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01 - Clarinha; iniciada pelo vovô

📅 Publicado em: 02/11/2024 03:26

👤 Autor: ninfeta-safada

📂 Categoria: Incesto

🏷️ Tags: #Coroa #Incesto #Tween #Virgem
Minha mãe engravidou muito nova, com 15 anos, meus avós apoiaram ela a estudar, então quando fiz 3 anos, ela começou a fazer faculdade e me deu para os meus avós criar por um tempo, ela mandava dinheiro e vinha visitar a cada 3 meses. Nós morávamos numa zona rural, numa chácara administrada pelo vovô e dois tios.

Me chamo Clara, e minha iniciação começou um pouco depois de eu completar sete anos. Um dia, vi o vovô fazendo uma das cadelinhas da chácara lamber o pinto dele no fundo do curral onde tirava leite das vacas.

— Por que isso? — Como toda criança, fiquei curiosa.

— Porque ela gosta. Ela lambe até sair leitinho, aí ela bebe todo o leitinho que sai daqui, é gostoso. — O velho safado nem se importou que eu estava olhando ele obrigar a cadelinha pagar um boquete pra ele. — Você quer provar? — Segurou o pau na minha direção, fiz cara de nojo.

— Eu não, cachorro come cocô. — Ele riu da minha inocência, então foi até a torneira do curral, e lavou o pinto.

— Pronto, tá limpo, agora vem aqui. — Ele me guiou sobre como eu deveria fazer e em pouco tempo, eu estava chupando o pauzão do vovô feito uma profissional. O velho gemia e me elogiava, dizendo que eu era melhor que a cadelinha. Então quando estava perto de gozar, disse que o leite ia sair e que eu deveria beber tudinho.

Como uma boa menina, continuei chupando, o pau dele era quente, meio salgado e às vezes pulsava na minha boca, eu gostava, então quando a porra encheu minha boca, engoli rapidamente, apesar do gosto salgado.

— Boa menina, Clarinha. Esse é o nosso segredo, todo dia você vai ficar encarregada de tirar o leite do vovô, entendeu? — Ele acariciou minha cabeça e concordei.

Criamos uma rotina, de noite, o vovô lia uma história de ninar, enquanto eu chupava o pau dele até ele gozar no fundo da minha boquinha, era o leite de boa noite, de manhã, depois de tirar o leite das vacas, o vovô me levava pra ajudar a alimentar os porcos e eu chupava ele até ganhar meu leite de bom dia e depois do almoço, quando a vovó tirava um cochilo, o vovô me dava leite do pau dele escondido no meu quarto. Com o passar do tempo, fiquei tão viciada em beber leitinho da pica do vovô, que bastava ter a oportunidade de ficar sozinha com ele pra eu cair de boca e mamar gostoso, tanto que ele começou a me chamar de bezerrinha, e isso durou quase um ano, depois o vovô parou de me pôr pra mamar, ele dizia que ia começar a guardar o leitinho no meu cofrinho quente, então me colocava de quatro e se esfregava na minha bundinha até sair o leitinho, depois com o dedo, enfiava parte do leitinho no meu cuzinho, nas primeiras vezes, doeu um pouco, mas o vovô dizia que era porque meu cofrinho ainda não estava acostumado e assim começou a missão do meu vô de colocar sempre mais dedos dentro do meu cuzinho, os horários que eu costumava beber seu leitinho, passou a ser só pra guardar leitinho no meu cuzinho e um pouco antes do meu aniversário de oito anos, o vovô disse que meu cuzinho guloso já aguentava receber leite direto da pica dele.

O pau do vovô não era muito grande, mas tinha uma cabeçona rosa e dava umas duas mãozinhas minhas. Teve um dia que a vovó foi pra cidade, pra ir no médico e ficaria uns 3 dias por lá. Assim que ela saiu, o vovô mandou eu ir fazer cocô e tomar banho depois, disse que eu tinha que fazer bastante cocô, porque hoje ele dia enfiar a pica no meu cuzinho e encher ele de leite até vazar.

Depois do banho, fomos pro quarto dele, o vovô me colocou de quatro como sempre, e antes de colocar a pica no meu cuzinho, ele lambeu bastante, disse que era pra ver se tava limpinho mesmo e também enfiou os dedos e ficou mexendo, depois de uns minutos, senti a cabeçona da pica dele no meu cuzinho, ele segurou as bandas da minha bundinha e forçou até passar a cabeça, era como se eu estivesse sendo rasgada, reclamei e tentei fugir, mas o vovô disse que ia passar, então ele metia a cabeça e cuspia enquanto socava o pau mais fundo, depois tirava a cabeça e cuspia mais e voltava a socar, até que todo o pinto dele estivesse dentro do meu cuzinho, era estranho e gostoso ao mesmo tempo, o vovô ficava balançando pra frente e pra trás e gemia bastante, dizendo que meu cuzinho era gostoso, quentinho, guloso e apertado.

Ele segurava minha bundinha com força e socava bem fundo, eu também soltava uns gemidos, era gostoso aquela nova brincadeira, e o vovô disse que aquilo era sexo anal, que agora eu era sua putinha particular e que ia comer meu cuzinho sempre.

Depois de um tempo o vovô parou de se mexer e o pau dele cresceu dentro do meu cuzinho e ficou pulando, ele dizia, que gozada gostosa Clarinha, puta que pariu.

Eu era pequena, mas entendia que aquilo era um segredo meu e dele, por isso sempre era escondido e em silêncio. Nos três dias que a vovó ficou na cidade, fiquei andando só de vestido, sem calcinha, pois assim, sempre que o vovô queria, ele me colocava pra mamar a pica dele, mas só soltava leitinho dentro do meu cuzinho. O vovô começou a chupar minha florzinha também, que ele me mandou chamar de bucetinha do vovô, mas só podia falar pra ele.

— Vovô, por que você não guarda leitinho na minha bucetinha também? — Quis saber enquanto ele chupava ela e socava o dedo no meu cuzinho no curral.

— Porque sua bucetinha é muito pequena, pode machucar, mas quando você crescer mais um pouco, o vovô vai encher ela de leitinho, sua safadinha. — Prometeu, eu ri, queria crescer logo, porque eu queria o pauzão do vovô socado na minha bucetinha também.

Teve um dia, enquanto o vovô comia meu cuzinho durante a hora da história, que quase fomos vistos pela vovó, eu estava sentada no colo do vovô, o pauzão dele tava socado no meu cuzinho guloso e eu tinha que ficar pulando, pra ele soltar leitinho, aí a vovó chamou e veio até a porta, rapidinho o vovô jogou a coberta em cima da gente e fingiu contar a história enquanto o leitinho enchia meu cuzinho me deixando bem molinha.

— Silêncio minha véia, a menina tá quase lá.

— Essas histórias são longas demais, eu vou dormir. — Reclamou e saiu depois de me dar um beijo.

— Se ela soubesse que a hora da história é pra eu te foder e dormir tranquilo, me deixava em paz com a minha putinha. — Brincou o velho saindo de dentro do meu cuzinho gozado.

Eu gostava de ser o depósito de leitinho do vovô, gostava de sentar no colo dele na frente das pessoas e sentir o pau dele pulsar na minha bundinha com vontade de entrar. As pessoas diziam que era lindo como eu era apegada ao meu avô, mas o que elas não sabiam é que eu gostava mesmo era da pegada do vovô. E mesmo sendo viciada em dar meu cuzinho pro vovô foder, eu queria mesmo era ter a bucetinha cheia de porra e essa oportunidade surgiu, quando conheci minha prima Ana e ela descobriu que o vovô gosta de cuzinho.

****

Conto fictício

Adoro ver seus comentários safados, não sejam tímidos
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Comentários

M

Meu tele: @ilharj comentou:

Avô de sorte

01/11/2024 23:47
Z

ZANDOR comentou:

Ninfeta Safada, que inveja do vovô. Queria eu ter uma netinha safadinha assim. Entra em contato comigo pelo t3l3gr4m ZANDOR_H.
Meninas ou mulheres casadas que queiram ter uma experiência nova podem chamar.

01/11/2024 23:47
S

Sozinho comentou:

Me chama tele Taradinnovin

01/11/2024 23:47
B

Bob comentou:

Vovô tem que arrombar menina safada mesmo, deixa bem largo e servir de depósito de porra. Tomara que quando crescer engravide do avô pra selar com chave de ouro o incesto 👏👏👏👏

02/11/2024 23:47
S

Sozinho 0000 comentou:

Isso novinha ter q ser depósito de porra quem quiser falar comigo sobre o tema tele ai em cima

02/11/2024 23:47
@

@Mottube comentou:

Delícia nada melhor que um cuzinho apertadinho pra socar com força e ver o rombo que fica quando tirar o pau

02/11/2024 23:47
P

put1nha comentou:

eu quero te dar minha buceta, gozar gostoso gemendo na tua pica

03/11/2024 15:47