A minha irmã Letícia
Continuação do conto anterior...
Depois daquele dia do Marcão, senti que a galera deu uma amadurecida e estávamos todos perdendo aquela inocência de criança e nos tornando pré-adolescentes de maneira bem rápida. Aquelas brincadeiras de dedar o outro, baixar as calças de alguém, pinar sem motivo algum, já começavam a ficar para trás. É claro que elas não sumiram da noite para o dia, mas quando aconteciam, não tinha mais aquela pegada de brincadeirinha de criança inocente. Essas brincadeiras tinham se tornado mais sérias e passaram a ter outra conotação.
No grupo de amigos que estava se formando, o único que a gente sabia que era gay continuava a ser somente o Betinho, pois todos os demais foram se tornando héteros. A Lia, apesar de estar presente naquele dia e ser irmã do Paulinho, por ela possuir apenas sete anos, não fazia parte da galera, que já tinha dez anos e estávamos em outra pegada.
Um dia, voltando do futebol, estava conversando com o Paulinho sobre diversos assuntos e entramos no assunto sexo. Não lembro muito bem do que era, mas lembro de ter perguntado a ele se ainda era virgem e me respondeu que sim e que não, mais ou menos. Sem entender a resposta, pedi para ele me explicar.
- Eu sou virgem porque nunca fiz sexo com uma mulher e não sou virgem porque já brinquei de sexo com a Lia.
- Sério, Paulinho? Como assim? Conta!
- Lembra daquele dia do Marcão?
- Lembro. Sacanagem o que ele fez com o Betinho no final.
- Então, quem chamou o Marcão para lá fui eu.
- E por que você fez isso?
- Era surpresa pro Betinho.
- Surpresa?
- Cara, ele já me chupou várias vezes lá em casa. Dá o maior valor uma safadeza. Aí, um dia, eu tava sentado na calçada e do nada chega o Marcão e me pergunta se o Betinho era viado. Eu respondi que era e disse pra ele o que a gente fazia. O Marcão quis ser chupado pelo Betinho também e pouco tempo depois surgiu a oportunidade naquele dia. Fui na casa do Marcão e chamei.
- Entendi. E a Lia?
- Quando eu e o Betinho está no quarto brincando, em várias vezes a Lia está também. Aí, ele já tinha me chupado algumas vezes, mas na primeira vez que a Lia estava presente, o Betinho disse que só me chupava se a Lia me chupasse também. Ele acabou a convencendo e ela me chupou. Desde então a gente brinca de sexo.
- Mas você já a penetrou?
- Eu fico esfregando o pau nela. Se entra ou não, ainda não sei. Tenho medo de machucar ela e minha mãe ficar sabendo.
- Entendo. Complicado.
- E você? Nunca tentou nada com a Letícia?
- Não, nunca.
- Tenta, cara. Vai que dar certo!
E a conversa continuou, mas a ideia de tentar algo com a minha irmã não saia da minha cabeça, por mais absurda que pudesse ser. Na época, eu tinha dez anos e ela tinha oito, não a achava atraente, nem bonita, nem nunca tinha chamado a minha atenção, mas as palavras do Paulinho sacudiram com o meu juízo.
Logo quando cheguei em casa, já olhei para a Letícia de uma maneira estranha, analisando a possibilidade de acontecer algo. Pra minha sorte, ela dormia na minha cama, mas me deixa explicar melhor. Na minha casa, cada um tinha um quarto. Eu tinha um só meu, a minha irmã tinha um só dela e meu irmãozinho de três aninhos tinha um só dele. Porém, sabe como é criança, né? Dormem tudo “encangados”, uns em cima dos outros, naquele calor humano e que ninguém entende o porquê. Bom. Erámos assim. Dormíamos assim.
E naquela noite, coloquei as ideias em prática. Não conseguia dormir. Fiquei pensando o dia todo em como agir. Esperei todo mundo adormecer, a casa ficar em silencio total e...
Comecei tirando toda a minha roupa e ficando peladão. Depois alisei o meu pau devagarinho até deixá-lo bem durinho. Daí, fiquei esfregando bem de levinho no bumbum da Letícia, que estava quase colado no meu corpo. A brincadeira durou pouco. A Letícia acordou, perguntou o porquê de eu estar pelado e eu disse que estava com muito calor. Perguntei se ela também não estava e me respondeu que sim. Pedi pra ela tirar a roupa também e ela disse que só iria tirar o short, continuando de calcinha. Bom. Já era um avanço.
Esperei mais um pouco e ela dormiu de novo. A sensação do meu pau esfregando no bumbumzinho dela era maravilhosa. Eu tinha aprendido a sentir tesão pela minha irmã, algo inimaginável. Peguei a mão dela e a coloquei pra segurar o meu pau, fazendo-a bater uma punhetinha gostosa. Mãozinha macia, pequeninha, uma outra sensação, que até aquele momento tinha sido só a minha mão. Fiquei com tanto tesão e medo que decidi parar por ali e continuar em outro dia. Vesti a minha roupa e fui dormir.
Na manhã do dia seguinte, eu já tinha elaborado outra estratégia. Levei algumas das revistinhas eróticas que eu e o Júlio tínhamos encontrado e cheguei em casa dizendo:
- Olha aqui, Letícia, o que encontrei lá no terreno baldio!
Mostrei pra ver o que ela sentia. A Letícia foi passando as páginas, olhando as imagens e no final perguntou:
- Eles estão fazendo sexo?
- Sim! Impressionante, né? Deve ser muito bom.
- Não sei.
- O que você acha de a gente brincar de sexo?
- E fazer o que eles estão fazendo?
- Sim! Vamos tentar fazer igual? Vamos aproveitar enquanto o Raul ainda está dormindo.
- E o que devo fazer?
- Tira a roupa e fica de quatro ali no sofá! Expliquei para ela mostrando uma foto da revista onde tinha uma mulher de quatro em um sofá e inocentemente ela foi.
Tirei a minha roupa também.
Quando a Letícia viu o meu pau duro, ela perguntou:
- Por que você está assim?
- Assim como?
- Com o pinto duro.
- Porque é assim que os homens ficam.
- E você vai fazer o que com ele?
- Vou fazer assim, oh! Mostrei uma foto onde tinha um homem enfiando o pau em uma mulher.
- E não dói?
- Dói nada! Respondi sem ter a menor ideia do que estava falando.
Ela ficou de quatro no sofá, eu fiquei em pé e encostei o pau na entradinha da buceta. Lembrei do Paulinho e do medo de machucar a Lia, então fui tentando empurrar o mais devagar possível. A Letícia começou a dizer que não estava gostando, que estava ardendo e de vez em quando saia da posição e se sentava no sofá.
- Tá ardendo.
- Deixa eu tentar mais uma vez.
- Tá certo! Mas se arder de novo eu paro.
Instintivamente, passei cuspe na cabeça do pau e percebi que o pau entrou mais um pouquinho. Mas ela continuava a reclamar que estava ardendo e decidiu parar.
- Tá bom! Não quero mais!
- Calma, Letícia! Já entrou quase a cabeça toda. Mais um pouquinho e a gente brinca igual a revistinha.
- Eu não estou aguentando.
Eu tive que pensar rápido e a única coisa que me veio na mente naquele momento foi o óleo de cozinha.
- Letícia, eu sei como deixar o meu pau bem lisinho e fácil de entrar. Vamos na cozinha comigo!
A gente saiu pelados pela casa, peguei o óleo, sentei no chão, e passei um pouquinho no pau, de maneira que ficou bem lisinho.
- Senta em cima, Letícia! Vamos tentar colocar ele dentro.
Ela ficou de cócoras de frente pra mim e encaixou o meu pau na buceta. Facilmente a cabeça do meu pau entrou na bucetinha dela, mas ela não aguentou e se levantou gritando dizendo que tava doendo. Deste grito, o Raulzinho acordou chorando e tivemos que parar a brincadeira.
A Letícia foi dar banho em nosso irmão, depois deu comida, vestir ele, etc, e o dia todo ficamos nos olhando meio torto. Fiquei com medo de realmente ter machucado a Letícia. Não era a minha intenção. À noite, ela não veio dormir comigo, preferindo o quarto dela. Estava triste pelo que eu tinha feito. Algo errado não estava certo.
No outro dia, tive que quebrar o silencio.
- Não vai mais falar comigo?
Ela continuou assistindo televisão calada.
- Desculpe-me! Não era intenção de lhe machucar.
Ela apenas olhou pra mim e virou o rosto para a TV novamente.
- Letícia, me perdoe! Eu gosto muito de você. O que eu posso fazer para lhe recompensar?
- Você vai ficar cuidando do Raulzinho sozinho hoje. Eu vou já sair para a casa da Rebeca.
- Tudo bem! Trato feito.
Ela tomou banho e saiu. O Raul demorou pra acordar, mas quando acordou foi aquela correria no meio da casa. Pense num menino para ter saúde e gostar de correr! Passei a manhã cuidando de nosso irmão e ela só chegou na hora do almoço para se arrumar e ir pro colégio. Deixamos o Raul na vizinha e saímos. Estudávamos na mesma escola que era perto de casa. Quando voltamos do colégio, pegamos o Raul na vizinha e fomos pra casa. Voltei a cuidar dele até quando o meu pai chegou, que era o momento dele de curtir os filhos. Nesta noite ela também não dormiu comigo.
No outro dia, bem cedo, já fui atrás dela.
- Você me perdoou?
- Sim.
- E por que não falou mais comigo?
- Porque você também não falou mais comigo.
- Amigos? Ops! Irmãos?
- Sim. Respondeu ela sorrindo.
- A gente pode brincar de novo?
- Você está louco? Nem pensar! Não quero aquela dor nunca mais.
- Mas eu sei de uma outra coisa que podemos fazer.
- O que?
- Quer aprender a fazer isso? Mostrei a foto de uma mulher fazendo sexo oral em um homem.
- Nãããã. Que nojo!
- Não é nojento! A maioria das mulheres faz porque gosta.
- Não. Não quero! Tenho nojo.
- Você sabia que a Lia faz isso no Paulinho?
- Sério? Aquela pirralha?
- Sim. E dizem que ela só é bonita porque está fazendo muito isso. Você não quer ser bonita também? Tive que improvisar rápido.
- Eu já sou bonita! Respondeu ela se achando a bonitona.
- Você é sim. Mas você não quer ser a mulher mais bonita do bairro? Ser bastante admirada?
- Sim, eu quero.
- Pois você tem que fazer esse esforço. Igual a Lia.
- Eu vou tentar, mas se não gostar, eu paro.
- Eu já sei, Letícia! É a mesma ladainha de sempre. Respondi sorrindo.
Neste momento, também sentei no sofá, tirei a minha roupa e puxei a cabeça dela de encontro ao meu pau.
- Calma! Reclamou.
- Só abre a boca e me deixa colocar dentro.
Ela fechou os olhos, abriu a boca e guiei para o meu pau. Quando encostou na língua dela, ela sentiu nojinho, se arrepiou todinha e quis parar.
- Não consigo.
- É claro que consegue. Você é forte e vai ser muito bonita. Vamos tentar outra vez!
De novo, ela fechou os olhos, mas não abriu a boca. Fiquei passando o pau nos lábios dela e dizendo:
- Vai, Letícia! Só falta você abrir a boca.
E ela, respondendo de boca fechada:
- Hum, hum! Hum, hum!
- Se você fizer, eu cuido do Raulzinho de novo. Arrisquei, porque eu sei que ela morre de preguiça de cuidar dele.
Ela abriu a boca e coloquei devagarzinho pra dentro, até ela se acostumar. Não queria errar com ela outra vez.
- Agora, chupa!
Ela foi tentando chupar, mas sem fazer aqueles movimentos de vai-e-vem que eu tinha visto o Betinho fazendo no Marcão. Do jeito que ela fazia, não estava ruim, ao contrário, como eu estava recebendo o meu primeiro boquete, o meu juízo quase pirando de tão excitado. Nunca vou esquecer aquela sensação, que durou apenas uns três minutinhos, talvez.
- Pronto! Agora cuida do Raul.
Ela saiu e me deixou completamente arriado no sofá. Não tinha palavras para descrever o que sentia. Fiquei paralisado por uns minutinhos, pensando em tudo o que tinha sentido. Eu sabia que dali em diante as coisas só tenderiam a melhorar.
- Obrigado, Letícia! Você é a melhor irmã do mundo!
De longe, vi ela sorrindo. Levantei do sofá e fu estudar. Quando o Raul acordou, fui cuidar dele, conforme prometido.
Muitas outras histórias aconteceram com a Letícia, mas isso fica para outros textos.
Até mais.
Depois daquele dia do Marcão, senti que a galera deu uma amadurecida e estávamos todos perdendo aquela inocência de criança e nos tornando pré-adolescentes de maneira bem rápida. Aquelas brincadeiras de dedar o outro, baixar as calças de alguém, pinar sem motivo algum, já começavam a ficar para trás. É claro que elas não sumiram da noite para o dia, mas quando aconteciam, não tinha mais aquela pegada de brincadeirinha de criança inocente. Essas brincadeiras tinham se tornado mais sérias e passaram a ter outra conotação.
No grupo de amigos que estava se formando, o único que a gente sabia que era gay continuava a ser somente o Betinho, pois todos os demais foram se tornando héteros. A Lia, apesar de estar presente naquele dia e ser irmã do Paulinho, por ela possuir apenas sete anos, não fazia parte da galera, que já tinha dez anos e estávamos em outra pegada.
Um dia, voltando do futebol, estava conversando com o Paulinho sobre diversos assuntos e entramos no assunto sexo. Não lembro muito bem do que era, mas lembro de ter perguntado a ele se ainda era virgem e me respondeu que sim e que não, mais ou menos. Sem entender a resposta, pedi para ele me explicar.
- Eu sou virgem porque nunca fiz sexo com uma mulher e não sou virgem porque já brinquei de sexo com a Lia.
- Sério, Paulinho? Como assim? Conta!
- Lembra daquele dia do Marcão?
- Lembro. Sacanagem o que ele fez com o Betinho no final.
- Então, quem chamou o Marcão para lá fui eu.
- E por que você fez isso?
- Era surpresa pro Betinho.
- Surpresa?
- Cara, ele já me chupou várias vezes lá em casa. Dá o maior valor uma safadeza. Aí, um dia, eu tava sentado na calçada e do nada chega o Marcão e me pergunta se o Betinho era viado. Eu respondi que era e disse pra ele o que a gente fazia. O Marcão quis ser chupado pelo Betinho também e pouco tempo depois surgiu a oportunidade naquele dia. Fui na casa do Marcão e chamei.
- Entendi. E a Lia?
- Quando eu e o Betinho está no quarto brincando, em várias vezes a Lia está também. Aí, ele já tinha me chupado algumas vezes, mas na primeira vez que a Lia estava presente, o Betinho disse que só me chupava se a Lia me chupasse também. Ele acabou a convencendo e ela me chupou. Desde então a gente brinca de sexo.
- Mas você já a penetrou?
- Eu fico esfregando o pau nela. Se entra ou não, ainda não sei. Tenho medo de machucar ela e minha mãe ficar sabendo.
- Entendo. Complicado.
- E você? Nunca tentou nada com a Letícia?
- Não, nunca.
- Tenta, cara. Vai que dar certo!
E a conversa continuou, mas a ideia de tentar algo com a minha irmã não saia da minha cabeça, por mais absurda que pudesse ser. Na época, eu tinha dez anos e ela tinha oito, não a achava atraente, nem bonita, nem nunca tinha chamado a minha atenção, mas as palavras do Paulinho sacudiram com o meu juízo.
Logo quando cheguei em casa, já olhei para a Letícia de uma maneira estranha, analisando a possibilidade de acontecer algo. Pra minha sorte, ela dormia na minha cama, mas me deixa explicar melhor. Na minha casa, cada um tinha um quarto. Eu tinha um só meu, a minha irmã tinha um só dela e meu irmãozinho de três aninhos tinha um só dele. Porém, sabe como é criança, né? Dormem tudo “encangados”, uns em cima dos outros, naquele calor humano e que ninguém entende o porquê. Bom. Erámos assim. Dormíamos assim.
E naquela noite, coloquei as ideias em prática. Não conseguia dormir. Fiquei pensando o dia todo em como agir. Esperei todo mundo adormecer, a casa ficar em silencio total e...
Comecei tirando toda a minha roupa e ficando peladão. Depois alisei o meu pau devagarinho até deixá-lo bem durinho. Daí, fiquei esfregando bem de levinho no bumbum da Letícia, que estava quase colado no meu corpo. A brincadeira durou pouco. A Letícia acordou, perguntou o porquê de eu estar pelado e eu disse que estava com muito calor. Perguntei se ela também não estava e me respondeu que sim. Pedi pra ela tirar a roupa também e ela disse que só iria tirar o short, continuando de calcinha. Bom. Já era um avanço.
Esperei mais um pouco e ela dormiu de novo. A sensação do meu pau esfregando no bumbumzinho dela era maravilhosa. Eu tinha aprendido a sentir tesão pela minha irmã, algo inimaginável. Peguei a mão dela e a coloquei pra segurar o meu pau, fazendo-a bater uma punhetinha gostosa. Mãozinha macia, pequeninha, uma outra sensação, que até aquele momento tinha sido só a minha mão. Fiquei com tanto tesão e medo que decidi parar por ali e continuar em outro dia. Vesti a minha roupa e fui dormir.
Na manhã do dia seguinte, eu já tinha elaborado outra estratégia. Levei algumas das revistinhas eróticas que eu e o Júlio tínhamos encontrado e cheguei em casa dizendo:
- Olha aqui, Letícia, o que encontrei lá no terreno baldio!
Mostrei pra ver o que ela sentia. A Letícia foi passando as páginas, olhando as imagens e no final perguntou:
- Eles estão fazendo sexo?
- Sim! Impressionante, né? Deve ser muito bom.
- Não sei.
- O que você acha de a gente brincar de sexo?
- E fazer o que eles estão fazendo?
- Sim! Vamos tentar fazer igual? Vamos aproveitar enquanto o Raul ainda está dormindo.
- E o que devo fazer?
- Tira a roupa e fica de quatro ali no sofá! Expliquei para ela mostrando uma foto da revista onde tinha uma mulher de quatro em um sofá e inocentemente ela foi.
Tirei a minha roupa também.
Quando a Letícia viu o meu pau duro, ela perguntou:
- Por que você está assim?
- Assim como?
- Com o pinto duro.
- Porque é assim que os homens ficam.
- E você vai fazer o que com ele?
- Vou fazer assim, oh! Mostrei uma foto onde tinha um homem enfiando o pau em uma mulher.
- E não dói?
- Dói nada! Respondi sem ter a menor ideia do que estava falando.
Ela ficou de quatro no sofá, eu fiquei em pé e encostei o pau na entradinha da buceta. Lembrei do Paulinho e do medo de machucar a Lia, então fui tentando empurrar o mais devagar possível. A Letícia começou a dizer que não estava gostando, que estava ardendo e de vez em quando saia da posição e se sentava no sofá.
- Tá ardendo.
- Deixa eu tentar mais uma vez.
- Tá certo! Mas se arder de novo eu paro.
Instintivamente, passei cuspe na cabeça do pau e percebi que o pau entrou mais um pouquinho. Mas ela continuava a reclamar que estava ardendo e decidiu parar.
- Tá bom! Não quero mais!
- Calma, Letícia! Já entrou quase a cabeça toda. Mais um pouquinho e a gente brinca igual a revistinha.
- Eu não estou aguentando.
Eu tive que pensar rápido e a única coisa que me veio na mente naquele momento foi o óleo de cozinha.
- Letícia, eu sei como deixar o meu pau bem lisinho e fácil de entrar. Vamos na cozinha comigo!
A gente saiu pelados pela casa, peguei o óleo, sentei no chão, e passei um pouquinho no pau, de maneira que ficou bem lisinho.
- Senta em cima, Letícia! Vamos tentar colocar ele dentro.
Ela ficou de cócoras de frente pra mim e encaixou o meu pau na buceta. Facilmente a cabeça do meu pau entrou na bucetinha dela, mas ela não aguentou e se levantou gritando dizendo que tava doendo. Deste grito, o Raulzinho acordou chorando e tivemos que parar a brincadeira.
A Letícia foi dar banho em nosso irmão, depois deu comida, vestir ele, etc, e o dia todo ficamos nos olhando meio torto. Fiquei com medo de realmente ter machucado a Letícia. Não era a minha intenção. À noite, ela não veio dormir comigo, preferindo o quarto dela. Estava triste pelo que eu tinha feito. Algo errado não estava certo.
No outro dia, tive que quebrar o silencio.
- Não vai mais falar comigo?
Ela continuou assistindo televisão calada.
- Desculpe-me! Não era intenção de lhe machucar.
Ela apenas olhou pra mim e virou o rosto para a TV novamente.
- Letícia, me perdoe! Eu gosto muito de você. O que eu posso fazer para lhe recompensar?
- Você vai ficar cuidando do Raulzinho sozinho hoje. Eu vou já sair para a casa da Rebeca.
- Tudo bem! Trato feito.
Ela tomou banho e saiu. O Raul demorou pra acordar, mas quando acordou foi aquela correria no meio da casa. Pense num menino para ter saúde e gostar de correr! Passei a manhã cuidando de nosso irmão e ela só chegou na hora do almoço para se arrumar e ir pro colégio. Deixamos o Raul na vizinha e saímos. Estudávamos na mesma escola que era perto de casa. Quando voltamos do colégio, pegamos o Raul na vizinha e fomos pra casa. Voltei a cuidar dele até quando o meu pai chegou, que era o momento dele de curtir os filhos. Nesta noite ela também não dormiu comigo.
No outro dia, bem cedo, já fui atrás dela.
- Você me perdoou?
- Sim.
- E por que não falou mais comigo?
- Porque você também não falou mais comigo.
- Amigos? Ops! Irmãos?
- Sim. Respondeu ela sorrindo.
- A gente pode brincar de novo?
- Você está louco? Nem pensar! Não quero aquela dor nunca mais.
- Mas eu sei de uma outra coisa que podemos fazer.
- O que?
- Quer aprender a fazer isso? Mostrei a foto de uma mulher fazendo sexo oral em um homem.
- Nãããã. Que nojo!
- Não é nojento! A maioria das mulheres faz porque gosta.
- Não. Não quero! Tenho nojo.
- Você sabia que a Lia faz isso no Paulinho?
- Sério? Aquela pirralha?
- Sim. E dizem que ela só é bonita porque está fazendo muito isso. Você não quer ser bonita também? Tive que improvisar rápido.
- Eu já sou bonita! Respondeu ela se achando a bonitona.
- Você é sim. Mas você não quer ser a mulher mais bonita do bairro? Ser bastante admirada?
- Sim, eu quero.
- Pois você tem que fazer esse esforço. Igual a Lia.
- Eu vou tentar, mas se não gostar, eu paro.
- Eu já sei, Letícia! É a mesma ladainha de sempre. Respondi sorrindo.
Neste momento, também sentei no sofá, tirei a minha roupa e puxei a cabeça dela de encontro ao meu pau.
- Calma! Reclamou.
- Só abre a boca e me deixa colocar dentro.
Ela fechou os olhos, abriu a boca e guiei para o meu pau. Quando encostou na língua dela, ela sentiu nojinho, se arrepiou todinha e quis parar.
- Não consigo.
- É claro que consegue. Você é forte e vai ser muito bonita. Vamos tentar outra vez!
De novo, ela fechou os olhos, mas não abriu a boca. Fiquei passando o pau nos lábios dela e dizendo:
- Vai, Letícia! Só falta você abrir a boca.
E ela, respondendo de boca fechada:
- Hum, hum! Hum, hum!
- Se você fizer, eu cuido do Raulzinho de novo. Arrisquei, porque eu sei que ela morre de preguiça de cuidar dele.
Ela abriu a boca e coloquei devagarzinho pra dentro, até ela se acostumar. Não queria errar com ela outra vez.
- Agora, chupa!
Ela foi tentando chupar, mas sem fazer aqueles movimentos de vai-e-vem que eu tinha visto o Betinho fazendo no Marcão. Do jeito que ela fazia, não estava ruim, ao contrário, como eu estava recebendo o meu primeiro boquete, o meu juízo quase pirando de tão excitado. Nunca vou esquecer aquela sensação, que durou apenas uns três minutinhos, talvez.
- Pronto! Agora cuida do Raul.
Ela saiu e me deixou completamente arriado no sofá. Não tinha palavras para descrever o que sentia. Fiquei paralisado por uns minutinhos, pensando em tudo o que tinha sentido. Eu sabia que dali em diante as coisas só tenderiam a melhorar.
- Obrigado, Letícia! Você é a melhor irmã do mundo!
De longe, vi ela sorrindo. Levantei do sofá e fu estudar. Quando o Raul acordou, fui cuidar dele, conforme prometido.
Muitas outras histórias aconteceram com a Letícia, mas isso fica para outros textos.
Até mais.
Nenhuma reação ainda.
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