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Castigando a filha que estava de castigo

📅 Publicado em: 01/03/2024 12:24

👤 Autor: universitaria

🏷️ Tags: #Assédio #Coroa #Incesto #Teen
Eram quatro da manhã e eu estava em casa, sentado no sofá com as luzes apagadas quando ouviu, bem silenciosamente, a porta da sala abrir.

Ela não me viu. Eu fiquei quieto e senti os passos leves, descansos pois a sandália segurava na mão, passarem bem silenciosamente pela sala.

Na certa não queria me acordar.

Foi quando acendi o abajur e me levantei.

E olhei minha filha: uma adolescente de dezesseis, que deveria estar de castigo, me encarando com os olhos arregalados.

- Papai? - Ela murmurou. Parecendo assustada ao me ver.

Vestida com um vestido brilhante e decotado, muito curto. Um cordão grosso, maquiada como uma puta e os cabelos desalinhados.

- Aonde você estava? - Eu quis saber.

- Não... É o que parece - Ela gaguejou e os olhos ficaram marejados.

- Aonde, Rebeca? - Repeti, quase gritando.

- Na festa de aniversário de Camila... Ela me chamou e eu...

- De castigo? - Havia raiva em meus olhos.

Era uma menina boa. No geral. Mas ultimamente relaxou nos estudos, começou a beber e eu e a mãe a deixamos de castigo.

Minha esposa estava no trabalho, era plantonista noturna as sextas. E eu tive que lidar com aquilo.

- Por favor... - Seus olhos brilharam - Me perdoa.

Eu me aproximei dela, estava com cheiro de cerveja, batom borrado e descabelada.

- Você tá parecendo uma prostituta - Falei.

Ela começou a chorar. Na certa achando que lágrimas me convenceriam.

Mas ela não era mais criança.

- Não... Conte a mãmae, por favor - Implorou.

Eu tirei o cinto, e ela pareceu assustada.

- Papai, por favor, não me bate - Gaguejou.

Eu agarrei os cabelos dela. Com força. E antes de tirar o cinto, deu um tapa forte na cara maquiada. Tão forte que ela gritou e os meus dedos marcaram a pele branca.

- Se quer sair igual uma puta, não reclama.

Cuspiu na cara dela, puxando o cabelo pra trás e dando outro tapa na cara dela. Ela se emborcou para trás a medida que eu puxava os cabelos, começando a gritar e chorar. Eu praticamente a arrastei até a mesa da sala de jantar.

- Papai, me desculpa - Ela gaguejava.

- Chegar em casa de madrugada, bêbada e igual uma puta de esquina? - Eu quase gritei - Não vou te desculpar.

Ela chorava, e eu a inclinei na mesa. A deixai virada de bruços, Ela tentou levantar, mas eu firmei o seu corpo inclinado no móvel.

- Se se mexer é pior - Avisei.

Ela soluçava, mas ficou inclinada na mesa. Chorando.

Eu tirei o cinto, com raiva e pensando se era pra isso que a gente criava filho.

- Papai, por favor - Ela chorava - Me desculpa.

- Cala a boca.

Eu me aproximei. Levantei primeiro aquele vestido brilhante, e exibi aquela bunda branca. Levantei até metade da cintura e fiquei olhando aquele rabo carnudo. A filha da puta ainda tava com uma calcinha enfiada no rabo.

Primeiro eu segurei a calcinha pelo cós e puxei pra cima, ela gritou porque sentiu raspar e puxar toda carne enquanto eu levantava a sua bunda só pela calcinha. Depois eu simplesmente rasguei o tecido fino. E fiquei olhando Rebeca cheio de raiva.

Que puta.

Tirei o cinto. E comecei a bater.

- Não! - Ela gritava de dor.

- É pouco pra você - Eu falei, dando uma cintada forte na bunda branca e vendo as marcas vermelhas da agressão reta aparecerem - Conta comigo. Serão cem.

- Não! - Ela se contorcia de dor, gritava.

- Um - Uma forte cintada - Dois - Outra - Três - Outra.

- Papai, tá doendo! - Ela gritava de dor.

- Me interrompeu. Um - Uma cintada - Dois - Outra.

- Não - Ela soluçava.

- De novo, e acho melhor contar. Um - De novo - Dois - Outro.

Ela começou a soluçar, mas em silêncio. E eu continuei. Via ela gritar, chorar, mas sem palavras e só sons de dor. A bunda deve ter ficado dormente, as pernas se contorciam e sangue já aparecia. Nas listas do cinto.

Que puta.

- 38 - Cintada - 39 - Outra cintada.

Em determinado momento, acho que ela desacordou. E eu comecei a olhar aquela bunda e suspirei.

Dei um descanso, meu braço doía. E fui chegando perto dela.

Rebeca jogada na mesa, quase desmaiada e chorando.

Senti até pena.

- Quem te trouxe? - Perguntei, puxando o cabelo dela pra trás. Peguei uma garrafa de água do jarro e joguei na sua cara.

Ela arfou ao sentir a água, quase como se afogasse. E eu puxei com mais força e me inclinei em seu ouvido.

- Se mentir é pior. Quem te trouxe?

Ela chorava.

- Thiago - Respondeu soluçando.

Um moleque maconheiro, que eu odiava. Com mais de vinte, motoboy e de cabelos oxigenados.

Que decepção.

- Então você realmente tá querendo virar puta de vagabunda - Eu falei e tomado por fúria, voltei a bater naquela bunda.

Ela pareceu desistir de lutar, talvez só estivesse dormente de dor. Eu também cansei de bater. Joguei o cinto longe.

Ela parecia jogada na mesa.

- Você transou com ele? - Eu perguntei.

Puxei de novo o seu cabelo pra trás. Olhei aquela antes princesinha, daí bonitinha e pra quem eu tinha tantos planos e que agora me dava tanto trabalho.

Ela negou. E eu olhei bem o rosto choroso e cuspi na sua cara. De novo.

- Transou? - Eu quis saber - Se mentir é pior.

- Não - Ela gaguejou.

Não acreditei. Então fiz o que qualquer um faria.

Puxei a cadeira, sentei atrás de seu corpo e primeiro observei aquele rabo castigado e destruído.

E depois abri seu rabo. Primeiro as coxas, olhei aquela boceta rosinha e desenhada.

Depilada. Só pulta se depila, pensei. Só quem vai dar.

- Papai - Ela protestou.

- Cala a boca - Foi apenas o que eu falei.

Depois abri o rabo. Rosinha.

- Por favor - Ela implorava, sentindo as minhas mãos abrindo as suas entranhas para exibir a carne íntima - Por favor, não faz isso - E chorava.

- Eu não faria se você fosse decente - Respondi.

Naquele momento, não era mais eu.

Observei aquela carne nova em meio aos machucados que deixei na bunda branca. Carne macia, rosa e de puta.

- Não - Ela sentia as minhas mãos abrindo pra admirar, e as carícias na bunda cuja carne sangrava das cintadas.

- Deveria pensar antes de desobedecer.

Como falei, naquele momento já não era eu.

Foi quando afundei meu rosto naquela boceta.

Comecei a chupar a carne macia, rosa e apetitosa. Comecei a lamber aquela boceta. Passando a língua por toda extensão. Fiquei chupando a entrada, pois era o que eu mais gostei. Lambendo, chupando, esfregando o rosto. Que delícia de boceta. Nem foquei no grelo, não queria dar prazer a ela, só sentir o gosto da carne que exibi.

Que puta.

- Ah, não. Não - Mas ela gemia.

Rebeca parecia chocada. Eu também estava pois não me reconheci.

- Achei que fosse o que queria - Eu abri dessa vez o cu - Não precisa sair de casa - Falei.

Fiquei chupando a carne, subi o rosto e enfiei a língua no cu. Cuspi no cu.

E enfiei o polegar dentro do rabo dela.

Entrou relativamente fácil, o que me fez pensar que o rabo já tava dando.

Que vagabunda.

Tirei o dedo. Enfiei dois. Indicador e médio. Enfiei e girei. Ela gemeu de incômodo mas não de dor.

Que puta.

Dei um tapa forte na bunda machucada e ela gritou de surpresa.

- Então já da esse rabo - Eu falei.

Ela ficou em silêncio, chorando.

- Me responde! - E dei outro forte tapa. Enfiando os dedos mais fundo e rodando e abrindo dentro daquele cu.

Ela acenou, chorando.

- Só uma vez - Murmurou.

Que mentira. Pensei.

- E essa boceta? - Eu quis saber.

- Só uma vez - Murmurou.

Enfiei o dedo na boceta. Não parecia recém descabeçada.

Que puta.

Levantei. E já não era eu quando abaixei minha calça.

- O que vai fazer? - Ela tentou se desvencilhar, assustada.

- Te dar o que quer - Respondi.

Ela protestou e recebeu um tapa forte na bunda que a fez gritar. Tentou sair, e eu firmei os seus braços presos nas costas com uma só mão. A imobiliária.

Enfiei sem pena na boceta dela. A vagabunda merecia. Entrei com força, direto e duro. Senti ela gritar mas fui até o fundo, só parei quando sei as bolas batendo nela e que não entrava mais.

Ela protestava, e eu comecei a meter. Meti tão forte como pude. Ela gemia pela dor das minhas coxas baterem na bunda toda machucada, e eu fui metendo. Era apertada e estava molhada da minha baba mas ainda seca e eu não quis nem saber. Fiquei metendo forte e ela começou a gritar.

Vi o cu piscando e enfiei o dedo. Ou melhor, dois dedos. Enfiei e rodei enquanto comia aquela boceta. Ela só gritava e eu não sabia o porquê. Fodi aquela vagabunda e no final tirei o pau de dentro, depois de tanto torar aquela entrada.

- Hora do cu - Falei.

De novo ela começou a chorar. Eu não quis nem saber.

Abri bem a bunda com minhas mãos, cuspi no buraco e fui enfiando. No início não queria entrar, minha piroca é grossa. Depois a cabeça entrou e aí eu meti direto.

Senti as pregas dela, uma a uma, arrebentando no meu pau. Senti meu pau rasgar aquele rabo enquanto ela puxava e ar em um grito. Fui sentindo ela esfolar meu pai com o cu apertado e eu me controlei pra não gozar. Meti até o talo, tirei a vagabunda e, quando cheguei no fundo, comecei a meter.

Meti das minhas bolas baterem na bunda e o som de carne ecoar pela sala. Meti até não aguentar mais. Olhava ela toda imobilizada sob o meu domínio e sentia raiva. Que decadência.

A raiva impulsiona, foi o que pensei quando a vi desacordada após levar tanta pica.

Tirei do cu. Vi sangue, vi fezes, vi o rabo esfolado e sangrando e completamente arrombado.

Que puta.

Voltei a meter no boceta, fiquei metendo mesmo ela desorientada. A puta acordava e apagava levando pica. Fiquei batendo na cara dela pra não desmaiar, enquanto comia a boceta e arregaçava.

Só quando comecei a querer gozar eu tirei. Então a virei na mesa e ela gritou de dor quando a deiteinde costas. A bunda machucada em contato com a madeira doeu e eu não quis nem saber.

Separei suas coxas, cada uma pra um lado do meu corpo. Rasguei a alça do vestido e abaixei, pra olhar aqueles peitos médios pularem pra fora. Vi marca de chupão nos peitos e um ódio me subiu. Alguém a comeu naquela noite, antes de mim.

A firmei pela cinturinha e foi abaixando seu corpo pra enfiar tudo de frente. Fui metendo nela assim, inteiro e com raiva. Ela gritava mas já estava rendida. A puxava e ia fundo, até o talo, rasgando aquela boceta e torando tudo. Ela só gritava mas não havia nada a fazer.

Meti até não aguentar mais. Olhando aquela vagabunda que parecia de novo desacordada. E senti as bolas muito cheias batendo nela.

Esvazie dentro dela. Dei uma gozada urrando e o pai pulsando naquela boceta vermelha. Não quis nem saber, nem pensei. Fui fundo, a puxei forte, cravei o pau e despejei dentro daquela puta.

Que delícia.

Fiquei caído em cima dela depois da gozada, ela quase desacordada, senti o cheiro de bebida e fui me levantando fraco e devagar.

Quando meu pai saiu, a porra escorria.

Passei a mão na boceta dela, de onde saia minha esporrada e depois comecei a passar na cara dela, em especial na boca. O que escorria, eu enfiava na sua boca.

Quando me afastei, olhei ela de fato igual uma vagabunda na mesa.

- Se levanta e vai pro quarto antes da sua mãe chegar - Falei, indo pro meu próprio quarto.
Nenhuma reação ainda.

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