33 minutos intensos
Após mais um dia cansativo de trabalho, era hora de voltar pra casa, seria mais um sufoco encarar aquela longa viagem, dentro do comboio abarrotado de pessoas anônimas , que retornavam para seus lares , mas a partir da próxima parada o trem teria sua carga de pessoas diminuída, após os trinta e três minutos que o separava da próxima estação .
Espremida na parte final do vagão Suzana era mais uma das anônimas/ viajantes, ela avistava através da janela com os vidros fechados a fachada das casas do subúrbio que passavam com rapidez, ante seus olhos, quando sentiu uma mão atrevida, levantando sua saia que justa abaixo das coxas, dificultava o intento.
fitou com asco o enorme negro que estava a sua frente e desferiu uma cusparada no rosto do abusado, e quando tentou gritar , alguém por trás tampara sua boca, ela percebeu que a sua volta tinha um bando que a cercara, deixando-a no meio de um circulo , com cerca de uns vinte caras que davam cobertura, para aquela ação, formando uma roda ao seu redor, e a comprimiam cada vez mais nos fundo do vagão, sabedora que mesmo que gritasse por socorro seria inútil pois, todos seriam com certeza cegos e mudos, a famosa lei do silencio, que impera por aquelas bandas.
Mesmo assim lançou um olhar de suplica para aquele senhor calvo, que de olhos estatelados acompanhava o desenrolar daquele ato, porem sentiu asco vendo que o sisudo senhor disfarçadamente se masturbava admirando ao vivo aquela cena .
Sentiu que estava totalmente só ante seus algozes.
A lamina fria de uma navalha percorrendo seu rosto e o cara a sua frente sorrindo sadicamente , prometendo mutilar todo seu corpo se não colaborasse.
Apavorada amedrontada toda tremula sem voz ela assentiu com a cabeça , foi retirada a mão que tampava sua boca , sádico e perverso o enorme negro, cortou cada botão da sua blusa, deixando a mostra seus seios , que alguém por trás amassava a ambos com veemência e torcia os bicos deixando- os doloridos , sua saia foi rasgada e jogada a seus pés, sua calcinha cortada cheirada e guardada como um troféu por ele, que sem preâmbulos abriu a braguilha e se posicionou com o cassete duro pronto para entrar nela , dois caras a sustentavam pelas coxas deixando-a erguida com as pernas abertas, por trás o outro mantinha as mãos nos seus seios mas apoiava as costas dela no seu peito mantendo-a segura por entre seus braços .
O negro a sua frente deu uma cusparada na mão para lubrificar sua buceta com sua saliva, foi fundo nela socando com rapidez entrando e saindo metendo como um animal feroz ,fazendo ela gemer de dor ,perverso a amedrontava passando a lamina fria da navalha, por todo seu corpo , que sentia o gélido metal tocando sua pele, o que lhe provocava muito medo de ser mutilada, deixando-a apavorada .
Suzana mantinha os olhos fechados talvez não querendo ver a tremenda humilhação que passava sendo fudida a vista de todos , mas mesmo com todo o repudio e asco que sentia começou a ter uma estranha sensação ir invadindo seu corpo, abriu os olhos, algum distúrbio mental ocorreu dentro dela alguma anomalia aconteceu com ela, pois adorou sentir os olhares luxuriosos, que assistiam e até mesmo incentivavam o ato, excitada com aqueles olhares que pareciam estarem perfurando todo seu corpo, deixando-o em brasas e ondas de prazer invadiram seu ser sem que ela tivesse força ou vontade de repelir aquelas sensações, cada vez mais intensas .
enquanto se revezavam entrando dentro dela, percebeu que cada vez mais sua buceta estava ficando receptiva, com aquela curra , sua seiva escorria por suas pernas, misturada a gala que deixavam dentro dela, tentou disfarçar sua excitação, mas languidos gemidos chorosos , escapavam involuntários dos seus lábios, sem que ela conseguisse controlar seu corpo, se contorcendo a cada estimulo que aquelas estocadas provocavam, e ondas de prazer fluíam fazendo com que ela tivesse orgasmos seguidos , totalmente descontrolada ela gozava intensamente contraindo o rosto fazendo caretas de dor e prazer e implorava a cada metida, com a voz rouca chorosa .
SOCA , SOCA, SOCA, MAIS , MAIS ,FUNDO ,MAIS FUNDO.
Não pode precisar quantas vezes fora penetrada naqueles trinta e três minutos , talvez os mais intensos de toda sua vida.
após aquele bonde descer na estação seguinte .
Ela extenuada desfalecida, totalmente arregaçada e arrombada sucumbiu, caindo desfalecida abandonada nos fundos daquele vagão, foi socorrida e levada de ambulância para um hospital , onde por quase quinze dias ficou se recuperando do brutal estupro a que fora cometida .
Sua recuperação foi total ampla pois logo depois sem sequelas Suzana anônima, viaja todos os dias no mesmo comboio na hora do rush , e quando o trem se aproxima daquela parada ela se dirige para os fundos do vagão esperançosa para que tudo se repita de novo.
Espremida na parte final do vagão Suzana era mais uma das anônimas/ viajantes, ela avistava através da janela com os vidros fechados a fachada das casas do subúrbio que passavam com rapidez, ante seus olhos, quando sentiu uma mão atrevida, levantando sua saia que justa abaixo das coxas, dificultava o intento.
fitou com asco o enorme negro que estava a sua frente e desferiu uma cusparada no rosto do abusado, e quando tentou gritar , alguém por trás tampara sua boca, ela percebeu que a sua volta tinha um bando que a cercara, deixando-a no meio de um circulo , com cerca de uns vinte caras que davam cobertura, para aquela ação, formando uma roda ao seu redor, e a comprimiam cada vez mais nos fundo do vagão, sabedora que mesmo que gritasse por socorro seria inútil pois, todos seriam com certeza cegos e mudos, a famosa lei do silencio, que impera por aquelas bandas.
Mesmo assim lançou um olhar de suplica para aquele senhor calvo, que de olhos estatelados acompanhava o desenrolar daquele ato, porem sentiu asco vendo que o sisudo senhor disfarçadamente se masturbava admirando ao vivo aquela cena .
Sentiu que estava totalmente só ante seus algozes.
A lamina fria de uma navalha percorrendo seu rosto e o cara a sua frente sorrindo sadicamente , prometendo mutilar todo seu corpo se não colaborasse.
Apavorada amedrontada toda tremula sem voz ela assentiu com a cabeça , foi retirada a mão que tampava sua boca , sádico e perverso o enorme negro, cortou cada botão da sua blusa, deixando a mostra seus seios , que alguém por trás amassava a ambos com veemência e torcia os bicos deixando- os doloridos , sua saia foi rasgada e jogada a seus pés, sua calcinha cortada cheirada e guardada como um troféu por ele, que sem preâmbulos abriu a braguilha e se posicionou com o cassete duro pronto para entrar nela , dois caras a sustentavam pelas coxas deixando-a erguida com as pernas abertas, por trás o outro mantinha as mãos nos seus seios mas apoiava as costas dela no seu peito mantendo-a segura por entre seus braços .
O negro a sua frente deu uma cusparada na mão para lubrificar sua buceta com sua saliva, foi fundo nela socando com rapidez entrando e saindo metendo como um animal feroz ,fazendo ela gemer de dor ,perverso a amedrontava passando a lamina fria da navalha, por todo seu corpo , que sentia o gélido metal tocando sua pele, o que lhe provocava muito medo de ser mutilada, deixando-a apavorada .
Suzana mantinha os olhos fechados talvez não querendo ver a tremenda humilhação que passava sendo fudida a vista de todos , mas mesmo com todo o repudio e asco que sentia começou a ter uma estranha sensação ir invadindo seu corpo, abriu os olhos, algum distúrbio mental ocorreu dentro dela alguma anomalia aconteceu com ela, pois adorou sentir os olhares luxuriosos, que assistiam e até mesmo incentivavam o ato, excitada com aqueles olhares que pareciam estarem perfurando todo seu corpo, deixando-o em brasas e ondas de prazer invadiram seu ser sem que ela tivesse força ou vontade de repelir aquelas sensações, cada vez mais intensas .
enquanto se revezavam entrando dentro dela, percebeu que cada vez mais sua buceta estava ficando receptiva, com aquela curra , sua seiva escorria por suas pernas, misturada a gala que deixavam dentro dela, tentou disfarçar sua excitação, mas languidos gemidos chorosos , escapavam involuntários dos seus lábios, sem que ela conseguisse controlar seu corpo, se contorcendo a cada estimulo que aquelas estocadas provocavam, e ondas de prazer fluíam fazendo com que ela tivesse orgasmos seguidos , totalmente descontrolada ela gozava intensamente contraindo o rosto fazendo caretas de dor e prazer e implorava a cada metida, com a voz rouca chorosa .
SOCA , SOCA, SOCA, MAIS , MAIS ,FUNDO ,MAIS FUNDO.
Não pode precisar quantas vezes fora penetrada naqueles trinta e três minutos , talvez os mais intensos de toda sua vida.
após aquele bonde descer na estação seguinte .
Ela extenuada desfalecida, totalmente arregaçada e arrombada sucumbiu, caindo desfalecida abandonada nos fundos daquele vagão, foi socorrida e levada de ambulância para um hospital , onde por quase quinze dias ficou se recuperando do brutal estupro a que fora cometida .
Sua recuperação foi total ampla pois logo depois sem sequelas Suzana anônima, viaja todos os dias no mesmo comboio na hora do rush , e quando o trem se aproxima daquela parada ela se dirige para os fundos do vagão esperançosa para que tudo se repita de novo.
Nenhuma reação ainda.
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