Meu filho ama mamar meus peitões cheios de leite – PARTE 2
...Continuando de onde parei.
Eu estava aproveitando minha vez em baixo do chuveiro pra me refrescar do calor feito pelo clima não só do sol, mas do que rolou entre mim e meu filho pouco antes, por mais que a água fresca tentasse esfriar meu corpo, o tesão que a anos eu não sentia estava ligado a todo vapor, nem queria me ensaboar direito, só pensava em terminar logo aquele banho e levar meu bebê pro quarto pra amamenta-lo nu mesmo, mas eu tinha que por a cabeça no lugar, ele era novo ainda, só 11 aninhos, tinha que ser mais cautelosa, sem pressa.
Ele me olhava com desejo, muito desejo, enquanto eu ensaboava meu corpo, me sentida lisonjeada, logo eu, gordinha, com meus 40 e poucos anos, com as marcas da idade, despertando a ereção de um menino lindo e jovem, quanto tempi eu perdi, pensava comigo mesma, vou ensina-lo a ser meu macho, vou ensina-lo sobre sexo enquanto eu aprendo também, vou cuidar do meu filho como mãe, e futuramente como sua fêmea, sua mulher, mas tudo a seu tempo, não vou apressa-lo.
Voltei a mim mesma e eu estava parada no chuveiro em transe kkkk meus mamilos ainda duros e pingando leite, e meu filho parado e me olhando, com seu pau duro novamente, me toquei e desliguei o chuveiro.
-Vamos Deric, demoramos muitos, vou esquentar nosso almoço.
Ele nem respondeu, pegou dua toalha meio sem jeito, provavelmente esperando que eu lhe fizesse mais algo, enfim, peguei minha toalha também e nos secamos, fui ao meu quarto e tentei esfriar mais ainda meus hormônios, mas já era, eu acendi meu tesão e ainda não fui satisfeita ao ápice, depois de tanto tempo reprimendo essa sensação que se fez esquecida em mim, eu pensava que mal tinha esse direito, de ser desejada, satisfeita sexualmente. MAS EU TENHO ESSE DIREITO, sou gente, puis uma roupa leve por conta do calor, um short bem curto de renda, com uma camisa também de renda cinza e alças bem finas, e sem sutiã, deixei minhas tetonas bem folgadas e fui esquentar o almoço, enquanto comíamos, Deric aparentemente não esboçava reação, pensei que seria assim até o fim da refeição, até que ele por um momento solta os talheres delicadamente no prato, me olha meio timido e diz:
-Mãe, oque fizemos agora a pouco, foi certo?
Aquela pergunta me deixou meio tensa, será que o deixei num dilema moral muito pesado pra ele? Claramente sim, talvez ele não estivesse pronto.
Respondi:
-Filho, você gostou?
-não sei dizer
-eu creio que sim, eu sei porque também gostei, nós dois gostamos e nos sentimos bem, não é?
-eu gostei sim, mas é certo?
-oque aconteceu, foi só ente nós dois e não diz respeito a mais ninguém, se eu e você gostamos, não acha que seria certo? Não fizemos mal a ninguém, pelo contrário filho, eu amei e você fez a mamãe muito feliz agora pouco, me deu muito orgulho, um menino bonito, bondoso e viril, eu te amo Deric, não se sinta culpado, e nem reprima seus desejos, estou aqui pra te amar, ensinar e satisfazer, tá bom?
Meu filho, num gesto meigo e carinhoso, veio até mim e me abraçou e me beijou a bochecha, dizendo:
-Tem razão mãe, foi muito bom, não é errado, te amo tá?
Me senti tão aliviada com a reação dele, e animada com o futuro da nossa convivência, tinha bons pressentimentos, enfim, ele pegou seu prato e foi a louça lava-lo, terminei de comer e fiz o mesmo, fui para meu quarto me deitar, e Deric foi a sala ver TV.
Era mais ou menos 2 horas da tarde, quando lembrei que atrasamos nosso "momento dengo" apelidamos assim a hora em que eu amamentava meu filho, meus peitos já estavam bem inchados e molhando a minha blusinha de leite, meu filho já leu minha mente e entrou no quarto:
-mãe quero dengo
-pode vir meu neném, mamãe tá aqui
Nessas horas eu realmente o tratava como bebê, era nosso momento sagrado.
Tirei minha blusinha e joguei pra longe e já aprontei a almofada no meu colo pra Deric se acomodar por cima.
Dado a situação do dia, e o calor insuportável, tive uma ideia diferente:
-filho ra muito quente, que tal você tirar sua camisa pra se refrescar?
-nem vai adiantar mãe, tá 42 graus hoje, eu teria que tirar é tudo kkkkk
Fiquei surpresa com a coragem dele kkkk mas tudo bem, eu dei essa liberdade mais cedo e é isso oque eu quero dele.
Logo após ele disse:
-e se formos lá fora? Deve estar mais fresco, eu posso pegar nosso colchão e levar pra área ou pro quintal na sombra.
Sinceramente foi uma ideia muito boa.
Concordei e pedi que ele levasse o colchão pra área na nossa casa, com uma vista linda pra um pasto verde e aberto, lá Deric pois o colchão encostado na parede e pediu que eu me sentasse, fiz isso e já puis a almofada pra ele, nisso eu pensei que ele já iria se deitar no meu colo, mas vejo ele tirando sua bermuda e ficando só de cueca de cor azul, fiquei um pouquinho assitada mas tudo bem, eu tinham esquecido da ideia que dei a ele.
Ele se deita e eu entrego meu peito esquerdo pra ele e falo:
-bebê hoje os peitos da mamãe estão muito cheios, olha as veias deles, tá vendo? Preciso que você tome tudinho, estão muito doloridos os peitos da mamãe.
-tá bom mãe to morrendo de fome.
Após isso ele pega meu peitão com as duas mãos e com a sua boca ele abocanha com vontade o meu peito pondo toda a auréola na boca, então sinto sua língua quente por dentro passear por toda a extensão da minha auréola e mamilo, ele então suga meu peito com a boca cheia e com muita vontade, diferente dos outros dias, meu peito começa a esguichar leite em sua garganta tal qual sai leite de uma teta de vaca,em poucos segundos sua boca já se enchia do meu leite, que logo após ele engolia, sem pausa já chutando mais meu mamilo grande e sucolento, já sentia certo alívio nas mamas, enquanto ele sugava o leite do meu peito esquerdo, o outro peito pingava múltiplas gotas de leite, ele estava faminto, com suas duas mãos, apertava o peito que ele mamava, saindo muito leite, que lindo eu ver meu menino branco re cabelos ondulados e castanhos sendo alimentado direto da fonte por mim, eu era a provedora de alimento pra ele, dia após dia, desde o seu nascimento, e tem mães que ainda tentam desmamar seus filhos antes dos 3 anos, que privilégio é ter um meninão que ainda é amamentado, forte e saudável por conta disso, passou quase uma hora no meu peito esquerdo, ele já estava praticamente sem leite algum, por outro lado, as sugadas induziram mais ainda a produção de leite do meu outro peito, que já tinha encharcado a barriga do meu filho de tanto pingar leite, vi pela "tenda armada" na cueca dele, que o coitadinho queria respirar um pouco, já dava até pra ver o melzinho molhando a cue a. Eu disse a ele:
-Filho não tá desconfortável essa cueca em você? Não tem problema se quiser tirar, tá bom?
-posso mãe, não tem problema?
-filho não tomamos banho juntos quase todo dia? Já viu muito esse seu piru, só é novidade ve-lo grandinho assim kkkk
-kkkkk ele começou a ficar assim recente
-por que meu filho?
-bem...
-pode se abrir comigo filho
-ultimamente eu aprendi sobre sexo no colégio, fico imaginando como é
-normal filho, já aprendi isso no colégio também, é importante, sorte sua que vc deve ter suas namoradinha, ou tô errada?
-está, as garotas não curtem meninos como eu
-bobas, não sabem oque tão perdendo
-posso tirar minha cueca mesmo? Tá encomendando
-eu ja ia tirar pra você filho, eu não ligo, pode ficar peladão mesmo, seu pinto é lindo e vai fazer essas .é inas bobas ficarem babando um dia.
Eu ja tinha perdido as estribeiras com meu filho, era fofo ver as caras e bicas de surpreso dele com minha frases.
Ele tira sua cueca e fica inteiramente nu no meu colo, eu seguro meu peito direito e entrego direto na bica dele, que assim como em minha outra teta, ele a recebe com gana e fome em sua boca, começa a mamar freneticamente como um bezerrinho enquanto eu passo a mão lentamente em seus cabelos, ele me olha diretamente nos olhos enquanto suga meu peito que esguichava leite em sua garganta, eu o olhava devolta, inteiramente apaixonada por ele, o envolvi em meus braços e tirei o travesseiro que separaca nossos corpos, que agora estavam em contato direto pele a pele, meu braço direto abraçava suas costas, enquanto o esquerdo repousava em sua barriga, o clima estava agravadel, um dia quente de sol, mas com um leve ar fresco que vinha do mato de encontro a gente, nós dois ali sozinhos sem interferência externa, apenas uma mãe e seu filho em seu momento mais puro e íntimo, ele passou a se amamentar em mim de olhos fechados, isso pra mim indicava que ele estava ficando cheio e ia dormir, passei a olhar pra sua pika e ela já escorria seu líquido pré gozo até suas bolas, uau que pau lindo meu bebê tem, queria sentir aquele caldinho em minha mão, fui lentamente movendo minha mão por sua barriga até sua virilha, e com as pontas dos dedos, toquei seu pau. Ele não parou de mamar nem abriu seus olhos, soltou um breve gemido apenas, envolvi minha mão em seu pau, e passei a mexe-lo, meio que avaliando ele, sentido seu calor e seu líquido quente e gosmento em conto com minha mão, ele estava assin pra mim e por mim, comecei a punheta-lo levemente, enaqunto ele mem mamava, fazia estalos com sua boca e saliva em meu seio, suspirava de satisfação, e eu ofegante também comecei a punheta-lo com mais vontade, espremendo seu pau pra soltar mais daquele líquido gostoso dele, brinquei com aquele pau que já ficou todo babado, cada vai e vem que eu fazia nele, vinha aquele barulhinho gostoso de baba, ele me mamava com mais força, me ordenhando como um bezerro esfomeado, eu gemia baixo e dizia baixo pra ele coisas como:
-Tá gostoso o leitinho da mamãe, bebê?
Gosta de sugar meus mamilos, acha bonitos os seios fartos de sua mãezinha?
-uhummm
Ele respondia sem tirar a boca do meu peito, ele sugava tanto que chega doía, esticava meu peito com a sucção da sua boca, e espejava mais e mais do meu leite materno a ele, o deixando cheio e satisfeito, até que por fim seu corpo estremece, ele tira a boca do peito e geme bem alto, eu o punhetava sem dó, rápido, com força, até que ele goza, era minha vez de ver o leite do meu filho, aquela gala quente e branquinha saindo do seu pau indo diretamente de encontro a minha mão, que ainda o masturbava com força e rápido, ele se contorcia e gemia "mãe pare eu não aguento"
Meu machinho, meu amor, que porra gostosa deve ser, eu levei minha mão melada de esperma em direção da minha boca, lambi até não sobrar nada dela, que porra doce e quente, que delícia, eu olhei pro meu filho dizendo essas palavras.
Olhei seu pau, ainda com um resto de esperma, minha boca foi em sua direção, e abocanhei seu pinto, suguei até sair a última gota, aproveitei pra sentir aquela rola quente e lisa de encontro a minha língua, que girava entorno da sua glande, chupei e tirei com força minha boca do seu pau, que fez até barulho de estralo.
Deric estava desnorteado, o deitei no colchão, e me deitei de conchinha por trás dele, com meus peitos já vazios e aliviados por conta da fome de leite materno que meu filho tinha, dormimos ali pela tarde...
Continua...
Eu estava aproveitando minha vez em baixo do chuveiro pra me refrescar do calor feito pelo clima não só do sol, mas do que rolou entre mim e meu filho pouco antes, por mais que a água fresca tentasse esfriar meu corpo, o tesão que a anos eu não sentia estava ligado a todo vapor, nem queria me ensaboar direito, só pensava em terminar logo aquele banho e levar meu bebê pro quarto pra amamenta-lo nu mesmo, mas eu tinha que por a cabeça no lugar, ele era novo ainda, só 11 aninhos, tinha que ser mais cautelosa, sem pressa.
Ele me olhava com desejo, muito desejo, enquanto eu ensaboava meu corpo, me sentida lisonjeada, logo eu, gordinha, com meus 40 e poucos anos, com as marcas da idade, despertando a ereção de um menino lindo e jovem, quanto tempi eu perdi, pensava comigo mesma, vou ensina-lo a ser meu macho, vou ensina-lo sobre sexo enquanto eu aprendo também, vou cuidar do meu filho como mãe, e futuramente como sua fêmea, sua mulher, mas tudo a seu tempo, não vou apressa-lo.
Voltei a mim mesma e eu estava parada no chuveiro em transe kkkk meus mamilos ainda duros e pingando leite, e meu filho parado e me olhando, com seu pau duro novamente, me toquei e desliguei o chuveiro.
-Vamos Deric, demoramos muitos, vou esquentar nosso almoço.
Ele nem respondeu, pegou dua toalha meio sem jeito, provavelmente esperando que eu lhe fizesse mais algo, enfim, peguei minha toalha também e nos secamos, fui ao meu quarto e tentei esfriar mais ainda meus hormônios, mas já era, eu acendi meu tesão e ainda não fui satisfeita ao ápice, depois de tanto tempo reprimendo essa sensação que se fez esquecida em mim, eu pensava que mal tinha esse direito, de ser desejada, satisfeita sexualmente. MAS EU TENHO ESSE DIREITO, sou gente, puis uma roupa leve por conta do calor, um short bem curto de renda, com uma camisa também de renda cinza e alças bem finas, e sem sutiã, deixei minhas tetonas bem folgadas e fui esquentar o almoço, enquanto comíamos, Deric aparentemente não esboçava reação, pensei que seria assim até o fim da refeição, até que ele por um momento solta os talheres delicadamente no prato, me olha meio timido e diz:
-Mãe, oque fizemos agora a pouco, foi certo?
Aquela pergunta me deixou meio tensa, será que o deixei num dilema moral muito pesado pra ele? Claramente sim, talvez ele não estivesse pronto.
Respondi:
-Filho, você gostou?
-não sei dizer
-eu creio que sim, eu sei porque também gostei, nós dois gostamos e nos sentimos bem, não é?
-eu gostei sim, mas é certo?
-oque aconteceu, foi só ente nós dois e não diz respeito a mais ninguém, se eu e você gostamos, não acha que seria certo? Não fizemos mal a ninguém, pelo contrário filho, eu amei e você fez a mamãe muito feliz agora pouco, me deu muito orgulho, um menino bonito, bondoso e viril, eu te amo Deric, não se sinta culpado, e nem reprima seus desejos, estou aqui pra te amar, ensinar e satisfazer, tá bom?
Meu filho, num gesto meigo e carinhoso, veio até mim e me abraçou e me beijou a bochecha, dizendo:
-Tem razão mãe, foi muito bom, não é errado, te amo tá?
Me senti tão aliviada com a reação dele, e animada com o futuro da nossa convivência, tinha bons pressentimentos, enfim, ele pegou seu prato e foi a louça lava-lo, terminei de comer e fiz o mesmo, fui para meu quarto me deitar, e Deric foi a sala ver TV.
Era mais ou menos 2 horas da tarde, quando lembrei que atrasamos nosso "momento dengo" apelidamos assim a hora em que eu amamentava meu filho, meus peitos já estavam bem inchados e molhando a minha blusinha de leite, meu filho já leu minha mente e entrou no quarto:
-mãe quero dengo
-pode vir meu neném, mamãe tá aqui
Nessas horas eu realmente o tratava como bebê, era nosso momento sagrado.
Tirei minha blusinha e joguei pra longe e já aprontei a almofada no meu colo pra Deric se acomodar por cima.
Dado a situação do dia, e o calor insuportável, tive uma ideia diferente:
-filho ra muito quente, que tal você tirar sua camisa pra se refrescar?
-nem vai adiantar mãe, tá 42 graus hoje, eu teria que tirar é tudo kkkkk
Fiquei surpresa com a coragem dele kkkk mas tudo bem, eu dei essa liberdade mais cedo e é isso oque eu quero dele.
Logo após ele disse:
-e se formos lá fora? Deve estar mais fresco, eu posso pegar nosso colchão e levar pra área ou pro quintal na sombra.
Sinceramente foi uma ideia muito boa.
Concordei e pedi que ele levasse o colchão pra área na nossa casa, com uma vista linda pra um pasto verde e aberto, lá Deric pois o colchão encostado na parede e pediu que eu me sentasse, fiz isso e já puis a almofada pra ele, nisso eu pensei que ele já iria se deitar no meu colo, mas vejo ele tirando sua bermuda e ficando só de cueca de cor azul, fiquei um pouquinho assitada mas tudo bem, eu tinham esquecido da ideia que dei a ele.
Ele se deita e eu entrego meu peito esquerdo pra ele e falo:
-bebê hoje os peitos da mamãe estão muito cheios, olha as veias deles, tá vendo? Preciso que você tome tudinho, estão muito doloridos os peitos da mamãe.
-tá bom mãe to morrendo de fome.
Após isso ele pega meu peitão com as duas mãos e com a sua boca ele abocanha com vontade o meu peito pondo toda a auréola na boca, então sinto sua língua quente por dentro passear por toda a extensão da minha auréola e mamilo, ele então suga meu peito com a boca cheia e com muita vontade, diferente dos outros dias, meu peito começa a esguichar leite em sua garganta tal qual sai leite de uma teta de vaca,em poucos segundos sua boca já se enchia do meu leite, que logo após ele engolia, sem pausa já chutando mais meu mamilo grande e sucolento, já sentia certo alívio nas mamas, enquanto ele sugava o leite do meu peito esquerdo, o outro peito pingava múltiplas gotas de leite, ele estava faminto, com suas duas mãos, apertava o peito que ele mamava, saindo muito leite, que lindo eu ver meu menino branco re cabelos ondulados e castanhos sendo alimentado direto da fonte por mim, eu era a provedora de alimento pra ele, dia após dia, desde o seu nascimento, e tem mães que ainda tentam desmamar seus filhos antes dos 3 anos, que privilégio é ter um meninão que ainda é amamentado, forte e saudável por conta disso, passou quase uma hora no meu peito esquerdo, ele já estava praticamente sem leite algum, por outro lado, as sugadas induziram mais ainda a produção de leite do meu outro peito, que já tinha encharcado a barriga do meu filho de tanto pingar leite, vi pela "tenda armada" na cueca dele, que o coitadinho queria respirar um pouco, já dava até pra ver o melzinho molhando a cue a. Eu disse a ele:
-Filho não tá desconfortável essa cueca em você? Não tem problema se quiser tirar, tá bom?
-posso mãe, não tem problema?
-filho não tomamos banho juntos quase todo dia? Já viu muito esse seu piru, só é novidade ve-lo grandinho assim kkkk
-kkkkk ele começou a ficar assim recente
-por que meu filho?
-bem...
-pode se abrir comigo filho
-ultimamente eu aprendi sobre sexo no colégio, fico imaginando como é
-normal filho, já aprendi isso no colégio também, é importante, sorte sua que vc deve ter suas namoradinha, ou tô errada?
-está, as garotas não curtem meninos como eu
-bobas, não sabem oque tão perdendo
-posso tirar minha cueca mesmo? Tá encomendando
-eu ja ia tirar pra você filho, eu não ligo, pode ficar peladão mesmo, seu pinto é lindo e vai fazer essas .é inas bobas ficarem babando um dia.
Eu ja tinha perdido as estribeiras com meu filho, era fofo ver as caras e bicas de surpreso dele com minha frases.
Ele tira sua cueca e fica inteiramente nu no meu colo, eu seguro meu peito direito e entrego direto na bica dele, que assim como em minha outra teta, ele a recebe com gana e fome em sua boca, começa a mamar freneticamente como um bezerrinho enquanto eu passo a mão lentamente em seus cabelos, ele me olha diretamente nos olhos enquanto suga meu peito que esguichava leite em sua garganta, eu o olhava devolta, inteiramente apaixonada por ele, o envolvi em meus braços e tirei o travesseiro que separaca nossos corpos, que agora estavam em contato direto pele a pele, meu braço direto abraçava suas costas, enquanto o esquerdo repousava em sua barriga, o clima estava agravadel, um dia quente de sol, mas com um leve ar fresco que vinha do mato de encontro a gente, nós dois ali sozinhos sem interferência externa, apenas uma mãe e seu filho em seu momento mais puro e íntimo, ele passou a se amamentar em mim de olhos fechados, isso pra mim indicava que ele estava ficando cheio e ia dormir, passei a olhar pra sua pika e ela já escorria seu líquido pré gozo até suas bolas, uau que pau lindo meu bebê tem, queria sentir aquele caldinho em minha mão, fui lentamente movendo minha mão por sua barriga até sua virilha, e com as pontas dos dedos, toquei seu pau. Ele não parou de mamar nem abriu seus olhos, soltou um breve gemido apenas, envolvi minha mão em seu pau, e passei a mexe-lo, meio que avaliando ele, sentido seu calor e seu líquido quente e gosmento em conto com minha mão, ele estava assin pra mim e por mim, comecei a punheta-lo levemente, enaqunto ele mem mamava, fazia estalos com sua boca e saliva em meu seio, suspirava de satisfação, e eu ofegante também comecei a punheta-lo com mais vontade, espremendo seu pau pra soltar mais daquele líquido gostoso dele, brinquei com aquele pau que já ficou todo babado, cada vai e vem que eu fazia nele, vinha aquele barulhinho gostoso de baba, ele me mamava com mais força, me ordenhando como um bezerro esfomeado, eu gemia baixo e dizia baixo pra ele coisas como:
-Tá gostoso o leitinho da mamãe, bebê?
Gosta de sugar meus mamilos, acha bonitos os seios fartos de sua mãezinha?
-uhummm
Ele respondia sem tirar a boca do meu peito, ele sugava tanto que chega doía, esticava meu peito com a sucção da sua boca, e espejava mais e mais do meu leite materno a ele, o deixando cheio e satisfeito, até que por fim seu corpo estremece, ele tira a boca do peito e geme bem alto, eu o punhetava sem dó, rápido, com força, até que ele goza, era minha vez de ver o leite do meu filho, aquela gala quente e branquinha saindo do seu pau indo diretamente de encontro a minha mão, que ainda o masturbava com força e rápido, ele se contorcia e gemia "mãe pare eu não aguento"
Meu machinho, meu amor, que porra gostosa deve ser, eu levei minha mão melada de esperma em direção da minha boca, lambi até não sobrar nada dela, que porra doce e quente, que delícia, eu olhei pro meu filho dizendo essas palavras.
Olhei seu pau, ainda com um resto de esperma, minha boca foi em sua direção, e abocanhei seu pinto, suguei até sair a última gota, aproveitei pra sentir aquela rola quente e lisa de encontro a minha língua, que girava entorno da sua glande, chupei e tirei com força minha boca do seu pau, que fez até barulho de estralo.
Deric estava desnorteado, o deitei no colchão, e me deitei de conchinha por trás dele, com meus peitos já vazios e aliviados por conta da fome de leite materno que meu filho tinha, dormimos ali pela tarde...
Continua...
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