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A Bundinha Branca do Fabinho de 10 anos Levando Rola III

📅 Publicado em: 10/10/2024 23:38

👤 Autor: diluca000gmail-com

🏷️ Tags: #Assédio #Estupro #Gay #Tween
Conto fictício

-- Olá Fabinho! Entra, fica a vontade! Por onde andavas?

-- Nós mudamos daqui seu Antônio! Estamos do outro lado da cidade.

-- Que pena Fabinho. Tenho saudade das nossas brincadeiras.

-- Que brincadeira seu Antônio?

-- Ora faz só um ano que saiu daqui, não deve ter esquecido né?

-- O senhor quer dizer "aquilo"?

-- Sim. Eu em cima de você. Você me aguentava bem e até tava gostando!

-- Desde aquela vez que não faço mais. Não quero mais. Agora sou crente, vou sempre na igreja com minha mãe.

-- Mas isso nunca foi pecado Fabinho.

-- É sim. Nem fala mais nisso.

Seu Antônio, sessentão já percebeu que o menininho tava inseguro. Não queria nem falar.

Seu Antônio sentou do lado de Fabinho e disse:

-- Tá lembrado daqui Fabinho? -- disse batendo no sofá -- aqui tu foi minha menininha pela primeira vez, lembra?

-- Lembro. Mas não quero mais não senhor.

Seu Antônio passou o braço no ombro dele e puxou ele encostado e deu mordidinhas na nuca.

-- Não seu Antônio eu não quero -- tirando o braço dos ombros.

-- Vem cá só um pouquinho, dá um beijinho -- e já foi agarrando ele.

-- Não seu Antônio, não faz -- falou e levantou.

Seu Antônio louco pra comer o melhor cuzinho que ele já havia comido, se lavantou e esbarrou a rola meia bomba no bracinho dele. Ele tirou o braço ligeiro. Seu Antônio meteu a mão na bundinha, empurrando o dedão por cima do shortinho bem no anelzinho.

-- Pára seu Antônio pára. Eu não posso.

-- Você diz que não pode, mas você quer.

E pegou no pintinho dele e tava durinho.

-- Viu minha lindinha como você tá com tesão? -- encostou o Fabinho de cara pra parede e roçou a rola agora duraça no rabo do crentinho de dez anos -- viu você ainda quer ser minha mulherzinha como você era. Sente o meu pausão tá babando de vontade.

-- Pára seu Antônio, eu vou embora.

Seu Antônio chaveou a porta e pôs a chave no bolso e continuou a arretar o menino que pedia pelo amor de Deus pra parar. Seu Antônio tirou toda a roupa e Fabinho mal conseguia esconder que tava vidrado na rola que lhe entrara algumas vezes no cuzinho.

-- Pega na minha rola pega.

-- Não seu Antônio, por favor.

-- Você lembra que você era minha mulherzinha e até me chamava de meu amor? Lembra?

-- Não quero falar dessas coisas.

-- Mas fazer quer né?

Seu Antônio falou e puxou a mãozinha pra segurar a rola, ele tentou tirar a mão mas não deu, o velho segurava fazendo a mãozinha abraçar a rola. Disfarçadamente ele olhava de canto, de certo lembrando como conseguia levar aquilo tudo no rabinho de nove anos. E agora com dez a mão ainda não abraçava a grossura daquela piça.

-- Vem minha menininha, vem no colinho -- seu Antônio o levou até o sofá e o sentou no colo, não sem antes baixar o shortinho e a cuequinha do garotinho.

Fabinho implorava chorando pra ir embora, mas já era tarde demais, ele já era empurrado pra frente e pra trás sentado na vara do seu Antônio. Quanto mais ele se debatia melhor ficava pro velho. Seu Antônio o virou sentado de frente, e pediu um beijo.

-- Tá bom. Um beijinho só e o senhor me deixa eu ir -- disse isso sem deixar de sentir aquela tora dando cabeçada na bundinha.

Se beijaram muito. Seu Antônio não largou mais o menino. Levantou-se com ele no colo e levou-o no colo enquanto ele chorava jurando dizer que não queria, que nunca mais tinha feito e tal.

Seu Antônio o atirou em cima da cama, deu-lhe uma meia dúzia de cintada no rabo e ele ficou quietinho soluçando e chorando baixinho de bundinha pra cima. O velho meteu a cara naquela bundinha branca, durinha e empinadinha e chupou o cuzinho do menino até entrar um pedaço da língua.

-- Não seu Antôniooooo -- ele já tava falando manhoso -- que velho tarado, teimoso. Páraaaa já falei. Pár... gluft humm glupt gha gheee annn -- a rola grossa já entrando na boquinha do Fabinho.

Seu Antônio segurou a cabeça do garotinho e socava lá no fundo. O menino abria a boca no máximo. A rola tocava na garganta provocando ânsia no viadinho que se engasgava tentando empurrar o homem pra tomar fôlego. O velho deitou sobre a cara dele e fodeu muito a boquinha do Fabinho.

-- Coff coff coff ghud humm ainnn pára seu Antônio por favor deixa eu ir isso é pecado grande ghan ghu aiinnn.

-- É pecado é? Então hoje tu vai pecar muito.

-- Páraa queridooo.

-- Já comecei a gostar, fala de novo.

-- Seu velho tarado -- ele levou um tapão na cara e caiu deitado.

Seu Antônio subiu em cima e começou a meter a cabecinha e tirar, meter e tirar, e não que o Fabinho apesar de chorar e de fazer manha se debatendo, estava com a bundinha empinadinha. O cuzinho tava pedindo o danadinho.

-- Toma meu viadinho, toma no rabinho.

-- Aiiiiii pára taradoooo. Pára é muito grossoo cavalo. Ainnnn ainnnn sniff auuu que dorrr páraaaaa.

-- Quer que eu vá devagarzinho pra não doer, me chama de meu amor como você chamava.

-- Não chamo. Eu não quero. Não gosto dissoooo.

-- Então toma. Tá fechadinho, vou tirar esse cabacinho de novo. Toma putinha!

-- Aiiii aiiiii tiraaaa ainn tiraaa huhug tá bom tá bom eu digo meu homem.

-- Diz.

-- Te amo meu amor, meu macho. Assim? Tiraaaa tá doendoooo.

-- Ainda não tá bom, diz que me ama e que adora sentir minha rola entrando.

-- Paizinhooooo ainnn. Eu chupo teu pau e engulo leutinho, vemmm ainnn.

-- Isso você vai fazer mesmo. Agora eu quero e arrombar esse cuzinho com força. Toma safadinha!

-- Aiiiiinnn não, vou morrer. Esse mostro desse cacete vai me rasgar o cuzinho pequenininhooooo.

-- Fala como eu mandei -- o velho encheu a bundinha de tapas. Tava vermelhinha já.

-- Aiiiinnn papai eu te amo. Sou tua putinha. Quero tua rola todinha dentro do meu cuzinho.

Seu Antônio agora botava inteiro e tirava cada vez mais rápido, socava forte no cuzinho da putinha.

-- Toma vadia. Cadela. Vagabunda.

-- Aiiiinnnn velho gostoso põe tudo põe na tua mulherzinha. Ainnn como eu gostooooo de pauuuu.

-- Tá gostando? Diz que é minha mulherzinha diz.

--Eu sou tua mulherzinha. Tava com saudadeee de levar pau no rabinhoooo.

Fabinho é tão viadinho que deu de quatro, de bruços, de pé, sentado no colo e tudo que tinha direito.

Seu Antônio fodeu o menino de novo apaixonado em todas as posições. Depois sob o chuveiro fez ele chupar muito até tomar todo o leitinho acumulado.
Nenhuma reação ainda.

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