Um Negro Como Queríamos...
Novamente estamos escrevendo para esse site, o qual consideramos um dos melhores, senão o melhor em contos eróticos. Desta vez para relatar a nossa mais recente aventura sexual, que aconteceu na semana passada. Um sonho antigo, meu e de minha noiva, e que foi realizado da melhor maneira possível, com muito respeito, erotismo, segurança e muito, muito tesão. Sempre sonhamos em ter um homem negro em nossas relações, mas desde que fosse, realmente bonito, saudável, forte, muito educado e bem dotado. Para nossa alegria, a mais ou menos 2 meses, recebemos um e-mail em resposta de um anúncio em um site de encontros, de um homem da cidade de Campinas, que vamos chamá-lo aqui de Marcos, mandou sua foto e dizendo que era muito mais bonito pessoalmente. Trocamos e-mails, até o primeiro telefonema. Marcos tinha uma voz muito forte, grave e que parecia ser compatível com seu tamanho. Na sua descrição dizia ter 1,88 de altura, praticante de musculação e natação, 30 anos, formação superior, sempre muito discreto em seus telefonemas e muito educado. Por fim, depois de muita conversa resolvemos nos encontrar. Em um final de semana aqui em nossa cidade, mais precisamente num sábado à noite.
Jully estava nervosa, logo estaria prestes a realizar a fantasia que tanto povoava nossas transas, ela sempre dizia que gostaria de sentir e tocar um negro nú, e esse momento estava chegando. Como disse em outras ocasiões, mas sempre gosto de repetir, Jully é uma loirinha linda, um verdadeiro anjo na vida normal, mas se torna uma puta devassa na intimidade, acompanhada de seus lindos olhos azuis, seios fartos e lindos, um bumbum maravilhoso, e a bocetinha sempre raspadinha, um cuzinho apertadinho, mas quando bem tratado, sabe ser muito bem receptivo.
Marcamos de nos encontrar em um bar famoso em nossa cidade, onde poderíamos nos encontrar com facilidade, e na hora marcada estávamos nós lá, praticamente no mesmo momento, os três. Jully passou o dia todo se preparando para aquela noite, nervosa, mas sempre com muito tesão. Ela colocou uma calcinha fio dental branca, juntamente com um corpete da mesma cor, cinta liga e meias, todo conjunto da mesma cor, estava realmente estonteante, durante a semana fez bronzeamento que a deixou anda mais sexy.
Quando nos aproximamos da mesa onde nosso amigo se encontrava, pude logo notar o brilho nos olhos dos dois, ele se levantou e pude notar a incrível diferença de tamanho entre os dois, realmente ele era enorme.
Nos sentamos e tomamos um bom vinho, batemos papo e ficamos naquela paquera, via como eles se olhavam, principalmente quando Jully começou a demostrar sintomas de "alegria" em favor do vinho, até que resolvemos dar uma volta. Fechamos a conta e fomos na direção que tanto estávamos esperando.
Ao chegar ao Motel, pegamos um quarto com Hidromassagem e assim que chegamos e abrimos a porta, pude olhar para trás e ver os dois se agarrando antes mesmo de entrarmos.
Ele a pegou nos braços com a maior facilidade do mundo e a levou para dentro. Se deitaram na cama e eu me posicionei no meu lugar de voyeur, andava por todos os lados, sempre querendo ver os melhores ângulos. Ela estava maravilhosa, e Marcos estava realmente muito fogoso, além de estar com uma camisa bem apertada, trajava uma calça jeans que deixavam evidente seu tesão dentro da calça. Jully se colocou de pé e passou a fazer um strip para Marcos, ele alisava seu membro sobre a calça que ainda parecia estar meio adormecido, enquanto minha gata continuava seu show, tirou a saia, a blusinha, em seguida o corpete, fazendo com que seu negro fosse direto em seus seios, muito guloso, chupou arrancando suspiros de Jully que começou a despir seu amante. Tirou sua camisa e o colocou de pé, tirou o cinto e em seguida desabotoou sua calça, desceu o zíper, seus olhos estávam fixos naquilo que estaria prestes a sair dali de dentro em questão de segundos e sua boca parecia salivar por isso.
Ele tirou a calça e ficou apenas de sunga, Eles ainda se amassaram por mais um tempo, deixando Jully ainda mais molhada, com a boceta encharcada de tesão, ela pedia para que ele a chupasse, e como um bom amante, foi atendida, ele a pegou novamente no colo e a levou para o haal de entrada, deitando-a sobre a mesa e tirando sua calcinha, que estava ensopada de tesão, jogou sua calcinha para mim e perguntou se poderia chupá-la, eu disse que sim. Marcos à todo momento elogiava Jully e isso a excitava bastante, ele abocanhou sua bocetinha e meteu a língua bem fundo na minha loirinha, que gemia e pedia mais e mais. Ela o pegava pela cabeça e esfregava a boceta em sua cara, até que anunciou seu gozo, que foi gritado, muito gostoso, e dizia sempre, que estava gozando com um negro, que era o sonho dela. Mas até então, ela ainda não tinha visto o que realmente iria lhe dar prazer por aquela noite toda. Ele a pegou no colo novamente e a levou para cama, Jully me pediu para que pegasse um óleo de massagem afrodisíaco que temos, e ela derramou por sobre o corpo do seu negro, os dois sobre a cama começaram a se massagear, ele estava apenas de sunga, mas dava pra ver o enorme volume do seu membro ainda adormecido. Ela foi masageando e espalhando o óleo sobre aquele deus negro, sua pele brilhava juntamente com a de Jully, o que fazia um contraste realmente excitante dos dois. Ela foi tirando a sunga de Marcos e quando liberou a sua ferramente, dava pra ver a cara de espanto dela. Em repouso devia ter uns 18cm, ela o pegou com carinho, com as duas mãos e o levou até a boca, começou a chupá-lo com carinho e cuidado, e o que vi foi uma coisa descomunal, ele crescia aos poucos e em segundos não cabia na boca de Jully, sua cabeça era enorme, o resto do membro cheio de veias e apontado para frente, sempre duro, como ela sonhava. Depois foi a vez dele a despir, tirou todas as suas vestes que ainda lhe cobriam algo no corpo, nesse momento resolveram se dirijir para a banheira, que eu já tinha preparado para os dois, água quente e bastante espuma. Eles se deitaram na água, sempre se beijando e se esfregando, Jully não soltava o membro gigante do seu amante, que tem 24/7,5cm, realmente enorme, ficava imaginando como aquilo iria caber dentro dela.
Mas dentro da banheira foi comprovado, ela se posicionou por cima dele e foi descendo, encaixada naquele feixe de músculos e veias, mas não conseguiu tudo, segundo Marcos, ficou pela metade, mas ela subia e descia com maestria e muito tesão, e Marcos sempre muito cuidadoso, deixou que Jully tomasse conta do seu membro, ela gemia e o beijava o tempo todo, lambia seu rosto, seu pescoço e Marcos fazia o mesmo com ela, até que ela anúnciou seu gozo no pau dele, e conforme gozava, descia mais e mais de tanto tesão, e gritava e pedia para que seu negro a fodesse bem gostoso, como ela sonhava e ele a fodeu. Ele se levantou com ela agarrada em sua cintura, assim como ela sempre dizia em suas fantasias, engatada com aquele membro em sua bocetinha, e a levou para cama novamente, lá, ele a deitou na cama e foi por cima, deixando ela encostada na cabeceira da cama, deitada quase em diagonal, para que ela visse o tamanho do cacete que estava querendo entrar dentro dela. Ela abriu bem as pernas e começou a sentir novamente aquela tora entrar, e Marcos foi colocando devagarinho, e Jully tinha no rosto a satisfação de quem estava realizando todas as fantasias de uma só vez. Infelizmente ele não conseguiu colocar tudo, mas foi por pouco, e o que entrou a fez gozar muito naquela noite. E outra coisa que nos deixou maravilhados foi na hora em que nosso amigo anunciou seu gozo, Jully me chamou para chupá-lo junto com ela e eu prontamente aceitei, nós dois disputávamos aquele mastro em nossas bocas, até que ele disse que iria gozar, e como gozou. Era muita porra que saia dele, em jatos fortes e quentes, jorrava em quantidades enormes, lambuzando nossos rostos, eu e minha gata nos esfregávamos com aquele caldo grosso e quente. Depois fomos para a banheira, e ficamos deitados conversando por um bom tempo, Jully estava com a boceta ardendo, e toda feliz pelo que tinha passado naquelas horas. Ela estava na banheira ao lado dele, e por dentro dágua, sem que eu percebesse, ela estava masturbando seu negro, e só fui perceber isso, quando ele saiu da água derepente, com o cacete ereto, sentou na ponta da banheira e Jully se posicionou no meio das pernas dele, ficando de quatro para mim e chupando gulosamente seu macho. Eu não resisti e resolvi dar minha contribuição naquela noite, peguei minha putinha pela cintura e coloquei meu pau naquela boceta gostosa, e qual a minha surpresa!? Ela estava bem mais aberta que o normal, bem larga e muito gostosa, deliciosa, e comecei meu vai e vem nela, enquanto ela tentava engolir o que podia daquele mastro de nervos. Em poucos minutos eu senti um arrepio no corpo, mesmo dentro da água, vendo aquela cena e me lembrando de tudo que tinha acontecido, e anunciei meu gozo, juntamente com Jully que gozava agarrada no cacete de Marcos, achi sua boceta de porra, enquanto ela não parava de chupar seu amante, até que logo em seguida ele fechou os olhos e novamente colocou para fora o tesão do seu pau, jorrando porra para cima, deixando o rosto da nossa putinha todo lambuzado. Foi uma transa maravilhosa, Jully foi para casa com a boceta toda saciada e com o corpo todo mole de tanto gozar com seu negro, o mesmo que em horas atrás, ela tinha apenas em sonhos, mas que agora ela tinha a certeza de que era pura realidade. Aos homens negros e mulatos, que tenhas as qualidades acima descritas, sinceridade, educação, que sejam saudáveis, isentos de qualquer doença, fortes, bem dotados, realmente bonitos e que curtam um casal idôneo e com as mesmas características que exigimos, por favor, nos escrevam enviando fotos de corpo e rosto que retribuiremos com o maior prazer.
Jully estava nervosa, logo estaria prestes a realizar a fantasia que tanto povoava nossas transas, ela sempre dizia que gostaria de sentir e tocar um negro nú, e esse momento estava chegando. Como disse em outras ocasiões, mas sempre gosto de repetir, Jully é uma loirinha linda, um verdadeiro anjo na vida normal, mas se torna uma puta devassa na intimidade, acompanhada de seus lindos olhos azuis, seios fartos e lindos, um bumbum maravilhoso, e a bocetinha sempre raspadinha, um cuzinho apertadinho, mas quando bem tratado, sabe ser muito bem receptivo.
Marcamos de nos encontrar em um bar famoso em nossa cidade, onde poderíamos nos encontrar com facilidade, e na hora marcada estávamos nós lá, praticamente no mesmo momento, os três. Jully passou o dia todo se preparando para aquela noite, nervosa, mas sempre com muito tesão. Ela colocou uma calcinha fio dental branca, juntamente com um corpete da mesma cor, cinta liga e meias, todo conjunto da mesma cor, estava realmente estonteante, durante a semana fez bronzeamento que a deixou anda mais sexy.
Quando nos aproximamos da mesa onde nosso amigo se encontrava, pude logo notar o brilho nos olhos dos dois, ele se levantou e pude notar a incrível diferença de tamanho entre os dois, realmente ele era enorme.
Nos sentamos e tomamos um bom vinho, batemos papo e ficamos naquela paquera, via como eles se olhavam, principalmente quando Jully começou a demostrar sintomas de "alegria" em favor do vinho, até que resolvemos dar uma volta. Fechamos a conta e fomos na direção que tanto estávamos esperando.
Ao chegar ao Motel, pegamos um quarto com Hidromassagem e assim que chegamos e abrimos a porta, pude olhar para trás e ver os dois se agarrando antes mesmo de entrarmos.
Ele a pegou nos braços com a maior facilidade do mundo e a levou para dentro. Se deitaram na cama e eu me posicionei no meu lugar de voyeur, andava por todos os lados, sempre querendo ver os melhores ângulos. Ela estava maravilhosa, e Marcos estava realmente muito fogoso, além de estar com uma camisa bem apertada, trajava uma calça jeans que deixavam evidente seu tesão dentro da calça. Jully se colocou de pé e passou a fazer um strip para Marcos, ele alisava seu membro sobre a calça que ainda parecia estar meio adormecido, enquanto minha gata continuava seu show, tirou a saia, a blusinha, em seguida o corpete, fazendo com que seu negro fosse direto em seus seios, muito guloso, chupou arrancando suspiros de Jully que começou a despir seu amante. Tirou sua camisa e o colocou de pé, tirou o cinto e em seguida desabotoou sua calça, desceu o zíper, seus olhos estávam fixos naquilo que estaria prestes a sair dali de dentro em questão de segundos e sua boca parecia salivar por isso.
Ele tirou a calça e ficou apenas de sunga, Eles ainda se amassaram por mais um tempo, deixando Jully ainda mais molhada, com a boceta encharcada de tesão, ela pedia para que ele a chupasse, e como um bom amante, foi atendida, ele a pegou novamente no colo e a levou para o haal de entrada, deitando-a sobre a mesa e tirando sua calcinha, que estava ensopada de tesão, jogou sua calcinha para mim e perguntou se poderia chupá-la, eu disse que sim. Marcos à todo momento elogiava Jully e isso a excitava bastante, ele abocanhou sua bocetinha e meteu a língua bem fundo na minha loirinha, que gemia e pedia mais e mais. Ela o pegava pela cabeça e esfregava a boceta em sua cara, até que anunciou seu gozo, que foi gritado, muito gostoso, e dizia sempre, que estava gozando com um negro, que era o sonho dela. Mas até então, ela ainda não tinha visto o que realmente iria lhe dar prazer por aquela noite toda. Ele a pegou no colo novamente e a levou para cama, Jully me pediu para que pegasse um óleo de massagem afrodisíaco que temos, e ela derramou por sobre o corpo do seu negro, os dois sobre a cama começaram a se massagear, ele estava apenas de sunga, mas dava pra ver o enorme volume do seu membro ainda adormecido. Ela foi masageando e espalhando o óleo sobre aquele deus negro, sua pele brilhava juntamente com a de Jully, o que fazia um contraste realmente excitante dos dois. Ela foi tirando a sunga de Marcos e quando liberou a sua ferramente, dava pra ver a cara de espanto dela. Em repouso devia ter uns 18cm, ela o pegou com carinho, com as duas mãos e o levou até a boca, começou a chupá-lo com carinho e cuidado, e o que vi foi uma coisa descomunal, ele crescia aos poucos e em segundos não cabia na boca de Jully, sua cabeça era enorme, o resto do membro cheio de veias e apontado para frente, sempre duro, como ela sonhava. Depois foi a vez dele a despir, tirou todas as suas vestes que ainda lhe cobriam algo no corpo, nesse momento resolveram se dirijir para a banheira, que eu já tinha preparado para os dois, água quente e bastante espuma. Eles se deitaram na água, sempre se beijando e se esfregando, Jully não soltava o membro gigante do seu amante, que tem 24/7,5cm, realmente enorme, ficava imaginando como aquilo iria caber dentro dela.
Mas dentro da banheira foi comprovado, ela se posicionou por cima dele e foi descendo, encaixada naquele feixe de músculos e veias, mas não conseguiu tudo, segundo Marcos, ficou pela metade, mas ela subia e descia com maestria e muito tesão, e Marcos sempre muito cuidadoso, deixou que Jully tomasse conta do seu membro, ela gemia e o beijava o tempo todo, lambia seu rosto, seu pescoço e Marcos fazia o mesmo com ela, até que ela anúnciou seu gozo no pau dele, e conforme gozava, descia mais e mais de tanto tesão, e gritava e pedia para que seu negro a fodesse bem gostoso, como ela sonhava e ele a fodeu. Ele se levantou com ela agarrada em sua cintura, assim como ela sempre dizia em suas fantasias, engatada com aquele membro em sua bocetinha, e a levou para cama novamente, lá, ele a deitou na cama e foi por cima, deixando ela encostada na cabeceira da cama, deitada quase em diagonal, para que ela visse o tamanho do cacete que estava querendo entrar dentro dela. Ela abriu bem as pernas e começou a sentir novamente aquela tora entrar, e Marcos foi colocando devagarinho, e Jully tinha no rosto a satisfação de quem estava realizando todas as fantasias de uma só vez. Infelizmente ele não conseguiu colocar tudo, mas foi por pouco, e o que entrou a fez gozar muito naquela noite. E outra coisa que nos deixou maravilhados foi na hora em que nosso amigo anunciou seu gozo, Jully me chamou para chupá-lo junto com ela e eu prontamente aceitei, nós dois disputávamos aquele mastro em nossas bocas, até que ele disse que iria gozar, e como gozou. Era muita porra que saia dele, em jatos fortes e quentes, jorrava em quantidades enormes, lambuzando nossos rostos, eu e minha gata nos esfregávamos com aquele caldo grosso e quente. Depois fomos para a banheira, e ficamos deitados conversando por um bom tempo, Jully estava com a boceta ardendo, e toda feliz pelo que tinha passado naquelas horas. Ela estava na banheira ao lado dele, e por dentro dágua, sem que eu percebesse, ela estava masturbando seu negro, e só fui perceber isso, quando ele saiu da água derepente, com o cacete ereto, sentou na ponta da banheira e Jully se posicionou no meio das pernas dele, ficando de quatro para mim e chupando gulosamente seu macho. Eu não resisti e resolvi dar minha contribuição naquela noite, peguei minha putinha pela cintura e coloquei meu pau naquela boceta gostosa, e qual a minha surpresa!? Ela estava bem mais aberta que o normal, bem larga e muito gostosa, deliciosa, e comecei meu vai e vem nela, enquanto ela tentava engolir o que podia daquele mastro de nervos. Em poucos minutos eu senti um arrepio no corpo, mesmo dentro da água, vendo aquela cena e me lembrando de tudo que tinha acontecido, e anunciei meu gozo, juntamente com Jully que gozava agarrada no cacete de Marcos, achi sua boceta de porra, enquanto ela não parava de chupar seu amante, até que logo em seguida ele fechou os olhos e novamente colocou para fora o tesão do seu pau, jorrando porra para cima, deixando o rosto da nossa putinha todo lambuzado. Foi uma transa maravilhosa, Jully foi para casa com a boceta toda saciada e com o corpo todo mole de tanto gozar com seu negro, o mesmo que em horas atrás, ela tinha apenas em sonhos, mas que agora ela tinha a certeza de que era pura realidade. Aos homens negros e mulatos, que tenhas as qualidades acima descritas, sinceridade, educação, que sejam saudáveis, isentos de qualquer doença, fortes, bem dotados, realmente bonitos e que curtam um casal idôneo e com as mesmas características que exigimos, por favor, nos escrevam enviando fotos de corpo e rosto que retribuiremos com o maior prazer.
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