O dia que o Zelão me pediu desculpas…
Quase dois meses depois do episódio, Zelão veio puxar conversa comigo, mas eu não dei muita atenção, ele ficou todo sem graça.
Depois que terminou o nosso jogo, fui embora com o Carlinhos e o Pelé, não ficamos para o primeiro quadro. Já na casa do Pelé, brincamos um pouco, e o Carlinhos precisou ir embora, ia almoçar na casa de uns parentes. Eu fiquei mais um pouco, a pedido do Pelé. Ele queria mais. E ele acabou gozando mais duas vezes na minha bunda.
Enquanto nos arrumávamos, Pelé falou:
_Marquinho…você está com raiva do meu irmão?
_Não! Porquê?
_Sei lá…parece, depois da queimada que você deu nele, lá na quadra…
_Ah Pelé…é uma longa história, prefiro não comentar, mas já está superada, não tenho raiva dele, só respondi daquele jeito porque ele é folgado!
_Tudo bem…se você está falando….
Ainda conversávamos ali, no quartinho dos fundos, quando o Zelão chegou. Ele chamou o Pelé, e conversaram lá no quintal. Eu não consegui ouvir. Em seguida Pelé voltou e me falou:
_O Zelão quer trocar uma idéia com você…
_Beleza. Falei.
Pelé fez um sinal para o irmão dele, e ele entrou.
_Bom gente…vou tomar um banho, acho que vocês tem muito o que conversar… Pelé disse isso e saiu.
Mal ficamos a sós, e Zelão começou a falar.
Me pediu desculpas pelo que ele tinha feito e disse que estava arrependido. Ficou um tempão me elogiando, disse que eu era um cara legal e não queria que eu ficasse com raiva dele, entre outras coisas.
Estava surpreso, aquele não era o Zelão. Humilde, atencioso, educado, simpático. Fiquei sem palavras.
_É…tudo bem Zelão…não estou com raiva, de boa, já passou…
_Tudo bem mesmo? Não vai mais me dar aquelas queimadas? Disse sorrindo.
Ele acabou arrancando um sorriso meu.
_Não…pode deixar.
Zelão caminhou até a porta, para sair, e disse:
_Mas ó Marquinhos…uma coisa é certa…sua bundinha é bem gostosa viu?
Apenas sorri.
_É sério! continuou ele, depois daquele dia, bati várias punhetas pensando nela. Só de pensar, olha aqui como o bichinho ficou!
Quando disse isso, ele apertou o pau super duro sob a calção.
Puta que pariu, o filho da puta me enfraqueceu, meu cú piscou na hora. Era só ele pedir que eu dava. Já estava desculpado, não ia fazer frescura.
_Depois do que eu fiz e da forma que fiz, sei que não tenho direito de experimentar outra vez…mas fico feliz por estar de bôa com você.
Zelão disse isso, abriu a porta e saiu.
Ele nem pediu, ele nem tentou, eu deixaria, era só pedir!
“Eu sei que vocês vão dizer
Que é tudo mentira que não pode ser
Porque depois de tudo que ele me fez
Eu jamais deveria aceitá-lo outra vez” (plagiando trecho da música: Molambo, Os Incríveis).
É…eu estava com tesão, e cedi:
_Zelão. Disse.
_Que que foi? Disse ele, quase entrando em casa.
_ Vem cá…
Enquanto ele voltava, eu tirei meu calção, fiquei peladinho da cintura para baixo.
Assim que o Zelão entrou no quartinho e me viu pelado, abriu um sorriso enorme.
Meio tímido falei:
_Se quiser experimentar de novo…
Ele nem comentou, me agarrou por trás, e prensou sua rola dura na minha bunda. Enfiou as mãos por baixo da minha camisa e começou a levantar, tirando-a.
Zelão se inclinou e ficou mordendo meu pescoço, meus ombros.
Ele estava realmente diferente, estava bem mais carinhoso, estava me deixando cheio de tesão, fiquei arrepiado. Aproveitei e abaixei o calção dele, sentindo sua rola roçar meu rego.
Me direcionei para uma poltrona, com o zelão engatado na minha cintura. Me posicionei de quatro, apoiado no encosto do sofá, e fiquei de pernas abertas, à espera da sua penetração.
Zelão, ainda ficou alisando minha bunda, enfiando o dedo no meu cú.
_Não enrola não, já já o Pelé volta. Disse a ele.
Zelão passou saliva na rola e no meu cú, e enfiou bem devagarinho.
_Ah Marquinhos…que delícia…
Ele enfiou metade da rola e ficou fazendo um vai e vem bem devagar. Ficou sarrando e curtindo meu cú. Estava tudo muito gostoso, mas tinha receio da chegada do Pelé.
_ Zelão…tá muito gostoso, mas goza logo, seu irmão vai aparecer…e vai descobrir a gente…
_Bom…se ele aparecer paciência…você podia deixar ele participar, assim ele dá um tempo com as punhetas, vendo minhas revistas….
_Bem…você que sabe. Eu disse isso, e joguei meu corpo para trás, fazendo sua rola entrar até o talo.
Zelão soltou um gemido, me agarrou mais forte pela cintura e começou a meter com força.
Agora era a minha vez de gemer, com as batidas das suas bolas na minha bunda. De vez em quando ele dava umas paradas, mordia meus ombros e metia novamente.
E não demorou muito e o Pelé apareceu, abrindo a porta:
_É…pelo jeito vocês já se entenderam…
No momento, nem comentamos, e por alguns minutos, continuamos o que estávamos fazendo, diante dos olhos dele. Até que o Zelão comentou:
_Dá uma olhada no seu amigo Pelé, já tinha visto ele assim? E ó…ele gosta viu?
Pelé olhou para o Zelão, com um leve sorriso no rosto e disse:
_Você não sabe de nada Zelão…
_Como assim? Perguntou Zelão, enquanto socava a rola na minha bunda.
Pelé olhou para mim, e eu acabei respondendo:
_O Pelé tirou meu cabaço, aqui dentro, vendo suas revistinhas. Já tem mais de dois anos!
Depois disso, o pau do Zelão inchou no meu cú, engrossou e ficou mais duro ainda.
_Puta que pariu…ahhhh….vou querer saber dessa história, tim tim por tim tim…ahhhh…caralho….ahhhh que gostoso….uhhhh…vou gozaaaarrr…ahhhhhh….
Seu corpo caiu sobre o meu, enquanto sua rola desejava sua porra no meu cú.
Acabamos contando para o Zelão, o que rolou e o que estava rolando entre a gente, inclusive com a participação do Carlinhos.
Zelão ficou doido, mal terminamos, e ele já estava com o pau duro de novo. Ficou balançando e punhetando a rola, olhando para a minha cara.
Me levantei, fui até ele, e abocanhei sua rola, enquanto minhas mãos apertavam suas bolas.
Zelão estava sentado, por isso, fiquei de quatro, chupando sua rola.
_Ah, assim eu não aguento. Disse Pelé, me observando.
Pelé colocou a rola para fora e meteu no meu cú.
Meu pau ficou duro na hora. Acho que o Pelé também estava com muito tesão, ele metia que nem louco no meu rabo. Ficamos um bom tempo assim, até que o Pelé falou que queria gozar na minha boca.
Ele tirou o pau da minha bunda, sentou no encosto do sofá, e pediu para eu dar uma chupada. Mas antes que eu fosse, Pelé ainda assistiu ao irmão dele segurando a minha cabeça e socando contra a sua rola.
_Ah…que delícia…um dia vou querer gozar na sua boca…
Zelão me soltou, e eu fui para a poltrona.
Me ajoelhei, abocanhando a rola do Pelé, enquanto me apoiava e acariciava suas pernas. Aproveitei, abri bem as pernas, e empinei a bunda, me oferecendo para o Zelão. E ele não perdeu tempo, socou a rola com força, me arrancando gemidos.
Bastaram algumas estocadas, e eu comecei a gozar, rebolando freneticamente na rola do Zelão. Na sequência, Pelé anuncia e goza na minha boca, enquanto Zelão segue firme socando no meu cú.
Depois de quase engasgar com a porra do Pelé, passo a limpar seu pau, com todo o carinho.
Estávamos curtindo aquele momento, Pelé, gemia sentindo minha boca deslizando e limpando seu pau; Zelão se acabava, socando a rola sem dó na minha bunda, e eu, ali no meio, me deliciando com tudo. Mas uma sombra na porta e na sequência o som de uma voz, nos assutou e nos interrompeu.
_Marquinhos????
Pelé saltou do encosto do sofá, ficando atrás dele, escondendo o pau; Zelão ficou estático, seu pau murchou na hora, mas continuou dentro do meu cú, e eu, com a cara toda melado de porra, não sabia onde enfiá-la. Estava morrendo de vergonha.
_É…errrr…oi Seu Paulo…tudo bem com o Sr? Falei timidamente.
Seu Paulo era o pai deles, ele gostava muito de mim. Estava sempre elogiando a nossa amizade. Por nossa causa, nossos pais também se tornaram amigos.
_É Marquinhos…eu estou bem, e pelo que vejo…você também está passando bem….
Nossa…que vergonha, me deu vontade de me enfiar no primeiro buraco aberto.
_Jair (esse é o nome do Pelé), disse ele, quando terminarem, leva minha toalha lá para dentro, preciso tomar um banho. E é bom se apressarem, a mãe de vocês está para chegar, e acho que ela não vai gostar nem um pouco de ver está cena….
Assim que Seu Paulo saiu, fechando a porta do quartinho, fiz menção de ir embora, mas Zelão me segurou, não me deixando escapar da sua rola, que ainda estava dentro de mim.
_Espera mais um pouco, estou quase terminando. Disse Zelão.
_Depois dessa, fiquei sem clima. Falei.
_Ei…relaxa…meu pai não brigou, não ameaçou, foi de bôa!
_Ah sei lá Zelão, tô me sentindo envergonhado…
_ Se vai terminar, termina logo, a mãe chega daqui a pouco. Disse Pelé.
Acho que o Zelão tinha problemas, ele estava com o pau duro, metendo na minha bunda, como se nada tivesse acontecido.
O Pelé, pegou seu pinto mole e ficou esfregando na minha cara. Eles não estavam nem aí…
O pau do Pelé ficou duro de novo, e eu acabei abocanhando.
Incrédulo, me vi sendo devorado por aqueles irmãos. E acabei aceitando a situação, fiquei a mercê deles, até que ficassem saciados. E não demorou muito para eles me encherem de porra.
Depois desse dia, Zelão passou a fazer parte dos encontros de sábado, depois do jogo.
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