Eu, Aninha e a calabresa
Acordei por volta das 5 da matina com a pica durinha. Aninha passou a mão e viu a situação. Dormimos sempre peladinhos então ela me colocou no cantinho da cama, passou a perna direita por cima e apoiou no chão. Com a perna esquerda de joelhos na cama segurou minha piroca na entradinha da sua bucetinha rosadinha, enfiando dentro começou a cavalgar feito égua. Não demorei a gozar e ela me disse triste "assim não vale, não me esperou pra gozarmos juntos". Fiquei sem jeito mas fomos tomar banho. No meio do banho tive uma ideia pra fazer Aninha gozar também. Fui na geladeira e peguei uma calabresa grande e grossa, segurei na ponta com um pano de prato e enfiei ela no pote de margarina. Voltei pro banheiro com a calabresa escondida atrás de mim e falei.
"Aninha fecha os olhos, coloca o pé na privada e se arreganha toda que tenho uma surpresa". Ela assim fez. "So abre os olhos quando mandar". Peguei a calabresa ensopada de margarina, geladinha, coloquei na entradinha da sua bucetinha e fui enfiando devagar. Ela se contorcia e gemia de tesão. "Ai, aí, aí, tá gostoso, geladinho no grelinho". Quando já tinha metido quase a metade da calabresa na sua xotinha, mandei abrir os olhos. Ela olhou pra baixo e falou: "te amo, você é demais". Tirei e enfiei várias vezes a calabresa na sua xotinha até que enfiei mais da metade pra dentro daquela xerequinha deliciosa deliciosa e comecei a socar mais rapidinho. Ela gemia, se arreganhava mais e se contorcia toda. Demorou um pouco pra ela se mijar de orgasmo com a calabresa dentro da sua bucetinha. Tirei, nos beijamos, botamos a roupa e ela disse pra mim sussurrando no meu ouvido: "quando você e Carlos saírem pra trabalhar vou levar a calabresa erótica pra Paula, nossa vizinha putinha do troca troca experimentar".
Se ficaram escitadas peguem uma calabresa grande e grossa, lanbuzem na margarina e enfiem em vossas xerequinhas. Depois contem aqui o que sentiram.
"Aninha fecha os olhos, coloca o pé na privada e se arreganha toda que tenho uma surpresa". Ela assim fez. "So abre os olhos quando mandar". Peguei a calabresa ensopada de margarina, geladinha, coloquei na entradinha da sua bucetinha e fui enfiando devagar. Ela se contorcia e gemia de tesão. "Ai, aí, aí, tá gostoso, geladinho no grelinho". Quando já tinha metido quase a metade da calabresa na sua xotinha, mandei abrir os olhos. Ela olhou pra baixo e falou: "te amo, você é demais". Tirei e enfiei várias vezes a calabresa na sua xotinha até que enfiei mais da metade pra dentro daquela xerequinha deliciosa deliciosa e comecei a socar mais rapidinho. Ela gemia, se arreganhava mais e se contorcia toda. Demorou um pouco pra ela se mijar de orgasmo com a calabresa dentro da sua bucetinha. Tirei, nos beijamos, botamos a roupa e ela disse pra mim sussurrando no meu ouvido: "quando você e Carlos saírem pra trabalhar vou levar a calabresa erótica pra Paula, nossa vizinha putinha do troca troca experimentar".
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