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Meu filho se mostrou tarado por mim - a segunda parte do presente de aniversário de Lucas

📅 Publicado em: 10/01/2022 22:08

👤 Autor: mariana-garcia

🏷️ Tags: #Incesto #Teen #Traições
Oi, pessoal!

(OBSERVAÇÃO: Respondi a todos os comentários do conto anterior. Afinal, é o mínimo que posso fazer tamanho carinho que vocês demonstram por mim e por meus contos.)

Quero demais agradecer a todos que se engajaram comigo para que pudéssemos expor aqueles plágios do outro site. Muito, muito, muito obrigada mesmo.

Agradeço também ao administrador deste site que também fez uma denúncia ao administrador do outro site, além de me responder com um texto bem explicativo. Muito, muito obrigada, de verdade.

Agradeço também aos administradores do Casa dos Contos, que agiram para impedir que o plágio ganhasse status de verdade. Muito obrigada também.

O engajamento de vocês surtiu efeito. Estamos apenas aqui, neste site.

Por favor, caso vejam meus textos em outros sites, denunciem. Agradeço de coração.

Desculpem-me por não fazer um conto mais longo para compensar o dia de ontem. É porque estou com uns dias bem corridos por um motivo que não posso falar agora, pois, se eu disser, será um spoiler.

Continuando...

Lucas e eu continuávamos pelados na cama. Agora era eu quem estava com a cabeça encostada no seu peito, com minha perna direita por cima da sua. Eu estava brincando com seu pinto, abrindo, fechando, passando o dedo em sua virilha e depois massageando seu saco. Olhava para o seu rosto e o via pleno, cheio de si, achando-se o máximo. Esse é o ego do adolescente. Ele estava com as mãos embaixo da cabeça e aquele ar meio senhor de si. E é bom que seja assim mesmo. Adolescente tem que se achar mesmo, tem que ser ousado, safado, pervertido, arrogante, moleque. Tudo isso próprio da idade. Sinceramente, é esse conjunto de fatores que influencia para o tesão ser quadriplicado.

- Adolescente é uma coisa de louco mesmo. Está aí todo se achando, não é, garoto?

- Claro que estou, mãe. Com uma gostosa como a senhora pelada comigo, nem tem como eu não me achar o cara.

- Ah, é? Então prove mesmo para ver se eu sou essa gostosa que você diz que sou.

Disse isso e fui para cima dele, na posição 69. Primeiro, fiquei esfregando minha buceta extremamente molhada na cara dele, enquanto ele, todo feliz, colocava a língua para fora e se lambuzava. O bom de adolescente é que ele não tem frescuras como homens mais velhos, ou seja, adolescente chupa buceta peluda mesmo, lambuza-se com gosto e fica todo radiante. Rebolei bastante, sentindo a língua dele me lamber como um gato na tigela de leite. Lucas chupava minha buceta e também se masturbava bastante, mas eu assumi o comando:

- Deixe que esse pinto agora é só meu. – e peguei nele com força, inclinando-me para chupá-lo.

- Chupe, sua puta do caralho. Vagabunda, piranha, sua boqueteira safada doida por pica na boca.

- Estou gostando de ver essa falta de pudores comigo, seu gostoso. – e voltei a abocanhar aquele pinto com cheiro de virgindade.

Lucas chupou bastante minha buceta, mas também soube alisar minha bunda e abri-la bastante com aquelas mãozinhas magras e brancas, mas nem por isso menos viris que a de um adulto.

- Ai, cadela do caralho, vou gozar na sua boca. Engula tudo, piranha.

- Goza, meu gostoso, mas goze muito para engasgar a mamãe. – disse isso enquanto tentava fazer a chamada garganta profunda nele.

Lucas não perdeu tempo e gozou litros na minha boca. Senti somente 2 jatos, mas o suficiente para me fazer engasgar. Em meio a essa falta de fôlego, também gozei bastante na boca de Lucas, melando todo o seu rosto.

- Sua puta, gozou gostoso agora em mim, não foi?

- Seu moleque safado, me fez gozar como nunca gozei na vida.

- Nunca gozou assim não, mãe?

- Não, seu safado. Você com suas putarias me fez gozar horrores agora.

- Estava precisando de um homem de verdade para te dar uma surra de pica, não era, vagabunda?

- Que moleque arrogante! Está se achando o máximo só porque tem um pintão gostoso e fez a mãe gozar de verdade.

Voltei à minha posição original, ao lado de Lucas, abraçando-lhe e dando carinhos no seu pinto.

- Está gostando de tudo isso com a mamãe?

- E tem como não gostar, mãe? A senhora sabe muito bem tudo o que eu quero. Parece que adivinha meus pensamentos.

- Mas é claro. Afinal, você passou 9 meses aqui dentro de mim.

- E agora estou com a pica dentro da senhora.

- Eita que agora ficou safado sem pudor nenhum, não é?!

- A culpa é da senhora que me deixou à vontade.

- Então, aproveite e se esbalde, meu gostoso. Fale tudo o que quiser com a mamãe. – e dei-lhe um outro beijo de língua.

A gente passou cerca de 2 horas na cama, entre beijos e sexo – muito sexo. Era só eu começar a dar uns beijos na boca ou umas lambidinhas em seu pescoço que Lucas já ia forçando a minha cabeça para baixo, para que eu pudesse chupar seu pinto. E eu, obviamente, não negava seu pedido – ou melhor, a sua ordem.

Mais tarde, eu fui fazer o almoço e Lucas foi para o seu quarto jogar videogame. Enquanto estava picando as verduras, comecei a imaginar tudo que eu havia acabado de fazer com meu filho. De início, veio-me uma espécie de culpa ou algo do tipo que, confesso, não sei explicar. Fiquei um pouco pensativa, pondo na balança da minha consciência se deveria ou não seguir com aquela loucura.

Mas a dúvida esfarelou-se rapidamente quando Lucas veio pelado do quarto para tomar água. Ele parou em minha frente, deu-me um beijo de língua gostoso, alisou-me a buceta com força e disse um firme e sonoro “gostosa do caralho”.

Pronto! Ali desceu pelo ralo qualquer remorso que pudesse haver em mim. Ver aquele moleque ali pelado tomando água me acendeu um tesão incontrolável, mas eu tinha de terminar meus afazeres, até porque queria aproveitar a tarde com meu filhão na cama. Eu ia lhe dizer algo, quando Lucas falou:

- Mãe, já que isso tudo é meu presente, então faça as coisas só de sutiã e calcinha.

Gostei da audácia do menino. Sorri para ele de um jeito meio debochado e, imediatamente, tirei minha roupa, ficando só como ele me pediu. O pinto dele já começou a reagir, ficando totalmente duro.

- Isso é que é vitalidade, hein, garoto!

- Faça um boquete gostoso aqui, piranha.

E eu me ajoelhei recebendo aquele pinto duro na boca de uma vez. Lucas sabia ser safado além dos limites quando queria – e isso era bom demais! Ele segurou na base do pinto e ficou dando voltas dentro da minha boca. A cada engasgada que eu dava, ele sorria, bem cínico, bem debochado. E isso era o plus do meu tesão. Deu mais umas estocadas e senti apenas 1 jato na minha boca, mas daqueles bem caprichados. Tirou o pinto da minha boca, olhou bem nos meus olhos e exclamou:

- Puta!

- Gostoso! – e limpei com o indicador a gota de esperma que saía no canto da minha boca, engolindo-a.

Ele voltou ao seu quarto e eu, à cozinha. Estava com mais tesão nele e decidida a ter essa relação com Lucas. Nunca imaginei que fosse ter esse vínculo com meu próprio filho. Mas, se era para ter, então que fosse bem aproveitado.

Sempre que vinha à cozinha, Lucas me dava uma encoxada ou me beijava a boca ou me lambia o pescoço ou apalpava minha bunda ou então esfragava minha buceta. Ele me mostrou o histórico do seu celular e vi várias pesquisas em sites pornográficos em que ele pesquisava mulheres com a buceta peluda. Ele disse que lhe dava muito tesão. Por sorte, eu tenho. E, mesmo se eu não tivesse, com certeza deixaria os pelos crescerem para agradar ao meu filho.

- Meu pai deve gostar desse bucetão peludo, não é, mãe?

- E gosta mesmo, Lucas. Se fosse por ele, eu nem aparava.

- Por mim também.

- Mas tenho de aparar, garoto. Senão, daqui a pouco, não vou conseguir nem ir à piscina ou à praia.

- Se não puder ir à piscina nem à praia, vá à minha cama que eu te dou pica na buceta.

- Garoto, você está cada vez mais safado!

- E o que a senhora está achando disso?

- Estou amando! – disse, com um sorriso manhoso.

Lucas me encostou na parede e retornou a me beijar. Eu estava me sentindo uma verdadeira adolescente, mesmo já tendo passado dos 30. Que bom ser desejada por um menino novinho!

Mais tarde, nós dois almoçamos – Lucas pelado e eu de lingerie. Na hora da sobremesa, que era sorvete, ele, mais safado do que nunca, pegou um pouco do doce e pôs na cabeça do pinto.

- Venha chupar, mãe. – ordenou.

Não perdi tempo e mamei o pinto do meu filho. Ele forçava minha cabeça para que eu me engasgasse mesmo – e eu me engasgava demais –, mas nada que não me desse tanto tesão.

Terminei de chupá-lo e retornamos ao sorvete, mas eu percebi que Lucas estava de olhos vidrados na minha taça e também no pinto dele. Fui enfática:

- Já entendi. Pode vir.

E ele não perdeu tempo. Masturbou-se bastante e ejaculou tudo na minha taça. Tive de tomar sorvete com cobertura de sêmen, o que, por sinal, estava bem gostoso.

Ao longo do dia, voltamos a transar bastante e não cabe aqui detalhar porque foi mais do mesmo, tudo que já falei anteriormente.

No dia seguinte...

Meu marido, para variar, foi trabalhar. Nós dois tomamos café juntos e eu retornei para a cama. Pouco tempo depois, já sonolenta, sinto algo molhado em minha boca. Abri os olhos e era Lucas passando o pinto todo babado nos meus lábios. Dei um sorrisão para ele:

- Bom dia, lindão da mamãe!

- Bom dia, minha mamãe puta! Gostou de acordar com pica na boca?

- Nada melhor, seu safado. Mas não vamos fazer nada agora, não. Primeiro quero que você tome café. Depois, eu te darei a segunda parte do seu presente.

Ele se empolgou, mesmo sem saber do que se tratava (ou sabia e fingia estar alheio a tudo). Tomou café basicamente sem mastigar nada, enquanto eu ria da sua afobação e achava tudo aquilo lindo demais.

Eu sei, pessoal, que pode estar parecendo tudo muito estranho. E realmente era, é óbvio. Mas entendam também que, para mim, tudo aquilo era novidade. Era um misto de sentimentos: o segundo homem com quem eu transava era meu próprio filho. E esse filho era adolescente. E eu estava traindo meu marido. E estava praticando incesto. E estava gostando. Ou seja, uma avalanche de emoções conflitantes, porém extremamente agradáveis devido às circunstâncias de perigo e tesão aflorado.

Lucas terminou seu café e já foi me pedindo o presente. Disse-lhe que tivesse paciência, pois eu ainda iria lavar a louça. Ele, prontamente, sentou-se em minha frente no momento em que eu estava na pia e começou a cheirar minha buceta, enquanto se masturbava.

- Bati tanta punheta cheirando suas calcinhas e agora estou aqui com a cara na sua buceta, mãe.

- E é melhor agora ou antes?

- Agora, né? Com um bucetão desse na cara, eu gozo horrores.

Eu me toquei de que ele iria gozar e, com susto, impedi-o.

- Segura, menino! Não quero você gozando agora, não.

Ele se controlou, levantou-se e saiu de perto, não sem antes me dar um reforçado beijo na boca.

Terminei a louça e antes de ir tomar meu banho, fui até a sala, onde Lucas estava sentado no sofá. Perguntei-lhe se ele sabia qual era o próximo presente e ele me disse que não. Pelo seu semblante, acreditei que ele realmente não soubesse do que se tratava. Então, peguei sua mão e coloquei no meio da minha bunda.

- E agora, já sabe qual é o seu presente?

E, incrédulo e literalmente boquiaberto, Lucas respondeu, questionando:

- A senhora vai me dar o cu?

- Sim. Gostou?

- É sério que a senhora vai dar o seu cu?

- Você acha que eu vou brincar com isso, menino? É claro que é sério. Mas vê se não vai com muita sede ao pote. Aqui tem que ser diferente, entendeu, menino?

Disse isso e saí rumo ao banheiro para tomar um caprichado banho. Precisava estar perfeita para o meu garotão cheio de hormônios.

Cheguei ao quarto já toda perfumada, deitei-me na cama de bruços e pus dois travesseiros embaixo da minha buceta, deixando assim minha bunda bem empinada.

Logo em seguida, chamei Lucas, que chegou ao quarto na velocidade de um foguete. Quando me viu de 4, quase teve um novo infarto (já falei em infarto várias vezes nos contos).

- Porra! Caralho! Eu vou comer seu cu mesmo, mãe? – perguntou aos gritos.

- Fale mais baixo, menino. Quer dar o que saber aos vizinhos, é?

- Desculpa, mãe, mas é que isso é o que eu mais queria. Todas as vezes em que eu batia punheta, pensava que estava comendo seu cu.

- Então, a mamãe vai realizar o seu desejo hoje. Mas você deve saber que aqui é mais difícil que a buceta, não é?

- Claro que sei. Eu vou meter cuspe e dar linguada no seu rabo, porra.

Ele, mais que depressa, veio e pôs a cara no meio da minha bunda. Senti tanta linguada como nunca senti na vida.

(Observação: eu só tinha feito sexo anal uma única vez. E, mesmo assim, meu marido usou um lubrificante.)

Ver aquele moleque com a cara no meio da minha bunda, enfiando a língua no meu cu era simplesmente surreal. Lucas endureceu a língua e a colocou literalmente dentro do meu cu. Que sensação indescritível! Logo depois, ele cuspiu muito, mas muito mesmo, na entrada do meu cu.

Eu também dei uma chupada bem molhada no seu pinto para que ficasse também bem lubrificado. Cuspi e babei tanto o pinto que o saco de Lucas ficou pingando saliva.

- Vá aproveitar seu presente, meu amor. Você já sabe o que fazer.

Lucas foi para trás de mim, abriu bem as duas bandas da minha bunda (abriu não. Arreganhou!) e começou a encostar a cabeça do pinto.

- Vá devagar, meu amor.

- Vá se fuder, mãe! Hoje a senhora vai tomar no cu de verdade.

E foi penetrando ainda mais, segurando firme no meu quadril. Eu me agarrei a um travesseiro e mordi-o para tentar segurar a dor. O pinto do Lucas é normal, deve ter uns 16cm e nem fino nem grosso, mas estava fazendo estrago no meu cu.

- Ai, meu amor!

- Foda-se, mãe!

E foi enfiando mais e mais. Quando fui ver, ele já estava com o pinto todo dentro do meu cu. A partir daí, foi apenas prazer. Ele penetrou freneticamente, num vai-e-vem descomunal.

- Caralho! Sua vagabunda do cu gostoso!

- Vai, gostoso, mete com gosto na mamãe.

- Bati tanta punheta imaginando comendo seu cu e agora estou aqui com a pica atolada no seu rabo, sua filha da puta.

Pessoal, sinceramente, vocês não imaginam o tesão que me dava ouvir meu filho falando tantas e tantas putarias para mim. Eu gozava só de ouvir.

- Vou gozar, cachorra.

- Vai, safado, encha meu cuzinho de porra, vai.

E ele gritou, gemeu e gozou. Gozou muito, muito mesmo. Acho que ele gozou mais no meu cu do que na minha buceta. Depois, eu relaxei o corpo e ele continuou deitado em cima de mim, com o pinto atolado no meu cu, enquanto colocou a mão direita na minha frente e ficou alisando os meus pentelhos.

- Gostou, filho?

- A senhora ainda me faz uma pergunta dessa?! Queria ficar com o pau atolado no seu cu o dia inteiro.

Rimos juntos. Na sequência, eu me desencaixei de Lucas e me virei, ficando rosto a rosto com ele.

- Meu amor, a mamãe pode te pedir uma coisa, que nunca pediu ao seu pai?

- Claro, mãe. O que a senhora quiser?

- Tem certeza que eu posso?

- A senhora não pede, mãe; a senhora manda. Fale o que é.

Hesitei um pouco e pedi:

- Dê um tapa na cara da mamãe!

- É sério, mãe?

- Sim, mas dê com gosto.

Lucas, com aquela cara de adolescente arrogante e desrespeitoso, encheu a mão e me deu um generoso tapa na cara. Pedi outro e ele deu ainda mais forte. O tesão foi tanto que minha buceta jorrou.

- Puta que pariu! A senhora gozou com os tapas?

- Gozei, filho, e gozei gostoso.

- Sua vagabunda do caralho, tomou no cu, pediu tapa e ainda gozou. A senhora é uma piranha mesmo, mãe.

- Sou piranha, não. Sou sua piranha!

Ele começou a rir cheio de arrogância e, de repente, me perguntou:

- Está lembrada daquela história da gravidez, não é?

- Esqueça isso, menino.

- Esqueça um caralho. Eu ainda vou te engravidar, sua puta.

E essa conversa se desenrolou. Mas amanhã eu conto porque houve um imprevisto que não posso dizer agora porque, como falei, é um spoiler.

Obrigada pelos comentários, meus amores.

Beijos.
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