DESVIADOS
🗺️ Labirinto 📖 Contos 💌 Classificados 🎬 Vídeos ✍️ Publicar conto

ℹ️ Regras do Site 📄 Termos de Serviço 🔒 Política de Privacidade 🍪 Política de Cookies
✍️ Publicar seu conto

Iniciada pelo pai da minha melhor amiga

📅 Publicado em: 04/05/2026 19:29

👤 Autor: japinhasp

🏷️ Tags: #Assédio #Teen #Virgem
Eu tinha 14 anos quando minha melhor amiga me chamou pra dormir na casa dela. Nossas famílias eram muito próximas, eu chamava seus pais de tios e ela chamava os meus assim também. Crescemos estudando nas mesmas escolas, gostamos dos mesmos garotos, éramos grudadas que nem carne e unha e confesso que já experimentamos um beijo entre a gente, mas foi estranho e não fizemos de novo.

Meu nome é Sarah, mas todos me chamam de Sarinha ou Japinha. Tenho 1,53m, minha mãe é descendente de japonês e meu pai é o típico brasileiro descendente de negros, indígenas e europeus. Essa mistura toda me deu um corpinho que deixa todos os homens, adolescente, adultos e velhos me comendo com os olhos. Peitos pequenos, mas durinhos, parecem duas mangas, mas minha bunda é o que chama mais a atenção, porque é bem redonda e durinha e um pouco avantajado. Tudo isso numa pele morena clara (parda) mas com olhos castanhos puxados de japinha...

Era uma sexta a noite. Cheguei na casa da Bel (também 1.4 anos) por volta das 19:00. Ela abriu a porta e já me puxou pelas escadas pra irmos pro quarto dela. Gritei:

-Tchau, mãe.

Minha mãe ficou rindo na porta com o Tio João, pai da Bel.

Enquanto eu subia, vi que o Tio João convidou minha mãe pra entrar. Lá no quarto, Bel me disse que sua mãe tinha ido visitar a avó naquele final de semana porque ela estava bem doente e a família estava meio que se despedindo. Mas Bel não era tão próxima da avó, então ficou em casa.

Depois de guardar minha mochila e ver a coleção de maquiagem que a Bel ganhou do seu pai descemos pra cozinha pra comer alguma coisa.

Estranhei não ver o pai da Bel e nem minha mãe. Mas a Bel disse que ele devia ter ido comprar algum lanche e que minha mãe devia ter ido embora.

Pegamos alguns biscoitos, e refrigerantes, fizemos uns sanduíches e pipoca e fomos pra sala. A gente iria maratonar os filmes da saga Crepúsculo. Já no começo do filme ouço um barulho vindo da área dos fundos e um vulto no corredor indo pra saída da casa. Pouco depois um carro saiu. E o pai da Bel entrou pela porta dos fundos.

-Oxe, pai. Tava onde?

Tio João estava suado.

-Tava ajeitando umas ferramentas na garagem e vim pelo corredor pra não sujar a casa. Filha vou tomar banho e vou deitar, mas qualquer coisa é só chamar.

-Já vai deitar, tio? - falei - vem assistir com a gente. Tá cedo.

-Quem sabe depois do meu banho, Sarinha. Mas o meu dia foi corrido e "arrumar as ferramentas" me deixou mais cansado ainda. - ele disse com um riso sarcástico e subiu pro quarto dele.

Assistimos dois filmes e a Bel já estava cochilando no sofá. Eu subi pra ir no banheiro do quarto dela fazer xixi, mas quando passei em frente ao quarto do tio a porta estava com uma brecha e lá dentro só uma luz baixa que vinha do banheiro do quarto dele. Escutei um barulho estranho e olhei escondida pela brecha. O tio estava pelado com seu pinto na mão deitado na cama numa punheta acelerada. Não sei o porquê, mas aquilo me arrepiou toda e me deu uma sensação que nunca tinha tido. Minha bucetinha começou a formigar e a minha mão foi quase que sozinha pra lá. Eu estava de pijama (shortinho folgado e uma blusinha pequena que me deixava com a barriga de fora e marcava meus peitinhos.

De repente o tio dá um urro:

-AAAARG... Japa puta do caralho.

Vi seu pau soltar um líquido branco que eu só tinha visto em filmes pornôs que eu assisti escondido com a Bel.

Sem querer encostei na porta que e ela se mexeu um pouco. O tio João, olhou rápido na minha direção e eu corri pro quarto da Bel tentando não fazer barulho.

Fui ao banheiro e lá eu vi que minha bucetinha estava toda molhada ao ponto de molhar minha calcinha e meu shortinho. Eu não entendia o que era aquilo que eu estava sentindo. Demorei um pouco no banheiro e quando desci pra sala o Tio João estava lá com suco e mais uns sanduíches.

Bel e eu comemos juntos com ele, mas ele me encarava o tempo todo. Era um olhar diferente, me dava um certo medo e, ao mesmo tempo, uma sensação estranha. Eu olhava pra ele sem jeito e sorria leve.

Quando dei por mim, Bel estava dormindo. Tentei chamar ela, mas ela tava num sono pesado. O Tio então disse:

-Deixa ela aí no sofá dormindo, meu amor. Essa aí quando dorme assim só acorda no outro dia. É bom que a gente faz companhia um pro outro.

- Eu acho que vou dormir também, tio. - Falei me levando - Vou escovar os dentes e deitar lá no quarto da Bel.

- Ah, logo agora que eu desci pra assistir com vocês?

- É que tá tarde.

- Ok. Sobe lá, princesa.

- Boa noite, tio.

- Boa noite, meu bem.

Eu estava no banheiro escovando os dentes e com aquela sensação estranha de novo. Meu corpo formigava, eu estava nervosa e não sabia o porquê. Escutei a porta do quarto fechando e falei:

- Bel? Acordou? Menina tu apaga no meio do filme.

Não ouvi resposta. Quando terminei de escovar os dentes e saí do banheiro vi o tio João na porta do banheiro, dentro do quarto e a porta fechada.

Me assustei e disse:

-Tio, o que o senhor tá fazendo aqui?

-Calma, meu amor. Eu só quero conversar com você. Eu sei que você estava espiando atrás da porta. Gostou do que viu?

-Eu... eu não... Não tava não, tio. Juro.

-Não mente pra mim, garotinha. - Ele disse ajeitando meu cabelo por trás da minha orelha.

Agora imagine a cena, eu uma menina de 1,53m e um homem de 36 anos, moreno, malhado de academia, devia ter uns 1,80m parado na minha frente, só com uma calça de pijama e sem camisa.

-Tio, desculpa. Eu não queria espiar, eu só tava passando e...

-Shhhhhh... Calma, minha princesinha. Eu te fiz uma pergunta. Você gostou do que viu?

Eu estava com medo daquela situação, mas aquela sensação estranha estava me enlouquecendo...

-Eu não sei, tio. Me deu uma sensação estranha.

-Ah, foi? E se eu te mostrar de perto? - Ele colocou minha mão sobre o seu pau na calça e estava duro.

Puxei minha mão e tentei correr. Imaginei o que ele queria. Mas a porta estava trancada.

-Olha Sarinha, você é tão safadinha quanto a puta da sua mãe. Ficou me olhando bater punheta... E sabia que eu tava pensando na cachorra da tua mãe. Eu fodi gostoso aquela buceta quando ela te deixou aqui em casa. E agora vou foder a filhinha safada dela.

-Do que o senhor tá falando, tio? O senhor tá me assustando.

-Meu bem, eu não quero te machucar, pelo contrário quero te dar muito prazer. Mas você vai precisar colaborar. Eu já coloquei a Bel pra dormir e garanto que ela não vai acordar hoje. Então temos a noite toda só pra gente. - Ele falou se aproximando até me prensar contra a porta. - Olha nos meus olhos e diz que você não está com a bucetinha toda molhada.

- Eu não... Tio... Eu...

Ele se inclinou e me deu um selinho. Depois outro... Meus lábios foram abrindo e eu fui me inclinando... Sua língua invadiu minha boca e sua mão viajava pelo meu corpo. A sensação me tomou por completo e minha bucetinha estava pulsando. Ele me puxou pra cama e me colocou sentada.

-Tira meu pau pra fora.

Obedeci.

- Segura ele.

Minha mão não fechava naquele pau...

-Já chupou uma rola antes?

Apenas neguei com a cabeça.

-Voce é virgem?

Novamente, apenas afirmei com a cabeça. Ele sorriu com um jeito diabólico, mas sensual.

- Você vai chupar como se fosse um sorvete. Vai lamber, vai chupar... Mas não pode morder ou encostar os dentes. Vai fazer isso com as bolas também... Isso é um boquete... Agora faz...

Eu estava sentada, segurando um pau de uns 19 cm e pronta pra fazer meu primeiro boquete e seria com o pai da minha melhor amiga. O homem que me viu crescer...

CONTINUA...
Nenhuma reação ainda.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!