Luquinha na escada do prédio
Relato breve de uma lembrança que até hoje me excita.
Tenho 41 anos, sou casado e bem resolvido. Mas até hoje me lembro, e às vezes me excito lembrando das minhas primeiras experiências de troca-troca.
Cresci numa cidade de médio porte no interior de São Paulo. Dos 08 aos 15 anos morei com meus pais num condomínio relativamente grande, com algumas torres e várias áreas comuns. Nos fins de tarde, na volta da escola, a molecada se encontrava e brincava até a hora da janta.
Havia poucas meninas na turma, a maior parte eram meninos mesmo. Quando eu tinha por volta de 12 anos os hormônios começaram a explodir e eu nem sabia direito o que estava acontecendo. Só sabia uma coisa: nenhuma menina da escola ou do prédio ia querer dar pra mim, já que nem beijado eu tinha e sentia q estava longe de acontecer.
Mas o corpo pedia sexo. Não me considero gay, mas a partir de um determinado momento, um menino do prédio começou a me chamar a atenção, vou chamá-lo de Luquinha. Ele tinha cabelo castanho claro, meio tigelinha, corpo cor de jambo e olhos verdes, se não me engano. Era uns poucos anos mais novo do que eu e os meninos zuavam ele, chamando ele de viadinho, talvez por ele ser mais doce e não ser muito agressivo.
Um dia, na brincadeira de esconde-esconde, a gente acabou indo pro mesmo lugar, a escada de uma das torres do condomínio. Os minutos foram passando e aquele silêncio e aquele escuro foram me dando um tesão, já que comecei a imaginar se aquele menino era mesmo gay e o que ele já podia ter feito.
Meio que naturalmente comecei a colocar a mão no meu pau, que mal tinha pelos na época e comecei a massagear ele de leve. Sentei do lado dele em um dos degraus e perguntei algo do tipo "você já gozou"? Ele fez que não com a cabeça e perguntou o mesmo pra mim. Eu disse que sim, algumas vezes.
Naquele momento fui sentindo uma tensão sexual, mesmo sem nada ser dito. Fui intensificando a massagem no pau e msm com medo do q poderia acontecer (eu ficar conhecido como viadinho, ou ele contar pros pais dele e eu me ferrar) tomei coragem e coloquei o pau pra fora. Nisso ele começou a fazer o mesmo e logo a gente tava próximos e ofegantes. Era impossivel nao olhar um pro outro: o pau dele era menor do que o meu e isso foi me dando um misto de desejo e segurança (já que não era "grande").
Depois disso, tudo aconteceu meio rapido: eu lembro de começar a pegar no pau dele e sentir curiosidade de sentir o gosto. Mamei por alguns segundos e lembro ainda hoje daquele meladinho salgado. Logo depois ele fez o mesmo, mas ficou mais tempo do que eu. Na minha cabeça isso era um sinal de q de fato ele gostava de pau e foi me dando mais segurança em avançar. Peguei no braço dele de leve, fazendo ele levantar. Eu já tinha visto em revistas pornos e ouvido em conversas com amigos mais velhos do meu irmão sobre sexo anal e que era assim q gays faziam. Pedi pro luquinha virar e ele nem perguntou pq ou como (então imaginei q de fato ele já tinha feito). Abri a bundinha dele com os dedos e fui tentando enfiar. Era um misto de muito medo (de alguém chegar ou descobrir e até de machucar ele), sensacao de tar fazendo algo mto errado e um tesao absurdo, digno de uma primeira vez. O pau foi entrando e eu quase nao acreditava e ele tava deixando, tão passivo e talvez até gostando. Segurei o quadrilzinho de luquinha enquanto eu bombava com desespero e ele se apoiava no corrimão. Em menos de um minuto devo ter gozado (um dos melhores orgasmos da minha vida até hj com ctz) e qdo tirei o pau vi que o de luquinha tava duro também, o que me dava mais certeza de que ele gostava daquilo.
A gente se vestiu, esperou mais um tempo e foi se salvar no pique e, não fomos pegos, rs.
Nunca falamos sobre isso, mas ainda bato umas punhetas lembrando daquela foda na escada do prédio. Fico imaginando onde andará luquinha.
Se vcs passaram por coisas parecidas, escrevam no comentário ou deixam o @ do telegram para trocarmos
Tenho 41 anos, sou casado e bem resolvido. Mas até hoje me lembro, e às vezes me excito lembrando das minhas primeiras experiências de troca-troca.
Cresci numa cidade de médio porte no interior de São Paulo. Dos 08 aos 15 anos morei com meus pais num condomínio relativamente grande, com algumas torres e várias áreas comuns. Nos fins de tarde, na volta da escola, a molecada se encontrava e brincava até a hora da janta.
Havia poucas meninas na turma, a maior parte eram meninos mesmo. Quando eu tinha por volta de 12 anos os hormônios começaram a explodir e eu nem sabia direito o que estava acontecendo. Só sabia uma coisa: nenhuma menina da escola ou do prédio ia querer dar pra mim, já que nem beijado eu tinha e sentia q estava longe de acontecer.
Mas o corpo pedia sexo. Não me considero gay, mas a partir de um determinado momento, um menino do prédio começou a me chamar a atenção, vou chamá-lo de Luquinha. Ele tinha cabelo castanho claro, meio tigelinha, corpo cor de jambo e olhos verdes, se não me engano. Era uns poucos anos mais novo do que eu e os meninos zuavam ele, chamando ele de viadinho, talvez por ele ser mais doce e não ser muito agressivo.
Um dia, na brincadeira de esconde-esconde, a gente acabou indo pro mesmo lugar, a escada de uma das torres do condomínio. Os minutos foram passando e aquele silêncio e aquele escuro foram me dando um tesão, já que comecei a imaginar se aquele menino era mesmo gay e o que ele já podia ter feito.
Meio que naturalmente comecei a colocar a mão no meu pau, que mal tinha pelos na época e comecei a massagear ele de leve. Sentei do lado dele em um dos degraus e perguntei algo do tipo "você já gozou"? Ele fez que não com a cabeça e perguntou o mesmo pra mim. Eu disse que sim, algumas vezes.
Naquele momento fui sentindo uma tensão sexual, mesmo sem nada ser dito. Fui intensificando a massagem no pau e msm com medo do q poderia acontecer (eu ficar conhecido como viadinho, ou ele contar pros pais dele e eu me ferrar) tomei coragem e coloquei o pau pra fora. Nisso ele começou a fazer o mesmo e logo a gente tava próximos e ofegantes. Era impossivel nao olhar um pro outro: o pau dele era menor do que o meu e isso foi me dando um misto de desejo e segurança (já que não era "grande").
Depois disso, tudo aconteceu meio rapido: eu lembro de começar a pegar no pau dele e sentir curiosidade de sentir o gosto. Mamei por alguns segundos e lembro ainda hoje daquele meladinho salgado. Logo depois ele fez o mesmo, mas ficou mais tempo do que eu. Na minha cabeça isso era um sinal de q de fato ele gostava de pau e foi me dando mais segurança em avançar. Peguei no braço dele de leve, fazendo ele levantar. Eu já tinha visto em revistas pornos e ouvido em conversas com amigos mais velhos do meu irmão sobre sexo anal e que era assim q gays faziam. Pedi pro luquinha virar e ele nem perguntou pq ou como (então imaginei q de fato ele já tinha feito). Abri a bundinha dele com os dedos e fui tentando enfiar. Era um misto de muito medo (de alguém chegar ou descobrir e até de machucar ele), sensacao de tar fazendo algo mto errado e um tesao absurdo, digno de uma primeira vez. O pau foi entrando e eu quase nao acreditava e ele tava deixando, tão passivo e talvez até gostando. Segurei o quadrilzinho de luquinha enquanto eu bombava com desespero e ele se apoiava no corrimão. Em menos de um minuto devo ter gozado (um dos melhores orgasmos da minha vida até hj com ctz) e qdo tirei o pau vi que o de luquinha tava duro também, o que me dava mais certeza de que ele gostava daquilo.
A gente se vestiu, esperou mais um tempo e foi se salvar no pique e, não fomos pegos, rs.
Nunca falamos sobre isso, mas ainda bato umas punhetas lembrando daquela foda na escada do prédio. Fico imaginando onde andará luquinha.
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