No balanço do ônibus
Ola, me chamo de Ycaro hoje tenho 26 anos, sou moreno claro com olhos cor de avelã, meu corpo é bem definido musculoso e tenho um físico muito até que bonito, e para finalizar o conjunto meu pau tem 23 cm e grosso, o que causa ou espanto ou admiração em quem vê. Bom, o conto de hoje não tem penetração(ACHO que não), mas admito que foi um momento excelente.
Na época estava com meus 19 anos e eu estava prestando serviço temporário para um empresa de consultoria no centro de São Paulo, e ofereceram uma vaga permanente, o RH era separado da empresa, então fui dar uma olhada no endereço e vi que era um bairro meio estranho e preferi ir de ônibus, peguei todos os trajetos possíveis, havia sido marcado para dois dias depois. Um dia antes passei no escritório, peguei os documentos e fui para casa descansar e dormir, pois no outro dia iria levantar cedo. Olhei o relógio antes de sair era 15 pras 5 da manhã e sei que tenho um tempo de 3 horas até o trajeto final, assim que sair peguei um ônibus até o centro e de lá peguei outro e estava lotado, mas lotado mesmo mal cabia o pessoal que estava dentro e o motorista parou em mais um ponto, fui obrigado a me espremer em meio as pessoas até que não tinha mais aonde ir e parei, havia uma menina de uns 16 a 18 anos branquinha cabelo amarrado em um coque e exalando um perfume muito bom, estava com um rapaz moreno e uma outra menina loira que sumiu no meio da multidão de pessoas, e como forme a multidão ia se espremendo para entrar acabei ficando grudadinho nela que no começo ficou incomodada, mas com passar do tempo aceitou a situação. Não estávamos nem a 10 minutos no ônibus quando ele pegou uma via totalmente parada e o que eu sabia que demorava uns 30 minutos seria uma hora, e conforme as pessoas iam se ajeitando eu acabava sarrando ela e o meu pau começou a ficar duro e ela sentiu e olhou pra trás e eu tentando disfarçar, porém como havia falado não havia outro jeito, cada mexida era uma encoxada na bunda dela que se fosse pela cueca e calça já e a roupa dela, já teria penetrado ela. Com o balanço do ônibus e os empurrões das pessoas as sarradas ficam mais e mais intensas e notei que ela estava gostando, ela se mantém conversando com o rapaz moreno, porém notei que ela rebolava em meio ao meu pau, ela fingindo não está acontecendo nada ia cada vez pra trás e num breve momento ela passou uma mão no meu pau e procurava abrir o zíper, mas com o espaço era muito difícil e ela continua tentando. Sinceramente eu fiquei um pouco preocupado de alguém olhar e ver, e acabou que acho o motorista leu minha mente no que eu precisava e apagou a luz para aqueles que podia dormir então mostrei pra ela onde ficava o zíper e o butao e ela abriu e já foi com a mão pegando com gosto depois põe ele pra fora e por falta de espaço ela tenta pôr em meio as coxas, eu desci a mão e reparei que ela estava de vestido fiquei alisando sutilmente a bucetinha por cima da calcinha, conforme ia balançando fica em um vai e vem e ela faz mas pressão nas pernas deixando meu pau ficar roçando em meio as coxas dela.
O amigo ficava me encarando por estar perto demais dela, mas como ela sempre dizia estar apertado ele suavizou um pouco nas encarada, ela continua rebolando fazendo meu pau deslizar sobre a coxas dela, ela parou e sinto seu corpo ficar mole e ela se apoia em mim, fica um período parada e chegamos em um ponto onde começou a movimentação para o povo que ia descer passar, ficamos grudados mesmo quando o povo queria passar entre nós, ela não deixava. Assim que o ônibus volta a se locomover ela agora com um pouco mais de espaço se afastou um pouco e logo voltou a encaixar meu pau entre as coxas dela e desta vez senti muito mais úmido e quando volto a mão para a bucetinha dela já sinto de primeira a pele quente, ela havia baixado um pouco a calcinha deixando a bucetinha livre, e comecei a brincar com o grelo dela e agora ela faz caras e bocas tentando disfarçar, porém fica difícil, por sorte neste movimento das pessoas que desceram o amigo dela se afastou um pouco mais dela assim ele não consegue ver o rosto dela. Ela fica movimentando fazendo com que meu pau deslizar se por meio da bucetinha dela que fica cada momento mais molhada e agora é minha vez de disfarçar a minha cara. O ônibus começa a ficar mais tranquilo com movimentos descuidados e gozei, ela sorriu e ficamos parado curtindo o momento e é esse momento que eu fico em dúvida, por sentir meu pau sendo envolvido por algum e ficamos movimentando lento acabei gozando novamente e novamente paramos e desta vez bastante pessoas descem e com isso nos recompusemos nossa brincadeira durou em média uns 40 minutos por conta do trânsito e antes dela se afastar me passou o celular pra colocar o meu número, e eu coloquei e ela foi pra próxima dos amigos dela, eu olhei pra ver se não havia passado o meu ponto e por sorte ainda falta uns 4 a 5 pontos, me sentei e ela me olhou sorrindo disfarçando para os outros não notar e ela mantém uma conversa distraída com eles e muitas das vezes prestei atenção para o que eles falavam. Meu ponto chegou e deu sinal e coincidentemente ela também desceu, deu um tchau discreto e segue com os amigos e eu olhei pra hora dava tempo de um lanche rápido já que a moça pediu pra chegar exatamente no horário, sem ser antes ou depois, comi e cheguei faltando ainda 14 minutos e o porteiro deixou eu subi fiquei esperando na sala e acredita ou não não sincera vergonha que passei, a menina era a minha entrevistadora. Admito que depois deste acontecido conversamos muito pouco, não sei se foi a situação que nos encontramos ou destino de estarmos sobre o mesmo vínculo trabalhista, já que ela teria que me ver todas as vezes que necessário, mas não deu certo uma segunda rodada igual mas valeu a pena cada segundo
Já há alguns contos que tem pessoas que me pendem pra provar o tamanho do meu membro e resolvi ceder aos pedidos
Na época estava com meus 19 anos e eu estava prestando serviço temporário para um empresa de consultoria no centro de São Paulo, e ofereceram uma vaga permanente, o RH era separado da empresa, então fui dar uma olhada no endereço e vi que era um bairro meio estranho e preferi ir de ônibus, peguei todos os trajetos possíveis, havia sido marcado para dois dias depois. Um dia antes passei no escritório, peguei os documentos e fui para casa descansar e dormir, pois no outro dia iria levantar cedo. Olhei o relógio antes de sair era 15 pras 5 da manhã e sei que tenho um tempo de 3 horas até o trajeto final, assim que sair peguei um ônibus até o centro e de lá peguei outro e estava lotado, mas lotado mesmo mal cabia o pessoal que estava dentro e o motorista parou em mais um ponto, fui obrigado a me espremer em meio as pessoas até que não tinha mais aonde ir e parei, havia uma menina de uns 16 a 18 anos branquinha cabelo amarrado em um coque e exalando um perfume muito bom, estava com um rapaz moreno e uma outra menina loira que sumiu no meio da multidão de pessoas, e como forme a multidão ia se espremendo para entrar acabei ficando grudadinho nela que no começo ficou incomodada, mas com passar do tempo aceitou a situação. Não estávamos nem a 10 minutos no ônibus quando ele pegou uma via totalmente parada e o que eu sabia que demorava uns 30 minutos seria uma hora, e conforme as pessoas iam se ajeitando eu acabava sarrando ela e o meu pau começou a ficar duro e ela sentiu e olhou pra trás e eu tentando disfarçar, porém como havia falado não havia outro jeito, cada mexida era uma encoxada na bunda dela que se fosse pela cueca e calça já e a roupa dela, já teria penetrado ela. Com o balanço do ônibus e os empurrões das pessoas as sarradas ficam mais e mais intensas e notei que ela estava gostando, ela se mantém conversando com o rapaz moreno, porém notei que ela rebolava em meio ao meu pau, ela fingindo não está acontecendo nada ia cada vez pra trás e num breve momento ela passou uma mão no meu pau e procurava abrir o zíper, mas com o espaço era muito difícil e ela continua tentando. Sinceramente eu fiquei um pouco preocupado de alguém olhar e ver, e acabou que acho o motorista leu minha mente no que eu precisava e apagou a luz para aqueles que podia dormir então mostrei pra ela onde ficava o zíper e o butao e ela abriu e já foi com a mão pegando com gosto depois põe ele pra fora e por falta de espaço ela tenta pôr em meio as coxas, eu desci a mão e reparei que ela estava de vestido fiquei alisando sutilmente a bucetinha por cima da calcinha, conforme ia balançando fica em um vai e vem e ela faz mas pressão nas pernas deixando meu pau ficar roçando em meio as coxas dela.
O amigo ficava me encarando por estar perto demais dela, mas como ela sempre dizia estar apertado ele suavizou um pouco nas encarada, ela continua rebolando fazendo meu pau deslizar sobre a coxas dela, ela parou e sinto seu corpo ficar mole e ela se apoia em mim, fica um período parada e chegamos em um ponto onde começou a movimentação para o povo que ia descer passar, ficamos grudados mesmo quando o povo queria passar entre nós, ela não deixava. Assim que o ônibus volta a se locomover ela agora com um pouco mais de espaço se afastou um pouco e logo voltou a encaixar meu pau entre as coxas dela e desta vez senti muito mais úmido e quando volto a mão para a bucetinha dela já sinto de primeira a pele quente, ela havia baixado um pouco a calcinha deixando a bucetinha livre, e comecei a brincar com o grelo dela e agora ela faz caras e bocas tentando disfarçar, porém fica difícil, por sorte neste movimento das pessoas que desceram o amigo dela se afastou um pouco mais dela assim ele não consegue ver o rosto dela. Ela fica movimentando fazendo com que meu pau deslizar se por meio da bucetinha dela que fica cada momento mais molhada e agora é minha vez de disfarçar a minha cara. O ônibus começa a ficar mais tranquilo com movimentos descuidados e gozei, ela sorriu e ficamos parado curtindo o momento e é esse momento que eu fico em dúvida, por sentir meu pau sendo envolvido por algum e ficamos movimentando lento acabei gozando novamente e novamente paramos e desta vez bastante pessoas descem e com isso nos recompusemos nossa brincadeira durou em média uns 40 minutos por conta do trânsito e antes dela se afastar me passou o celular pra colocar o meu número, e eu coloquei e ela foi pra próxima dos amigos dela, eu olhei pra ver se não havia passado o meu ponto e por sorte ainda falta uns 4 a 5 pontos, me sentei e ela me olhou sorrindo disfarçando para os outros não notar e ela mantém uma conversa distraída com eles e muitas das vezes prestei atenção para o que eles falavam. Meu ponto chegou e deu sinal e coincidentemente ela também desceu, deu um tchau discreto e segue com os amigos e eu olhei pra hora dava tempo de um lanche rápido já que a moça pediu pra chegar exatamente no horário, sem ser antes ou depois, comi e cheguei faltando ainda 14 minutos e o porteiro deixou eu subi fiquei esperando na sala e acredita ou não não sincera vergonha que passei, a menina era a minha entrevistadora. Admito que depois deste acontecido conversamos muito pouco, não sei se foi a situação que nos encontramos ou destino de estarmos sobre o mesmo vínculo trabalhista, já que ela teria que me ver todas as vezes que necessário, mas não deu certo uma segunda rodada igual mas valeu a pena cada segundo
Já há alguns contos que tem pessoas que me pendem pra provar o tamanho do meu membro e resolvi ceder aos pedidos
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