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Minha primeira vez no zoo

📅 Publicado em: 20/01/2026 06:47

👤 Autor: suburban19

🏷️ Tags: #Teen #Zoofilia
Esse fato aconteceu há alguns anos, quando eu tinha 14 anos. Atualmente, tenho 32 anos. Ao ler alguns relatos aqui no site de outros usuários, decidi compartilhar a história das minhas primeiras experiências com zoofilia. Naquela época, não tínhamos smartphones e o acesso à internet era bem limitado. Quanto mais limitado, mais difícil era encontrar qualquer tipo de conteúdo para aliviar a tensão. Então, usávamos os meios disponíveis, como revistas, DVDs pornôs e outras coisas. Naquela época, o sexo era muito difícil na nossa idade, e as meninas não davam fácil, diferente de hoje, que temos meninas de todas as idades que já são sexualmente ativas. Naquela época, a virgindade ainda era muito preservada, então a gente sofria. As meninas mais velhas que já transavam não queriam dar para moleques. Na puberdade, a gente ficava louco, mas a solução conhecida que eu tinha era a punheta, que era de lei todos os dias.

Um dia, estava no escritório do meu pai e, por intermédio de um amigo, me passou o número de umas salas de bate-papo que a gente ligava antigamente. Você escolhia em qual sala entrava, e às vezes tinha várias pessoas lá dentro conversando simultaneamente. Em uma dessas salas de bate-papo, um dia tinha um cara que começou a falar umas paradas muito loucas, tipo comer égua e tal. Na hora, eu só ri muito, mas não levei a sério. Achei que era zoeira. A vida continuou, e todos os fins de semana era de lei a gente ir para a chácara do meu pai porque ele passava a semana toda trabalhando e gostava de descansar no sítio. Todas as vezes, chegávamos no sábado e íamos embora no domingo no final da tarde.

E assim aconteceu: no sábado de manhã, meu pai trabalhou e, depois do meio-dia, fomos para a chácara. Lá tinha uma cadela fila brasileira bem grande que era de um primo que cuidava da sede quando a gente não estava. Eu já tinha intimidade com a cadela, de poder tocar nela. Às vezes, dava banho nela, e ela nunca se importou. Só que nesse final de semana eu já estava cansado das punhetas habituais. Sentado na área da casa, fiquei olhando por um tempo a cachorra andando para lá e para cá. Ela virou a traseira para o meu lado, e eu não pude deixar de perceber aquele bocetão enorme que ela tinha. Aquilo me deixou de pau duro quase que imediatamente. Até então, fiquei só olhando o meu medo era tocá-la e ela me morder, mas resolvi arriscar. Cheguei perto, comecei a fazer carícias e passei a mão nas costas dela, ganhando confiança aos poucos. Desci para a parte traseira das coxas, rodeando a boceta dela, e por um breve instante, encostei nela. Estava bem grande. Ela ficou quietinha, levantou o rabo e não fez nada. Fiquei incrédulo e comecei a pensar em várias coisas: será que o pau entraria e, se entrasse, como seria? Fiquei com aquilo na cabeça, mas o fato de ter pessoas o tempo todo na casa atrapalhou bastante. Acabou não dando certo de fazer nada. À noite, o pessoal ficou acordado até de madrugada. Fui dormir depois de bater aquela bronha, pensando na boceta da cachorra.

No domingo de manhã, enquanto todos foram visitar a fazenda vizinha, decidi ficar em casa. Tinha meus próprios planos, bem óbvios na minha cabeça. Assim que eles saíram, peguei a corrente dela e a levei para o banheiro. Liguei o chuveiro e tirei minha roupa. Ela imediatamente deu uma lambida no meu pau quando me viu. Tirei a corrente dela e a levei para debaixo do chuveiro, começando a passar sabão em todo o corpo dela. É claro que não deixei de lavar a parte mais importante: a boceta dela. Quando fui com o sabão lá, ela ficou quietinha. Coloquei meu dedo e senti a textura, o calor e o aperto. Me posicionei atrás dela, coloquei a cabeça do meu pau na Portinha da boceta e observei-o sumir dentro dela. Quando a cabeça já havia entrado, senti uma pequena resistência. Dei uma pequena forçada e foi aí que a mágica aconteceu. Um anel fibroso se abriu, permitindo que meu pau entrasse todo. Aquele anel apertava muito meu pau, o que fazia todo sentido, onde o nó do cachorro se prende. Conforme eu metia mais, ela ficava cada vez mais quente e apertado. Ela ficou com o rabo levantado o tempo todo enquanto eu bombava cada vez mais fundo. Quando senti que a boceta dela estava um pouco mais acostumada com meu pau, comecei a meter quase que tirando o pau todo e enfiando lá no fundo. Quando já senti que ia gozar, me abaixei em cima dela como um cachorro mesmo, montado, enfiei meu pau até o talo, bombando, e lá no fundo soltei vários jatos na boceta dela. Depois que eu gozei, ela ficou doidinho pra sair de mim e lamber a boceta e meu pau. Encontrou meu pau ainda soltando, e ela lambia tudo, incluindo o que saía da sua boceta. Acabei lavando a boceta dela e me lavei também. Enxuguei ela, a levei para fora e voltei. Passei mais uma água no corpo, vesti a roupa e fui para o quarto, pensando nas possibilidades que eu teria dali para frente.
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