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Consolando o meu irmãozinho mais novo

📅 Publicado em: 06/05/2024 07:55

👤 Autor: esposapuritana

📂 Categoria: Traição/Corno

🏷️ Tags: #Incesto #Teen #Traições
Primeiramente gostaria de me apresentar. Eu me chamo Ana, tenho 28 anos e sou casada, com 2 filhos. Tenho 1.60m e sou cheinha, sempre tive peitos muito grandes, um dia quero até fazer cirurgia de redução. As pessoas dizem que eu sou bonita, embora eu não me considere exatamente uma beleza de cinema. Sou branca e tenho olhos verdes, cabelos castanho-claros e estou sempre depilada.

A história que vou contar aconteceu há 2 meses, e não foi nunca algo que eu planejei, nunca tinha me passado pela cabeça fazer algo assim.

Sempre fui filha única. Cresci em uma família humilde no interior do Paraná, e mesmo não tendo muito dinheiro, conseguíamos nos virar bem. Isso até a minha mãe engravidar novamente quando eu tinha 11 anos. Meu aniversário de 12 anos nem foi comemorado, pois passamos no hospital com minha mãe dando à luz o Pedro. Quando eu vi ele pela primeira vez, senti uma conexão que nunca soube explicar. Talvez o fato de ele ter nascido no mesmo dia que eu tenha inflienciado nisso, teríamos uma ligação para o resto de nossas vidas.

Quando ele fez 6 meses, minha mãe se viu obrigada a voltar a trabalhar, mas não podíamos pagar uma babá ou creche particular. Não conseguimos vaga em públicas, então eu acabava tendo que cuidar dele boa parte do tempo. Acabei me tornando uma segunda mãe para o Pedrinho. E isso durou vários anos, eu acabava tendo a responsabilidade de fazer a papinha dele, trocar as fraldas, dar banho...

Lembro que a primeira vez que realmente reparei nele foi quando ele tinha 7 anos. Fui dar banho nele como todos os dias, mas nesse dia ele teve uma ereção, coisa normal de criança, não havia maldade nenhuma, mas eu, com meus 19 anos, fiquei bastante curiosa com isso e comecei a reparar no pintinho dele.

Nessa época eu tinha um namorado, e ele também tinha um irmão mais novo, de 9 anos, o Gustavo. Um dia estavam todos aqui em casa e fui dar banho no Pedro, então o Antonio (meu namorado) pediu para dar banho no Gustavinho junto, assim ele poderia ficar mais tempo, porque o Gustavinho já chegaria em casa pronto para dormir. Nesse dia que eu finalmente percebi que o pinto do Pedro era bem grandinho para a idade dele. Nenhum dos dois tinha pelos ainda, claro, mas o Gustavinho, mesmo sendo 2 anos mais velho, tinha um pintinho bem menor do que o do Pedro, algo perto dos 3cm. O Pedro tinha 5cm, e eu reparei que o Gustavinho notou, porque ele ficava olhando para o Pedro peladinho e depois olhava para o seu pintinho. Como eu havia dito, não havia maldade nenhuma aqui. Eu apenas reparei nisso e mais nada aconteceu.

Os anos foram passando e eu continuei sempre muito próxima do Pedro, era uma irmã, uma amiga e uma segunda mãe para ele. Ele me contava tudo, ou quase tudo. E um dia, entrando no quarto dele sem bater na porta, acabei descobrindo algo que ele não me contou e pegando ele no flagra batendo uma punheta. Nessa época ele tinha 11 anos, e eu já não dava mais banho nele, então não via mais ele pelado, mas lembro que consegui naquele instante ver o pinto dele durinho e foi uma sensação muito estranha para mim. Ele era grande para a idade dele, ainda sem pelos, tinha em torno de 12cm. Quando ele me viu entrar, congelou, depois se cobriu e pediu para eu sair. Depois disso nós conversamos e ele me contou que tinha aprendido com uns amigos da escola, e pediu para eu não dizer nada para a nossa mãe. Ele me contou que ainda não gozava, mas um amigo dele já e já tinha pelos no saco. Pode parecer uma conversa estranha entre irmãos, mas sempre fomos muito abertos em relação a isso. Ele frequentemente me perguntava sobre fimose, pois tinha medo de ter que fazer cirurgia, e eu sempre orientava ele da melhor forma, já que meus pais não falavam de sexo, era tabu.

Com o passar do tempo, ele entrou na puberdade e ficou mais reservado em relação à sexualidade dele. Até falava um pouco, mas nunca mais consegui ver ele pelado, e eu tinha muita curiosidade para saber como ele se desenvolveu lá em baixo, e nunca entendia o motivo disso. Nesse meio tempo eu casei e engravidei, meu filho nasceu saudável, mas pelo tamanho do pintinho dele, claramente havia puxado o pai (meu marido). Algum tempo depois, tive o meu segundo filho, e novamente ele puxou o pai.

Não me entendam mal. Eu amo meu marido, mas me sinto muito solitária às vezes. Ele tem um pinto médio (15cm) e não me faz me sentir realmente desejada, nos últimos anos. Não sei se foi a mudança no corpo pela gravidez, se depois do casamento o relacionamento esfria... Mas a verdade é que ele não me procura muito mais e quando transamos, é sempre igual, e eu não tenho mais gostado tanto assim. Queria muito que ele trouxesse algo novo, pra apimentar a relação, mas ele não parece se importar muito.

3 meses atrás o Pedro me ligou dizendo que estava namorando. Era sua primeira namorada. Eu fiquei feliz por ele, mas ao mesmo tempo com um pouco de ciúmes, coisa de irmã. Aos 16 anos, meu irmão ainda era virgem, então as coisas andaram bem devagar entre ele e a namorada nova, que tinha 17 e não era mais virgem. Demorou 1 mês até eles transarem pela primeira vez e foi... Um desastre. O Pedro era completamente inexperiente e não sabia direito o que fazer, e a Laura também não era experiente o suficiente para guiar o meu irmão e fazer a coisa ficar boa para os dois. O que aconteceu foi que ela terminou com ele depois disso. Mas na briga do término, muita coisa ruim foi dita por ela ao Pedro. No dia em que eles terminaram era de tarde, e ele me ligou chorando desesperado. Meus pais estavam trabalhando e ele estava sozinho, eu não podia deixar ele sofrendo lá sozinho. Fui direto para a casa dele para consolá-lo. Lembrem-se de que é um adolescente com sua primeira desilusão amorosa, então, é claro, tem muito drama exagerado. E então, chegando lá, ele me contou tudo:

- A Laura disse que foi horrível o sexo... Que eu não consigo satisfazer uma mulher e ela não vai ficar com um homem assim...

- Não acredita em nada disso meu amor... Você vai fazer muita mulher feliz ainda, você vai ver

Nesse momento ele soluçava, dizia que era um homem de merda, que não servia pra nada, e eu não conseguia ver ele assim, nem sabia o que fazer. Comecei a abraçar e dar beijos no rosto dele, tentando acalmá-lo.

- O que eu faço Ana? Eu amo muito ela... Nunca vou encontrar outra mulher igual... Nunca vou achar uma mulher que me seja capaz de me amar...

- Não fala assim Pedro... Você é perfeito... Qualquer uma teria sorte de ter você... - Eu disse, sentando no colo dele e dando abraços e beijos, desta vez não somente no rosto, mas também no pescoço

Eu não sei se foi a carência que eu estava sentindo, a curiosidade que sempre tive com meu irmão ou o fato de não aguentar ver ele sofrendo daquele jeito... Mas nesse momento eu meio que desliguei o cérebro e agi puramente por instinto. No meio dos carinhos que fiz pra ele, peguei no pau dele por cima do calção (ele estava usando um calção de futebol). Nesse momento ele arregalou os olhos e congelou, me olhando assustado. Mas eu só continuei pegando e beijei ele na boca desta vez. O pau dele foi endurecendo e ele foi aceitando o beijo. Eu então tirei o calção dele e comecei a chupar, ele se contorcia e gemia um pouco, mas nunca pediu para eu parar. E então eu tomei coragem e subi nele, puxei a calcinha para o lado (eu estava de vestido) e simplesmente encaixei o pau dele na minha buceta até entrar a cabecinha. Fui fazendo movimentos lentos e foi entrando mais fundo, e eu continuava beijando ele com muita vontade.

Eu gostava muito se cavalgar, mas com o pau do meu irmão dentro de mim eu senti algo completamente diferente, um tesão que nunca senti antes. E então eu tive um momento de lucidez. Pensei no quanto aquilo era errado, e também perigoso, pois eu estava no meu dia fértil e estávamos sem camisinha. Não podia deixar ele gozar dentro... Mas então ele se mexeu de um jeito que me fez enlouquecer, eu ignorei tudo e acelerei a cavalgada, e pouco tempo depois, gozamos juntos, e ele gozou dentro de mim. Assim que gozamos eu recobrei a consciência e entrei em desespero, percebi o que tinha feito. Eu tinha traído o meu marido e transado com o meu irmão, sem camisinha e ainda tinha deixado ele gozar dentro no meu dia fértil. Entrei em pânico e fui embora. Por questões religiosas, não tomaria pílula do dia seguinte, então entreguei nas mãos de Deus, e o inevitável aconteceu. Eu estou grávida do meu irmão.
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