Estuprei minha filha (Relato real, então saia se for fraco!)
Quando a mãe dela ia trabalhar e eu estava de folga, eu mandava ela andar pelada em casa e brincava no corpinho dela quando tinha vontade. A xaninha dela era uma delicia, bem rosinha, aparente de que ia ser carnudinha quando mais velha, e toda fechadinha. O grelinho tava todo inchadinho e era uma delícia ficar esfregando a piroca ali. Eu masturbava minha filhinha com a rola e depois abria sua bundinha e brincava com a cabeça do meu pau no seu cu rosinha. Ela tremia todinha e empinava por instinto o rabinho gostoso ficava gemendo: "Ai papai". Chorava muito quando comecei a esfregar bem rápido. Minha ninfetinha só tinha 8 anos e ficava desesperada quando gozava. A putinha mal sabia que ainda ia gozar muito e praticamente nessa idade que começam a virar verdadeiras putinhas como a espécie nasceu pra ser. Virava ela de barriga pra cima e daí comecei a beijar seu corpinho sempre, antes de começar a brincar com a minha bonequinha. Ela dava risadinhas quando mordia sua tetinha pequena. Fiquei chupando aqueles biquinhos enquanto enfiava o dedo no seu buraquinho por semanas. Cutucava aquela entradinha apertada e ela gemia com a bucetinha comprimindo meu dedo, e aos poucos quando ela foi se acostumando e parando de sentir cócegas ou incomodo, falava com uma voz soprosa: "Papai tá gostoso", ou a ninfetinha chorava quando era um dia que não queria. Beijava sua barriga e passava a lingua por ela todinha, depois de uns meses eu começava a estimular mais só a região baixa do corpinho da minha putinha, lambendo suas coxas e logo abria sua bucetinha infantil e ficava sugando aquele grelinho inchado. Com isso ela começou a conhecer de verdade o que era um prazer pra uma criança que nasceu pra ser o brinquedinho do papai, e quando chupava aquele grelinho gemia de leve e como sempre nos dias que ela não estava afim, chorava e gritava muito, apertava as mãos no seu lençol. É até hoje a minha definição de prazer absoluto e arte na sua mais pura forma. A buceta pequena dela derramava melzinho quando assumia emocionalmente que não tinha saída pra qualquer oportunidade de outra vida que não fosse crescer sendo o depósito do papai. Minha língua passeava dentro daquela grutinha virgem e minha filha só faltava desmaiar. Levantava suas perninhas e cutucava seu cuzinho com a língua. Só quem já abusou da filha sabe como é prazeroso ver nossas menininhas gostando de sexo. Ela se melava de novo, mas praticamente sempre na minha boca antes de ir pro pau.
Após uns meses nisso, comecei a sentar na cama e a puxava pelo braço mandando: "Vem aqui meu amor, o papai tá cansado e precisa de cuidar da neném dele". Segurava a rola, fazendo carinho no corpinho dela, colocava sua mãozinha no meu pau e fui ensinando ela a brincar. Ela aprendeu direitinho, então ensinei a mamar como a mamãe dela fazia e lansei os gatilhos mentais de que ela precisava disso pra se tornar uma mulher (até pq toda menininha sonha em ser mulher, mas elas não sabem que pra se tornar mulher, tem que ser um depósito de esperma exímia), então puxava seu cabelinho e ela aceitava por na boca. Minha putinha mamava meio desajeitada, pois logicamente era uma criança e hoje não passa de uma pré adolescente ninfeta que já é minha putinha completamente doutrinada, mas estava delicioso na época mesmo sendo uma completa inexperiente. Sua boquinha quente chupava como se fosse sua mamadeira e antes de encher sua boquinha de porra, mandava ela ficar de quatro de novo. Só que como todo papai que cuida bem da própria filha e não é um covarde frouxo que não pega o que merece, eu precisava comer minha filhinha, e depois de umas semanas nessa de só mamãe e engolir porra, comecei a forçar o sexo entre pai e filha, falando coisas como: "O pai vai brincar mais, tá?". Segurava seu quadril e ela já tava acostumada com o esfrega e esfrega, mas agora não era mais suficiente. Eu tinha que guardar a pica na minha menininha. Segurei meu caralho e comecei a empurrar no buraco fechadinho. Ele abriu um pouquinho e ela encolheu a bundinha, e eu batia pra sentir ela chorando e se tremendo, o que me deixava louco e ainda deixa possesso, e ela prontamente pra não sentir dor, empinava a bunda igual o papai ensinou, aí puxava de novo e cutucava mais seu buraquinho. Em uma dessas vezes, eu puxei seu corpinho e fiquei mexendo ele pra trás e pra frente. Fiquei louco quando a xotinha dela esticou um pouco e cabeça encaixou. Então pensem numa putinha que chorou e esperniou. E eu falava assim: "Mexe a bundinha meu amor, rebola a bundinha por papai brincar gostoso". Comecei a remexer seu rabinho com as duas mãos, tava quentinho lá dentro, mas tinha entrado só um pouquinho. Mexi no grelinho dela e ela ficou molinha. E eu chantageava emocionalmente com os famosos: "Você ama seu papai?”, "Você sabe que eu te amo, meu amor. O papai da sempre tudo que você quer, não é justo a filhinha tão querida dele ajudar quando o papai tá cansado?". E ela chorava, mas se sentia na obrigação de ser o receptáculo da minha pica (O que não era nem pra ela ter que avaliar se era ou não obrigação, isso é mandamento). E eu mexia dessa xota desde que ela tinha mais que seis meses, mas só comecei a tratá-la como minha bonequinha aos primeiros 1 ano de idade e já tinha esperado muito pra comer, estava na hora de fazer ela ser minha mulher, ou seja, nessa ida e volta mixuruca na bucetinha pequena dela, comecei a empurrar com mais pressão. A xota pequena dela ia se alargando aos poucos. E eu cutucava seu cabaço e ela gemia chorosa falando, junto com o corpo dela indo pra frente sem força: "Tá ardendo papai". Aí eu segurei bem firme e continuei tentando furar aquele cabaço. Tirava e metia de novo. Metade da piroca ela já tinha acostumado, mas quando forçava mais ela urrava e assim eu não resisti. Segurei firme seu corpinho e acabei estuprando minha filhinha. Uma metida forte rasgou a xotinha dela e logo melou minha rola de sangue. Ela gritou e começou a desmaiar com tanta dor. Beijava sua nuca tentando acalmar quando ela voltava depois de meio segundo (até pq não se iludam com esses Zé Manés que pagam de contos reais, nunca fizeram um estupro na vida e falam que desmaios duram horas. Um desmaio sem dano cerebral dura em média 0,4 até 1 segundo e nada mais que isso. E se durar mais é pq o cérebro sofreu algum dano provavelmente irreversível relacionado a falta de oxigênio por asfixia), mas não parava de fuder e ela só desmaiava e voltava várias vezes. Era tão quentinho lá dentro. A grutinha dela comprimia meu pau. Ela levou tanta pancada naquele utero de menina que até hoje eu tento certeza que tem marcas minhas nele. A cabeça da minha piroca batia muito nele e era uma delicia. Ela gritou igual uma cadelinha. Depois virei seu corpo de barriga pra cima e voltei a estuprar aquele corpinho que me pertence.
Demorou pra sua bucetinha acostumar com uma vara tão grossa, mas depois que acostumou, ela não queria parar (quando se junta a aceitação emocional de uma mulher que ela vai ser putinha do papai pro resto da vida, mais fatores de mudança hormonal da pré-adolescência ela surpreende qualquer pai pedindo mais e desenvolvendo uma ninfomanía crônica, que sempre é o objetivo de qualquer homem que se preze). E com isso nesses primeiros abusos, deixei minha filhinha com a xota muito inchada e toda assadinha. Passava sempre uma pomada nela, pois não é só pelo fato de minha filha ser minha bonequinha de foda e depósito de porra pra eu estuprar quando quiser, tenho que cuidar pq eu amo ela (mesmo dessa forma deturpada na visão da maioria). E eu amei ela de início achando estranho sua bucetinha ficar tão larga no fim de cada foda, mas ensinei que depois voltava ao normal. Então desde novinha eu fui um papai exemplar pra ela e hoje ela está com 12 anos de puros instintos sexuais depravados, sendo minha putinha em casa.
E caso queiram saber sobre minha mulher reage em relação a tudo isso e como eu conheci ela a base de um assédio, mais os relatos de como eu educo minha filha dentro de casa como se fosse uma "escola individual" pra ela crescer sendo uma mulher inteligente pra eu fuder e não um saco de carne sem raciocínio, me chamem no Instagram: @ZForce_78
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