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Pegada Diferenciada

📅 Publicado em: 07/04/2022 12:45

👤 Autor: inox

🏷️ Tags: #Outros
"Ela roda a cidade inteira pra ficar comigo

Porque eu sou seu esquema preferido

Eu sou seu esquema preferido

Ela dispensa a balada, as amiga, pra ficar comigo

Eu sou seu esquema preferido

Porque eu sou seu esquema preferido"

É mais ou menos assim que funciona nosso relacionamento. Nunca fui muito de festa, aprendi a dançar (defeituosamente) há uns dois meses. Não gosto de drogas, mas adoro dançar com as mulheres. É divertido. Numa dessas danças a conheci. Jurema é uma moça do interior de Pernambuco. Uma auxiliar de enfermagem parda e baixinha, usa óculos, não fica bêbada, apenas uns goles, frequenta a igreja de vez em quando, porém possui uma grande fraqueza.

Conversamos por celular na maioria das vezes. Esta mulher me A-DO-RRRA. Conta basicamente tudo o que acontece em seu cotidiano. Nestes meses em que nos conhecemos, só transamos três vezes. Aquela primeira foi magnífica. Me levou até seu quarto, pediu-me para sentar na cama com aquela doce voz. Estava com um casaco cinza eigengrau e uma minissaia azul-marinho. Amaciou minhas orelhas, resvalou suas mãos calejadas pelo meu rosto, devagar, quase parando.

— desculpa os calos nas mãos. A roça faz isso com a gente.

— não se preocupa, bombom.

Ela desabotoou minha camisa. Pus minha mão no zíper do seu casaco, mas ela tirou-a com um leve tapa.

— por enquanto só eu posso tirar a roupa de alguém.

Senti um certo domínio de sua parte. Depois de acariciar meu tronco, agachou-se e tirou minha calça. O calor produzido pelo ventilador e ar-condicionado desligados ajudou minha pica a ficar mais ereto, mas ela continuou a brincar realizando suas fantasias. Pôs a perna esquerda no meio das minhas pernas:

— lambe.

Obedeci calado, começando do joelho até um pouco da coxa. Contemplei seu rosto. Essa nega de sorriso fácil, baixinha e troncuda, com as pernas finas em comparação com o resto, me laçou de uma maneira que nunca fui laçado. Já peguei mulheres mais atraentes, mas que não tinham a mesma pegada. Esta é diferente. É a pegada diferenciada da roceira.

— lambe minha outra perna.

Eu lambia como um cão. Quase me aprofundei em sua saia, por isso levei outro tapinha suave na cara.

— que menino mais afobado.

Disse como uma mãe diria para um bebê quando mama rápido demais.

— fazer o quê se eu tô apaixonado?

Vi um sorriso de satisfação disfarçado de safadeza. Pôs a mão em sua boca, recuperou-se e continuou:

— falta pouco pra você ficar nu.

— sim. Bem pouco.

Deu-me um beijo de língua e segurou minha cueca, fazendo suspense. Após afastar a boca produzindo um estalo, tirou a peça que faltava e punhetou devagar. Tirou seu casaco e a camisa por baixo, ficando apenas com um sutiã preto.

— posso tocar teu busto?

— ficou mais educado, né?

Fui logo nos peitos. Não cabiam inteiramente na minha mão.

— mas quem sabe se tu tirar o sutiã eles não caibam? — disse ela, com um tom sugestivo.

Nem assim couberam, mas a maciez era tangível. Os mamilos cresceram à medida que eu acelerava o toque. Escutava suspiros abafados.

— posso sentir o sabor?

— só porque pediu com carinho.

Macios de tocar, macios de chupar. Os alvos principais eram os caroços, suguei-os como se esperasse leite materno sair. Suspiros, gemidos tímidos, voz ofegante.

— chupa... ai! Chupa, chupa seu... ui!... chupa seu filho... hum tá tão gostoso.

E ainda tem mais...
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