Após termino do curso de gays, ao voltar para resolvi realizar meu 1º desejos de infância
A minha mãe e grupo de amigas que frequentavam minha casa, sempre conversavam todos os tipos de assuntos, principalmente ligados ao sexos; eu lembro que os preferidos delas devido serem na sua maioria jovens e solteiras, (minha mãe era como se fosse uma orientadora) eram casos amorosos, como eu estava sempre presente as rodas de conversa, (hoje em dia, eu cheguei a conclusão, que devido minha mãe já desconfiar do meu futuro gay, essa era uma forma de não demostrar apoio a homossexualidade por motivos óbvios; porem passar orientações sexuais sobre relações passivas).
Mas, entre todos os assuntos, tinha um que me despertava a minha atenção, desejo e tesão; eram quando elas relatavam sobre os comportamentos do homens que viajavam toda as manhãs e todas as noites nos trens lotados indo e vindo para Central do Brasil; (devido a maioria delas trabalharem na Centro e na Zona Sul do Rio) sendo saradas, apalpadas e até chegando a receber jatos de porra em suas bundas, pernas dos passageiros mais afoitos.
Como eu agora já era assumido perante a minha família e a sociedade campo-grandense, resolvi realizar esse meu desejo desde infância de ser bolinado por um macho em um trem cheio, na última terça-feira, 23/5 como foi um dia de temperatura amena, resolvi pegar um trem pela manhã, horário de grande movimento de passageiros para pegar uma praia na Zona Sul; como de tanto ouvir os relatos das amigas de minha mãe, eu já tinha tudo planejado, fui as compras: comprei sunguinha de praia na cor arco-íris que ficou enterrada em minha bunda; uma camiseta grande e larga, que deu aparência de uma saidinha de praia branca, costurando em suas bordas fita longa de arco-íris, lgbtq, cores, arco-íris de orgulho gay, uma par de óculos espelhado, sandalha baixa e bolsa de praia. as 5h30 de ontem chamei um Uber com destino a estação do trem.
Ao estacionar na estação o motorista, (tipão) olhando pelo retrovisor interno, disse: jovem eu não tenho a abito de dá pitaco nas ações dos meus passageiro; mas, posso fazer uma pergunta
Eu sorrindo respondi, claro!
Ele se virando para traz, perguntou: você já andou de trem?
Eu: Poucas vezes!
Ele: é você vai entrar em um trem com essa roupa; você sabe que vai chegar na Central como a essa bundinha parecendo um pote de esperma, se não for estrupada! Eu segurando em seu queixo, disse bem próximo do seu rosto, estou preste a realizar um sonho!
Ele: sorrindo disse: ah, entendi, boa sorte!
Eu fui para o terceiro vagão que eu sabia que era o que mais enchia e das pessoas que gostavam de zoar; sentando ao fundo, no decorrer ele ia lotando, de uma formas com as pessoas, não podia se mexer de cheio que estava; eu já estava a caça do homem que eu certamente ficaria com a bunda colada ao volume do seu pau. Até que entrou negro de uns 1.90 de altura, forte, largo como um armário de quatro portas; cabelos baixinho, cavanhaque, narina avantajada; passando com seu sungão de praia branco, suportando um volume de chamar atenção bem junto a minha cara, encostando na parede do trem bem a minha frente.
Eu passei a vistoria aquele homem dos pés a cabeça; fazendo ele notar o meu enternece e minhas intenções, fazendo ele sorrir e dar alguns apertões no volume da sua pica olhando em minha direção. Na outra estação entrou uma velhinha de 60 anos com uma sacola, me fazendo levantar para ceder o meu lugar, entregando a ela minha bolsa; foi neste momento que devido um solavanco do trem, eu cai com meu corpo de encontro ao do negão; no mesmo estante ele agarrou minha cintura com uma de suas mão, em quanto a outra segurava a chupeta do trem; puxando meu corpo de encontro ao seu, colando minha bunda no volume do seu sungão.
Eu todo sem graça me desculpei, aconchegando meu corpo junto ao seu, passamos a murmurar palavras em tom que eram imperceptível aos demais passageiros,
ele em meu ouvido e eu ao girar minha cabeça para traz em sua direção:
Ele: estou vendo que não é só eu que gosto em dias úteis da semana!
Eu: eu adoro, porque fica vazia e eu posso ficar mais a vontade! Sorrindo olhei para ele com um sorriso safado no rosto e perguntei: eu sendo inconveniente ficando colado assim coladinho junto a você, (dando uma rebolada com a bunda no volume do seu sungão, sentindo a sua pica ficar dura como rocha)
Ele passou a acariciar as minhas cintura e minha barriguinha, murmurando: está ótimo boyzinho, se eu pudesse ficava todo dentro de você, passando a levantar minha camiseta, palpando a minha bunda, me fazendo ficar com as pernas tremulas; soltando som de satisfação “Hmmmm, hummmm”; eu também tirei uma das mão da chupeta e passei a empunhar o volume duro de seu caralho dando abertões, (tudo isso acontecia com os nossos olhares voltados para as paisagens que passavam velozmente pela janela do trem para não chamar a atenção dos demais passageiros)
Ele colocou meu shortinho de praia de ladinho, deixando meu cu exposto, passado a fazer movimento circular na entradinha; forcei para arreganhar, facilitando a penetração do dedo em minha entranhas; eu tirei seu caralho para fora do sungão, passando a esfregar a chapeleta de um membro que eu conhecia, mas, sabia que era algo avantajado duro e grosso devido minha mão não conseguir contorna ele todo com a minha mão.
Tirei seu dedo com sua pica em minha mão, encostando a chapeleta na portinho do meu buraquinho, me reganhando todo, supliquei: negão, mete no meu cu, mete, mete!
Ele: também tomado de tesão respondeu: não boyzinho, não, vai exalar um cheiro forte de esperma e cu por todo o vagão!
Eu: bota só a cabecinha! Apontei a chapeleta e com recuada com a bunda agasalhei uma chapeleta que me abriu todo dando um gritinho abafado de dor: aiiii! ficamos imóveis; até que lenta e calmamente fui forçando meu cu, recebendo centímetro, por centímetro da quela pica grossa em minhas entranhas; fazendo exalar um cheiro forte; fazendo os passageiros ironizar: tem alguém se cagando ai; outros diziam: é cheiro de pica e cu, tem alguém sendo é enrabado; ( eu e negão continuavam de olhos fixos que passavam na janela.
Até eu sentir seus pentelhos roçarem na minha bunda; fazendo ele iniciar um movimento lento e cadenciado de vai e vem, fazendo meu cu arder como se estivesse em brasas; me fazendo murmura: “Hmmmm, hummmm”, “aiii” “hmmmm” “aiii” me abrindo como se fosse me rachar minha bunda em duas partes.
Até que disse: boyzinho vou gozar! enchendo o meu cu de borra; fazendo a galera gritar o safado gozou! E gozou muito.
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