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Sou quase mulher - parte 2

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: androgino

📂 Categoria: Traição/Corno

(COMO CONTEI NA PRIMEIRA PARTE, NASCI COM GRAVES ALTERAÇÕES NO MEU PÊNIS
E OS MÉDICOS ACONSELHARAM MINHA FAMÍLIA A QUE DEVERIA TER CRIAÇÃO DE
MENINA E A ME SUBMETER A TRATAMENTOS PARA ME TRANSFORMAR EM MULHER NA ÉPOCA
OPORTUNA. AOS 14 ANOS INICIARAM AS CIRURGIAS PLÁSTICAS PARA ME DOTAR DE
VULVA (BOCETA) E VAGINA) § Embora dos 14 aos 16 anos voltasse várias vezes ao
hospital onde fora operada, aos 16 anos retornei à capital para fazer uma
reavaliação geral que deveria durar 6 meses. Como minha mãe estava
ajudando a irmã dona de colégio, que estava doente, ela não poderia ficar
comigo todo esse tempo. O pastor de nossa cidade pediu ajuda a um colega
seu da capital, que providenciou que ficasse numa espécie de pensionato
da igreja. A mulher desse pastor me acompanhava quando tinha de ir no
hospital. E para não ficar sem fazer nada, passei a ajudar na secretaria
da igreja, já que sabia o básico de computação, e eles estavam
informatizando a secretaria. § Lá conheci um rapaz dois anos mais velho
do que eu. Foi a primeira vez que tive a oportunidade de ter contato com
um rapaz sem que minha mãe participasse da conversa. Começamos a nos
encontrar longe da igreja. Depois de 1 mês de namoro fomos a um cinema em
um shopping-center. Lá, pela primeira vez, beijei alguém na boca. E
fiquei em grande excitação, molhando a calcinha. Os médicos, depois, me
explicaram que era líquido da próstata, mas na hora fiquei sem saber o
que tinha ocorrido. Contei o ocorrido para a psicóloga, dizendo da minha
confusão, tendo dúvidas se estava certa ou errada. Ela me disse que eu a
vida toda estava sendo preparada para ser mulher, e que mulheres jovens
namoram e beijam. Que devia experimentar tudo que uma garota de minha
idade experimenta, desde que não ferisse os meus princípios morais e
religiosos. A única coisa que não poderia jamais fazer seria engravidar e
ser mãe. Para mim foi um alívio. § Apesar da vigilância do pessoal do
pensionato e da família do pastor, nosso namoro foi esquentando, e
passamos a cada um conhecer melhor o corpo do outro. Em suma, bolinação
geral! § Um parêntesis: aos 16 anos eu media 1 metro e sessenta, tinha
cabelos entre louros e ruivos, olhos cinzas, boca e nariz bem feitos e um
corpinho enxuto. Em suma era uma bela garota... § Uma tarde ele me
convidou para ir a casa dos pais dele que estavam viajando. A empregada
saia às 15 horas e depois desse horário não haveria ninguém fora ele. Não
fui na tarde do convite mas dei um jeito de ir na tarde seguinte.
Inventei uma mentira para a mulher do pastor e fui ao endereço dele, a 4
quarteirões da igreja. Quando ele me recebeu, eu estava quase colocando o
coração pela boca... Nos beijamos e abraçados ele me mostrou a casa.
Quando chegamos no quarto dele, nos beijamos novamente e começamos a nos
bolinar. Ele abriu minha blusa, soltou meu soutien e começou a chupar
meus peitinhos que estavam doidos para serem beijados. Eu acariciava o
pênis dele por cima da calça. Ele enfiou a mão pelo cós da minha calça e
começou a alisar minha bunda e depois tentou acariciar na frente, quando
pedi que parasse. Disse que queria tomar um banho. Ele apontou o banheiro
e me entregou uma toalha limpa. Quando fechei a porta do banheiro vi que
não havia como trancá-la. Quando estava me ensaboando, ele entrou nu no
box do chuveiro. Nada fiz nem nada falei. Apenas o abracei. Ele tomou a
esponja da minha mão e começou a me ensaboar, ficando longo tempo
acariciando meus seios, minha bunda e minha xoxota. Depois foi minha vez de
ensaboá-lo e com que prazer pude pela primeira vez segurar um pênis de
verdade (não o meu minúsculo) ereto, e o saco de um homem adulto (não o
meu esvaziado há vários anos). Ainda meio ensaboados ficamos esfregando
nossos corpos um no outro por longo tempo, de frente e de costas.
Estávamos tão excitados que mal conseguíamos falar. A voz tremia...
No quarto, ele me enxugou beijando meu corpo dos cabelos aos dedos dos
pés. § Somente nesse momento eu caí na real: e se não conseguisse manter
uma relação sexual? Os médicos haviam me dito que minha neo-vagina era um
pouco mais curta e estreita que uma vagina normal, devido ao tecido
cicatricial. E que não teria a lubrificação natural, já que as paredes
eram de pele (do escroto). Me disseram que talvez fosse necessário fazer
algumas pequenas cirurgias complementares. Minha única experiência de
penetração era com o tal expansor plástico, que ainda fazia diariamente,
mas com lubrificação por um gel. § Na hora em que ele foi pegar uma
camisinha no armário e ficou de costas para mim, provoquei a formação de
saliva e com os dedos passei o cuspe na minha xoxota. Para minha surpresa
verifiquei que ela estava lubrificada pelo tal líquido prostático, que
saia pela minha uretra. Nossa relação foi ótima para os dois. Apesar da
penetração não poder ter sido muito profunda ele ejaculou após uns 3 a 4
minutos. Não senti quase dor, ou melhor, foi uma dorzinha prazerosa, e eu
cheguei bem perto do orgasmo. Acho que se eu estimulasse um pouco o meu
“clitóris” (a ex-glande do meu micro-pênis) teria chegado ao orgasmo.
(CONTINUA EM “SOU QUASE MULHER” –TERCEIRA PARTE)
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