Minha Fantasia de Putinha
Neste conto quero relatar uma fantasia que tenho de ser uma bichinha dona-de-casa e submissa de um macho ativo dominador e bem machista. Então este conto é um relato do cotidiano deste tipo de viadinho. Bom meu macho já havia transformado meu corpinho ao seu desejo: me obrigou a fazer musculação para moldar minha bundinha e coxas; depilar todo meu corpo e passar hidratante; mandou-me fazer depilação definitiva na sobrancelha para ficar fininhha; fazer também aeroaxé para aprender a rebolar igual a uma mulherzinha; deixei meus cabelos negros e lisos crescerem até a cintura num corte em v com uma franjinha na frente; pircing no umbiguinho e na língua (para melhor chupar seu membro) e furos de brinco em ambas orelhas; além de tatuagens para deixar sua marca de dominação em meu corpo para sempre um coração com suas iniciais na nádega esquerda, um tribal na virilha embaixo do umbigo, uma rosa na nuca e um beija-flor nas costas perto do ombro. Em fim, não tão fêmea como uma travesti, mas o suficiente para ser uma bichinha domada. Além disso tenho, um metro e setenta e seis, magra, branca e com um piruzinho pequeno. Já meu Mestre tem um metro e noventa, forte, peludo, com barba, mãos pesadas e um caralho de vinte quatro por oito centímetros. Já é mais um dia começando, dormimos engatados, ele em cima de mim com o caralho semi-mole entre minhas nádegas, e eu de meias pretas sete oitavos, aquelas luvinhas de renda que fica presa no dedo do meio e com as unhas dos pés e mãos pintadas de vermelho. O despertador toca, ela sai de cima de mim e continua dormindo enquanto vou fazer minhas primeiras tarefas vou para o banheiro lavar o rosto e escovar os dentes, passo o hidratante e um batom vermelho, ponho a calcinha fio-dental preta de renda que estava usando ontem e o sapatinho de salto alto preto ele exige que eu já esteja bem sexy logo pela manhã. Vou preparar seu café uma metade de mamão sem casca e sementes, suco de laranja e pão com geleia ponho tudo na bandeja mais o jornal e levo até a cama onde ele continua dormindo, acordo-o beijando seus pés. Ele come o café e lê o jornal enquanto faço massagens nos seus pés. Meu macho termina o café e diz: Leve a bandeja e volte aqui para sua surra matinal. Todos os dias levo uma surra na bunda em cinco posições onde em cada uma levo vinte pancadas e em cada dia a surra é ou com: sinto de couro, raquete de madeira, chinelo de borracha pesado e chicote de tiras. Cheguei no quarto e ele estava de pé com o chinelo quarenta e cinco na mão. Fui para a posição Um, como uma cadelinha já adestrada, esta posição eu fico de pé com as mãos na parede, bundinha empinada e na pontinhas dos pés. Ele chega por trás de mim, verifica se estou de forma correta, e começa a surra: meu rabinho começa a arder e ficar vermelho, solto gemidos de uma menininha apanhando do pai. Ele manda eu ir para a segunda posição, fico de joelhos numa cadeira, com o bumbum para trás e as mãos nos joelhos. Começa a surra novamente... meus gemidos são mais altos e as lágrimas saem dos olhos, mas apesar disso eu gosto daquilo dor e humilhação. Vou para posição três: me ajoelho no chão, fico como se fosse de quatro, mas com as mãos nos tornozelos e com o lado do rosto no chão. Minha bunda fica mais vermelha e, gemendo e chorando falo: Aiiii mestre tenha dó da sua mulherzinha! E em resposta ele aumenta a força das palmadas. Posição quatro: de pé, com as mãos nos joelhos flexionados e bumbum arrebitado, chamo essa posição de dançarina de axé. Meu bumbum esta mais vermelho e com as marcas da sola do chinelo e ainda ele manda eu contar as palmadas. Quinta e última: deito no seu colo de bruços é a posição clássica para se apanhar. Terminada a surra fico de joelhos e ele sentado na cama. Aos seus pés falo: Obrigada mestre por essa surra para me lembrar que sou sua, sua mulherzinha submissa, que vivo para servi-lo e dar prazer ao senhor, e que meu corpo é seu e que sou Bibi (Bianca) sua escrava. Ele me puxa pelos cabelos, me dá um tapa em cada bochecha, deixando-as vermelhas e manda chupar seu pau. Pego o membro semi-duro e engulo até o talo, percorro minha língua por ele deixando duro, chupo seu saco e ele me pega pelos cabelos e fode minha boca. Depois me deixa de pé, tira minha calcinha, beija minha bundinha vermelha e lambe meu cuzinho me arrancado gemidos, rebolo na sua cara e fico de peru duro. Logo após, ele me deita de lado na cama e, com uma cuspida na cabeça do caralho ele crava sua pica grossa de uma vez me segurando pelo quadril. Ele me fode longamente, cravando seu caralho com força fazendo meu corpo tremer, beijando e roçando sua barba no meu pescoço e falando ao meu ouvido puxando meus cabelos que sou sua putinha, que a Bibi gosta de apanhar e ser humilhada por seu homem. Então em meios a gemidos e estocadas fortes sinto seu liquido quente invadir meu cuzinho. Depois de gozar meu homem manda eu limpar o seu pau com a boca e, depois deu um tapinha de leve no meu rosto, diz: Agora é hora da Bibi tomar o café dela. Então vamos até a cozinha e como, o que sempre como todas as manhãs, dois pães de forma amaçados no chão pelos pés dele. Dentro do pão vai: uma mistura de porra com farinha que fica parecendo uma papa, banana amaçada com casca e casca de ovo. Além disso uma papinha de: mostarda forte, três pimenta vermelha inteiras e um copo de azeite de oliva. E mais ainda um copo de mijo. Este café é para mostrar-me que não tenho direito a sentir prazer, nem o do paladar. Então eu sento num banco de mais ou menos quarenta cm de altura com um vibrador no meio e, ele me dá o sanduíche, depois a papinha e por último bebo o copo de mijo. Depois disso vamos para o banho. Primeiro passo sabonete nele, depois o shampoo, seco ele, e depois ele se arruma e se veste. Então eu entro no chuveiro com a água gelada, e tomo banho de porta aberta para que ele me controle, enquanto me seco ele separa minha roupa de trabalho doméstico, me arrumo, amarro meu cabelo com um rabo-de-cavalo bem apertado e ponho brincos de argolas grandes e douradas. Chego no quarto peladinha e ele manda botar a roupa que esta em cima da cama: uma calcinha de couro preta que tem um vibrador atrás e fica um rabo de cavalo atrás para fora, um espartilho preto que ele amarra bem apertado, uma bota de couro preta que vai até o meio da coxa com um salto bem fino e alto e uma mordaça que vai uma bola na boca. Depois de pronta dou uma voltinha e uma andada pelo quarto rebolando para ele ver, fico de quatro ele monta em mim e, levo-o até a porta para ele ir trabalhar. Logo após começo meus afazeres domésticos: Arrumo a cama, guardo as roupas e engraxo seus sapatos, seco e limpo o banheiro, passo aspirador de pó na casa, lavo e guardo a louça, ponho a roupa suja na máquina, lavo suas cuecas e meias no tanque como ele exige e passo as roupas (tudo isto com aquele uniforme e rebolando que nem uma empregada). Quando termino tudo isto já é hora de começar a fazer o almoço. Hoje fiz: salada de batata, arroz, bife à milanesa e feijão. Ponho a mesa para ele, separo meu prato que vai para geladeira (comida normal só posso comer fria) e fico de pé ao lado da porta aguardando sua chegada. Quando ele chega, tiro seu casaco, sapatos e meias e ponho seus chinelos. Sirvo a comida e coloco a cerveja no seu copo e, enquanto ele almoça, fico ao seu lado servindo-o. Terminado o almoço, ele vai para sua poltrona ver televisão, beber o resto da cerveja e fumar um cigarro. Enquanto isto fico de joelhos ao seu lado com umas das mãos em forma de concha para servir de cinzeiro e a outra livre para completar seu copo. Depois disto, ele dorme um pouquinho e eu enquanto isto lavo a louça e guardo as coisas em silêncio; também separo as meias limpas que ele vai usar de tarde, pois não gosta de usa-las sujas de novo. Quando vejo que terminou seu horário de tirar o cochilo, acordo-o alisando seu peito, barriga e membro com delicadeza. Acordando-o ele se arruma, coloco suas meias e sapatos. Então ele separa a roupa e acessórios que deverei estar usando quando ele chegar de noite... ele escolheu: uma calcinha vermelha de renda bem apertadinha, meia branca soquete com uns babadinhos na parte cima, uma botinha preta, shortinho de lycra vermelha que faz aparecer o começo do meu bumbum, um top de lycra preta com babadinhos, uma luvinha da mesma cor e material que prende no dedinho, uma correntinha dourada que prende no pircing do umbigo, uma pusera em forma de cobra que vai na parte de cima do braço, batom rosa escuro e duas chiquinhas de coração para pretender duas tranças estilo colegial. Ele me autoriza a tirar a mordaça, beijos sua mão e pés agradecendo, fico de quatro e levo ele mais uma vez para a porta. Depois vou almoçar a comida fria, novamente no meu banquinho, e somente um copo de água da torneira. Tiro meu uniforme de doméstica submissa e ponho minha roupa de ginástica uma calça de cotom branco apertadinha, tênis e meias compridas de ginástica, um maio rosa claro que faz um fio dental na calça, uma faixa rosa para segurar o cabelo para traz e um batom também rosa. A academia que freqüento é para o público gay e vou caminhando da casa do meu macho e, quando estou na rua daquele jeito fico molhadinha porque escuto insultos - viadinho, putinha, fresca, etc. brincadeira dos veios dos botecos bichinha gostosinha, parece uma mulherzinha, vem cá boneca, etc.. Chego na academia, faço esteira e step para me aquecer. Depois a musculação, dando ênfase para os exercícios para a bundinha, as coxas e bariguinha (sem ficarem musculosas). Depois vem minha aula de aero-axé. Volto para casa, tomo banho, faço enema para deixar meu cuzinho bem limpinho e retoco a depilação. Depois passo o hidratante, ponho perfume e coloco a roupinha que meu mestre separou. Começo a preparar a janta hoje pizza e cerveja, ele adora ponho a mesa e, novamente espero ele na porta. Segue-se o mesmo ritual do almoço, só que depois, eu como o mesmo do café, mas sem a papa apimentada. Ele vai para sua poltrona, como a minha janta e arrumo a cozinha. Chego na sala me ajoelho aos seus pés, beijo-os e massajei-os. Logo após ele me põe no seu colo, começamos a nos beijar, ele passa a mão na minhas coxas e na bundinha. Me vira de costas para ele, começo a rebolar no seu pau, ele passa as mãos na parte de dentro das minhas coxas, segura meu quadril e conduz meu rebolado e dando tapinhas, beija meu pescoço e morde minha orelha, fala que sou sua putinha e a boneca Bibi do papai. Logo após bato uma punheta bem lenta para ele, enquanto que ele me da tapas no rosto me chamado de putinha biscate, viadinho fresco e bicha submissa que gosta de apanhar. E quando ele vai gozar ponho a minha boca na cabeça do seu caralho e, ele goza fartamente na minha boca sem cair uma gotinha e, depois, engulo tudinho. Ele vai se arrumar para sair, porque é Sexta-feira e, neste dia sempre vamos a uma boate gay que só toca funk, pagode e axé, para as bichinhas rebolarem e os machos atolarem a mão e dar beliscões nas bundas delas. Chegando lá, meu macho começar a beber mais e fica mais safado comigo manda eu rebolar mais no seu pau, a morder o meu dedinho, fazer carinha de puta safada, revirar os olhos, me dá tapas e beliscões forte na minha bunda na frente de todo mundo eu bem molhadinha de ser humilhada e tratada que nem uma vagabunda na frente de um monte de gente e ele de pau duro com a submissão da sua Bibi, vamos para um canto mais escuro com uns bancos para tirar arretos mais fortes. Lá sento no seu colo de frente para ele, começamos a nos beijar e, ele logo acha um jeitinho de enfiar o dedo no meu cuzinhho para me ver rebolar e gemer baixo no seu ouvido que nem uma putinha. No meio disso senta ao nosso lado um negrão que nos olha e acaricia seu pau por cima da calça. Meu macho logo nota e manda eu ficar de costa para ele e rebolar no seu pau e me exibir para o negrão, ele nota que é um convite para se aproximar da gente e o faz. Continuo-o rebolando no colo do meu macho e acaricio a pica do negrão que logo noto que é tão grande como a do meu macho. Sai do colo e sento entre os dois e acaricio ambos os membros e os dois passam as mãos na minha coxas e beijam-me. Depois desses arretos, meu macho bate na minha bundinha de forma sacana e diz: Bibi vai lá no bar pegar uma cerveja para mim e o amigo aqui, vai putinha vai. Respondo sim senhor e saio rebolando em direção ao bar. Volto de lá com as cervejas e vejo um sorriso sacana do meu macho. Dou as latinhas para os dois e meu dono diz: Enquanto a gente fica bebendo aqui. Rebola e se exibe para ele ver como tu é putinha Bibi. Obedeço, começo a rebolar, fazendo os trejeitos de putinha barata, eles passam a mão na minha bunda, dão beliscões e tapinhas, passam as latas geladinhas nas minhas coxas e no rabinho me causando arrepios. Eles terminam, meu mestre levanta-se e diz para mim: Vai no banheiro com ele e paga uma chupeta até ele gozar putinha. Ele me dá um beliscão forte na minha bunda e, eu digo sim senhor. O negrão me olha sacana e vamos ao banheiro. Chegando lá vamos num boxe, sento-me na tampa da privada e ele de pé de frente para mim começa abaixar a calça e as cuecas me olhando e rindo como um cafajeste. Me deparo com um membro de mais ou menos vinte cm, cabeçudo, mais grosso do que o do meu macho e com um saco grande. Engulo até talo, chupo a cabeça com a boquinha bem apertada, beijo suas bolas e bato o membro na minha bochecha e língua. E depois de um tempo fazendo uma bela chupeta, modéstia a parte, ele solta três jatos fortes grossos na minha garganta e chupo e engulo o resto. Voltamos os dois para o lugar onde estava-mos, mas antes meu mestre se levanta e o negrão faz um sinal de sim com a cabeça. Meu mestre me pega pelo braço e diz: Agora nós vamos para casa dele e tu nem sabe o que te espera. Os dois riem e partimos. Chegando lá, uma casa comum com um pátio atrás dela, meu macho me pega e me beija e o negrão abaixa meu shortinho e beija minha bundinha, começo a rebolar e soltar gemidos abafados pela boca do meu homem. Logo após me ajoelho na frente dos dois, abaixo suas calças e revezando vou chupando os dois caralhos. Então, eles começam a bater os membros cada um nas minhas bochecha, beijos seus pés e meu macho me puxa pelos cabelos me da um tapa forte no rosto e manda eu abrir bem a boca, obedeço e eles enfiam as duas picas de uma vez, me engasgo, lágrimas escorrem e as varas fodem minha boca arregaçado-a como uma buceta. Eles me põem no sofá de joelhos e as mãos no encosto, e começam uma bela surra de cintos na minha bunda e costas, retribui-os gemendo que nem uma puta, rebolando e pedindo mais. Eles aumentam a força e me xingam com raiva Puta! Bicha de merda! A vagabunda gosta de apanhar! Toma! Toma boneca safada! então o negrão senta no encosto do sofá de frente para mim e me faz engolir todo seu mastro, meu macho arranca minha calcinha e crava seu caralho sem dó, meus gritos são abafados pelo membro do negrão. Começa uma foda com fúria: tapas, puxões de cabelos, gritos, xingamentos. Foderam me revezando- se, um hora na boca e hora no cú, em várias posições: De quatro; eu cavalgando e chupando o outro; frango assado com o que estou chupando segurando minhas pernas e outro cravando com todo o seu peso e força; eu com a barriga no encosto de mão do sofá. Depois disso tudo, sento no caralho do negrão de frente para ele e meu dono chega por trás e crava em mim fazendo uma dupla penetração. Depois de algum tempo nesta posição os dois saem de dentro de mim, mandam eu fechar a boca e os olhos e melecam todo meu rosto de porra, esfregam os caralhos no meu rosto espalhando a porra mais ainda, meu macho me pega pelos cabelos e me esbofeteiam a minha cara me fazendo chorar de dor e tesão, logo após me deitam no chão e esfregam os pés e cospem na minha cara e tiram o resto da minha roupa (top, botas e meias) o negrão me arrasta pelos cabelos até o box do banheiro com meu mestre xingando-me, me põem de joelhos, mijam minha cara e rosto e ligam a água fria e meu macho fala: Puta de merda! Toma um banho e volta cherosinha. Os dois cospem em mim e saem. Depois do banho, chego na sala os dois estão sentados no sofá vendo TV, meu mestre fala: Vem cá! E vira de costa para nós!. Faço o que ele ordena, sinto ele afastar minhas nádegas e crava um vibrador no meu cuzinho ardendo, arrancado-me gritinhos, ele manda eu botar o shortinho e ir na cozinha buscar uma cerveja servi-los. Volto e sirvo-os, meu dono manda botar a garrafa na mesa do lado do sofá e ficar de quatro na frente deles para eles apoiarem seus pés em mim. Fico nesta posição até eles acabarem a cerveja. Eles acendem um cigarro cada, manda eu ficar de joelhos na frente deles, fumam o cigarro jogando a fumaça na minha cara, então ele manda abrir a boca e botar a língua para fora e os dois apagam os cigarros nela e eu chorando me manda engolir as baganas e, como uma escrava obediente o faço. Então meu dono pede para o negrão trazer a câmera de vídeo que ele havia dito que tinha. Esperei de joelhos, com as lágrimas ainda escorrendo e com uma curiosidade silenciosa, quando ele chegou. Me levaram até o pátio da casa do negrão, mandaram-me tirar o shorts e o vibro, quando terminei o negrão chega com um cão Fila, olhei para meu mestre e ele falou: Tu sabe muito o que tem que fazer. E sabia: Ser cadela daquele cachorro num vídeo caseiro. E foi o que fiz: chupei o cachorro até o caralho grosso e vermelho ficar duro, fiquei de quatro e virei cadelinha. O cachorro estocava com força, eu não tinha mais forças para gemer, minhas lágrimas escorriam do meu rosto de puta cansada, eles riam, mandavam eu latir para câmera e dizer que era a cadela Bibi. O cachorro solta jatos de porra no meu cú que escorrem pelas minhas coxas e em vez de gemer fui obrigada a latir. O Fila fica engatado em mim e, meu dono manda esperar, se vestir e botar de novo o vibrador que eles estariam me esperando lá dentro. Depois de quinze minutos volto para casa e meu dono fala: Agradeça nosso amigo. Me ajoelho beijos os pés e a mão do negrão e falo: Obrigado senhor. Meu mestre comenta com ele puxando minha cabeça para trás pelos cabelos: Tu vê só... é humilhada, apanha, dá para um cachorro e ainda agradece. Quer boneca mais puta e submissa do que essa?. Ele me dá mais um tapa no rosto e o negrão também e, meu dono explica que ele ia ficar com o vídeo e a calcinha de recordação e a gente o vibrador. Fomos embora, chegamos em casa fomos dormir eu de bruços de shortinho, vibro e meia. Ele em cima de mim só de cueca.
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