curtos, e até algumas saias que minha mãe tinha me dado (meu pai detestava essas roupas, mas meus pais se divorciaram cedo, e minha mãe sempre incentivou muito que eu... expressasse minha personalidade usando roupas justas e curtas, por assim dizer). Nem preciso dizer, o velho ficou com muito tesão ao me ver com uma camiseta curta estampada, preta, mostrando meu umbigo, e uma saia preta com listras brancas, e não levou nem uma semana na casa dele pra ele me estuprar.
Num dia eu acordei com algo seco e grudento na minha cara. No outro dia, com a mesma coisa farelenta e fedida na minha bunda. No outro dia, acho que ele me dopou, porque eu dormi pesado na sala mesmo, umas 20h, e acordei com o cu doendo muito. Passados uns dias em que todas as minhas roupas fediam a porra, ele finalmente me atacou pessoalmente: com ninguém em casa ele meu tio, só de raiva de não poder comer a minha mae, me amordaçou e me comeu.
Não adiantou gritar "eu sou menino tio, me solta!", ele carcou a piroca grossa no meu cu de qualquer jeito (é impressionante: quanto mais feio o homem, mais veiuda, grossa e toletuda é a pica...). Sei lá se ele não era tão hétero assim ou se eu que era afeminada demais: meia hora depois, eu tava largada no meio da sala, com meu cu escorrendo porra. Ele saiu meio nervoso de lá, e eu fui chorar no meu quarto... eu tava muito abalada.
Por umas 3 horas a casa estava vazia. Só estava eu lá, chorando, pensando porque meu tio tinha feito aquilo comigo. Aí eu ouvi a porta, e fiquei feliz, achei que era minha tia, que sempre foi muito legal comigo. Mas indo pra sala e eu vejo que não: era meu tio, e junto com ele, três homens, dois mulatos com cara feia, de bandido mesmo, e um branco mas jeito de ter passado dos 50 já faz tempo. Ai um deles falou:
- É esse o viadinho?
- É esse sim, acabei de testar o cuzinho. Ai, é como eu falei. 15 reais cada gozada na boquinha ou no rosto, 30 no cu.
Não deu nem tempo de fugir. Eles já tinham me agarrado e me prendido contra o sofá. O moreno mais alto grita que ia pagar 45, rosto e cu. O branco idoso diz que ia só pagar 30. O outro moreno, mais baixinho, diz que ia pagar 20, só a boca e o rosto, contanto que pelos 5 reais adicionais, pudesse mijar em mim. Meu tio concordou, e recebeu de cada um enquanto eles me fudiam.
O moreno mais alto, todo tatuado, comeu meu cu enquanto o mais baixinho, que apesar de baixinho tinha cara de que já tinha matado alguém, esfregava o pau meia-bomba na minha cara e o idoso branquelo batia uma pra cena toda. O pau do baixinho ficou duro e entrou na minha boca. O alto explodiu a porra quente dele no meu cu. O mais baixo cedeu pra ele o lugar na minha boca enquanto o velho pegou o lugar no meu cu.
- viadinho do cu quente da porra! Apertadinho, suga a porra do pau mesmo. Voce ta certo seu Ari, seu sobrinho é um mama rola de primeira. - gritava o velho, enqunto o moreno alto esfregava a rola dele, cheirando a cu e porra, na minha cara. Por fim o velho gozou dentro, e deixou escorrer, e os dois morenos gorazam juntos nos meus olhos, bochechas, em todo meu rostinho. Aí o baixinho, que tinha pago 20, diz:
- Dá licença, hora de finalizar. - E todos assistem enquanto o filha da puta literalmente mija em mim, no meu cabelo que é tão dificil de lavar depois, na minha boca (e o gosto é horrivel), nos meus olhos, na minha roupa que tinha custado tão caro pra minha mãe...
Por fim, os três gozaram e foram embora. Meu tio me viu toda mijada e decidiu aproveitar a ocasião de fragilidade e me arrombar também. Meteu a rola no cu onde dois outros ja tinham gozado, e fez isso enquanto falava:
- Entendeu, putinha? De hoje em diante, voce vai fazer uma boa grana. Tem que pagar sua estadia, não é? Ou acha que teu arroz com feijão é de graça?
Meu tio ainda gozou no meu cu e depois disso foi dormir. A minha tia chegou tarde, tinha estado na casa de uma comadre. Aquele dia, eu nao consegui dormir, de tão tensa que a situação toda tinha me deixado. Sem falar no banho, que levou a noite toda, de tanto que eu me esfregava... mas nem dois dias tinham se passado, e meu tio conseguiu se superar. Mas como, isso é história pra outro conto.
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