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No balanço do trem lotado

📅 Publicado em: 12/06/2023 07:41

👤 Autor: sombrinha-sp

🏷️ Tags: #Coroa #Gay #Teen
No segundo semestre desse ano voltado a cursos, eu resolvi mudar um pouco o foco, fui para a área da manutenção, fiz dois cursos de refrigeração. Para variar, meu pai não gostou muito, o curso era um pouco mais caro que os outros que eu vinha fazendo. Mas seriam só quatro meses no total. O problema era a distância, teria que ir ao centro da cidade, duas vezes por semana, e para não gastar muito com passagem, teria que pegar trem e metrô.

Já nos primeiros dias, percebi que não seria fácil, o trem era muito lotado. O tempo foi passando, e eu fui me acostumando com a correria, atrasos do trem, aperto, sufoco, ...e de vez em quando, algumas boas encoxadas. É isso mesmo, às vezes levava uma boa encoxada, eu chegava a ficar com o pau durinho.

No começo até tive um pouco de receio, mas depois que eu percebi que não dava para as outras pessoas verem, fui ficando bem safado.

A idéia era sempre ficar na região da porta, o lugar mais cheio, e quando algum homem ficava atrás de mim, eu dava algumas resvaladas, me aproveitando do balanço do trem, e na maioria das vezes recebia uma bela retribuição, sentia um pinto durinho me apertando até a estação terminal, quando o trem literalmente esvaziava. Eu nem olhava para trás, não queria saber quem me encoxava, só queria sentir um pinto me apertando.

Eu estava no terceiro mês do curso, e quando cheguei à estação, vi a plataforma lotada, para variar o trem estava atrasado. Pelo tanto de gente que ali esperava, estava bem atrasado. Fui me posicionando para ficar à frente, não podia perder aquele trem.

Quando o trem chegou e abriu as portas, eu fui jogado para dentro dele, a força nas minhas costas foi tanta que eu fiquei esmagado, prensado nas pessoas que já estavam no trem.

Atrás de mim, ficou um Sr, com o rosto colado ao meu pescoço, dava para sentir a sua respiração quente.

Na hora de fechar a porta, mais um sufoco, as pessoas se empurram, e esse Sr me arrocha. Praticamente ao meu ouvido, ele fala bem baixinho:

_Me desculpa garoto...mas hoje está complicado!

_Eu entendo...tá muito lotado! Comentei sem nem ao menos poder me virar.

O trem parte, e já nos primeiros balanços, sinto uma pontada na minha bunda. O Sr atrás de mim, estava de pau duro.

Aquele nervo duro na minha bunda, me deixou de pau duro. Ainda bem que eu tinha colocado a bolsa na minha frente, vai que o cara que estava à minha frente sente alguma coisa e resolve arrumar uma confusão.

Percebi que a cada estação que o trem parava, esse Sr se aproveitava do entra e sai (mais entra que sai), e ia se ajeitando atrás de mim. Na última parada, antes da estação terminal, a cabeça do pau dele, estava bem no meio do meu rêgo. Seu nariz fungando meu pescoço, me deixava todo arrepiado. Meu pinto latejava, explodindo de duro dentro da calça.

A cada balanço, parecia que ele ia enfiar a rola com roupa e tudo.

Cheio de tesão, fiz o único movimento que podia, me ergui, ficando na pontinha dos pés, e depois fui descendo, fazendo o pau dele deslizar pelo meu rêgo. Fiz isso mais duas vezes, e na sequência, recebo mais um gostoso arrocho.

A estação terminal chega, e quando consigo me virar para descer, o homem já tinha saído. Diferentemente das outras vezes, eu queria saber quem havia me deixado com tanto tesão, a ponto de melar a cueca.

Duas semanas depois desse episódio, chego à estação, numa terça feira, e fico à espera do trem. Ao meu lado, encosta um Sr, e puxa conversa:

_Você não pega trem todo dia né?

_Não...só terça e quinta, porquê?

_Nada...nada...é que eu não te vi por aqui esses dias...só isso.

Fiquei olhando para ele, com cara de quem não estava entendendo nada.

_Pelo jeito...não tá lembrado de mim né?

_Não...

O Sr deu um sorriso malicioso, e de forma bem cínica ele falou:

_O dia que o trem estava super lotado...a viagem foi gostosa...não foi?

Olhei bem para a cara dele, e apenas sorri.

Agora sabia quem era aquele Sr que tinha me feito melar a cueca. Um homem de 55 anos, branco, casado, e de 1,70m de altura.

Na sequência, o trem chegou. Entramos, e ele já se posicionou atrás de mim. Com o trem apenas cheio, tínhamos um pouco mais de mobilidade, e discretamente, deu para brincar bem até a estação terminal. Ele foi tão safado que chegou a colocar o pau para fora. Eu coloquei a mão para trás, e consegui dar umas apertadinhas.

Na quinta feira, quando cheguei à plataforma, ele já estava lá. Conversamos um pouco, nos apresentamos, e fiquei sabendo o nome dele, Gilvan.

Um pouco antes do trem chegar, Gilvan me chamou para irmos a outro ponto da plataforma, disse que lá o vagão ficava mais cheio.

O trem chegou, e ele se agarrou em mim, para não nos separar no empurra empurra.

Ainda buscando o melhor posicionamento, coloquei a mão para trás, abri o zíper dele, e libertei seu pinto. Discretamente acariciava e esfregava na minha bunda. Só tinha receio que ele gozasse em mim.

Na primeira estação, após o nosso embarque, o trem ficou parado por um longo período, depois anunciaram que ele não ia seguir viagem, ia voltar dali.

Gilvan guardou a rola, e saímos do trem. O trem seguinte fez o mesmo, e a plataforma ficou lotada.

Nesse momento, desisti de seguir viagem, não daria mais tempo de chegar no horário.

_Gilvan, vou voltar...não vai dar mais tempo. Vou passar no banheiro, e pego o próximo para voltar.

_Vou no banheiro também, mas depois vou seguir. Disse ele.

Quando chegávamos ao banheiro, veio um trem vazio para levar todos da plataforma.

_Olha aí...tá vazio...dá para ir. Falou Gilvan.

_É...mas não dá mais! Lá não entra depois do horário....

Gilvan não pegou esse trem, foi comigo ao banheiro. Ele foi ao reservado, e eu fui no mictório. Enquanto mijávamos, continuamos conversando, e quando eu me virei, vejo Gilvan balançando a rola e me fazendo sinal para entrar ali com ele. Dei uma olhada ao redor, não vi ninguém, e me aproximei do Gilvan. Na porta, peguei a rola dele, acariciei e falei:

_Aqui é perigoso pode entrar alguém...

_Essa estação não tem muito movimento... vem...entra...

_Você está ficando doido...

_Sim...tô ficando mesmo, tô doido para comer essa sua bunda... vem...vem...

Gilvan me puxou pelo braço, e fechou a porta.

_É só a gente não fazer barulho, e se ouvirmos algo lá fora, a gente fica quietinho...

Às vezes, eu não sabia o que tinha na cabeça, para fazer essas loucuras. Acabei me sentando na bacia do banheiro, e passei a chupar aquela rola branquinha, de cabeça bem rosada. Gilvan segurou minha cabeça, e passou a meter a rola na minha boca, cheguei a babar no pau dele. Instantes depois, ele cochicha no meu ouvido:

_Caralho Marcos...tô quase gozando...deixa eu dar uma metidinha nessa sua bunda...deixa, vai ser rapidinho...

Momento para mais uma loucura. Coloquei minha bolsa no chão, tirei o tênis, e minha calça. Tive medo que ele gozasse e melasse minha roupa.

Peladinho da cintura para baixo (fiquei só de meia kkk), me apoiei na parede, e empinei a bunda, me oferecendo para ele.

_Puta que pariu...que coisa mais linda! Sussurrou ele, apertando minhas bandas.

Gilvan enrolou minha camiseta até ficar embaixo do sovaco, e me abraçou por trás, encaixando a rola entre minhas coxas. Ele ficou passando aquela barba cerrada no meu pescoço, me fazendo ter calafrios, em seguida, ele beijou e mordiscou, me fazendo suspirar.

Nesse momento, barulho do lado de fora, e ficamos em silêncio. Apertei a rola dele entre minha coxas, e fiquei movimentando bem devagarinho.

Atentos, ouvimos toda a movimentação no banheiro, em seguida novo barulho na porta, e o silêncio volta a reinar.

Demos mais um tempinho, e retornamos de onde paramos.

Gilvan passa a língua as minhas costas, descendo até minha bunda. Morde minha bandas, lambe meu rêgo, e enfia o dedo no meu cú.

"Delicia" é o que ouço ele murmurando.

Gilvan se levanta, abre minhas bandas, encaixa a rola e lentamente enfia. Com a rola enterrada até o talo, ele me agarra, e volta a mordiscar meu pescoço. Eu não me aguento, e fico rebolando no pau dele.

_Ahhh...caralho...o tempo podia parar agora... ahhh...que gostoso. Murmurava ele ao meu ouvido.

Apertei a rola dele com o meu anel, e continuei rebolando, descontrolado, ele morde minha orelha e volta a murmurar:

_Isso garoto...ahhh...aperta meu pau.. ahhhh, vai...ahhh...ahhh...acaba comigo vai...vai....ahhh.

Não demora muito, e sinto os primeiros jatos quentes. Meu anel continua travando a rola dele, que continua despejando todo o seu esperma. Depois de depositar toda a sua porra, ele tira o pau. Volto a me sentar na bacia do banheiro, e limpo o pau dele, enquanto sua porra começa a escorrer do meu cú.

Saciado e satisfeito, Gilvan beija o meu rosto e se despede. Antes, dá uma observada do lado de fora, para ver se está tudo bem.

Com as pernas escorrendo porra, observo, pela porta entreaberta, Gilvan sair do banheiro.

Já imaginando sacrificar a minha cueca para me limpar, empurro a porta, mas ela não fecha, um pé impede isso.

Abro novamente a porta, me colocando atrás dela, para ver quem está impedindo o fechamento.

Dou de cara com um negro, de 1,80m, segurando um rolo de papel higiênico. Com uma voz grossa ele fala:

_Acho que você vai precisar disso né?

Dei um sorriso tímido, e estendi a mão para pegar o rolo. Antes de me entregar, o homem baixa o ziper da calça, e coloca sua rola preta para fora. Era grande, mas não era tão grossa.

_Vou querer um favorzinho em troca disso. Disse ele com aquele vozeirão.

Abri a porta, e deixei o homem entrar.

Assim como fiz com o Gilvan, me apoiei na parede, ficando de costas para o homem, e empinei a bundinha para ele.

O homem passou a mão, apertou, me deu dois tapinha, e disse:

_É...é uma bela bunda...bem gostosa, mas eu só quero uma mamada!

Me virei de frente, sentei na bacia do banheiro, levantei seu pau, e enfiei minha cara nas suas bolas. Lambi, chupei, babei, enquanto seu pau batia na minha cara. Depois, punhetando sua rola, eu abocanho, e começo a chupar. A outra mão não desgruda de suas bolas pesadas. Ele não aguentou muito tempo, devia estar com muito tesão.

Seu gozo foi farto, me engasguei, tirei um pouco para respirar, mas o pinto continuou cuspindo porra no meu rosto. Desesperado, volto a engolir a rola, e ordenho até a última gota. Tiro o pau da boca, esfrego no rosto, limpando a porra da cara, e volto a mamar.

O homem bambeava as pernas, gemendo baixinho.

Com o pau limpinho, ele me agradece e vai embora.

Aproveito para me limpar, saio do banheiro com cara de desconfiado, pego o trem e volto para casa. No banho, me acabo na punheta, pensando na loucura que eu tinha feito.

Depois desse dia, não vi mais o Gilvan, procurei pela plataforma, mas não o encontrei.

Duas semanas depois, terminei o curso, e minha rotina no trem estava terminada.
Nenhuma reação ainda.

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