fui acusado de assediar minha sobrinha, mas era mentira! Mas depois se tornou verdade!
minha sobrinha, Keity tinha 7 aninhos, era filha de Renata, irmã dela que foi mãe solteira.
Eu fui super bem recebido pela família da minha esposa e como não me dava com meus irmãos me senti em casa.
Minha sobrinha como eu era o único homem da casa se apegou a mim como um pai, na época eu tinha 30 anos e tinha um carinho muito grande por ela tb, mas nunca, jamais passou algum tipo de pensamento sexual por ela.
íamos viajar, passear, ia com ela andar de bicicleta no parque me dava bem com ela e com a mãe dela.Minha cunhada era toda amores para comigo.
Eu fazia de tudo para agradar, ia no supermercado, levava elas as festas, shoppings, sempre que ia viajar elas iam juntas! Nunca aconteceu nada que pudesse me fazer pensar que iria ser acusado.
Inclusive eu vire e mexe via minha sobrinha peladinha, às vezes ela saia do banho e como era muito apegada em mim eu pegava ela no colo, só enrolada na toalha, levava ela pro quarto e ela me fazia enxugar ela.
Quando ela dormia na sala minha própria cunhada me pedir pra carregar ela pro quarto eu levava e a própria mãe dela colocava o pijaminha dela na minha frente.
Keity então me pedia pra deitar do lado dela e abraçar ela pra ela dormir, eu abraçava aquele corpinho lindo, moreninho, a pele lisinha, ela era muito bonita, cabelos lisos, sorriso cativante, super simpática.
Eu amava ela sem nenhuma maldade, tanto minha sogra como minha cunhada me elogiavam e falavam que eu era praticamente um pai para ela.
Tudo mudou quando Keity começou a ter corpo, com 11 anos mais especificamente, os seios despontaram, o corpo arredondou, ela ficou mais sapeca, eu sentia que agora ela sentava no meu colo já com outro interesse, mas fiquei na minha, para mim era uma linda menina mas eu não tinha nenhum desejo.
Um dia, eu cai numa armadilha da própria Keity.
As mulheres tinham ido ao mercado eu estava sozinha com ela.
Ela foi tomar banho eu fiquei na sala, quando ouvi ela me chamando fui até o banheiro ela tava na porta enrolada na toalha e me falou: lembra tio quando vc me pegava no colo quando saia do banho e me enxugava, eu falei que sim, mas que agora ela já era uma mocinha e percebendo a intenção dela tentei fugir.
Mas ela começou a choramingar pedindo pra eu pegar ela só mais uma vez, falou que ela gostava tanto de ser enxugada por mim!
Então eu fiz o que ela pediu: peguei ela e senti a diferença da menininha de 7 para a de 11, o cheiro, o olhar, o corpo, meu pau sem querer ficou duro, mas me segurei.
No quarto tentei sair rápido, ela deixou a toalha cair e vi ela nuazinha, nada demais não era a primeira vez, mas agora a bucetinha tava com umas penugens e o seios pequenos ainda mas apetitosos, ela me de a toalha e pediu para eu enxugar ela. Eu falei que não e fui embora pressentindo o perigo.
Ela ficou lá eu na sala, quando as mulheres chegaram, eu respirei aliviado.
A mãe de Keity foi ver ela, e Lúcia percebendo algo no ar me perguntou se tava tudo bem, eu falei que sim, mas me sentia meio constrangido adivinhando talvez o que aconteceria.
Mais tarde fomos pra nossa casa, Keity venho se despedir mas senti que ela tava diferente.
No dia seguinte, um domingo, Renata ligou pra gente e pediu para irmos até a casa delas.
Fomos e chegando lá ela nos chamou para um quarto e começou a disser que Keity estava me acusando de ter assediado ela, que quando ela estava no quarto depois do banho eu entrei e perguntei se ela não queria que eu enxugasse ela como antigamente.
Fiquei pasmo, a safada tinha invertido a situação.
Meu mundo caiu aquele dia, fui acusado, minha cunhada começou a gritar comigo, me xingando minha sogra ainda até tentou me defender dizendo que crianças inventam coisas, mas minha sobrinha chegou chorando e dizendo que era tudo verdade.
Bem vou resumir, acabou com minha vida, elas falaram que não iam me denunciar mas estava proibido de ir na casa delas e mesmo se aproximar de Keity.
Não preciso dizer que meu casamento acabou, me separei, entrei em depressão, não tinha argumentos para me defender.
Mas segui em frente, agora separado fui morar em outro bairro, procurava evitar contato de qualquer tipo com minha ex esposa e com sua família.
Namorei algumas mulheres, mas peguei trauma de pre adolescentes e crianças, fugia delas como o diabo da cruz, morria de medo de ser acusado novamente.Se uma futura namorada tivesse filhas ou sobrinhas pequenas eu dessistia antes de começar.
Passado 2 anos, estava em uma farmácia perto da minha casa, senti uma mãozinha me tocar no ombro, antes de me virar ouvi a vozinha me chamar: oi tio, tudo bem?
Não acreditei, era Keity agora com 13 aninhos, era quase uma mulher, apesar de estar mudada reconheci na hora, meio sem graça falei oi, tudo bem. Mas estou de saída e vc sabe que não posso falar com vc.
Entrei no carro e fui embora.
Depois desse dia, ela parecia me seguir, encontrei ela umas 4,5 vezes perto de casa.Pensei em ligar pra tia dela falando que ela estava me seguindo, mas seria ridículo pensei.
Um dia, ela me abordou novamente, eu acabei parando para conversar com ela, mas pra tentar descobrir pq via ela sempre.
Ela me falou que estava fazendo um curso lá perto e tinha uma amiga nova que morava no bairro tb ela ia muito pra lá e até dormia na casa da amiga.
Eu falei tudo bem Keity mas vc não pode ficar me abordando eu não quero confusão.
Ela então falou que queria me pedir desculpas, que ela não sabia que ia acontecer tudo que aconteceu, que na época ela ficou com raiva de mim, porque eu sempre tratava ela bem, pegava ela no colo e de repente eu tinha mudado, ai tentei explicar que ela já não era uma criança e que um homem da minha idade enxugando uma menina de 11 anos não ficava bem.
Ela chorou e falou que tava muito arrependida mas que ia falar pra mãe e pra Lúcia minha ex mulher que ela tinha inventado tudo.
Eu falei não precisa agora é tarde e fui embora.
Depois de uns dias novamente eu vi ela na farmácia, vi que ela tava comprando camisinhas, ela me viu mas não se abalou, me abraçou e disse na maior cara de pau: oi titio tudo bem?
o sorriso dela me desarmou, ai foi a primeira vez que senti um pequeno tesão por ela.
Ela disse mostrando as camisinhas, que era para a amiga dela que transava com o namorado eu falei, tudo bem, hj é normal.
Ela então me perguntou se eu tinha namorada e ficamos batendo papo na porta da farmácia.
Ficamos uns três meses quase dia sim dia não se encontrando, com o tempo já estava sem medo e pior com desejo por ela.
Ela percebeu, essas meninas são rápidas pensei.
Me deu o endereço da escola que fazia o curso e pediu para eu ir lá no dia seguinte na hora da entrada, eu acabei cedendo aos meus instintos e fui.
Vou continuar depois, mas aguardo os comentários, claro que já da pra saber o que aconteceu, mas me digam o que fariam no meu lugar, já passaram por situação parecida.
Digo uma coisa não tem nada pior do que ser acusado injustamente, eu acabei dando a volta por cima, mas é horrível.
Aguardo espero que tenham gostado dessa primeira parte.
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